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Quinta-feira, 12 de março de 2015 às 17:30

Nova lei do Supersimples está próxima de ser enviada ao Congresso, segundo Dilma

A presidenta Dilma Rousseff destacou, nesta quarta-feira (12), em entrevista coletiva após a entrega de obras no Porto do Futuro, no Rio de Janeiro, que entre as próximas medidas que pretende tomar para estimular o crescimento do País está o encaminhamento ao Congresso de uma modificação na lei do Supersimples. O objetivo é evitar o chamado “abismo tributário”.

Ela explicou que a importância da medida. “O empreendedor ou a empreendedora está ali, se esforçando e crescendo. Ela sai do regime do Supersimples e cai no do lucro presumido. Aí tem um impacto imenso. Então, o que estamos pensando? Em construir uma rampa, pela qual ele pode crescer [suavemente], de tal forma que vai incorporando o crescimento sem ter de perder muito”.

Dilma destacou que essa lei é importante porque o maior nível de emprego no Brasil hoje é dado pelas pequenas e microempresas.

A presidenta destacou ainda outro ponto que considera importante para o pequeno e microempreendedor. “Não sei se vocês sabem. No Brasil, se você somar o microempreendedor e a pequena [empresa], a microempresa mais o micro empreendedor individual, chegamos a 10 milhões de empresas e de pessoas que estão ali, não só como trabalhadores, mas como batalhadores do seu próprio negócio. Porque ela [a lei] será um fator de garantia e de ampliação do crescimento e do emprego”.

Novamente perguntada sobre as manifestações no País, a presidenta reiterou ser a favor dos manifestos pacíficos e saber o valor da democracia, pois viveu em um período de ditadura, onde era proibidas as manifestações. “Eu sou de uma época que a gente não podia se manifestar. Quando se manifestava, a gente ía preso. Depois de prender quem se manifestava, prenderam quem não estava só estudando, quem estava fazendo qualquer declaração. (…) O povo brasileiro foi para as ruas, foi brigar e conseguiu transformar esse grande País que é o Brasil, um país continental, que era uma das maiores ditaduras na época, na maior democracia, numa das maiores democracias do mundo”.

Confira a íntegra

Terça-feira, 10 de fevereiro de 2015 às 17:30

Cresce o número de trabalhadores com carteira assinada no 4º trimestre de 2014, mostra Pnad

Com informações do IBGE

No 4º trimestre de 2014, cerca de 77,7% dos empregados do setor privado tinham carteira de trabalho assinada, um avanço de 0,6 ponto percentual em relação a igual trimestre de 2013. A informação é da Pnad, divulgada nesta terça-feira (10), pelo IBGE.

Pnad apontou avanço de 0,6 ponto percentual em relação a igual trimestre de 2013. Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil. Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

Pnad apontou avanço de 0,6 ponto percentual em relação a igual trimestre de 2013. Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil.

Entre os trabalhadores domésticos, a pesquisa mostrou que 32,1% tinham carteira de trabalho assinada no 4º trimestre de 2014, acima dos 31,1% registrados no mesmo trimestre do ano passado. Os militares e servidores estatutários correspondiam a 68,2% dos empregados do setor público.

No mesmo período, com exceção da região Sudeste, que registrou estabilidade, a proporção dos empregados do setor privado com carteira assinada aumentou em todas as regiões. As regiões Norte (64,8%) e Nordeste (63,4%) apresentaram os menores percentuais nesse indicador.

No 4° trimestre de 2014, entre os trabalhadores domésticos, a pesquisa mostrou que 32,1% deles tinham carteira de trabalho assinada, o que representou um avanço frente à proporção do 4º trimestre de 2013 (31,1%).

Sábado, 31 de janeiro de 2015 às 10:00

Renda real do trabalhador cresceu mais de 33% desde 2003, aponta IBGE

Com informações do IBGE

A média anual da renda da população ocupada do País, descontada a inflação, cresceu 33,1%, entre 2003 e 2014, segundo dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME)divulgada pelo IBGE. A renda média passou de R$ 1.581,31 para R$ 2.104,16 no período, o que significa acréscimo de R$ 522,85,

Apenas em 2014, a média anual do rendimento habitual real da população ocupada (R$ 2.104,16) cresceu 2,7% em relação a 2013 (R$ 2.049,35). A população ocupada compreende as pessoas que tinham trabalho na semana anterior à realização da pesquisa, ou seja, os indivíduos que tinham um patrão, os que exploravam seu próprio negócio e os que trabalhavam sem remuneração em ajuda a membros da família.

Serviços domésticos tiveram maior aumento
Entre 2003 e 2014, o rendimento habitual real nos serviços domésticos teve o maior aumento (69,9%) entre os grupamentos de atividade pesquisados pela PME. Em dezembro do ano passado, o rendimento médio habitual dos ocupados era R$ 2.122.10.

No mês, houve recuo de 1,8% em relação a novembro (R$ 2.161,93) e alta de 1,6% contra dezembro de 2013 (R$ 2.089,57).

A média anual da massa de rendimento real mensal habitual em 2014 (R$ 49,3 bilhões) cresceu 3,0% em relação a 2013 e 66,0% na comparação com 2003.

Considerando apenas a taxa mensal, em dezembro de 2014, a massa de rendimento real habitual (R$ 50.015 milhões) caiu 2,4% em relação a novembro (R$ 51.243 milhões) e subiu 1,4% em relação a dezembro de 2013 (R$ 49.307 milhões).

Já a massa de rendimento efetivo (R$ 55.180 milhões) cresceu 7,2% em relação a outubro (R$ 51.467 milhões) e cresceu 5,5% contra novembro de 2013 (R$ 52.297 milhões).

Sexta-feira, 23 de janeiro de 2015 às 14:52

Economia brasileira gera 5,2 milhões de empregos formais em 4 anos, revela Caged

O Brasil atingiu a marca de 5.277.071 novos empregos com carteira assinada, gerados entre 2009-2014. É o que mostram dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta-feira (23), pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O crescimento, tomando como base os dados do Caged e da Rais, foi de 11,97% no período.

“O Brasil vive o pleno emprego, com regiões onde a taxa de desemprego está abaixo dos 3%, caso do Rio de Janeiro e de Santa Catarina. Em 2015, como os prognósticos da economia são mais positivos que em 2014, acreditamos que vamos continuar gerando empregos”, destacou o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, ao comentar os números.

Caged_5.5mi_empregos_4anos

No ano de 2014, o aumento no número de vagas formais foi de quase 1%, com o acréscimo de 396.993 mil novos trabalhadores empregados. Até 2013, o País tinha 41,053 milhões de trabalhadores empregados, segundo os critérios do Caged.

Brasil gerou 10, 5 milhões de empregos durante a crise
O ministro destacou que a crise internacional continua e que muitos países ainda não recuperaram o nível de emprego de 2008, diferente do que ocorreu com o Brasil. “Nesse mesmo período, de 2008 até agora, o Brasil gerou mais de 10,5 milhões de postos de trabalho”, acrescentou.

Incertezas afetaram resultados de 2014
O ministro Dias lembrou ainda que foram lançadas muitas incertezas sob o ano de 2014, que se refletiram nos resultados de dezembro, que tradicionalmente é o pior mês em termos de geração de empregos. O saldo foi de 555 mil vagas a menos no último mês do ano, o que evitou que o resultado positivo do ano fosse maior.

Mulheres têm maior aumento do salário inicial
O balanço de 2014 também mostrou que o salário de admissão teve aumento real na casa de 0,92%, se levado em consideração os valores médios e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), apurado pelo IBGE.

As mulheres tiveram o melhor reajuste, na casa de 1,39% contra 0,84% dos homens, o que representa um avanço já que, em geral, o mercado de trabalho ainda discrimina as mulheres com salários menores que o dos homens. Segundo a PNAD, divulgada pelo IBGE em em setembro de 2014, as mulheres tinham recebido, em média, 73,7% do salário dos homens no ano anterior.

Manoel Dias disse ter ficado satisfeito com o aumento real dos salários, que é um compromisso do governo. Mais ainda com a redução da desigualdade entre homens e mulheres.

O valor médio do salário feminino em relação ao salário masculino passou de 85,72% para 86,19%. O salário médio de entrada da mulher ficou em R$ 1075,52. O do homem chegou a R$ 1247,89. O salário médio ficou em R$ 1181,56.

Estados
Em 2014, os estados que mais geraram empregos foram Santa Catarina, com 53.887 (+2,72%) novas vagas, Rio de Janeiro, com 53.586 postos (+1,39%) e Ceará, com 47.372 (+3,98%) empregos.

Entre as regiões, o Sudeste teve o melhor desempenho, com 121.689 vagas (+0,56%), seguido do Sul, com 118.795 vagas (+1,62%) e do Nordeste com 99.522 novos empregos (+1,51%). No Centro Oeste o saldo foi positivo em 39.335 postos (+1,25%) e no norte em 17.652 postos (+0,39%).

Assista à reportagem da TVNBr

Terça-feira, 9 de dezembro de 2014 às 17:47

Desemprego fica estável em 6,8% no trimestre e Norte se iguala ao Sudeste pela primeira vez

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 6,8% no terceiro trimestre de 2014, mostrando estabilidade em relação ao trimestre anterior e ficando abaixo da registrada em igual período do ano passado, de 6,9%, de acordo com a Pnad Contínua. Pela primeira vez na história da pesquisa, o desemprego na região Norte se igualou ao da região Sudeste, segundo dados divulgados nesta terça-feira (9) pelo IBGE.

Desemprego_estavel_Pnad_IBGE

O desemprego na região caiu 0,6 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2013, com redução de 7,5% para 6,9%. Em relação ao segundo trimestre a queda foi de 0,3 ponto percentual. Em comparação, no Sudeste a taxa ficou em 6,9%, praticamente estável em relação ao segundo trimestre de 2014 (6,9%) e a igual período de 2013 (7%).

O nível de ocupação no Brasil para o mesmo período (56,8%) permaneceu estável frente ao 2º trimestre do mesmo ano (56,9%) e em relação ao 3º trimestre de 2013 (57,1%). A população ocupada avançou 0,2%, enquanto a população desocupada caiu – 0,9% deixando a taxa geral em estabilidade.

A região Nordeste apresentou o maior percentual de pessoas fora da força de trabalho (43,2%), e as regiões Centro-Oeste (34,9%) e Sul (36,2%), os menores. Esta configuração não se alterou significativamente ao longo da série histórica. As mulheres eram maioria nessa população: 66,3% no 3º trimestre de 2014. Em todas as regiões o comportamento foi similar. Aproximadamente um terço (34,4%) da população fora da força de trabalho era idosa (com 60 anos ou mais de idade). Aqueles com menos de 25 anos de idade eram 29,1% e os adultos (25 a 59 anos) eram 36,5%.

Carteira assinada
Segundo a Pnad, 78,1% dos empregados do setor privado tinham carteira de trabalho assinada no terceiro trimestre deste ano, avanço de 1,5 ponto percentual em relação ao 3º trimestre de 2013.

Entre os trabalhadores domésticos, 32% tinham carteira assinada, contra 29,9% em igual período de 3013. Militares e servidores estatutários correspondiam a 68,2% dos empregados do setor público. Apesar do avanço em relação ao 3º trimestre de 2013, houve redução no número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado frente ao trimestre anterior, de 227 mil. As regiões Norte (65,6%) e Nordeste (63,0%) mostraram os menores percentuais nesse indicador.

Norte e Nordeste têm maiores percentuais de trabalhadores por conta própria
A população ocupada, no 3° trimestre de 2014, era composta por 69,8% de empregados, 4,1% de empregadores, 23,3% de trabalhadores por conta própria e 2,8% de trabalhadores familiares auxiliares. Ao longo da série histórica da pesquisa essa composição não se alterou significativamente.

Nas regiões Norte (30,2%) e Nordeste (29,4%), o percentual de trabalhadores por conta própria era superior ao verificado nas demais regiões. O mesmo foi constatado para os trabalhadores familiares auxiliares: 7,1% na região Norte e 4,3% na região Nordeste (4,3%).

Dados resumidos
No 3º trimestre de 2014, a região Nordeste foi a que apresentou a maior taxa de desocupação, 8,6%, e a região Sul, a menor, 4,2%. Em relação ao 3º trimestre de 2013, a taxa da região Nordeste caiu 0,4 ponto percentual. A região Norte destacou-se com redução no mesmo período de 0,6 ponto percentual, de 7,5% passou para 6,9%, e igualou-se pela primeira vez na série histórica à taxa da região Sudeste (6,9%). Foram verificadas ainda diferenças significativas na taxa de desocupação entre homens (5,7%) e mulheres (8,2%).

Segundo o IBGE, a Pnad Contínua utiliza os novos conceitos recomendados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Com informações do IBGE.

Quinta-feira, 27 de novembro de 2014 às 10:00

Sem Minha Casa, Minha Vida muitos trabalhadores estariam desempregados, diz mestre de obras

Mineiro, natural de Pompeu (MG), o mestre de obras Acrísio dos Reis Campos (63), se mudou para Brasília há quatro anos para trabalhar em canteiro de obras do Minha Casa, Minha Vida, no município de Valparaíso (GO), a cerca de 30km da capital. Ele é um dos trabalhadores da área de construção civil beneficiados pela geração de 1,2 milhão de novos postos em todo o País em cinco anos de programa, conforme estudo recente da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Acrisio_mestre_obras_MCMV_Foto_RafaB

“Para mim, o meu emprego representa não só a minha sobrevivência ou da minha família. Aqui eu ajudo a construir os sonhos dos outros”, diz Acrísio. Foto: RafaB – Gabinete Digital/PR.

Seu Acrísio, como é chamado pelos colegas, conta que viu muita crise em sua trajetória na construção civil e que as expectativas dos trabalhadores do setor melhoraram com o Minha Casa, Minha Vida. “Eu acho que se não existisse esse programa eu teria hoje muitos colegas desempregados. A construção civil hoje gera muito emprego. Nesse período que eu tenho na área, de 35 anos, eu já vi muita crise. As coisas melhoraram muito nos últimos anos”, destaca.

Segundo o trabalhador, este é um dos melhores momentos do setor: “Hoje a gente vê todo mundo trabalhando satisfeito. Porque tem um emprego, né? Isso representa muito para quem precisa trabalhar. Antigamente, a gente começava uma obra e tinha um bocado de gente na porta pedindo uma vaga. Era muito difícil”, lembra.

Além disso, o mestre de obras afirma que a remuneração dos trabalhadores da construção civil passou por uma melhora importante nos últimos anos. De acordo com ele, a oferta elevada de empregos também tem impedido a exploração de mão de obra, uma prática que, segundo ele, era comum há alguns anos. Ele ressalta que postos de trabalho nas construções e a remuneração são maiores para operários capacitados pelo Pronatec em áreas de instalações elétricas, hidráulicas, além dos cursos de pedreiro ofertados.

Sonho da Casa Própria
O mestre de obras se considera um privilegiado por contribuir com a realização do “sonho da casa própria” de dezenas famílias: “O que a gente faz aqui é construir sonhos”, afirma.

Segundo o mestre de obras, que é casado e tem cinco filhos, é muito gratificante ver a felicidade das pessoas quando estão recebendo seu primeiro apartamento: “Quando a gente está concluindo a construção, eles começam a visitar a obra. A gente percebe a felicidade das famílias. É muito bom saber que eu estou fazendo a minha parte. (…) Para mim, o meu emprego representa não só a minha sobrevivência ou da minha família. Aqui eu ajudo a construir os sonhos dos outros”, conclui.

Acrísio está ajudando a construir um conjunto de apartamentos que terão em torno de 55m² destinado ao público do programa. Os imóveis terão dois quartos, sala, cozinha e banheiro. A previsão de entrega do empreendimento é de 18 meses.

Quinta-feira, 6 de novembro de 2014 às 15:52

Desemprego cai a 6,8% no segundo trimestre de 2014, divulga IBGE

A taxa de desemprego brasileira recuou para 6,8% no segundo trimestre de 2014, o que representa uma queda de – 0,3 ponto percentual em relação à dos três meses imediatamente anteriores, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada nesta quinta (6), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Taxa_Desemprego_recua_IBGE

No primeiro trimestre, a taxa variou 0,8 ponto percentual em relação ao fim de 2013, ficando em 7,1%. Se comparada ao segundo trimestre do ano passado, a taxa caiu ainda mais, com baixa de – 0,6 ponto percentual em relação à do período, que foi de 7,4%.
Também aumentou o nível de ocupação da população (porcentagem de pessoas trabalhando no período). A taxa subiu a 56,9% no segundo trimestre, contra 56,7% no primeiro trimestre de 2014 e 56,9% do segundo trimestre de 2013.

Segundo o IBGE, no segundo trimestre deste ano, 92,1 milhões de pessoas estavam ocupadas e 6,8 milhões, desocupadas.

Outro avanço foi registrado na relação entre ocupados e desocupados. O número de desocupados no primeiro trimestre deste ano era 7 milhões e o de ocupados, 91,2 milhões. Já no segundo trimestre de 2013, essas taxas evoluíram para 7,3 milhões e 90,6 milhões, respectivamente.

Confrontando o 2º trimestre de 2014 com o mesmo trimestre de 2013, é possível observar queda na taxa de desocupação em todos os grupos etários, exceto 60 anos ou mais. A taxa de desocupação dos jovens de 18 a 24 anos de idade, 15,3%, apresentou patamar elevado em relação à taxa média total. Este comportamento foi verificado, tanto para o Brasil, quanto para as cinco grandes regiões abrangidas pela pesquisa.

Ocupação é de 68,4% entre homens e 46,4% para mulheres
No 2º trimestre de 2014, as regiões Sul (61,1%) e Centro-Oeste (61,5%) foram as que apresentaram os maiores níveis de ocupação (percentuais de pessoas trabalhando entre aquelas em idade de trabalhar) e a região Nordeste, o menor (51,9%). Em relação ao 2º trimestre do ano anterior, houve alta no nível da ocupação no Nordeste.

No 2º trimestre de 2014, o nível da ocupação foi estimado em 68,4% para os homens e 46,4% para as mulheres. Essa diferença foi verificada em todas as regiões, sendo que na Norte, estava maior a diferença e na Sul, a menor. Também no 2º trimestre de 2014, o nível da ocupação do grupo etário de 25 a 39 anos foi estimado em 75,8% e, para o grupo de 40 a 59 anos, em 69,4%. Entre os jovens de 18 a 24 anos, esta estimativa era 57,5%. Entre os menores de idade (de 14 a 17 anos) esta estimativa foi 16,3%, enquanto entre os idosos (60 anos ou mais), 21,9%.

O nível da ocupação dos jovens de 18 a 24 anos nas regiões Sul (67,1%) e Centro-Oeste (61,5%) ficou próximo ao observado no Nordeste para os adultos de 25 a 39 anos (69,0%) e 40 a 59 anos (65,0%).

A Pnad Contínua referente ao segundo trimestre tinha divulgação prevista para agosto deste ano, mas foi adiada por conta da paralisação parcial de servidores, entre maio e agosto. O resultado do terceiro trimestre será divulgado no final de dezembro. A cada trimestre, a Pnad Contínua investiga 211.344 domicílios particulares permanentes em cerca de 16 mil setores censitários, distribuídos em 3,5 mil municípios.

Fonte: com informações do IBGE.

Sexta-feira, 31 de outubro de 2014 às 10:10

Prouni foi determinante para que eu fizesse o curso superior, afirma ex-bolsista negra

Sexta-feira, 31 de outubro de 2014 às 10:00

“Prouni foi determinante para que eu fizesse o curso superior”, afirma ex-bolsista negra

Segundo dados do Ministério da Educação, dentre os estudantes contemplados em 2014 pelo Programa Universidade para Todos (Prouni), mais da metade são negros. No primeiro ano do programa, 2005, apenas 37,2% dos estudantes eram negros. Hoje, são 56,48%. Em números absolutos, a quantidade de alunos negros passou de 35.568, há 10 anos, para 125.566 atualmente, um aumento de 353%.

Joceline Gomes, 26 anos, é aluna da primeira turma do programa, em 2005. Para ela, sua vida mudou ao conquistar uma bolsa integral no curso de Jornalismo da Universidade Católica de Brasília (DF). “Minha família era de classe média baixa, a gente não tinha acesso a nada. Quando entrei na universidade e vi que eu realmente podia estar lá, que aquela vaga realmente era minha, que eu tinha uma bolsa integral que ia me permitir cursar uma faculdade, foi a oportunidade da minha vida. Isso me transformou no que sou hoje. O programa foi determinante para que eu fizesse o curso superior”, afirma a jovem negra, moradora de Taguatinga, região administrativa do Distrito Federal.

A ex-bolsista se formou em 2008 e hoje trabalha na sua área de formação. Segundo levantamento da Seppir, 85% dos alunos formados pelo programa possuem emprego, sendo que 65% trabalham com carteira assinada. A maioria desses estudantes trabalha na área em que se formaram. Para a jovem, a melhoria de vida não veio somente para ela. “Eu fui a primeira a entrar na faculdade de toda a minha família. Isso já vai encorajando outras pessoas da família. Então você vai puxando toda uma geração de pessoas e vai influenciando. Primeiro dentro da sua família, depois com seus amigos, e vai aumentando esse círculo”, assegura.

Quinta-feira, 30 de outubro de 2014 às 20:00

Índice de confiança do consumidor atinge maior patamar desde janeiro, diz CNI

O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec) subiu 2,1% de setembro para outubro e chegou a 112 pontos neste mês, o maior valor desde janeiro deste ano, de acordo com pesquisa divulgada nesta quinta-feira (30) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

De acordo com a entidade, foi a primeira vez, desde março de 2013, que o índice aumentou na comparação anual e o resultado se deve à melhora das expectativas sobre a evolução dos preços e do emprego. “O resultado confirma a tendência de recuperação da confiança do consumidor”, avalia a CNI.

O índice de expectativas de inflação aumentou 12,7% e o de desemprego subiu 7% frente a setembro. Conforme a metodologia da pesquisa, quanto maior o indicador de expectativa, maior é o número de pessoas que espera que a inflação e o desemprego não aumentarão nos próximos meses. Na comparação com outubro do ano passado, o indicador de expectativa de inflação subiu 6,1% e, o de desemprego, 5,9%.

Fonte: com informações da CNI.

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