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Sexta-feira, 27 de junho de 2014 às 18:36

Depoimento de Debora dos Santos, bolsista do Ciência sem Fronteiras

Quarta-feira, 25 de junho de 2014 às 20:10

Dilma anuncia mais 100 mil bolsas na segunda etapa do Ciência sem Fronteiras

Presidenta Dilma posa em selfie com estudantes do programa Ciência sem Fronteiras. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Presidenta Dilma posa para selfie com bolsistas do Ciência sem Fronteiras no anúncio da segunda etapa do programa. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

O programa Ciência sem Fronteiras do governo federal oferecerá 100 mil novas bolsas de estudo na segunda fase, lançada nesta quarta-feira (25) pela presidenta Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto. Ela reiterou objetivo do programa, focado em formar estudantes de vários níveis de graduação, pós-graduação e pesquisadores no exterior em escala compatível com os desafio do país.

“Esse é um programa feito para garantir ao Brasil condições de gerar aqui inovação, de gerar aqui o interesse pelas ciências e pela aplicação da tecnologia em todas as áreas. Na indústria, na agricultura e, sobretudo, para viabilizar também a pesquisa em ciências básicas. Com isso estamos abrindo as nossas fronteiras. Estamos abrindo horizontes dos nossos jovens. Por isso, nós definimos a nova fase do Ciência sem Fronteiras”, explicou.

Dilma lembrou que o Ciência sem Fronteiras concedeu, até este momento, 83,2 mil bolsas no exterior, e destacou que com as chamadas programadas para setembro, o governo atingirá a meta de 101 mil bolsas de estudo. Para efeito de comparação, a presidenta disse que, antes da criação do programa, eram apenas cinco mil bolsistas fora do Brasil.

Números do programa
As 83,2 mil bolsas concedidas pelo Ciência sem Fronteiras foram para estudantes de 1,1 mil municípios. Desse total, 76,1 bolsas do governo federal, e 7,1 mil vindos da iniciativa privada, fato que rendeu agradecimentos da presidenta Dilma as empresas parceiras no programa – 44,2% desses bolsistas são mulheres, 31,4% são negros e 85,9% são jovens.

Dos 43 países de destino dos estudantes, os Estados Unidos lideram o ranking de número de bolsas (26,3 mil), seguidos pelo Reino Unido (9,5 mil), Canadá (7 mil), França (6,4 mil) e Alemanha (5,9 mil). Conforme ressaltou a presidenta no lançamento da segunda fase, o Ciência sem Fronteiras tem 18 áreas prioritárias, dentre as quais se destacam: engenharias e demais áreas tecnológicas (36,4 mil bolsas); biologia, ciências biomédicas e da saúde (14,5 mil); e da indústria criativa (6,6 mil).


Confira a íntegra

Quarta-feira, 25 de junho de 2014 às 20:10

Dilma anuncia mais 100 mil bolsas na segunda etapa do Ciência sem Fronteiras

Segunda-feira, 2 de junho de 2014 às 14:24

Dilma destaca aumento de vagas na 2ª edição do Sisu 2014

Pelo Twitter, a presidenta Dilma Rousseff lembrou que, a partir desta segunda-feira (2), estão abertas as inscrições na 2ª edição do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) em 2014. Ela destacou o aumento de 29% no número de vagas na comparação com o mesmo período do ano passado, e afirmou que isto representa mais oportunidades para o participante do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) chegar a universidade.


Quarta-feira, 21 de maio de 2014 às 19:25

Paim: Estamos mudando a fotografia das universidades brasileiras

Após encontro da presidenta Dilma Rousseff com reitores dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, o ministro da Educação, Henrique Paim, classificou como importante para o país a aproximação do governo federal com reitores dos institutos e das Universidades Federais, com quem a presidenta também se reuniu nesta quarta-feira (21).

“O que se fez nessas reuniões foi exatamente um balanço desse processo todo de expansão que o país tem vivido nas universidades públicas federais e nos institutos federais, porque é um balanço bastante positivo de um crescimento importante de matrículas e principalmente com a inclusão social. Nós estamos mudando a fotografia das universidades brasileiras e dando acesso cada vez mais à educação profissional em todo Brasil, e os institutos federais e as universidades realmente contribuem muito para isso”, afirmou.

Em conversa com o Blog do Planalto, o ministro avaliou como produtivas as duas reuniões e ressaltou que as metas de expansão para o setor estão sendo cumpridas.

“No governo da presidenta Dilma foram quatro universidades criadas. E nos institutos federais, onde nós temos uma meta de 208 novas unidades, que nós devemos atingir agora no final de 2014, já temos 173 em funcionamento”, disse.

Quarta-feira, 5 de junho de 2013 às 17:14

Dilma sanciona lei que cria quatro novas universidades

A presidenta Dilma Rousseff destacou, depois de sancionar as leis que criam as universidades federais do Cariri (UFCA), do Sul Sudeste do Pará (Unifesspa), do Oeste da Bahia (Ufob) e do Sul da Bahia (Ufesba), a importância da interiorização e o acesso social ao ensino universitário. Segundo Dilma, na escolha dos novos campi, foi levado em conta a capacidade de irradiação do ensino nas regiões.

“Criar universidades é um ato importante porque, além de criar oportunidades, tem um efeito transformador nas pessoas, nas regiões e no país. (…) E, principalmente, quando a gente sabe que o Brasil teve um processo longo para que essa questão, que é crucial, a questão do acesso a educação, principalmente da educação universitária, fosse colocada como uma questão fundamental de governo”, destacou.

A criação das universidades faz parte do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais Brasileiras (Reuni), que, entre 2003 e 2010, o foi responsável pela criação de 14 novas universidades federais e 126 novos campi ou unidades acadêmicas, chegando agora a 63 universidades e 321 campi em todo o país. A expansão aumentou também o número de municípios brasileiros atendidos por universidades federais, passando de 114, em 2003, para 272, em 2010.

Outros anúncios

A presidenta ainda anunciou a entrada de instituições militares no Programa Ciência Sem Fronteiras, que envia estudantes às melhores universidades do mundo, com 500 bolsas dedicadas, principalmente, a pós-graduação. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, também revelou uma parceria entre universidades e institutos federais de ensino técnico com o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e Instituto Militar de Engenharia (IME).

As duas instituições terão serão vagas expandidas, e tanto o IME, quanto o ITA terão parcerias com cursos de engenharia de universidades federais de diferentes partes do país. Elas também ficarão responsáveis por cursos técnicos nos institutos federais.

Confira a íntegra[podcast]http://www2.planalto.gov.br/multimidia/galeria-de-audios/audio-do-discurso-da-presidenta-da-republica-dilma-rousseff-na-cerimonia-de-sancao-das-leis-que-criam-as-universidades-federais-do-sul-da-bahia-ufesba-do-oeste-da-bahia-ufob-do-sul-e-sudeste-do-para-unifesspa-brasilia-df-13min33s/at_download/arquivo/prd0694.mp3[/podcast]

Segunda-feira, 14 de janeiro de 2013 às 10:08

Com mais de 1,9 milhão de candidatos, SISU amplia o acesso à universidade, afirma Dilma

Café com a presidentaNo programa Café com a Presidenta desta segunda-feira (14), a presidenta Dilma Rousseff comentou a inscrição de mais de 1,9 milhão de jovens de todo o Brasil no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), com mais de 129 mil vagas, em 3.752 cursos de 101 universidades públicas e de institutos federais de educação, e que tem o resultado divulgado hoje. Para ela, o Sisu tem sido fundamental para ampliar e democratizar o acesso dos jovens à educação superior.

“Nós sabemos que a educação é o principal instrumento para reduzir as desigualdades e construir um país mais justo e mais desenvolvido. É por isso que nós vamos, cada vez mais, garantir que jovens tenham acesso à universidade. Também queremos ajudar as pessoas que sempre sonharam fazer uma universidade e não tiveram essa chance antes. Porque uma pessoa com um curso superior tem muito mais oportunidades de melhorar a sua vida, a vida da sua família, a vida de seu país”, afirmou Dilma, que também destacou a importância da Lei das Cotas, sancionada em agosto do ano passado.

E, para garantir a permanência dos estudantes de baixa renda nos estudos, a presidenta lembrou do pagamento de bolsas de R$ 400 para alunos cotistas com renda familiar de até um salário mínimo e meio por pessoa e jornada igual ou superior a cinco horas diárias. A ajuda ao estudante poderá ser renovada durante todo o curso, dependendo apenas da dedicação do estudante. E os candidatos de baixa renda ainda podem usar suas notas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para se candidatar a uma vaga no programa Universidade para Todos.

“O ProUni ajuda e muito. Você sabe: 1,1 milhão de jovens já receberam uma bolsa do Prouni para estudar em uma universidade particular. E as inscrições para as bolsas de 2013 começam agora, nesta quinta-feira, dia 17 de janeiro. Todos os estudantes que fizeram o Ensino Médio em uma escola pública e que tenham renda familiar de até três salários mínimos por pessoa podem fazer a inscrição. Mas é preciso, que o estudante tenha tirado uma boa nota no Enem”, reforçou Dilma.

Confira a íntegra

[podcast]http://blog.planalto.gov.br/wp-content/uploads/2013/01/prd0580@.mp3[/podcast]

Terça-feira, 18 de dezembro de 2012 às 16:12

Dilma: sem ciência e tecnologia não seremos uma nação desenvolvida

Terça-feira, 18 de dezembro de 2012 às 15:57

Vencedores do Prêmio Jovem Cientista falam ao Blog sobre seus projetos

Terça-feira, 18 de dezembro de 2012 às 11:24

Dilma Rousseff: sem ciência e tecnologia não seremos uma nação desenvolvida

Presidenta Dilma posa com vencedores do prêmio, em cerimônia no Palácio do Planalto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff, nesta terça-feira (18), destacou a importância do investimento em educação, ciência, tecnologia e inovação, durante entrega da XXVI Edição do Prêmio Jovem Cientista, no Palácio do Planalto. Para Dilma, sem o desenvolvimento dessas áreas, o Brasil não será um país desenvolvido, que superou a pobreza e a miséria.

“Nós estamos diante da possibilidade de dar o grande salto na qualidade da inovação e da ciência no nosso país. Salto fundamental parra elevar a competitividade da nossa economia. Mas também para assegurar que o Brasil tenha, de fato, na década que estamos vivendo e nas seguintes, condições para nos tornarmos uma grande nação de classe média. Sem ciência, tecnologia e inovação, nós não seremos essa nação desenvolvida, e esse país que sepultou em definitivo a pobreza extrema e a pobreza”, disse Dilma.

Dilma afirmou que o país continuará investindo para estimular o desenvolvimento da ciência e tecnologia, e citou iniciativas como o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec); a expansão do acesso ao ensino superior, com o crescimento da rede federal de universidades, do Programa Universidade para Todos (Prouni) e do Programa de Financiamento Estudantil (Fies); e o Programa Ciência Sem Fronteiras, que oferece a oportunidade de estudo nas melhores universidades do mundo.

» Veja lista dos vencedores no site do prêmio

Para o ministro Marco Antonio Raupp, da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a XXVI Edição do Prêmio Jovem Cientista ser dedicada ao tema “Inovação Tecnológica nos Esportes” mostra que o investimento em inovação feito pelo governo acontece de maneira transversal, em contato com outras pastas. Raupp afirmou que os trabalhos inscritos serão repassados ao Ministério do Esporte, para que sejam aproveitados.

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