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Quarta-feira, 15 de outubro de 2014 às 19:19

Vagas com carteira assinada crescem em todas as regiões e Pernambuco lidera no Nordeste

O trabalho com carteira assinada cresceu praticamente em todas as unidades da federação em setembro, com destaque para Pernambuco (+21.971 postos) e Alagoas (+13.748 postos), de acordo com dados do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quarta-feira (15), pelo Ministério do Trabalho e Emprego. As principais atividades nestes dois estados estão ligadas ao setor canavieiro.

Em seguida aparecem Rio de Janeiro (+12.686 postos), Paraná (+11.547 postos) e São Paulo (+11.343 postos). Segundo o ministro do Trabalho, Manoel Dias, os dados mostram que o País caminha rumo à redução das desigualdades regionais de renda. Ainda de acordo com ele, as disparidades regionais têm sido uma preocupação constante do governo, que tem implementado políticas bem-sucedidas neste sentido.

“O Brasil tem melhorado, e muito [na redução das desigualdades regionais], com o aumento não só do número de empregos, mas quanto ao valor da remuneração nas regiões Norte e Nordeste”, destaca o ministro.

No ano passado, o Nordeste foi a região que mais gerou empregos formais. E nesse mês de setembro foi a que mais abriu vagas com carteira assinada, alcançando um total de mais de 63 mil empregos de qualidade, lembra o ministro.

Em apenas quatro estados houve redução de emprego: Rondônia (-917 postos), Minas Gerais (-840 postos), Piauí (-401 postos) e Acre (-90 postos).

Caged_setembro_2014

Quarta-feira, 8 de outubro de 2014 às 18:04

Portal lançado pelo governo facilitará abertura de micro e pequenas empresas

O governo federal lançou, nesta quarta-feira (8), o Portal Empresa Simples. A plataforma permite abertura da empresa em até cinco dias. O portal funciona como projeto piloto no Distrito Federal e estará disponível em todo o País até novembro. Cerca de oito milhões de micro e pequenos empresários brasileiros serão beneficiados pelo projeto.

Portal_Empresa_Simples

Clique na imagem para acessar o Portal Empresa Simples.

Durante lançamento, o ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República (SMPE), Guilherme Afif Domingos, destacou importância do projeto e busca pela desburocratização das empresas no Brasil. “A simplificação é a palavra de ordem no Brasil hoje. Temos que facilitar a vida dos brasileiros”, disse.

O Portal Empresa Simples foi criado com base em diagnóstico da SMPE sobre o crescimento das micro e pequenas empresas ainda ser insuficiente para atender demanda de emprego e renda da economia brasileira.

Entre as principais características do portal, destacam-se a central de atendimento telefônico (0800) e digital (ouvidoria.pes@planalto.gov.br), o aumento da comunicação direta com o poder municipal e a praça eletrônica de comércio, que aproximará compradores e vendedores.

Praça eletrônica de comércio
Além de simplificar o processo de abertura de empresas, o Empresa Simples também funciona como praça eletrônica de comércio, aproximando compradores de vendedores.

Nessa praça eletrônica, será possível obter lista de características da empresa; quadro de colaboradores; dados sobre balanço, capacidade de gestão e qualidade do produto; análises da companhia em questão, que serão realizadas por empresas parceiras; entre outros detalhes.

Também é possível ao governo divulgar anúncios sobre editais. Desse modo, as empresas não precisam entregar documentos para participar concorrência governamental, já que todos seus dados estarão no sistema.

O espaço pretende também dar mais visibilidade aos micros e pequenos empresários brasileiros no comércio exterior e garantir segurança a clientes internacionais, podendo confirmar dados das companhias na plataforma.

Redesim
Com a construção do portal, a SMPE implanta a Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim) em até cinco dias em todo o País, possibilitando registro de legalização de empresas em processo único, que pode ser realizado pela internet, com contratos e declarações eletrônicos. Nesse período, qualquer empresa, independentemente do porte, obtém permissão da prefeitura para exercício de suas atividades no endereço indicado, registro na Junta Comercial, inscrição no CNPJ e licenças de funcionamento.

Fonte: Portal Brasil.

Quarta-feira, 8 de outubro de 2014 às 11:05

Portal lançado pelo governo facilitará abertura de micro e pequenas empresas

Quinta-feira, 25 de setembro de 2014 às 18:05

Desemprego de 5% é o menor nível histórico para agosto desde 2002, diz IBGE

O Brasil continua mantendo o pleno emprego, com taxa de desocupação de 5% em agosto para o total das seis regiões metropolitanas investigadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa ficou praticamente estável na comparação com julho (4,9%) e também a agosto de 2013 (5,3%).

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Essa foi a menor taxa para um mês de agosto da série da Pesquisa Mensal de Emprego, iniciada em março de 2002. De acordo com o padrão econômico, uma taxa de desemprego de 6% é considera como pleno emprego.

Além do pleno emprego, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores, de R$ 2.055,50, cresceu 1,7% em relação a julho (R$ 2.022,04). Em relação a agosto do ano passado, o aumento foi ainda maior, com avanço de 2,5% (R$ 2.005,72).

“A massa de rendimento médio real habitual dos ocupados (R$ 48,2 bilhões) em agosto de 2014 cresceu 2,4% no mês e 1,8% no ano. Já a massa de rendimento médio real efetivo dos ocupados, referente a julho de 2014, (R$ 48,3 bilhões) cresceu 1,7% no mês e 2,5% no ano”, informou o IBGE.

Na comparação mensal, os salários aumentaram em Recife (0,6%); Salvador (1,2%); Belo Horizonte (4,2%); Rio de Janeiro (1,2%); São Paulo (1,4%) e em Porto Alegre (2,5%). Na comparação com igual período de 2013, a renda apresentou avanço no Rio de Janeiro (8,6%), Recife (3,6%) e São Paulo (1,4%), e recuou em Salvador (-2,4%) e em Belo Horizonte (-0,7%). Nas outras regiões, os resultados ficaram estáveis.

Entre os setores que mais geraram emprego, o setor da construção cresceu 5,1% de julho para agosto e o de serviços domésticos recuou 3,9%. Na comparação com agosto do ano passado, os serviços domésticos caíram 7,2%.

População ocupada e carteira assinada
O contingente de pessoas ocupadas em agosto de 2014 foi de 23,1 milhões para o conjunto das seis regiões, com avanço de 0,8% em relação a julho de 2014. Em relação a agosto de 2013, não houve variação.

A análise mensal mostrou que essa população manteve-se estável em todas as regiões. Em relação a agosto de 2013, houve alta em Salvador (3,6%) e estabilidade nas demais regiões.

A população economicamente ativa nas seis regiões pesquisadas alcançou 24,4 milhões de pessoas, crescendo 0,9% em relação a julho e se mantendo estável frente a agosto de 2013.

Já a população não economicamente ativa (19,0 milhões de pessoas) não teve variação estatisticamente significativa em relação a julho (19,2 milhões) e cresceu 3,7% em relação a agosto de 2013.

O número de trabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado foi de 11,8 milhões, mostrando estabilidade em ambas as comparações.

Dados consolidados
A pesquisa voltou a ser divulgada integralmente neste mês, após três edições sem dados referentes às regiões metropolitanas de Salvador e Porto Alegre.

Com o fim da greve dos servidores do instituto, agora saíram as taxas completas da pesquisa de maio, junho e julho, que são de 4,9%, 4,8% e 4,9%, respectivamente.

Regiões
Entre as regiões analisadas, a do Rio de Janeiro apresentou queda na taxa de desemprego na passagem de julho para agosto, de 3,6% para 3%, a menor da série histórica. Nas outras regiões, os índices ficaram estáveis.

Na comparação com agosto de 2013, foi registrada queda no Rio de Janeiro, de 4,5% para 3,0%. Porto Alegre foi a única região metropolitana pesquisa a apresentar aumento na taxa, de 3,4% para 4,8%. Nas outras regiões, o índice ficou estável.

Fonte: Portal Brasil com informações do IBGE.

Sexta-feira, 29 de agosto de 2014 às 18:57

Mais de 73% das vagas do programa de capacitação técnica são ofertadas pelo Sistema S

O programa de capacitação técnica do governo atingiu mais de oito milhões de matrículas em agosto deste ano, segundo registros do Ministério da Educação. Desse total, mais de 73% das vagas foram oferecidas por meio das entidades que compõem o chamado Sistema S, como o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), por exemplo.

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Marcelo Vasconcelos Trancoso é um dos alunos que procurou o Senac em busca de curso de qualificação. Ele queria investir na carreira profissional, concluir estudos e buscar mais oportunidades na área que tem afinidade: representação comercial e logística.

“Sempre trabalhei na área comercial, mas nunca tive qualificação. Procurei me informar e descobri que o Senac oferecia o curso por meio do programa. Eu não acreditei que faria o curso e ainda receberia uma ajuda de custo. Fiquei muito feliz com a qualidade do curso, os professores, o conhecimento que adquiri”, garante.

O Senac é o segundo maior ofertante de vagas pelo programa, com 30,68% do total de matrículas. Segundo a diretora de Educação Profissional da entidade, Anna Beatriz Waehneldt, o programa articulou e integrou esforços das redes de aprendizagem profissional e do governo federal para ampliar acesso à capacitação e formação profissional de qualidade.

“O Sistema S oferece credibilidade e qualidade e já vem trabalhando com iniciativas similares há bastante tempo. Com a criação do programa, foi permitido ampliarmos a capilaridade e a diversidade de cursos, que vão sendo criados de acordo com a demanda local”, explica.

Histórico
O programa foi criado em 2011 para expandir, interiorizar e democratizar a oferta de cursos de educação profissional técnica de nível médio e de cursos de formação inicial e continuada ou qualificação profissional presencial e à distância. Hoje, já são mais de oito milhões de alunos matriculados nos cursos de qualificação técnica profissional.

O programa de capacitação técnica tem sistema descentralizado de inscrições. As novas vagas serão abertas em escolas públicas estaduais, nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia e nos Serviços Nacionais de Aprendizagem. Cada uma dessas instâncias possui inscrições e critérios próprios para seleção de participantes.

Formatura do programa de capacitação técnica do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Bahia (IFBA), em Salvador. Foto: Divulgação/Senac.

Formatura do programa de capacitação técnica do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Bahia (IFBA), em Salvador. Foto: Divulgação/Senac.

Sexta-feira, 22 de agosto de 2014 às 11:01

Taxa de desemprego em julho é a menor para o mês desde 2003

Estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) feito em quatro regiões metropolitanas mostra que taxa de desemprego ficou estável de junho para julho de 2014. Em Belo Horizonte, a variação foi de 3,9% para 4,1%, enquanto no Rio de Janeiro, de 3,2% para 3,6%. Em Recife, a taxa passou de 6,2% para 6,6% e, em São Paulo, houve queda de 5,1% para 4,9%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Emprego (PME).

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Em comparação com julho do ano passado, todas as regiões apresentam queda na taxa de desemprego. Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo tiveram a menor taxa para o mês de julho na série histórica [que começou em março de 2002]. Em 2013, BH o índice era de 4,3%, agora é de 4,1. No Rio de Janeiro, a taxa foi de 4,7% para 3,6%. São Paulo registrou uma queda de 5,8% para 4,9%. Recife foi a única exceção, porque o menor julho para essa região ocorreu em 2011. Mesmo assim, houve uma redução na capital pernambucana de 7,6% para 6,6%.

Já o rendimento médio real do trabalhador cresceu na passagem de junho para julho deste ano, em três das quatro regiões metropolitanas do País pesquisadas pelo IBGE.

A maior alta foi observada em Recife. O rendimento médio real habitual subiu em 1,2% no mês e 5,0% no ano, chegando a R$ 1.513,10. No Rio de Janeiro, o rendimento ficou em R$ 2.285,60, com altas no mês (0,7%) e no ano (8,9%). Em Belo Horizonte, houve leve alta de 0,2% e o valor chegou a R$ 1.898,70. Apenas em São Paulo houve queda do rendimento médio real mensal, de – 0,5%. O valor passou de R$ 2.112,83 em junho para R$ 2.102,70 em julho.

Sexta-feira, 20 de junho de 2014 às 13:37

Copa gera 1 milhão de empregos no Brasil

Copa 2014

A Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 está gerando cerca de 1 milhão de empregos no país. O número equivale a mais de 15% dos 4,8 milhões de empregos formais registrados ao longo do governo da presidenta Dilma Rousseff.

“É um número extremamente significativo que nós estamos comemorando neste momento. É um legado humano extraordinário”, ressaltou o presidente da Embratur, Vicente Neto, durante entrevista coletiva ontem (19) no Centro Aberto de Mídia João Saldanha, no Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro.

Os dados são de estudo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), a pedido do Ministério do Turismo. O levantamento faz comparação entre projeção dos impactos gerados pelo Mundial e informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) sobre histórico de janeiro de 2011 a março de 2014.

Do total de vagas de emprego relacionadas à Copa, 710 mil são fixas e 200 mil são temporários (todos com carteira assinada), segundo o presidente da Embratur. “São números significativos para qualquer comparação”, afirmou Neto. Só na cadeia do turismo, foram gerados 50 mil novos empregos em função do evento esportivo, legado que o presidente da Embratur considera bastante significativo.

Presidente da Embratur, Vicente Neto, em coletiva. Foto: Portal Brasil

Presidente da Embratur, Vicente Neto, em coletiva sobre empregos gerados pela Copa. Foto: Portal Brasil

Neto anunciou, durante a coletiva, outro dado positivo relativo à Copa no Brasil: a taxa de ocupação da rede hoteleira nas 12 cidades-sede na primeira semana do evento esportivo está 45% acima do esperado, de acordo com autoridades do setor. Até 11 de junho, foram registradas 340 mil diárias, 100 mil a mais que o previsto pelo Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB). “Os números estão superando as expectativas”, afirmou o presidente da Embratur.

De acordo com Vicente Neto, a expectativa é que a realização de grandes eventos, como a Copa, ajudem a projetar o Brasil como destino turístico de destaque no cenário internacional, impulsionando geração de emprego e renda no país. Entre os principais impactos positivos esperados pela Copa estão os gastos de turistas durante o evento. Como um todo, a Copa do Mundo deve somar cerca de R$ 30 bilhões à economia brasileira, segundo a pesquisa.

Na coletiva, Vicente Neto ressaltou que o Brasil tem se destacado no cenário mundial de realização de eventos. O país subiu 10 posições no ranking da International Congress and Convention Association (ICCA) de 2003 a 2013, saltando da 19ª para a 9ª posição entre os países do mundo que mais recebem congressos e convenções associativas. O total de eventos realizados no Brasil neste período saltou de 62 para 315, e o número de cidades que sediaram esses encontros aumentou de 22 para 54. Essa evolução é resultado da política de descentralização na captação de eventos internacionais.

Além do presidente da Embratur, participaram do evento os professores Pedro Trengrouse, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), e Lamartine da Costa, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e da University of East London (UEL). Eles discutiram os aspectos positivos e perspectivas críticas sobre a realização de megaeventos.

“Se há um consenso entre os pesquisadores é que os megaeventos estão pagando pelo próprio sucesso”, afirmou Lamartine da Costa.

Leia a entrevista de Vicente Neto, presidente da Embratur, na íntegra no Portal Brasil.

Fonte: Centro Aberto de Mídia.

Domingo, 15 de junho de 2014 às 20:00

Mercadante: O único tsunami que tivemos foi a gestão pública em alguns governos do passado

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Ministro Mercadante em coletiva de imprensa nesta tarde. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Durante entrevista coletiva à imprensa, realizada neste domingo (15) no Palácio do Planalto, o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, rebateu críticas e fez breve balanço de várias áreas do governo comparando dados dos últimos doze anos com outros períodos.

“A oposição ficou um bom tempo dizendo que ia ter uma tempestade perfeita, nós tivemos um verão muito tranquilo. Agora estão falando em vendaval, em tsunami. Eu acho que o único tsunami que tivemos foi a gestão pública em alguns governos do passado. Como o Brasil não tem tsunami, eles não voltarão”, afirmou o ministro.

Confira os principais trechos da coletiva:

Educação

“Eles não falam de escola em tempo integral, mas nós já temos 49 mil escolas no Mais Educação com três horas no mínimo a mais de processo de aprendizado escolar. Eles chegam a falar de ensino técnico profissionalizante. (…) E o Pronatec hoje tem mais de 7,3 milhões de matrículas é o maior programa da história do Brasil de formação técnico profissionalizante (…)”

“Eles não falam da educação superior, mas quero lembrar que combateram o Enem como exame de seleção, que conta hoje com 9,5 milhões de inscritos e abriu oportunidade de acesso para aqueles que nunca tiveram. No ano passado nós tínhamos 4,7 cursos, 115 universidades e em um único exame qualquer estudante podia disputar.”

“Eles também combateram na justiça o Prouni e hoje ele tem mais de 1,2 milhão bolsas concedidas, Fies tem uma cobertura hoje que nunca teve no passado: mais de 1,3 milhão bolsas.“

“Se olharmos para as vagas, acabamos com o sucateamento das universidades públicas federais, resgatamos, ampliamos a rede pública federal, nós tínhamos 2,5 milhões de matrículas no ensino superior do Brasil; hoje temos 7,2 milhões matrículas. Quer dizer, é uma expansão fantástica, inclusive abrindo espaço para a educação pública nas universidades particulares: 34% dos estudantes na universidade hoje estão pelas políticas públicas: cotas, rede federal, Prouni, Enem. Para não falar que estamos chegando a 100 mil bolsas no Ciência sem Fronteiras.”

Energia

“Eles falam da área de energia, mas omitem nessa comparação que nós tivemos um apagão no passado e uma elevação sem precedentes nas tarifas de energia. Nós enfrentamos uma seca mais severa do que a anterior neste ano e garantimos plena oferta de energia para o país com a rede de térmicas, na melhoria da transmissão e distribuição de energia.”

Inflação

“Eles falam da inflação, mas não dizem que o governo Dilma manteve sempre a inflação dentro da meta todos os anos anteriores e este ano a inflação está caindo, fortemente, rapidamente. É diferente, a inflação no governo Fernando Henrique Cardoso foi 9,2% a média dos oito anos, no governo Lula 5,8% e no governo Dilma 6,4%. Então a nossa média é menor e como está em queda nos vamos fechar o ano com uma inflação novamente próximo a 5,8% a média desses quatro anos.”

Emprego

“Nós tiramos o emprego, que era o principal ponto da pauta econômica do povo brasileiro, da agenda nacional, porque nós vivemos uma situação de praticamente pleno emprego. O governo Dilma esse mês, em três anos e meio estará criando mais empregos do que os oito anos de Fernando Henrique Cardoso. Temos hoje 4,96 milhões empregos já criados no governo Dilma, 20 milhões no governo Lula e no governo Dilma. E o governo Fernando Henrique Cardoso criou 5,2 milhões. Nós estaremos superando os oito anos em apenas três anos e meio do governo Dilma.”

Política Externa

“Nós pegamos um país que estava quebrado no Fundo Monetário Internacional (FMI), sem nenhuma liberdade da política econômica. Nós acumulamos mais de US$ 370 bilhões nas reservas cambiais. O Brasil hoje tem um protagonismo internacional, tanto que ainda no mês que vem vamos ter a reunião dos Brics.”

Juros

“Eles não falam da taxa de juros, mas quero lembrar que tivemos no governo passado taxa de juros de 45%e não tinha crédito habitacional.”


Habitação

“Surpreendentemente eles falam de moradia. Não há na história do Brasil nenhum programa como o Minha Casa, Minha Vida e foi 1,7 milhão de unidades habitacionais já entregues 3,75 milhões já contratadas e vamos lançar mais 3 milhões de casas populares na próxima etapa do Minha Casa, Minha Vida.”

Agricultura Familiar

“Eles falam do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), que não era nacional no governo Fernando Henrique Cardoso, e cujo total de créditos era R$ 2,3 bilhões. Este ano, o Pronaf é de R$ 24,1 bilhões. Portanto, mais de dez vezes o que era o crédito para a agricultura familiar. Quero lembrar que nós assentamos 730 mil famílias e desapropriamos para fim da reforma agrária uma área equivalente a mais de dois estados de São Paulo. Seguramente, é o maior programa de reforma agrária do século XXI de toda a economia internacional.”

Agricultura

“Se nós analisarmos o crédito para a agricultura, para o agronegócio, nós estamos falando esse ano em mais R$ 156 bilhões em financiamento. Fortalecimento da Embrapa, assistência técnica, financiamento a máquinas e equipamento e é por isso que o Brasil nos últimos 11 anos é o país que mais aumentou excedente exportado de alimentos e é o terceiro, segundo, produtor de alimentos nas áreas mais importantes da agricultura mundial.”

Gestão

“Eles falam de gestão e eficiência. Pode ser que alguns tenham esquecido, mas aqueles que iam para as filas do INSS sabem o quanto mudou a assistência social nesse país. Não tem mais fila. Tem o pronto atendimento de qualidade.”

Programa sociais

“Nós tínhamos vários pequenos programas dos ministros que era Bolsa Gás, Vale Gás, Vale Transporte, pequenos programas dispersos, com baixa eficácia, baixo alcance, sobreposição e lacunas. Hoje, nós temos uma política social integrada que é exemplo para o mundo inteiro. Elogiada e reconhecido tecnicamente e copiado por muitas nações como o Bolsa Família que tem uma cobertura que permitiu junto com a política do salário mínimo, junto com o quase pleno emprego, a maior distribuição de renda da história do Brasil que é o que nós vivemos nesses últimos 11 anos. Não há nenhum momento da história em que tenha tido uma distribuição de renda com a profundidade que nós estamos provendo ao longo desse período recente.”

Segunda-feira, 20 de maio de 2013 às 9:00

Brasil criou mais de 4 milhões de empregos formais no governo Dilma

Café com a presidentaCom a criação de quase 200 mil novos postos de trabalho em abril, o Brasil criou 4,139 milhões de empregos com carteira assinada desde o início do governo da presidenta Dilma Rousseff. No programa Café com a Presidenta desta segunda-feira (20), Dilma destacou a importância da marca para a diminuição da desigualdade no Brasil.

“O número é extraordinário e a sua importância fica ainda maior quando comparamos a nossa situação com a dos países desenvolvidos, em especial os países da Europa, onde o desemprego tem crescido para níveis estratosféricos. Para nós esse aumento do número de vagas de trabalho é importantíssimo, porque um dos objetivos estratégicos do meu governo é manter o emprego em crescimento. Mais emprego e salário em expansão são os fatores essenciais para a diminuição da desigualdade no nosso país”, destacou Dilma.

Dilma destacou também o desempenho do setor de serviços, responsável por quase metade dos mais de 4 milhões de empregos criados desde janeiro de 2011. Segundo a presidenta, isso indica que o crescimento do país está elevando o nível de vida da população, refletindo modificação do padrão de consumo, com uma demanda maior e mais diversificada por serviços. A presidenta ainda falou do efeito dos programas sociais e da valorização do salário mínimo para a queda da desigualdade.

“A crescente formalização do trabalho no Brasil, a valorização do salário mínimo, cujo poder de compra cresceu mais de 70% nos últimos dez anos, os 19,5 milhões de empregos gerados nesses dez anos mais a cobertura de políticas sociais de combate à pobreza, como o Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, Luz para Todos, e tantas outras são os grandes responsáveis pela redução da desigualdade no Brasil, que nos orgulha muito perante a nós mesmos e perante ao mundo”, afirmou.

Confira a íntegra

 

Segunda-feira, 15 de abril de 2013 às 10:27

Café: Com o Pronatec, queremos geração capaz de aumentar a competitividade das nossas empresas

Café com a presidentaCom 380 mil matrículas para beneficiários do Brasil Sem Miséria, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) deve servir para que o Brasil tenha um crescimento que inclua todos os brasileiros, dando oportunidades por meio da formação profissional. Isso foi o que afirmou a presidenta Dilma Rousseff no programa Café com a Presidenta desta segunda-feira (15). Ao todo, já são 2,8 milhões de inscritos em cursos técnicos ou de qualificação.

“O Pronatec é um programa importantíssimo, porque ele amplia o acesso dos nossos jovens que fazem ensino médio ao ensino técnico, que é fornecido pelas escolas técnicas do tipo Senai e Senac, mas também por escolas técnicas do governo federal e os institutos federais de tecnologia. Com o Pronatec, nós queremos que o país, cada vez mais, tenha uma geração de jovens com formação técnica de qualidade, capazes de melhorar os nossos produtos e serviços, e aumentar a competitividade nas nossas empresas, o que ajuda a melhorar os salários dos trabalhadores e a fazer a renda das famílias crescer ainda mais”, afirmou Dilma.

Na última sexta, a presidenta participou, em Porto Alegre, da formatura de 2.223 trabalhadores inscritos no Cadastro Único do governo. Segundo Dilma, a cerimônia foi muito emocionante porque aquelas pessoas terão a vida mudada para melhor, com mais oportunidades de emprego e maior chance de progredir na vida profissional. Ela ainda lembrou que o país precisa de mão de obra especializada em todas as áreas da indústria, dos serviços e da agricultura.

“Cada vez mais, será preciso que o Brasil tenha mão de obra qualificada. E nós queremos que o crescimento do nosso país seja um crescimento que inclua todos os brasileiros, que dê oportunidades de emprego para todos, inclusive, para aqueles que sempre tiveram dificuldade de conseguir um emprego melhor porque não tinham a formação adequada e, por isso, não conseguiam um emprego com carteira assinada. Quanto mais qualificados eles forem, mais oportunidades terão para conseguir um trabalho e melhorar sua renda”, completou.

Confira a íntegra

 

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