Portal do Governo Brasileiro

Tamanho da fonte:


Quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016 às 12:58

“Aqui eu tenho um futuro promissor”, diz trabalhador de nova fábrica de bebidas em MG

A Cervejaria Uberlândia, da Companhia de Bebidas das Américas (Ambev), foi inaugurada nesta quinta-feira (4), no Triângulo Mineiro, em cerimônia com a participação da presidenta Dilma Rousseff. A fábrica vai aumentar a oferta de emprego na região e já conta com 480 trabalhadores, além dos 9 mil que trabalharam durante as obras.

Ervando de Queiroz (esquerda), Márcio Podva (centro) e Anderson Aparecido Sales (direita). Fotos: Marco Mari/Blog do Planalto

Ervando de Queiroz (esquerda), Márcio Podva (centro) e Anderson Aparecido Sales (direita). Fotos: Marco Mari/Blog do Planalto

Ervando de Queiroz, de 20 anos, foi um dos profissionais que conquistaram o primeiro emprego. Ele trabalha com a fermentação da cerveja. “Aqui eu tenho um futuro promissor, tem uma trilha de carreira pra mim. É o meu primeiro emprego. Faço o curso de engenharia ambiental e espero vir a atuar nesta área aqui na cervejaria”, disse.

O engenheiro mecânico Márcio Podva é coordenador na cervejaria. Podva já está na companhia há 16 anos. Começou operando máquinas de envase em outra unidade e veio transferido para orientar novos empregados. “A empresa dá oportunidade para quem quer crescimento. Minha equipe tem 21 pessoas, a maioria está no primeiro emprego”.

Anderson Aparecido Sales, 39, também trabalha há dois anos na Cervejaria Uberlândia. “Para a cidade foi uma conquista muito boa. Oportunidade de emprego para mim, para outros jovens e outras pessoas. É uma empresa muito grande. Vejo-me trilhando uma carreira aqui”.

Sexta-feira, 4 de dezembro de 2015 às 14:38

‘Pela saúde da democracia, temos de defendê-la contra o golpe’, afirma Dilma

A presidenta Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira, durante discurso na 15ª Conferência Nacional de Saúde, que “pela saúde da democracia, nós temos de defendê-la contra o golpe“.

Dilma reafirmou a convicção quanto à “improcedência e inconsistência” das razões que fundamentam o pedido de abertura de processo impeachment contra o seu mandato.

STUK0599-Editar

Presidenta Dilma Rousseff cumprimenta delegados participantes da 15ª Conferência Nacional de Saúde, realizada em Brasília. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Eu não cometi nenhum ato ilícito. Nenhum ato ilícito previsto na nossa Constituição. Não tenho conta na Suíça, não tenho na minha biografia nenhum ato de uso indevido do dinheiro público. Meu governo praticou todos os atos dentro do princípio da responsabilidade com a coisa pública. Portanto não tem fundamento o processo do meu impedimento”, enfatizou.

A presidenta também disse que o governo federal enfrentou ao longo deste ano um “movimento sistemático que questionava os resultados legítimos da eleição de 2014“.

A possibilidade de provocar prejuízo ao Brasil, prejuízo à população, ao povo do nosso País, foi aceita em nome da pior política possível, que é a política do quanto pior, melhor. Pior para nós, melhor para alguns poucos”.

Dilma destacou ainda que vai fazer a defesa do seu mandato “com todos os instrumentos previstos em nosso Estado democrático de direito“, e que vai continuar dialogando com todos os segmentos da sociedade para mostrar que essa luta não é a favor de uma pessoa, de um partido ou de grupos de partidos.

É uma luta em defesa da democracia desse País. Não vamos nos enganar, o que está em jogo agora são as escolhas políticas que nós fizemos nos últimos 13 anos. São 13 anos em favor da soberania do Brasil em defesa sistemática do povo brasileiro, do emprego da renda de oferta de serviços de qualidade”, salientou.

Terça-feira, 6 de outubro de 2015 às 15:45

Sociedade e governo ganham com formalização de empresas, diz Afif Domingos

IMG-20151006-WA0004

Afif: simplificação é matéria que une a todos e mostra que é possível construir consenso em um momento em que se fala só de dissenso. Foto: Rafael Hollanda/Blog do Planalto

A formalização de empresas é a porta que traz o maior número de pessoas para o mundo legal, onde todos pagam menos e o governo arrecada mais, afirmou nesta terça-feira (6) o empresário Guilherme Afif Domingos. O ex-ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa destacou que, graças à determinação da presidenta Dilma, medidas importantes nesse sentido têm sido aprovadas, como o sistema Bem Mais Simples e a Rede Simples, que permite que micro e pequenos empresários abram e fechem seus negócios online, com menos burocracia e mais agilidade.

São passos importantes para acabar com essa imagem do Brasil como país que não apoia o empreendedorismo, destacou. É preciso facilitar a vida dos cidadãos, dos micro e pequenos empresários, setor que, segundo Afif, “segura as pontas” do emprego no Brasil. “Temos de acreditar nisso. Simplificação do imposto, graduado de acordo com a possibilidade  de pagar do cidadão, é o caminho para a formalização maciça. O Simples mostra isso, segurando as pontas do emprego”.

Para o empresário, simplificação é matéria que une a todos. “Mostra que podemos construir consenso em um momento em que se fala só de dissenso, desde que se tenham metas bem definidas e objetivos muito claros. Não depende de verba, dependo de decisão política, como foi a decisão politica da presidenta, nos apoiando em todos os momentos. Vale a pena lutar pela simplificação, pela micro e pequena empresa. E a senhora tem essa convicção na alma”, disse.

Afif Domingos foi convidado pela presidenta Dilma para participar da Implantação do Sistema de Registro e Licenciamento de Empresa do Distrito Federal. Na ocasião, a presidenta também assinou o Decreto Presidencial que beneficia pequenos empreendedores nas contratações do governo federal. Brasília é a primeira unidade da Federação a integrar a Rede Simples, a Rede Nacional de Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios.

Segundo Afif, o projeto piloto de integração à Rede Simples foi realizado aqui porque, entre outros fatores, a junta comercial do Distrito Federal pertence à União. E todas as empresas públicas situadas da capital são registradas na junta comercial do DF. “É ao mesmo tempo um estado e um município, uma cidade-Estado que permite trabalhar com integração”, explicou. O convênio foi fechado em março deste ano.

O ex-ministro comemorou também a unificação do CNPJ das empresas em todo o Brasil. “Todos os estados e municípios vão compartilhar esse mesmo número” e não terão de criar outros.

Afif Domingos agradeceu o empenho da presidenta e afirmou que continuará apoiando Dilma nessa causa: “A senhora tomou a decisão correta e nós estamos aqui, ao seu lado, para prosseguirmos na luta. Não importa onde estiver, nós estaremos juntos”.

Terça-feira, 7 de julho de 2015 às 12:03

É mais inteligente o governo investir recursos na preservação do emprego, defendem ministros

É mais inteligente o governo investir recursos na preservação do emprego do que financiar uma situação indesejável, que é o desemprego, afirmou o ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, em entrevista exclusiva ao Blog do Planalto sobre o Programa de Proteção ao Emprego (PPE), que o governo federal encaminhou ao Congresso Nacional. A medida provisória foi assinada pela presidenta Dilma Rousseff, nessa segunda-feira (6).

Segundo Rossetto, o PPE assegura a manutenção do nível de emprego na economia. “O objetivo do programa é manter empregos no nosso País, que atravessa um momento de dificuldades que acreditamos ser temporário”. A proposta permite a redução da jornada de trabalho em até 30%, com uma complementação de 50% da perda salarial pelo governo, por meio do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), limitada a R$ 900,00.

“Isso significa dizer que um trabalhador que recebe até R$ 6 mil, caso tenha uma redução de 30% do seu salário, terá 85% da remuneração garantida. É um esforço importante para assegurar o nível de emprego porque, durante o período de adesão, as empresas não poderão demitir esse trabalhador”, explicou o ministro.

Saldo positivo
Também em conversa exclusiva com o Blog do Planalto, o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Nelson Barbosa, disse que o PPE, já adotado em vários países, tem efeito positivo nas contas da União, apesar da complementação salarial do governo. “Ao invés do trabalhador ser demitido, ele continua empregado. Ele continua pagando contribuição para a Previdência Social, para o FGTS e o imposto de renda. Quando nós consideramos os fatores como um todo, esse programa reduz o gasto do governo”.

Para o ministro, além de ser uma maneira de trabalhadores e empresas se adaptarem ao momento de redução temporária do nível de atividade, o programa faz com que a retomada do crescimento seja mais rápida.

Você está mantendo os trabalhadores na empresa. Então, os trabalhadores que as empresas investiram, fizeram curso e se dedicaram à empresa, podem manter o vínculo empregatício e, quando a economia retomar, o que a gente espera que aconteça no final do ano, eles retomam mais rapidamente a atividade, ao invés de você ter que contratar as pessoas de novo”, avalia Barbosa.

Sábado, 13 de junho de 2015 às 20:37

País tem estrutura forte e vai superar dificuldades momentâneas para continuar crescendo

A presidenta Dilma Rousseff falou, nesta sexta-feira (12), em entrevista ao Programa do Jô, sobre a confiança que tem na retomada da economia do Brasil e no avanço das grandes conquistas que marcaram os últimos anos, como o crescimento com distribuição de renda e a redução das desigualdades, além dos investimentos para solucionar os gargalos da infraestrutura.

“A minha promessa de campanha é fazer o Brasil crescer e continuar a política de distribuição de renda e investimento em infraestrutura”, disse ao lembrar que está apenas começando seu segundo mandato, iniciado há cinco meses. E que, ao final dos próximos quatro anos, além de ser a primeira mulher a presidir a Nação, quer ser lembrada “como a pessoa que não abandonou o interesse do seu povo e a soberania do seu País. Sempre isso tem que estar na pauta”, declarou.

Dilma: “Brasil tem grandes vantagens e deve saber usá-las. Porque um povo que não tem esperança também não constrói o futuro”. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

“O Brasil tem uma estrutura forte. Nós estamos enfrentando uma dificuldade momentânea. Nós vamos superar essa dificuldade. Aliás, nessa semana, na terça-feira [9], lancei um programa bastante ambicioso de investimento e infraestrutura também para ajudar o País a retomar o rumo do crescimento. Investi em rodovia, em ferrovia, o Brasil precisa ter ferrovia”.

E lembrou que somos a sétima economia do mundo. “Nós não temos fragilidades. Este País tem US$ 378 bilhões de reserva. Este País tem estruturas democráticas sólidas: tem um Judiciário, tem o seu Congresso, o seu Parlamento e tem o Executivo. Independentes e tendo de conviver com harmonia”.

A presidenta destacou ainda vários fatores que a fazem manter a confiança no Brasil. “Esse País tem uma força imensa. Uma agricultura ultra competitiva, tanto uma agricultura comercial como uma agricultura familiar. Tem um conjunto de empreendedores fortes; ele tem uma mão de obra; ele tem petróleo; ele tem minério; e ele tem esse povo que é fantástico. (…) Então, eu acho que nós temos tudo para ser um país que faz diferença”.

 A diferença brasileira na mudança climática
Dilma apontou, por exemplo, que o Brasil já faz a diferença na mudança do clima. “Todo mundo quer conversar com o Brasil sobre mudança do clima e fazer um acordo. Por quê? Porque nós somos o único que, voluntariamente, passou uma lei dizendo que até 2020 reduziria 36% da emissão de gás de efeito estufa. Isso, em relação a 2005. Nós estamos em 2015, faltando cinco anos. Nós cumprimos 72% da mais ousada meta de redução do efeito do clima”.

Segundo ela, esse avanço foi possível porque o Brasil é capaz de ter muita hidrelétrica, eólica, biomassa, porque faz uma agricultura chamada de baixo carbono, plantando direto na palha. “Isso aumenta a nossa produtividade, reduz todos os comprometimentos do meio ambiente. Porque nós somos capazes de rotar lavoura, pecuária e floresta. Enfim, porque nós acreditamos que é possível crescer, incluir, conservar e proteger”.

Apesar de tantos fatores positivos, Dilma chamou a atenção para o fato de que os brasileiros são muito exigentes consigo mesmos. “No Brasil, tem uma coisa que eu não vejo em outros países. Eu acho que nós somos mais críticos conosco do que nós merecemos. Eu estive recentemente num país que muitos comparam com o Brasil, mas que tem metade da sua população abaixo da linha da pobreza. Então, nós temos grandes vantagens. E temos de saber usá-las. Porque um povo que não tem esperança, também não constrói o futuro. Nós precisamos de esperança, nós precisamos da confiança do povo em si mesmo”.

Ajuste fiscal
A presidenta defendeu o ajuste fiscal, dizendo que ele é passageiro e que acredita que essa situação é momentânea. “O Brasil não passa por uma situação que ele é estruturalmente doente, pelo contrário. Ele está momentaneamente com problemas e dificuldades. Por isso, que é importante fazer logo o ajuste para gente sair o mais rápido possível da situação”.

“Utilizamos tudo que podíamos [para evitar os efeitos da crise]: o Orçamento da União bancou redução de impostos; financiamos o crédito e o consumo, alguns segmentos econômicos, investimos em infraestrutura a juros baixos e à custa do Tesouro, desonerações também da cesta básica. Fizemos políticas para assegurar que o País continuasse a crescer, porque a crise durou mais do que se imaginava e ainda tivemos a pior seca que já se teve”, recordou.

Investimentos
Simultaneamente ao ajuste, é preciso fazer investimento em infraestrutura e manter os programas sociais, adicionou a presidenta. “Para não voltar para trás, para não voltar para aquela época que as pessoas não tinham casa, não tinham médico, não tinham acesso às coisas básicas. Eu acho que tem muito o que mudar. Eu não acho que está perfeito, acho que tem muito o que mudar, muito o que avançar e muito ainda o que construir”.

A expectativa dela é de que a inflação melhore até o final desse ano. “Todas as avaliações de mercado apontam para uma queda da inflação nos próximos meses. E eu sei, também, que no caso, por exemplo, da casa própria, eu acho que muita gente deve ter sofrido com essa consequência. Agora, é importante sinalizar que no Minha Casa, Minha Vida nenhuma das prestações da casa própria foi aumentada. Elas não variam de acordo com os juros, elas são fixas”.

Lembrou que, atualmente, o programa é uma das únicas oportunidades que existem, dentro da economia brasileira, para oferecer acesso à casa própria quem tem menos renda. “Como uma pessoa que ganha até R$ 1.600 compra casa hoje? O governo assegura e isso não vai mudar. Assegura que a pessoa pague uma parte da prestação, a parte menor do valor da casa, e nós pagamos a parte maior”.

Segundo Dilma, o governo banca em torno de 90% da prestação e as pessoas pagam em torno de 10%. “Quando a pessoa ganha de R$ 1.600 à R$ 3.220, você tem uma mudança, mas o governo continua pagando pelo menos uns 50 a 60% da casa própria. E depois, quando ela ganha de R$ 3.220 até R$ 5.000, nós pagamos seguro, nós facilitamos a garantia. E isso significa que aqui, hoje, no Brasil nós, com o programa Minha Casa, Minha Vida, construímos 3 milhões e  750 mil moradias, destas 2 milhões e 200 estão entregues. O restante será entregue até o início do ano que vem. E agora, em agosto, início de agosto, nós vamos lançar mais 3 milhões de moradias”.

Desafios
Dilma disse que sua maior preocupação é buscar sempre estar à altura dos desafios do País e das necessidades do povo brasileiro. E destacou que uma nova realidade contribui para mudar o padrão de vida e também das exigências das pessoas. “Tirar 36 milhões da pobreza e 50 milhões serem elevados à classe média mudou esse País. E porque mudou esse País, todas as pessoas que melhoram de vida. [Agora], elas não querem menos. Elas querem mais. Quando você melhora de vida você não quer voltar pra trás. Você quer ir pra frente. Então, é justo que as pessoas hoje reivindiquem saúde, educação, tudo de qualidade”.

Por isso, contou, “eu me esforço, todo santo dia, para estar à altura do que eu acho que tem que ser feito pelo País. Apesar de eu achar que nós fizemos muito, ao longo desses anos. Porque, quando você olha o mundo, o Brasil é um país que reduziu, de forma drástica, a miséria, a pobreza. O Brasil deu um salto na infraestrutura, em várias áreas. Ninguém pode dizer que os aeroportos do País, hoje, são o que foram no passado, não são mais. Ninguém pode dizer que nós não investimos em estradas. Ninguém pode dizer que não houve um grande crescimento da renda e do emprego”, reiterou.

Segunda-feira, 4 de maio de 2015 às 18:04

Petrobras recebe principal prêmio da indústria de óleo e gás do mundo

A Petrobras recebeu neste final de semana, nos Estados Unidos, o prêmio OTC Distinguished Achievement Award for Companies, Organizations and Institutions pelo conjunto de tecnologias desenvolvidas para a produção de petróleo em águas profundas do pré-sal. O OTC é o prêmio mundial mais importante que uma empresa de petróleo pode receber na qualidade de operadora offshore.

No mês passado, durante a visita de Estado da presidenta da Coreia do Sul ao Brasil, falando sobre sua confiança na recuperação da Petrobras, a presidenta Dilma Rousseff destacou a importância da premiação, que significa uma nova era para a petrolífera brasileira.

“Eu acho interessante o fato de ela [Petrobras] estar recebendo o prêmio na OTC, não só porque é uma grande empresa, do ponto de vista financeiro, como de qualquer lado que você olhe, pelo tamanho dela, pela capacidade de emprego que ela gera”, ressaltou na ocasião.

Dilma destacou ainda a grande capacidade da empresa de gerar tecnologia nacional para conseguir solucionar o desafio de explorar petróleo em águas profundas, ou super profundas, que têm temperaturas e pressões extremas.

 Solange Guedes, diretora de Exploração e Produção da Petrobras, recebe premiação em em Houston (EUA): pré-sal já responde por mais de 20% da produção de petróleo no Brasil. Foto: Divulgação/Petrobras


Solange Guedes, diretora de Exploração e Produção da Petrobras, recebe premiação em Houston (EUA): pré-sal já responde por mais de 20% da produção de petróleo no Brasil. Foto: Divulgação/Petrobras

Premiação
A diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Solange Guedes, recebeu a premiação durante um jantar promovido em Houston, no Texas (EUA). Em seu discurso, Solange observou que o pré-sal já responde por mais de 20% da produção de petróleo no País, oito anos após sua descoberta, e enumerou tecnologias que levaram à conquista do prêmio.

A executiva destacou que todo o dióxido de carbono produzido no pré-sal está sendo reinjetado. “Com isso, evitamos a emissão de um milhão de toneladas de CO2”, contabilizou.

Quinta-feira, 12 de março de 2015 às 17:30

Nova lei do Supersimples está próxima de ser enviada ao Congresso, segundo Dilma

A presidenta Dilma Rousseff destacou, nesta quarta-feira (12), em entrevista coletiva após a entrega de obras no Porto do Futuro, no Rio de Janeiro, que entre as próximas medidas que pretende tomar para estimular o crescimento do País está o encaminhamento ao Congresso de uma modificação na lei do Supersimples. O objetivo é evitar o chamado “abismo tributário”.

Ela explicou que a importância da medida. “O empreendedor ou a empreendedora está ali, se esforçando e crescendo. Ela sai do regime do Supersimples e cai no do lucro presumido. Aí tem um impacto imenso. Então, o que estamos pensando? Em construir uma rampa, pela qual ele pode crescer [suavemente], de tal forma que vai incorporando o crescimento sem ter de perder muito”.

Dilma destacou que essa lei é importante porque o maior nível de emprego no Brasil hoje é dado pelas pequenas e microempresas.

A presidenta destacou ainda outro ponto que considera importante para o pequeno e microempreendedor. “Não sei se vocês sabem. No Brasil, se você somar o microempreendedor e a pequena [empresa], a microempresa mais o micro empreendedor individual, chegamos a 10 milhões de empresas e de pessoas que estão ali, não só como trabalhadores, mas como batalhadores do seu próprio negócio. Porque ela [a lei] será um fator de garantia e de ampliação do crescimento e do emprego”.

Novamente perguntada sobre as manifestações no País, a presidenta reiterou ser a favor dos manifestos pacíficos e saber o valor da democracia, pois viveu em um período de ditadura, onde era proibidas as manifestações. “Eu sou de uma época que a gente não podia se manifestar. Quando se manifestava, a gente ía preso. Depois de prender quem se manifestava, prenderam quem não estava só estudando, quem estava fazendo qualquer declaração. (…) O povo brasileiro foi para as ruas, foi brigar e conseguiu transformar esse grande País que é o Brasil, um país continental, que era uma das maiores ditaduras na época, na maior democracia, numa das maiores democracias do mundo”.

Confira a íntegra

Terça-feira, 10 de fevereiro de 2015 às 17:30

Cresce o número de trabalhadores com carteira assinada no 4º trimestre de 2014, mostra Pnad

Com informações do IBGE

No 4º trimestre de 2014, cerca de 77,7% dos empregados do setor privado tinham carteira de trabalho assinada, um avanço de 0,6 ponto percentual em relação a igual trimestre de 2013. A informação é da Pnad, divulgada nesta terça-feira (10), pelo IBGE.

Pnad apontou avanço de 0,6 ponto percentual em relação a igual trimestre de 2013. Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil. Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

Pnad apontou avanço de 0,6 ponto percentual em relação a igual trimestre de 2013. Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil.

Entre os trabalhadores domésticos, a pesquisa mostrou que 32,1% tinham carteira de trabalho assinada no 4º trimestre de 2014, acima dos 31,1% registrados no mesmo trimestre do ano passado. Os militares e servidores estatutários correspondiam a 68,2% dos empregados do setor público.

No mesmo período, com exceção da região Sudeste, que registrou estabilidade, a proporção dos empregados do setor privado com carteira assinada aumentou em todas as regiões. As regiões Norte (64,8%) e Nordeste (63,4%) apresentaram os menores percentuais nesse indicador.

No 4° trimestre de 2014, entre os trabalhadores domésticos, a pesquisa mostrou que 32,1% deles tinham carteira de trabalho assinada, o que representou um avanço frente à proporção do 4º trimestre de 2013 (31,1%).

Sábado, 31 de janeiro de 2015 às 10:00

Renda real do trabalhador cresceu mais de 33% desde 2003, aponta IBGE

Com informações do IBGE

A média anual da renda da população ocupada do País, descontada a inflação, cresceu 33,1%, entre 2003 e 2014, segundo dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME)divulgada pelo IBGE. A renda média passou de R$ 1.581,31 para R$ 2.104,16 no período, o que significa acréscimo de R$ 522,85,

Apenas em 2014, a média anual do rendimento habitual real da população ocupada (R$ 2.104,16) cresceu 2,7% em relação a 2013 (R$ 2.049,35). A população ocupada compreende as pessoas que tinham trabalho na semana anterior à realização da pesquisa, ou seja, os indivíduos que tinham um patrão, os que exploravam seu próprio negócio e os que trabalhavam sem remuneração em ajuda a membros da família.

Serviços domésticos tiveram maior aumento
Entre 2003 e 2014, o rendimento habitual real nos serviços domésticos teve o maior aumento (69,9%) entre os grupamentos de atividade pesquisados pela PME. Em dezembro do ano passado, o rendimento médio habitual dos ocupados era R$ 2.122.10.

No mês, houve recuo de 1,8% em relação a novembro (R$ 2.161,93) e alta de 1,6% contra dezembro de 2013 (R$ 2.089,57).

A média anual da massa de rendimento real mensal habitual em 2014 (R$ 49,3 bilhões) cresceu 3,0% em relação a 2013 e 66,0% na comparação com 2003.

Considerando apenas a taxa mensal, em dezembro de 2014, a massa de rendimento real habitual (R$ 50.015 milhões) caiu 2,4% em relação a novembro (R$ 51.243 milhões) e subiu 1,4% em relação a dezembro de 2013 (R$ 49.307 milhões).

Já a massa de rendimento efetivo (R$ 55.180 milhões) cresceu 7,2% em relação a outubro (R$ 51.467 milhões) e cresceu 5,5% contra novembro de 2013 (R$ 52.297 milhões).

Sexta-feira, 23 de janeiro de 2015 às 14:52

Economia brasileira gera 5,2 milhões de empregos formais em 4 anos, revela Caged

O Brasil atingiu a marca de 5.277.071 novos empregos com carteira assinada, gerados entre 2009-2014. É o que mostram dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta-feira (23), pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O crescimento, tomando como base os dados do Caged e da Rais, foi de 11,97% no período.

“O Brasil vive o pleno emprego, com regiões onde a taxa de desemprego está abaixo dos 3%, caso do Rio de Janeiro e de Santa Catarina. Em 2015, como os prognósticos da economia são mais positivos que em 2014, acreditamos que vamos continuar gerando empregos”, destacou o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, ao comentar os números.

Caged_5.5mi_empregos_4anos

No ano de 2014, o aumento no número de vagas formais foi de quase 1%, com o acréscimo de 396.993 mil novos trabalhadores empregados. Até 2013, o País tinha 41,053 milhões de trabalhadores empregados, segundo os critérios do Caged.

Brasil gerou 10, 5 milhões de empregos durante a crise
O ministro destacou que a crise internacional continua e que muitos países ainda não recuperaram o nível de emprego de 2008, diferente do que ocorreu com o Brasil. “Nesse mesmo período, de 2008 até agora, o Brasil gerou mais de 10,5 milhões de postos de trabalho”, acrescentou.

Incertezas afetaram resultados de 2014
O ministro Dias lembrou ainda que foram lançadas muitas incertezas sob o ano de 2014, que se refletiram nos resultados de dezembro, que tradicionalmente é o pior mês em termos de geração de empregos. O saldo foi de 555 mil vagas a menos no último mês do ano, o que evitou que o resultado positivo do ano fosse maior.

Mulheres têm maior aumento do salário inicial
O balanço de 2014 também mostrou que o salário de admissão teve aumento real na casa de 0,92%, se levado em consideração os valores médios e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), apurado pelo IBGE.

As mulheres tiveram o melhor reajuste, na casa de 1,39% contra 0,84% dos homens, o que representa um avanço já que, em geral, o mercado de trabalho ainda discrimina as mulheres com salários menores que o dos homens. Segundo a PNAD, divulgada pelo IBGE em em setembro de 2014, as mulheres tinham recebido, em média, 73,7% do salário dos homens no ano anterior.

Manoel Dias disse ter ficado satisfeito com o aumento real dos salários, que é um compromisso do governo. Mais ainda com a redução da desigualdade entre homens e mulheres.

O valor médio do salário feminino em relação ao salário masculino passou de 85,72% para 86,19%. O salário médio de entrada da mulher ficou em R$ 1075,52. O do homem chegou a R$ 1247,89. O salário médio ficou em R$ 1181,56.

Estados
Em 2014, os estados que mais geraram empregos foram Santa Catarina, com 53.887 (+2,72%) novas vagas, Rio de Janeiro, com 53.586 postos (+1,39%) e Ceará, com 47.372 (+3,98%) empregos.

Entre as regiões, o Sudeste teve o melhor desempenho, com 121.689 vagas (+0,56%), seguido do Sul, com 118.795 vagas (+1,62%) e do Nordeste com 99.522 novos empregos (+1,51%). No Centro Oeste o saldo foi positivo em 39.335 postos (+1,25%) e no norte em 17.652 postos (+0,39%).

Assista à reportagem da TVNBr

Tweets

Instagram

Por e-mail

Receba os artigos do Blog do Planalto diariamente por e-mail preenchendo os campos abaixo:

Digite o seu e-mail:


Um e-mail de confirmação do FeedBurner&trade será enviado para você! Confirme no link que será enviado para o seu e-mail para receber os últimos artigos do Blog do Planalto.

-