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Segunda-feira, 22 de agosto de 2011 às 10:10

“Agora nós também faremos mais do que nos cem anos anteriores”

Café com a presidenta A terceira fase do Plano de Expansão da Rede Federal de Educação – composta por universidades e Institutos Federais de Educação Profissional, Ciência e Tecnologia (Ifets) – foi o tema do programa de rádio Café com a Presidenta desta segunda-feira (22/8). O programa mereceu edição especial para os 26 estados e o Distrito Federal. O internauta pode ouvir o programa específico aqui.

A presidenta Dilma Rousseff lembrou que, até 2014, serão inauguradas quatro novas universidades federais, no Norte e no Nordeste, 47 novos campi pelo país afora, a partir da expansão de universidades já existentes, além de 208 novas escolas técnicas em 200 municípios. A expectativa do governo é que 1,2 milhão de alunos se matriculem nas universidades federais e, outros 600 mil, nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia.

“Estamos criando condições para formar engenheiros, médicos, agrônomos, professores, dentistas e técnicos das mais diversas especializações, em municípios dos mais diferentes tamanhos, em todas as regiões (…). A expansão da Rede Federal de Educação vai promover uma grande mudança social em nosso país: a mudança pelo conhecimento.”, disse a presidenta.

Dilma Rousseff explicou que o governo federal utilizou vários critérios para fazer a seleção das cidades beneficiadas, como a priorização dos municípios com mais de 50 mil habitantes em microrregiões onde não existiam escolas da Rede Federal e no interior do Brasil, localidades com elevado percentual de extrema pobreza e, por último, municípios que têm mais de 80 mil habitantes cuja prefeitura arrecada pouco e tem dificuldade de investir em educação.

A presidenta afirmou que o processo de expansão foi iniciado no governo Lula, entre 2003 e 2010, período em que foram criadas 14 universidades federais e 126 novos campi universitários. O número de escolas técnicas também cresceu muito nos últimos anos, complementou a presidenta, ao citar que entre 1909 – quando foi criada a primeira escola técnica –, e o ano de 2002, foram abertas apenas 140 escolas técnicas. Já, entre 2003 e 2010, foram 214 novas escolas técnicas.

“Fazendo as contas, você vai ver que o governo Lula fez mais do que nos cem anos anteriores, e que agora nós também faremos mais do que nos cem anos anteriores.”

Durante o programa, a presidenta tocou em um assunto recorrente em seus discursos e entrevistas: o enfrentamento à crise financeira internacional. Ela reafirmou que esse salto que o Brasil está dando na educação, criando mais oportunidades para os brasileiros, também ajudará o país a enfrentar os efeitos da crise. Mais uma vez a presidenta foi enfática ao defender que o Brasil está preparado para atravessar esse momento de instabilidade econômica mundial. “Mas não podemos descuidar”, alertou.

“Nós temos que ter consciência de que estamos vivendo uma situação mundial de muitas turbulências lá fora (…). Temos que enfrentar os desafios de hoje sem tirar os olhos do amanhã. Por isso o nosso esforço para dar o salto na educação, o salto tecnológico, o salto para o Brasil competitivo, capaz de produzir, de inovar e de gerar oportunidades e riquezas para todos os brasileiros”, finalizou.

Ouça abaixo íntegra do programa de rádio Café com a Presidenta ou leia aqui a transcrição.
[podcast]http://blog.planalto.gov.br/wp-content/uploads/2011/08/prd0169@.mp3[/podcast]

Terça-feira, 16 de agosto de 2011 às 13:56

Áudio – O início de uma nova etapa de expansão das universidades e institutos federais

[podcast]http://blog.planalto.gov.br/wp-content/uploads/2011/08/dilma_rede.mp3[/podcast]

Terça-feira, 16 de agosto de 2011 às 10:55

Vídeo institucional – Escolas Técnicas – Expansão de campi de universidades federais

Quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011 às 20:00

“A luta mais obstinada do meu governo será o combate à miséria”

A presidenta Dilma Rousseff, em pronunciamento de cerca de seis minutos em rede nacional de emissoras de rádio e televisão, destacou que “a luta mais obstinada do meu governo será o combate à miséria”. Tendo como tema central a educação, a presidenta Dilma lembrou, no início do pronunciamento, o período de volta às aulas vivido no Brasil. Partindo deste ponto, a presidenta frisou que estava diante da sociedade “para reafirmar o meu compromisso com a melhoria da educação e convocar todos os brasileiros e brasileiras para lutarmos juntos por uma educação de qualidade”.

“Vivemos um momento especial de nossa história. O Brasil se eleva, com vigor, a um novo patamar de nação. Temos, portanto, as condições e uma imensa necessidade de darmos um grande salto na qualidade do nosso ensino. Um desafio que só será vencido se governo e sociedade se unirem de fato nesta luta, com toda a força, coragem e convicção.”

Leia aqui a íntegra do pronunciamento da presidenta Dilma Rousseff.

E, para isso, segundo afirmou, “nenhuma área pode unir melhor a sociedade que a Educação”. “Nenhuma ferramenta é mais decisiva do que ela para superarmos a pobreza e a miséria. Nenhum espaço pode realizar melhor o presente e projetar com mais esperança o futuro do que uma sala de aula bem equipada, onde professores possam ensinar bem, e alunos possam aprender cada vez melhor. É neste caminho que temos que seguir avançando com passos largos”, disse no pronunciamento.

A presidenta explicou também que o momento é para se “investir ainda mais na formação e remuneração de professores, de ampliar o número de creches e pré-escolas em todo o país, de criar condições de estudo e permanência na escola, para superar a evasão e a repetência”. E continuou: “E, muito especialmente, acabar com essa trágica ilusão de ver aluno passar de ano sem aprender quase nada.”

No pronunciamento, a presidenta destacou o caminho que o governo pretende trilhar como a oferta de mais escolas técnicas, de ampliar os cursos profissionalizantes, de melhorar o ensino médio, as universidades e aprimorar os centros científicos e tecnológicos de nível superior.

“É hora de acelerar a inclusão digital, pois a juventude brasileira precisa incorporar, ainda mais rapidamente, os novos modos de pensar, informar e produzir que hoje se espalham por todo o Planeta. Em suma, esta é a grande hora da Educação brasileira. Isso só será possível se cada pai, cada aluno, cada professor, cada prefeito, cada governador, cada empresário, cada trabalhador tomar para si a tarefa de acompanhar, discutir, cobrar, propor e construir novos caminhos para a nossa Educação. Como presidenta, como mãe e avó, darei tudo de mim para liderar esse grande movimento.”

Dilma Rousseff anunciou que ainda neste trimestre será lançado o Programa Nacional de Acesso à Escola Técnica, o Pronatec, que, entre outras vantagens, levará ao ensino técnico a bem-sucedida experiência do ProUni. Estamos também acelerando, segundo afirmou, a implantação do Plano Nacional de Banda Larga, não só para que todas as escolas públicas tenham acesso à internet como, também, para que, no médio e longo prazos, a população pobre possa ter internet em sua casa ou no seu pequeno negócio a preço compatível com sua renda.

Ao mesmo tempo, conforme explicou, o governo está tomando medidas para corrigir e evitar falhas no Enem e no Sisu. Ela disse que “é fundamental aperfeiçoar e aumentar a credibilidade destes instrumentos, que são muito importantes na avaliação do aluno e da escola e, portanto, na melhoria da qualidade do ensino”.

Ao concluir o pronunciamento, a presidenta explicou a “que a luta mais obstinada do meu governo será o combate à miséria”. Isso significa, pontuou, fortalecer a economia, ampliar o emprego e aperfeiçoar as políticas sociais. Isso significa, em especial, melhorar a qualidade do ensino, pois ninguém sai da pobreza se não tiver acesso a uma educação gratuita, contínua e de qualidade. Nenhum país, igualmente, poderá se desenvolver sem educar bem os seus jovens e capacitá-los plenamente para o emprego e para as novas necessidades criadas pela sociedade do conhecimento.

Ela explicou também o novo slogan de seu governo: “País rico é país sem pobreza. Este será o lema de arrancada do meu governo. Ele está aí para alertar permanentemente a nós, do governo, e a todos os setores da sociedade, que só realizaremos o destino de grandeza do Brasil quando acabarmos com a miséria.”

“Sem dúvida, essa é uma tarefa para toda uma geração. Mas nós temos determinação para realizar a parte importante que falta, para que a única fome neste país seja a fome do saber, a fome de grandeza, a fome de solidariedade e de igualdade. E para que todos os brasileiros possam fazer da educação a grande ferramenta de construção do seu sonho. Muito obrigada e boa noite.”

Segunda-feira, 29 de novembro de 2010 às 13:57

A aposta de Andresa no curso de Matemática

Terça-feira, 9 de novembro de 2010 às 10:57

Educação, imposto de lucro imobiliário e saúde pública

Quinta-feira, 21 de outubro de 2010 às 10:31

Brasil construiu as bases para chegar a 10 milhões de universitários

É possível afirmar que o Reuni, o ProUni, os institutos técnicos federais, a Universidade Aberta do Brasil e o Fies são os cinco programas de democratização do acesso que garantem a todos os brasileiros que concluem o ensino médio a possibilidade de ingressar em uma instituição de ensino superior, afirmou o ministro da Educação, Fernando Haddad, na cerimônia de lançamento do Fundo de Garantia do Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) e abertura de renegociação dos contratos vigentes, realizada quarta-feira (20/10), em Brasília (DF).

Agora só não vai estudar quem não quiser. O que o seu governo, Presidente, está legando ao País é a possibilidade concreta, real, de nós atingirmos a marca de 10 milhões de universitários no Brasil no próximo período. Eu penso que no capítulo Educação Superior, cumprimos todo o programa de governo sem pular nenhuma linha. Nós não pulamos nenhuma linha nos programas de 2002 e de 2006.

O ministro ressaltou ainda que todos esses programas estão amarrados à questão da qualidade, pois “não se trata apenas de expandir o ensino universitário, estamos provando que é possível expandir a educação superior zelando pela qualidade do ensino”.

Em sua fala, Haddad fez questão de dizer que no plano da educação superior pública, foram tomadas três providências muito importantes de democratização do acesso: em primeiro lugar, o programa de interiorização das universidades federais, que levou campi universitários a 126 cidades brasileiras; os institutos técnicos federais, que oferecem ensino técnico e também ensino superior, sobretudo cursos de tecnologia e licenciaturas nas áreas de ciências e matemática, além de 559 pólos da Universidade Aberta do Brasil. Segundo ele, essas três medidas permitiram ao governo federal mais do que duplicar o acesso a vagas públicas.

Já no sistema privado e comunitário, o ministro Haddad reafirmou que duas importantes medidas foram adotadas: o ProUni, que permitiu a inclusão nas instituições privadas e comunitárias de 704 mil jovens de baixa renda egressos das escolas públicas, sendo 40% de estudantes negros, e as reformas de aperfeiçoamento do Fies.

A primeira providência que nós fizemos foi reduzir os juros de 9% para 3,4%. Os juros agora são negativos, abaixo da inflação; o segundo ponto importante foi ter aumentado o prazo de carência, que agora é de um ano e meio, e ampliado o período de amortização. O jovem paga R$ 50 por trimestre enquanto ele está cursando a graduação e depois de um ano e meio de formado ele passa a pagar o Fies, com essa taxa de juros de 3,4% ao ano, e ele tem três vezes o tempo do curso mais 12 meses para pagar. Por fim, a questão do fiador. Nós encaixamos o Fies no Fundo Garantidor da União, estamos aportando R$ 100 milhões ao Fundo Garantidor, o que permite contratar nesse ano R$ 1 bilhão em novos contratos. Isso quer dizer que os jovens que tem renda per capta familiar de um e meio salário mínimo estão dispensados do fiador.

Quinta-feira, 14 de outubro de 2010 às 13:02

Em evento ‘triplo’ em Teresina (PI), a sensação do dever cumprido

Presidente Lula visita uma das salas de aula do novo campus Teresina Central do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Ao participar de evento ‘triplo’ em Teresina (PI) nesta quinta-feira (14/10), visitando escola técnica, assinando ordens de serviço para estradas e obras de linha de transmissão de energia, o presidente Lula afirmou que está concluindo seu mandato com a sensação de dever cumprido, ainda que saiba que há muito para ser feito ainda. “E é bom que a gente tenha essa sensação de que poderia ter feito mais, sempre poderia ter feito mais”, disse em seu discurso de pouco mais de 20 minutos. “Mas ao mesmo tempo saio com a sensação de que embora não tenha feito tudo o que era preciso fazer, nós fizemos muito mais do que qualquer outro governo já fez na história deste País.”

O presidente visitou as instalações ampliadas do campus Teresina Central do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí (IFPI) e assinou ordens de serviço da construção e pavimentação da BR-020/São Raimundo Nonato (divisa com a Bahia), da BR-235/Bom Jesus (divisa com Bahia) e de obras da linha de subtransmissão Piripiri/Tabuleiro.

As novas instalações do IFPI permitirá um aumento de estudantes atendidos, de mil para quase 10 mil.

Mas o presidente Lula disse que pretende ainda voltar ao Piauí para inaugurar outras obras, como o trecho da ferrovia Transnordestina em Eliseu Martins. A ferrovia, afirmou, “será um passo importante para o crescimento econômico do Piauí, sobretudo porque vai baratear e vai incentivar novos investimentos na produção agrícola naquela região”. Também pretende voltar para inaugurar o hospital universitário, um dos mais modernos do País. A cerimônia só não aconteceu hoje porque o processo eleitoral impediu que fosse feito concurso para a contratação de funcionários, explicou o presidente.

Ouça aqui a íntegra do discurso:

[podcast]http://blog.planalto.gov.br/wp-content/uploads/2010/10/pr2099-2@.mp3[/podcast]

Leia o artigo completo »

Quarta-feira, 6 de outubro de 2010 às 13:31

Uma fotografia do ensino profissionalizante no Brasil

Em clima de comemoração e agradecimento, diretores dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (Ifet) de todo o Brasil foram recebidos pelo presidente Lula nesta quarta-feira (6/10), no Palácio do Planalto, e aproveitaram para pedir a presença do presidente em suas respectivas cidades, além de mais recursos para os institutos e maior agilidade no processo de contratação de professores.

Presidente Lula posa ao lado de diretores de escolas técnicas de todo o País em reunião realizada no Palácio do Planalto. Foto: Ricardo Stuckert/PR

No último dia 22 de setembro, Lula assinou decreto dando autonomia orçamentária e financeira aos Ifet, autorizando a reposição de servidores técnico-administrativos e a constituição de banco de professor-equivalente. Essa foi uma das principais conquistas comemoradas pelos diretores.

“O ensino profissional no Brasil melhorou 100 porcento. E o estudante quando sai já tem garantia de produtividade, pois ele já está inserido nesse mundo”, disse Edilomar Leonart, diretora do campus Londrina, do Ifet do Paraná.

Chan Tat Fong era visivelmente o mais emocionado. O professor de física e diretor do Ifet de Roraima saiu aos 12 anos de idade da China e veio para o Brasil, país que adotou como sua pátria, já que se considera brasileiro “de coração e alma”.

“O presidente Lula se dedicou muito e deu muita importância à educação no Brasil, tanto na tecnologia quanto na ciência, esse é o motivo da minha emoção”, afirmou.

O governo Lula foi o que mais fez escolas técnicas profissionalizantes no País (214). Até o final de 2010, serão 380 institutos de educação profissional em funcionamento em todo o Brasil.

Quarta-feira, 22 de setembro de 2010 às 18:26

Próximo governo ganha 50 escolas técnicas para inaugurar já em 2011

O próximo governo terá uma carteira de pelo menos 50 Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia para serem inaugurados ainda em 2011, como anunciou nesta quarta-feira (22/9) o ministro da Educação Fernando Haddad: “Quem assumir a Presidência terá a prerrogativa de inaugurar mais ou menos 50 novos institutos, que já estão previstos no processo de expansão lançado no governo Lula. Esse é um anúncio inédito.”

A divulgação foi feita em primeira mão pelo ministro da Educação durante cerimônia de assinatura de decretos, pelo presidente Lula, que dão autonomia orçamentária e financeira aos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (Ifet), autoriza a reposição de servidores técnico-administrativos e a constituição de banco de professor-equivalente.

A presidente do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), Consuelo Aparecida Sielski, explica que, na prática, significa que os Ifet poderão repor de uma maneira mais rápida e menos burocrática as vagas de professores e técnico-administrativos aposentados e afastados e terão autonomia para remanejar o próprio orçamento.

Aumentando o número de professores e técnicos, certamente teremos estrutura para atender mais alunos. Estimamos aumentar em 20% o número de vagas, o que corresponde a 50 mil novos alunos já em 2011. É um marco histórico para a educação brasileira.

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