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Terça-feira, 9 de dezembro de 2014 às 17:47

Desemprego fica estável em 6,8% no trimestre e Norte se iguala ao Sudeste pela primeira vez

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 6,8% no terceiro trimestre de 2014, mostrando estabilidade em relação ao trimestre anterior e ficando abaixo da registrada em igual período do ano passado, de 6,9%, de acordo com a Pnad Contínua. Pela primeira vez na história da pesquisa, o desemprego na região Norte se igualou ao da região Sudeste, segundo dados divulgados nesta terça-feira (9) pelo IBGE.

Desemprego_estavel_Pnad_IBGE

O desemprego na região caiu 0,6 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2013, com redução de 7,5% para 6,9%. Em relação ao segundo trimestre a queda foi de 0,3 ponto percentual. Em comparação, no Sudeste a taxa ficou em 6,9%, praticamente estável em relação ao segundo trimestre de 2014 (6,9%) e a igual período de 2013 (7%).

O nível de ocupação no Brasil para o mesmo período (56,8%) permaneceu estável frente ao 2º trimestre do mesmo ano (56,9%) e em relação ao 3º trimestre de 2013 (57,1%). A população ocupada avançou 0,2%, enquanto a população desocupada caiu – 0,9% deixando a taxa geral em estabilidade.

A região Nordeste apresentou o maior percentual de pessoas fora da força de trabalho (43,2%), e as regiões Centro-Oeste (34,9%) e Sul (36,2%), os menores. Esta configuração não se alterou significativamente ao longo da série histórica. As mulheres eram maioria nessa população: 66,3% no 3º trimestre de 2014. Em todas as regiões o comportamento foi similar. Aproximadamente um terço (34,4%) da população fora da força de trabalho era idosa (com 60 anos ou mais de idade). Aqueles com menos de 25 anos de idade eram 29,1% e os adultos (25 a 59 anos) eram 36,5%.

Carteira assinada
Segundo a Pnad, 78,1% dos empregados do setor privado tinham carteira de trabalho assinada no terceiro trimestre deste ano, avanço de 1,5 ponto percentual em relação ao 3º trimestre de 2013.

Entre os trabalhadores domésticos, 32% tinham carteira assinada, contra 29,9% em igual período de 3013. Militares e servidores estatutários correspondiam a 68,2% dos empregados do setor público. Apesar do avanço em relação ao 3º trimestre de 2013, houve redução no número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado frente ao trimestre anterior, de 227 mil. As regiões Norte (65,6%) e Nordeste (63,0%) mostraram os menores percentuais nesse indicador.

Norte e Nordeste têm maiores percentuais de trabalhadores por conta própria
A população ocupada, no 3° trimestre de 2014, era composta por 69,8% de empregados, 4,1% de empregadores, 23,3% de trabalhadores por conta própria e 2,8% de trabalhadores familiares auxiliares. Ao longo da série histórica da pesquisa essa composição não se alterou significativamente.

Nas regiões Norte (30,2%) e Nordeste (29,4%), o percentual de trabalhadores por conta própria era superior ao verificado nas demais regiões. O mesmo foi constatado para os trabalhadores familiares auxiliares: 7,1% na região Norte e 4,3% na região Nordeste (4,3%).

Dados resumidos
No 3º trimestre de 2014, a região Nordeste foi a que apresentou a maior taxa de desocupação, 8,6%, e a região Sul, a menor, 4,2%. Em relação ao 3º trimestre de 2013, a taxa da região Nordeste caiu 0,4 ponto percentual. A região Norte destacou-se com redução no mesmo período de 0,6 ponto percentual, de 7,5% passou para 6,9%, e igualou-se pela primeira vez na série histórica à taxa da região Sudeste (6,9%). Foram verificadas ainda diferenças significativas na taxa de desocupação entre homens (5,7%) e mulheres (8,2%).

Segundo o IBGE, a Pnad Contínua utiliza os novos conceitos recomendados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Com informações do IBGE.

Quinta-feira, 27 de novembro de 2014 às 10:00

Sem Minha Casa, Minha Vida muitos trabalhadores estariam desempregados, diz mestre de obras

Mineiro, natural de Pompeu (MG), o mestre de obras Acrísio dos Reis Campos (63), se mudou para Brasília há quatro anos para trabalhar em canteiro de obras do Minha Casa, Minha Vida, no município de Valparaíso (GO), a cerca de 30km da capital. Ele é um dos trabalhadores da área de construção civil beneficiados pela geração de 1,2 milhão de novos postos em todo o País em cinco anos de programa, conforme estudo recente da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Acrisio_mestre_obras_MCMV_Foto_RafaB

“Para mim, o meu emprego representa não só a minha sobrevivência ou da minha família. Aqui eu ajudo a construir os sonhos dos outros”, diz Acrísio. Foto: RafaB – Gabinete Digital/PR.

Seu Acrísio, como é chamado pelos colegas, conta que viu muita crise em sua trajetória na construção civil e que as expectativas dos trabalhadores do setor melhoraram com o Minha Casa, Minha Vida. “Eu acho que se não existisse esse programa eu teria hoje muitos colegas desempregados. A construção civil hoje gera muito emprego. Nesse período que eu tenho na área, de 35 anos, eu já vi muita crise. As coisas melhoraram muito nos últimos anos”, destaca.

Segundo o trabalhador, este é um dos melhores momentos do setor: “Hoje a gente vê todo mundo trabalhando satisfeito. Porque tem um emprego, né? Isso representa muito para quem precisa trabalhar. Antigamente, a gente começava uma obra e tinha um bocado de gente na porta pedindo uma vaga. Era muito difícil”, lembra.

Além disso, o mestre de obras afirma que a remuneração dos trabalhadores da construção civil passou por uma melhora importante nos últimos anos. De acordo com ele, a oferta elevada de empregos também tem impedido a exploração de mão de obra, uma prática que, segundo ele, era comum há alguns anos. Ele ressalta que postos de trabalho nas construções e a remuneração são maiores para operários capacitados pelo Pronatec em áreas de instalações elétricas, hidráulicas, além dos cursos de pedreiro ofertados.

Sonho da Casa Própria
O mestre de obras se considera um privilegiado por contribuir com a realização do “sonho da casa própria” de dezenas famílias: “O que a gente faz aqui é construir sonhos”, afirma.

Segundo o mestre de obras, que é casado e tem cinco filhos, é muito gratificante ver a felicidade das pessoas quando estão recebendo seu primeiro apartamento: “Quando a gente está concluindo a construção, eles começam a visitar a obra. A gente percebe a felicidade das famílias. É muito bom saber que eu estou fazendo a minha parte. (…) Para mim, o meu emprego representa não só a minha sobrevivência ou da minha família. Aqui eu ajudo a construir os sonhos dos outros”, conclui.

Acrísio está ajudando a construir um conjunto de apartamentos que terão em torno de 55m² destinado ao público do programa. Os imóveis terão dois quartos, sala, cozinha e banheiro. A previsão de entrega do empreendimento é de 18 meses.

Quinta-feira, 6 de novembro de 2014 às 15:52

Desemprego cai a 6,8% no segundo trimestre de 2014, divulga IBGE

A taxa de desemprego brasileira recuou para 6,8% no segundo trimestre de 2014, o que representa uma queda de – 0,3 ponto percentual em relação à dos três meses imediatamente anteriores, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada nesta quinta (6), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Taxa_Desemprego_recua_IBGE

No primeiro trimestre, a taxa variou 0,8 ponto percentual em relação ao fim de 2013, ficando em 7,1%. Se comparada ao segundo trimestre do ano passado, a taxa caiu ainda mais, com baixa de – 0,6 ponto percentual em relação à do período, que foi de 7,4%.
Também aumentou o nível de ocupação da população (porcentagem de pessoas trabalhando no período). A taxa subiu a 56,9% no segundo trimestre, contra 56,7% no primeiro trimestre de 2014 e 56,9% do segundo trimestre de 2013.

Segundo o IBGE, no segundo trimestre deste ano, 92,1 milhões de pessoas estavam ocupadas e 6,8 milhões, desocupadas.

Outro avanço foi registrado na relação entre ocupados e desocupados. O número de desocupados no primeiro trimestre deste ano era 7 milhões e o de ocupados, 91,2 milhões. Já no segundo trimestre de 2013, essas taxas evoluíram para 7,3 milhões e 90,6 milhões, respectivamente.

Confrontando o 2º trimestre de 2014 com o mesmo trimestre de 2013, é possível observar queda na taxa de desocupação em todos os grupos etários, exceto 60 anos ou mais. A taxa de desocupação dos jovens de 18 a 24 anos de idade, 15,3%, apresentou patamar elevado em relação à taxa média total. Este comportamento foi verificado, tanto para o Brasil, quanto para as cinco grandes regiões abrangidas pela pesquisa.

Ocupação é de 68,4% entre homens e 46,4% para mulheres
No 2º trimestre de 2014, as regiões Sul (61,1%) e Centro-Oeste (61,5%) foram as que apresentaram os maiores níveis de ocupação (percentuais de pessoas trabalhando entre aquelas em idade de trabalhar) e a região Nordeste, o menor (51,9%). Em relação ao 2º trimestre do ano anterior, houve alta no nível da ocupação no Nordeste.

No 2º trimestre de 2014, o nível da ocupação foi estimado em 68,4% para os homens e 46,4% para as mulheres. Essa diferença foi verificada em todas as regiões, sendo que na Norte, estava maior a diferença e na Sul, a menor. Também no 2º trimestre de 2014, o nível da ocupação do grupo etário de 25 a 39 anos foi estimado em 75,8% e, para o grupo de 40 a 59 anos, em 69,4%. Entre os jovens de 18 a 24 anos, esta estimativa era 57,5%. Entre os menores de idade (de 14 a 17 anos) esta estimativa foi 16,3%, enquanto entre os idosos (60 anos ou mais), 21,9%.

O nível da ocupação dos jovens de 18 a 24 anos nas regiões Sul (67,1%) e Centro-Oeste (61,5%) ficou próximo ao observado no Nordeste para os adultos de 25 a 39 anos (69,0%) e 40 a 59 anos (65,0%).

A Pnad Contínua referente ao segundo trimestre tinha divulgação prevista para agosto deste ano, mas foi adiada por conta da paralisação parcial de servidores, entre maio e agosto. O resultado do terceiro trimestre será divulgado no final de dezembro. A cada trimestre, a Pnad Contínua investiga 211.344 domicílios particulares permanentes em cerca de 16 mil setores censitários, distribuídos em 3,5 mil municípios.

Fonte: com informações do IBGE.

Sexta-feira, 31 de outubro de 2014 às 10:10

Prouni foi determinante para que eu fizesse o curso superior, afirma ex-bolsista negra

Sexta-feira, 31 de outubro de 2014 às 10:00

“Prouni foi determinante para que eu fizesse o curso superior”, afirma ex-bolsista negra

Segundo dados do Ministério da Educação, dentre os estudantes contemplados em 2014 pelo Programa Universidade para Todos (Prouni), mais da metade são negros. No primeiro ano do programa, 2005, apenas 37,2% dos estudantes eram negros. Hoje, são 56,48%. Em números absolutos, a quantidade de alunos negros passou de 35.568, há 10 anos, para 125.566 atualmente, um aumento de 353%.

Joceline Gomes, 26 anos, é aluna da primeira turma do programa, em 2005. Para ela, sua vida mudou ao conquistar uma bolsa integral no curso de Jornalismo da Universidade Católica de Brasília (DF). “Minha família era de classe média baixa, a gente não tinha acesso a nada. Quando entrei na universidade e vi que eu realmente podia estar lá, que aquela vaga realmente era minha, que eu tinha uma bolsa integral que ia me permitir cursar uma faculdade, foi a oportunidade da minha vida. Isso me transformou no que sou hoje. O programa foi determinante para que eu fizesse o curso superior”, afirma a jovem negra, moradora de Taguatinga, região administrativa do Distrito Federal.

A ex-bolsista se formou em 2008 e hoje trabalha na sua área de formação. Segundo levantamento da Seppir, 85% dos alunos formados pelo programa possuem emprego, sendo que 65% trabalham com carteira assinada. A maioria desses estudantes trabalha na área em que se formaram. Para a jovem, a melhoria de vida não veio somente para ela. “Eu fui a primeira a entrar na faculdade de toda a minha família. Isso já vai encorajando outras pessoas da família. Então você vai puxando toda uma geração de pessoas e vai influenciando. Primeiro dentro da sua família, depois com seus amigos, e vai aumentando esse círculo”, assegura.

Quinta-feira, 30 de outubro de 2014 às 20:00

Índice de confiança do consumidor atinge maior patamar desde janeiro, diz CNI

O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec) subiu 2,1% de setembro para outubro e chegou a 112 pontos neste mês, o maior valor desde janeiro deste ano, de acordo com pesquisa divulgada nesta quinta-feira (30) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

De acordo com a entidade, foi a primeira vez, desde março de 2013, que o índice aumentou na comparação anual e o resultado se deve à melhora das expectativas sobre a evolução dos preços e do emprego. “O resultado confirma a tendência de recuperação da confiança do consumidor”, avalia a CNI.

O índice de expectativas de inflação aumentou 12,7% e o de desemprego subiu 7% frente a setembro. Conforme a metodologia da pesquisa, quanto maior o indicador de expectativa, maior é o número de pessoas que espera que a inflação e o desemprego não aumentarão nos próximos meses. Na comparação com outubro do ano passado, o indicador de expectativa de inflação subiu 6,1% e, o de desemprego, 5,9%.

Fonte: com informações da CNI.

Terça-feira, 28 de outubro de 2014 às 22:00

Entrevista da presidenta Dilma Roussef ao Jornal da Band

Terça-feira, 28 de outubro de 2014 às 21:56

Dilma afirma que disposição e abertura para o diálogo com a sociedade serão essenciais

    "Ninguém participa de um processo eleitoral sem que o que esteja em questão seja a mudança, a melhoria", afirmou a presidenta Dilma ao jornalista Ricardo Boechat. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

“Ninguém participa de um processo eleitoral sem que o que esteja em questão seja a mudança, a melhoria”, afirmou a presidenta Dilma ao jornalista Ricardo Boechat. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Em entrevista ao Jornal da Band nesta terça-feira (28), a presidenta Dilma Rousseff afirmou que o diálogo será imprescindível para definir o futuro do Brasil. Isso significa, segundo Dilma, ouvir os setores organizados da sociedade e quem estiver disposto a contribuir para o processo.

“A reeleição, como a eleição, é sempre, no caso da democracia, uma expectativa de mudança. Ninguém participa de um processo eleitoral sem que o que esteja em questão seja a mudança, a melhoria. Eu acho que é isso que é a pauta”, afirmou a presidenta.

Dilma também falou sobre temas como a crise financeira e o impacto na economia brasileira, além da crise de abastecimento de água que afeta o estado de São Paulo. Confira trechos da entrevista:

Economia
A presidenta falou sobre a necessidade de reconquistar a confiança do mercado na economia brasileira e afirmou que, segundo as agências internacionais sinalizaram, não haverá risco de redução do risco Brasil antes de 2015. “A economia brasileira possui fundamentos fortes. É importante que nós todos nos unamos no sentido de perceber que o Brasil tem fundamentos fortes. (…) Os investidores internacionais mantêm um grau de investimento direto no Brasil muito expressivo. Nós somos um dos países que mais atraem investimento direto externo. Nós não temos essa sinalização de que vai haver, num futuro imediato uma redução do grau de risco no Brasil”, disse.

Crise internacional
Dilma Rousseff garantiu que o governo brasileiro tem buscado enfrentar a crise sem comprometer empregos e salários dos trabalhadores. “Eu acredito que o Brasil, hoje, tem condições de sair desse processo de baixo crescimento em busca de um processo de mais alto crescimento. Nós temos um mercado interno robusto, porque milhões de brasileiros foram para a classe média. Somos um país que temos uma proteção externa, ninguém sofre como sofria porque não tinha reservas, nós temos reservas e elas nos protegem”, pontuou.

Crise hídrica
A presidenta também comentou sobre a ajuda do governo federal ao estado de São Paulo para enfrentar a questão da falta de água na região, inclusive com repasse de recursos para obras de enfrentamento. “Tudo que São Paulo precisar da nossa ação, nós faremos. Independentemente do que diga a Constituição, esse é um problema tão grave que afeta toda a população brasileira, São Paulo, a economia e tudo”, explicou a presidenta.

–> Assista à entrevista da presidenta Dilma Rousseff ao Jornal da Band na íntegra

Íntegra do áudio do Jornal da Band

Confira a íntegra

Sexta-feira, 24 de outubro de 2014 às 12:11

Jovens adiam busca pelo emprego e aliviam pressão sobre o mercado de trabalho, aponta IBGE

Os jovens brasileiros estão esperando mais para procurar um emprego, indicam os dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada na quinta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As razões dessa mudança não são captadas pelo levantamento, mas há indícios de que aumento da renda dos domicílios ou busca pela formação escolar e pela capacitação profissional estejam na raiz da nova tendência.

A mudança impactou positivamente a taxa de desocupação de setembro de 2014, que atingiu 4,9%, menor patamar registrado neste mês desde 2002, quando começou a série histórica da pesquisa, superando inclusive as taxas de períodos de forte crescimento da economia do País, como 2003 e 2005.

Segundo a técnica do IBGE, Adriana Araújo Beringuy, responsável pela PME, os jovens, ao lado dos idosos e das mulheres, estão engrossando a fatia do mercado de trabalho chamada de população inativa, aquela que não está empregada e nem buscando emprego.

“O aumento dessa População não Economicamente Ativa (PNEA) diminui a pressão sobre a busca do emprego, gerando um impacto positivo sobre a taxa de desocupação”, explica ela. Fazendo comparação entre setores, a População em Idade Ativa (PIA) cresceu 1,1% em 2014 – essa faixa compreende as pessoas com 10 anos ou mais. Já a População Economicamente Ativa (PEA) caiu 1%, enquanto a PNEA cresceu 3,7% no período analisado pela presente pesquisa.

Adriana acrescenta que esse o movimento atípico no mercado de trabalho foi registrado nos últimos dois anos e se intensificou neste ano. “Quando se observa o gráfico com a evolução da taxa de desocupação no total das seis regiões metropolitanas abrangidas pelo levantamento, se nota um descolamento muito grande dos dados de 2014 em relação aos anos anteriores”, diz ela.

A pesquisadora destaca ainda que houve um aumento da renda das mulheres e o retorno ao mercado de trabalho de um volume expressivo de pessoas acima dos 50 anos, elevando a renda do domicílio, proporcionando aos jovens um ambiente propício à qualificação profissional e ao adiamento da busca pelo emprego.

Como a PME é focada apenas no emprego, ela não capta essa variação na renda do domicílio. Mesmo assim, a pesquisa revelou que o rendimento dos trabalhadores vem crescendo cerca de 1,5% ao ano, em termos reais.

Quarta-feira, 22 de outubro de 2014 às 11:14

Emprego formal gera 123,7 mil vagas em setembro, aponta Caged

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