Portal do Governo Brasileiro

Tamanho da fonte:


Sexta-feira, 21 de agosto de 2015 às 13:30

Governo concluirá Integração do São Francisco até dezembro de 2016, afirma Dilma

Dilma posa para foto com trabalhadores durante cerimônia de entrega da Estação de Bombeamento EBI-1 e de 45 KM de Canal do Eixo Norte, do Projeto de Integração do São Francisco. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Dilma com trabalhadores durante cerimônia de entrega da Estação de Bombeamento EBI-1 e de 45 km de canal do Eixo Norte, do Projeto de Integração do São Francisco. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Em entrevista na manhã desta sexta-feira (21) à rádio Grande Rio, de Pernambuco, a presidenta Dilma Rousseff afirmou que o Projeto de Integração do Rio São Francisco (Pisf) concluirá as obras até o final de 2016. O empreendimento, que terá 477 quilômetros de extensão, vai garantir a segurança hídrica de 12 milhões de pessoas em 390 municípios espalhados pelos estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.

Dilma inaugurou hoje a primeira estação de bombeamento do Eixo Norte da integração e 45 km de canal do Eixo Norte,

“Estamos concluindo todos os 477 km da integração do São Francisco até dezembro do ano que vem e essa é a maior obra de segurança hídrica do Brasil. Não controlamos o padrão de chuvas no Brasil, temos de conviver com ele. Acredito que essa obra vai mudar o Brasil nessa área do Semiárido. Vai garantir água para a região que, ao longo da história brasileira, tem sofrido mais a falta de água”, disse a presidenta.

Dilma falou também sobre a inauguração da estação de bombeamento em Cabrobó nesta sexta-feira. “Essa estação vai pegar água embaixo do São Francisco, levar ela para cima, e a partir daí temos um canal já pronto de 45 a 46 quilômetros. Esse canal do Eixo Norte vai permitir armazenar água nos canais e nos reservatórios que vão ficando prontos. Armazenar água garante que nos momentos em que houver seca, nós possamos fornecer água para a população, tanto para acabar com a sede da população quanto para dar água aos animais e para as plantações.”

Além da integração, outros empreendimentos para o combate aos efeitos da seca também estão em curso. Dilma citou as obras no perímetro de irrigação do Pontal. “São muito importantes, porque e agricultura desenvolvida vai beneficiar bastante um número significativo de produtores rurais.” Outras obras importantes, disse, são a Adutora do Agreste, que está em obras; a Adutora do Pajeú, que já teve concluída a primeira etapa; e a Adutora do Oeste, que já foi entregue.

Enquanto a totalidade das obras não é concluída, explicou Dilma, o governo continuará atendendo a população com carros-pipa. “Nós vamos continuar com os carros-pipa enquanto não passar essa crise de água. Nós temos 1.873 carros pipa em Pernambuco, atuando sistematicamente.” Mas o objetivo, destacou a presidenta, é concluir as obras da integração e assim garantir que tenha água com segurança em Pernambuco e em todo o Nordeste. “E essa água com segurança é a água que não vai precisar dos carros pipas. É isso que nós queremos: é libertar a população dos carros-pipas.”

Terça-feira, 18 de agosto de 2015 às 11:48

Entrevista coletiva concedida pela presidenta Dilma após 7ª Cúpula do Brics

Quarta-feira, 12 de agosto de 2015 às 23:17

Brasil já é uma democracia madura para conviver com diferenças e situações difíceis, diz presidenta

Dilma em entrevista ao SBT

Dilma: “Temos de ser capazes de conviver com as diferenças. Não somos mais uma democracia infantilizada. Portanto, manifestações são coisas normais numa democracia”. Foto: R. Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff afirmou nessa quarta-feira (12), em entrevista ao jornalista Kennedy Alencar, do canal de TV SBT, que o Brasil já é uma democracia madura o suficiente para conviver com as diferenças, situações difíceis e manifestações contrárias aos interesses dos diversos grupos.

“Temos de ser capazes de conviver com as diferenças, as posições que não são aquelas que você deseja e com situações difíceis. Nós não somos mais uma democracia infantilizada. Portanto, manifestações são coisas normais numa democracia”, disse.

Ela ressalvou, no entanto, que é preciso evitar o clima de intolerância e de violência. “A intolerância leva a conflitos que não têm solução. Ela divide um país, ela transforma algumas manifestações até em processos que levam à violência”.

E alertou que hoje o País vive um clima perigoso de intolerância. “Tem um processo de intolerância como não visto antes no Brasil, a não ser nos períodos passados quando se rompeu a democracia”.

Apesar disso, a presidenta se mostrou confiante no senso democrático do povo brasileiro. “Não acredito em um Brasil fascista. Porque esse país é composto de diferentes etnias. Nós somos índios, negros, brancos de diversas origens, nós somos europeus, japoneses, árabes, enfim, nós somos um cadinho”, comentou, referindo-se ao recipiente em forma de pote que é usado pelos ourives para misturar metais.

Veja a entrevista completa da presidenta Dilma Rousseff

Terça-feira, 12 de maio de 2015 às 20:28

Dilma: Brasil e China têm relação estratégica e expertise chinesa em infraestrura é importante

Brasil e China têm hoje uma importante relação estratégica, já que ambos oferecem diversas oportunidades de interesse mútuo, como no mercado de exportação e, principalmente, na área de investimento em infraestrutura. A afirmação foi feita pela presidenta Dilma Rousseff, em entrevista publicada pelo China Business News justamente quando o Brasil se prepara para receber a visita do primeiro-ministro chinês Li Keqiang, agora em maio, e às vésperas do lançamento do maior programa de investimento em infraestrutura do País.

“Nós hoje temos grandes oportunidades, apresentadas pelo perfil dos nossos países. Cooperação, por exemplo, na área de alimentos processados. A cooperação na área de transporte aéreo, na área de tecnologia da informação, em que a China teve grandes resultados. Tudo isso cria um caminho para nossa cooperação. Além disso, o Brasil passa por um momento em que todo o conhecimento e a expertise da China na área de investimento em infraestrutura nós podemos aproveitar, tanto na área de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos”, disse a presidenta.

Sobre a visita do primeiro ministro chinês, Dilma Rousseff acrescentou que acreditar que será discutida a questão do investimento em infraestrutura. “Eu acho um estreitamento dos fluxos de comércio entre o Brasil e a China e todo o continente latino-americano, porque quando o presidente Xi Jinping esteve no Brasil, para participar da reunião dos Brics e também da Copa, nós tivemos uma muito proveitosa reunião entre o presidente e todos os presidentes aqui da Unasul, que é a união dos dez países latino-americanos. Então, eu acho que também na questão do livre comércio nós daremos passos”, destacou.

A presidenta também enumerou novas áreas de cooperação, como alimentos processados, transportes aéreos, tecnologia da informação, do turismo “e até, também, eu acredito, de toda a indústria de software e também de indústrias criativas em que o Brasil e a China têm muito a compartilhar”.

Confira a entrevista da Presidenta Dilma ao China Business News:

Quarta-feira, 1 de abril de 2015 às 21:00

Governo fará o que for preciso para cumprir meta fiscal de 2015, diz Dilma à Bloomberg

O governo federal vai fazer o que for preciso para cumprir a meta fiscal de 2015, afirmou a presidenta Dilma Rousseff nesta terça-feira (31), em entrevista à agência Bloomberg News. “Vamos fazer um grande corte no orçamento deste ano“, informou, acrescentando que “vai fazer tudo para cumprir a meta“.

Ela disse porque está confiante de que o País vai atingir a meta de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2015. “Olha, eu acredito que nós iremos atingir 1, 2%. Agora, antes de eu creditar, eu quero te dizer outra coisa: eu farei tudo para atingir 1, 2%. Não é só uma questão de crença, é de ação política. (…) Acreditamos que ainda vamos ter um período de dificuldades, mas o Brasil tem uma situação de solidez bastante grande nos seus fundamentos macroeconômicos”.

Dilma lembrou que o orçamento do País, já aprovado no Congresso, sofrerá ajuste nos gastos do governo. “Todo mundo tem de entrar com um pedaço [nos cortes]. O nosso pedaço, quero te avisar, vai ser grande. Nós vamos fazer um grande corte, um grande contingenciamento orçamentário”.

Mas que os cortes serão feitos no custeio. “Nós temos uma da folha do governo federal no PIB muito pequena e ela vem se mantendo. Saiu de 4,8 para 4,2 hoje. Então, não resolvemos o problema com cortes em pessoal, não é isso. Nós resolvemos o problema com corte no custeio. Vamos ter de racionalizar gastos”.

Além disso, as políticas sociais serão preservadas, reiterou. “Não vamos reduzir a nossa política social, porque não é ela a responsável por a grande maioria dos gastos. O que vamos fazer é um enxugamento em todas as atividades administrativas do governo, um grande enxugamento. Vamos racionalizar e continuar fazendo o que a gente sempre faz”.

A presidenta descartou qualquer intervenção no câmbio e elogiou o trabalho do ministro da Fazenda, Joaquim Levy. “O trabalho que o ministro Levy tem feito é visto como fundamental para a retomada da confiança e do crescimento da economia brasileira”.

Petrobras entregará balanço até final de abril
Sobre a Petrobras, a presidenta lembrou que a empresa ultrapassou as suas dificuldades técnicas, que diziam respeito ao aumento da produção de petróleo. “Voltamos agora a produzir. Tivemos uma queda ao longo [dos anos de] 11 e 12, tivemos de reaglutinar alguns empreendimentos e refazer nossa curva de produção. Então, estamos produzindo em torno de 2 milhões e 100 mil barris dia. Só a Petrobras, sem contar as demais empresas que produzem no Brasil. Então, estamos progressivamente voltando à condição de [país] auto-suficientes e, depois, viraremos exportadores”, afirmou.

E no que se refere à governança da empresa, a presidenta disse que a Petrobras está ultrapassando os desafios de gestão, por meio de várias medidas de compliance. “As medidas principais serão a divulgação do balanço da Petrobras, que acreditamos que cumpriremos até o final de abril”, garantiu.

Dilma disse ainda que o regime de partilha do pré-sal não deve mudar e defendeu a política de conteúdo local, adotada pela Petrobras. “O conteúdo local não é um bloqueio a importações. Nem tampouco um afastamento de investimentos externos no País”.

Ela explicou que, quando se tem uma indústria de petróleo muito forte ou num crescendo – “e nós acreditamos que o Brasil será um exportador de petróleos até 2020”, é oportuno evitar cair na doença holandesa ou na maldição do petróleo.

“A maldição do petróleo é você ter uma quantidade de reservas sistemáticas que mata a sua indústria e torna o país dependente de um só setor. Nós não queremos isso para o Brasil”.

Mais uma vez, disse estar confiante na recuperação da Petrobras. “O mercado faz julgamentos objetivos, a Petrobras vai dar lucro. A Petrobras vai distribuir dividendos. A Petrobras tem uma imensa capacidade. Ela, neste processo agora de descoberta da corrupção, a Petrobras tem condições de passar por isso e superar. Até porque hoje eu acho que ela vai tomar medidas as mais drásticas, aquelas que, inclusive, internacionalmente todas as empresas que tiveram em algum momento situações similares tomaram e melhoraram”.

“Então, ela vai ter agora uma gestão muito melhor, vai ter melhores práticas, vai ter capacidade de se alavancar novamente. Agora estamos num momento, inclusive, de dificuldade no mundo inteiro, pelos baixos preços do petróleo. Só que a Petrobras tem uma parte do mercado dela que é o Brasil, que é a grande âncora. E esse mercado, ela está cobrando preços, porque não aumentou antes, está cobrando preços maiores agora. Isso também facilita a recuperação”, garantiu.

Relações multilaterais
Durante a entrevista à Bloomberg, a presidenta citou os avanços na interlocução entre os países do continente americano, destacando a próxima reunião da Cúpula das Américas, que acontecerá em 10 e 11 de abril, no Panamá. “É uma reunião muito importante. Primeiro, do ponto de vista multilateral, porque estarão todos os países da América, do Canadá à Argentina (…). E, também, pelo fato de que foi aberta uma grande via de diálogo quando, tanto os Estados Unidos quanto Cuba, se abriram para a possibilidade de acabar com o bloqueio e o afastamento de Cuba, dentro do continente”.

Ela adiantou que terá, durante o encontro, uma conversa bilateral com o presidente Barack Obama. “Eu acredito que o Brasil tem uma relação histórica com os Estados Unidos. Agora, no mundo hoje, sempre vamos buscar o multilateralismo e não achamos que uma relação com o país se dá em detrimento de outro”.

Na pauta com o presidente Obama será tratada a viagem da mandatária brasileira aos EUA. “Se eu fosse fazer uma viagem de Estado teria de ser em março do ano que vem. Mas já é um ano eleitoral, então provavelmente eu não farei uma visita de Estado, farei uma visita de governo ainda este ano”, revelou.

Dilma Rousseff disse que o Brasil precisa de fazer algumas modificações na sua legislação tributária, para permitir que haja acordo de bitributação mais célere com os Estados Unidos.

“No caso dos vistos, eu acho que também o caminho andou muito. Mas não acho que é isso que caracteriza as relações do Brasil com os Estados Unidos. O Brasil tem um grande mercado que é do interesse dos Estados Unidos. Os Estados Unidos também têm um grande mercado, talvez o maior do mundo em termos, assim, diríamos, de qualidade”, enfatizou.

Burocracia e infraestrutura
Para o futuro próximo, a presidenta destacou a necessidade de simplificar a estrutura tributária, “que é não-eficiente e muitos queixam que é sobreposta, que é complexa”, afirmou.

“Um dos motivos pelos quais fazer acordo de bitributação no Brasil é difícil é por causa dessa estrutura, muito burocratizada, cheia de detalhes. Mesmo que você não aplique para todo o período do meu governo de quatro anos, o que nós queremos é dar um horizonte: neste período será aplicado. Então, queremos visitar por exemplo, a comulatividade de impostos e mudar isso. Nós queremos racionalizar a estrutura tributária brasileira.”

Ela destacou ações que já estão sendo tomadas para desburocratizar o País, como a parceria com a Justiça Eleitoral para ampliar um cadastro único e evitar que o brasileiro tenha de ter 20 documentos – e tenha um só. Para fazer com que o processo de abertura e fechamento de empresa seja extremamente rápido.

“E, além disso, o Brasil também, de abrir a questão dos investimentos infraestrutura. É bom para o Brasil, garante um fluxo de renda para aplicações para aqueles aplicadores em fundo”, explicou. “Nós iremos fazer um programa bastante avançado de concessões, e acelerado. (…) Nas ferrovias por exemplo, nós vamos ter alguns interesses muito fortes, não só por que ferrovia no Brasil é algo que tem muito a ver com agronegócio, os minérios, e a saída dessa produção para o Norte do País e não mais para o Sul”.

E acrescentou: “Tudo isso, acho que criará também no Brasil um outro clima. Acredito que pela altura das Olimpíadas, no ano que vem, o Brasil estará num outro patamar”.

Dilma ainda destacou a força do setor privado e sistema bancário. “E mesmo o setor público é um setor público que não teve bolha de ativo. (…) Nós temos 200 milhões [de habitantes], não temos conflitos étnicos, não temos conflitos religiosos, temos uma democracia bastante vibrante, uma imprensa livre, e uma situação que eu acredito que é conjuntural. O gigante está de pé não se esqueça”, finalizou.

Confira a íntegra

Terça-feira, 31 de março de 2015 às 15:35

Comunicação do governo se dará todos os dias, afirma Edinho Silva

A comunicação de governo precisa ser realizada no cotidiano, todos os dias. Assim definiu o ministro Edinho Silva como será pautada sua gestão na Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom). Em coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira (31) após a cerimônia de posse, o novo ministro defendeu como necessária a postura do governo de manter a sociedade informada diariamente sobre a gestão do País.

"Meu principal instrumento de trabalho será o diálogo”, disse o novo ministro da Secom. Foto: RafaB - Gabinete Digital/PR

“Meu principal instrumento de trabalho será o diálogo”, disse Edinho. Foto: RafaB – Gabinete Digital/PR

“A comunicação social é fundamental para que o governo preste contas à sociedade, àqueles que pagam seus impostos e que querem saber cotidianamente o que é feito com os recursos públicos. Penso que a comunicação do governo se dá no cotidiano. Comunicação do governo se dá todos os dias. É orientação da presidenta Dilma”, declarou.

O ministro explicou que para colocar em prática essa diretriz, a Secom valorizará a relação com os veículos e com os profissionais de comunicação no dia-a-dia. “A partir de hoje, meus principais companheiros de trabalho passam a ser vocês”, disse aos jornalistas. Falou também que na sua gestão “não tem tema proibido, não tem conflito que não possa ser explicado, nem contradição que não possa ser esclarecida. Meu principal instrumento de trabalho será o diálogo”.

Verbas para publicidade
Edinho Silva disse que também seguirá o critério de alcançar comunicação efetiva com a sociedade. Para isso a Secom buscará distribuir a aplicação da verba de publicidade ao maior número de veículos possível. O objetivo, disse ele, é respeitar “a diversidade desse país, para que a maior parcela possível da população brasileira possa ter acesso aos feitos e às realizações do governo e às campanhas informativas”.

O ministro fez questão de frisar que o critério de aplicação desses recursos seguirá critério técnico, “tudo aquilo que possa blindar de critérios subjetivos, afastar qualquer decisão subjetiva”.

Segunda-feira, 30 de março de 2015 às 15:20

Presidenta Dilma defende ministro Joaquim Levy

Segunda-feira, 30 de março de 2015 às 15:10

Dilma sobre Joaquim Levy: “Tenho clareza que ele foi mal interpretado”

Em entrevista após inauguração de empreendimento do Minha Casa, Minha Vida em Capanema (PA), a presidenta Dilma Rousseff agradeceu o elogio feito pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, sobre sua condução da política econômica, de que a presidenta tem um desejo genuíno de acertar. Sobre declarações de que o ministro a teria criticado, a presidenta esclareceu que a fala de Levy teria sido mal interpretada.

“Eu tenho discernimento, eu tenho clareza que ele foi mal interpretado. Eu tenho clareza disso”, garantiu a presidenta. Ela completou afirmando que o ministro apenas faz a discussão sobre o ajuste que cabe a ele fazer.

Dilma também disse que o ministro ficou “bastante triste” com o episódio e explicou o contexto de sua fala.

“Isso que nós fazemos é um imenso esforço para fazer o ajuste, e acho que às vezes o caminho em política, vocês sabem, que às vezes eu não posso seguir um caminho curto, porque eu tenho de ter o apoio de todos aqueles que me cercam. Então, tem uma questão de construir o consenso. É nesse sentido que ele falou, e não tem porque criar maiores complicações por isso”, afirmou Dilma.

Confira a íntegra

Sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015 às 20:15

Íntegra da entrevista da presidenta após entrega de credenciais a embaixadores estrangeiros

Sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015 às 20:12

Íntegra – Entrevista coletiva da entrega das credenciais dos embaixadores estrangeiros

Tweets

Instagram

Por e-mail

Receba os artigos do Blog do Planalto diariamente por e-mail preenchendo os campos abaixo:

Digite o seu e-mail:


Um e-mail de confirmação do FeedBurner&trade será enviado para você! Confirme no link que será enviado para o seu e-mail para receber os últimos artigos do Blog do Planalto.

-