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Quinta-feira, 4 de novembro de 2010 às 20:42

Pronunciamento do presidente à Nação

Quarta-feira, 3 de novembro de 2010 às 13:49

Cabe à nova técnica a montagem do time. “Estarei na arquibancada, torcendo.”

A nova técnica titular da “seleção” do governo federal é a presidente eleita Dilma Rousseff e cabe a ela fazer as melhores escolhas para montar um time coeso, defendeu o presidente Lula em entrevista coletiva à imprensa realizada nesta quarta-feira (3/11) no Palácio do Planalto, em Brasília (DF). Com Dilma ao seu lado durante a entrevista, Lula afirmou que a nova presidente conhece bem, de dentro e de fora, os nomes que poderão compor seu ministério e que fará as escolhas de acordo com sua vontade. “A bola está com a senhora, dona Dilma. Monte o seu time que eu estarei na arquibancada, de camisa uniformizada, sem corneta, batendo palma e nunca vaiando”, afirmou o “torcedor” Lula.

Sobre as especulações que circulam pela imprensa de que estaria indicando nomes de seu próprio governo para a gestão Dilma, Lula ressaltou que a continuidade é da política e não das pessoas, e que a presidente eleita tomará as decisões sem seus palpites e opinião.

Assim como o Mano Menezes, que quando foi chamado para a Seleção não disse quais jogadores deveriam ficar no Corinthians, eu não darei palpites nas pessoas que ela deve escolher. Ela sabe que ela tem que montar uma equipe que, primeiro, seja harmoniosa. Se o time não estiver coeso, se o time não estiver treinado e não tiver com muita harmonia entre os jogadores, se eles estiverem brigando entre si, o jogo não dá certo. Essa mulher tem o direito de montar uma equipe excepcional.

Segundo Lula, o “jogo” tende a ser cada vez melhor para o Brasil, pois o cenário que a nova presidenta encontrará será melhor do que o encontrado por Lula em 2003, uma vez que a bancada no Congresso Nacional está mais consolidada e que haverá senadores “com menos raiva” do que os que saíram, o que é melhor para o País, já que conversar e dialogar com a base aliada e com a oposição faz parte da “lógica do jogo”:

O Congresso é a cara da sociedade. Eu fico olhando vocês aqui e vejo que o Congresso tem a média da cara de vocês. Tem gente de todas as classes sociais, tem gente de todas as origens, tem gente de todas as cores, tem gente de todas os estados. Só de não brigar, conversar, é uma vantagem. E é importante lembrar que nós conseguimos aprovar tudo o que mandamos para o Congresso, com exceção da CPMF. Mas agora a nova safra de governadores vai dizer o que vai querer e todo mundo sabe que vai precisar de dinheiro para a saúde.

Ouça aqui a íntegra da entrevista concedida pelo presidente Lula e pela presidente eleita Dilma Rousseff:

 

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Segunda-feira, 1 de novembro de 2010 às 15:19

Cumprimentos à presidenta Dilma Rousseff

(Vídeo: Ricardo Stuckert/PR)

Após a divulgação do resultado oficial da votação no segundo turno das eleições presidenciais deste ano, o presidente Lula e a primeira-dama Marisa Letícia receberam a recém-eleita presidenta Dilma Roussef no Palácio da Alvorada. “Presidenta!”, cumprimentou Lula, dando em seguida um forte abraço.

Quinta-feira, 21 de outubro de 2010 às 17:44

Pluralismo dos meios de comunicação nos permite ver “as coisas como elas são”

O pluralismo dos meios de comunicação no Brasil permite que a população tenha diversos canais para se informar e ver as coisas como elas são. “O povo é muito sabido e muito preparado para ser enganado”, afirmou o presidente Lula em entrevista coletiva concedida em Rio Grande (RS) nesta quinta-feira (21/10) após cerimônia de inauguração do Pólo Naval da cidade.

Ora, eu vou contar uma coisa para vocês: eu disputei 89, 94 e 98, e eu perdi três eleições. Vocês não me viram, em nenhum momento de campanha, fazer qualquer agressão ou mentir para sociedade brasileira. Fazer promessas em época de eleição, ficar leiloando em época de eleição, achando que engana o povo, é um ledo engano.

A campanha política, afirmou Lula, não serve apenas para ganhar votos mas também para politizar a sociedade. “E você não politiza a sociedade com a mentira…”

O presidente disse ainda ter ficado muito alegre com os números divulgados hoje pelo IBGE, que revela a taxa de desemprego mais baixa dos últimos anos – 6,2% em setembro, uma redução de meio ponto percentual em relação a agosto (6,7%), que tinha número já considerado muito baixo para os padrões latino-americanos.

Então, eu acho que é uma alegria para mim chegar ao final do mandato com a constatação que o Brasil é mais Brasil, que o Brasil está mais orgulhoso, que o Brasil hoje é um país que pensa para frente, é um país com autoestima elevada. Eu acho que a gente deve isso à crença do povo brasileiro, que começa a acreditar nele próprio.

Ouça aqui a íntegra da entrevista:

 

Quarta-feira, 13 de outubro de 2010 às 20:23

Resposta em coluna O Presidente Responde é prestação de contas, não propaganda eleitoral

O ministro Henrique Neves, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), considerou em decisão monocrática tomada na última segunda-feira (11/10) que não houve propaganda eleitoral numa das respostas dadas pelo presidente Lula na coluna O Presidente Responde do dia 25 de maio (ver aqui), conforme sugeriu o Ministério Público Eleitoral (MPE) em representação. Afirmou o ministro do TSE:

Não verifico a existência de propaganda eleitoral antecipada que possa ser clara e diretamente imputada na resposta proferida pelo representado à pergunta que lhe foi dirigida. Por outro lado, não houve a indicação nominal de qualquer candidato. (…) considero que a mensagem impugnada na presente representação caracteriza mera prestação de contas do governante que, por óbvio, defende o modelo de gestão por ele adotado.

A Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) recorreu da decisão.

Leia aqui a íntegra da decisão do ministro Henrique Neves.

Sexta-feira, 8 de outubro de 2010 às 21:09

“Café com o Presidente” não é propaganda, decide TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) considerou improcedente a representação da coligação O Brasil Pode Mais (PSDB/DEM/PTB/PPS/PMN/PT do B) que contestava a divulgação do programa de rádio “Café com o Presidente”. O relatório do ministro Joelson Dias foi aprovado com os votos da ministra Cármen Lúcia e dos ministros Aldir Passarinho Junior e Hamilton Carvalhido. Foram vencidos os ministros Marco Aurélio, Arnaldo Versiani e Ricardo Lewandowski.

Mesmo com a vitória, o programa só retorna à veiculação após o segundo turno da eleição. Isso porque sua distribuição é feita tradicionalmente em horário próximo ao da exibição da propaganda eleitoral obrigatória e poderia haver confusão, já que ambos são gerados pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

O julgamento foi realizado ontem à noite e o Blog do Planalto esperou 24 horas para ver se os veículos de imprensa que noticiaram com destaque a acusação da oposição também informariam prontamente o resultado da ação judicial. Não apareceu nem registro na Agência de Notícias das Eleições de 2010, órgão oficial do TSE.

A exceção foi a Agência Brasil, que reproduziu o argumento central do ministro-relator:

“Os representados não fizeram propaganda vedada, dada a natureza informativa do programa, inerente à atividade jornalística. Ele deve ser analisado sobre viés da imprensa livre, e essa visão deve ser aplicada nas demais empresas de radiodifusão”.

Quinta-feira, 23 de setembro de 2010 às 10:58

Os “homens da casa grande” não gostam que isso aconteça

EntrevistasO presidente Lula lançou um desafio em entrevista ao portal Terra Magazine, publicada nesta quinta-feira (23/9): “eu duvido que exista um país na face da Terra com mais liberdade de comunicação do que este País, da parte do governo.” Segundo Lula, grupos familiares “dominam toda a comunicação do país, a verdade é essa”, e ocorreram muitos descontentamentos da mídia pelo fato de o governo ter dividido a verba publicitária “para o Brasil inteiro”.

Hoje um jornalzinho do interior recebe uma parcela da publicidade do governo, nós fazemos propaganda regional e a televisão regional recebe um pouco de dinheiro do governo. Quando nós distribuímos o dinheiro da Cultura… Por que só o eixo Rio-São Paulo e não (incompreensível), e não Amazonas, e não Pernambuco, e não Ceará, receberem um pouquinho? Então, os “homens da casa grande” não gostam que isso aconteça.

Clique aqui para ler a íntegra da entrevista.

Leia a seguir os principais trechos da entrevista:

Críticas

Olha, primeiro, na nossa passagem pela Terra – não pelo “Terra”, pela Terra –, a gente ouve coisas absurdas que a gente gosta e que a gente não gosta. Veja, qualquer pessoa neste país tem o direito de me acusar de qualquer coisa, é livre. Aliás, foi o PT que, no congresso de São Bernardo do Campo, decidiu que era proibido proibir. Isso é um slogan do PT, no congresso de 1991. O que acontece concretamente é o seguinte: muitas vezes, uma crítica que você recebe é tida como democrática; uma crítica que você faz é tida como antidemocrática, como se determinados setores da imprensa fossem acima de Deus, e que ninguém pudesse ser criticado, ou seja, escreveu, está dito, acabou e é sagrado, como se fosse a Bíblia Sagrada. Não é verdade, não é verdade. A posição de um presidente é tomada como ser humano, um jornalista escreve como ser humano, o juiz julga como ser humano, ou seja, todos nós temos um padrão de comportamento e de julgamento.

TV pública

Agora estão dizendo: “Porque a TV Pública é a TV do Lula”. Nunca disseram que a TV Pública de São Paulo é do governador de São Paulo, que as outras são dos outros governadores. Agora, uma TV, para um presidente que está terminando o mandato daqui a três meses, é TV Lula. Esse carregamento de composto de muita, de muita… eu diria, de muito preconceito, ou de muita… eu diria, até, às vezes, ódio, demonstra o quê? O pessoal… O velho Frias me dizia: “Lula, o pessoal do andar de cima não vai permitir você subir lá”. Quem me dizia isso era o velho Frias, repetidas vezes: “Lula, cuidado, que o pessoal do andar de cima não vai permitir você chegar naquele andar”. Então, o pessoal se comporta como se o pessoal da senzala estivesse chegando à “casa grande”, e ficam transmitindo uma coisa absurda. Nesse momento do Brasil, falar em falta de liberdade de comunicação, nesse momento do Brasil! Eu duvido, duvido…

Não corremos o risco do México

Olhe, eu acho que, sinceramente, as pessoas deveriam olhar para o Brasil e olhar para outros países, e todo mundo deveria agradecer a Deus o Brasil ser do jeito que ele é, o Brasil ter o governo que ele tem e ter o povo que tem. Eu lembro que o João Roberto Marinho, o João Roberto Marinho, quando voltou da eleição do México passada, em uma conversa que ele teve comigo, ele disse: “Ô Presidente, eu estava no México, e foi de lá que eu aprendi a valorizar a democracia no Brasil. Porque, aqui tem o resultado eleitoral, todo mundo acata o resultado. Lá no México, eu vi um milhão de pessoas na rua contra o resultado eleitoral”. Aqui no Brasil, nós não corremos esse risco, porque este país tem um outro jeito de exercitar a democracia, e a democracia, ela só será exercitada… Vocês estão lembrados quando eu dizia… quando eu era dirigente sindical ainda: democracia não é o povo ter o direito de gritar que está com fome. Democracia é o povo ter o direito de comer. E nós estamos chegando lá, nós estamos chegando lá. Então, as pessoas que talvez tenham problemas de… ideológicos, problemas de preconceito, que não admitem…

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Sexta-feira, 17 de setembro de 2010 às 18:21

“O meu forte é na rua conversando com as pessoas”

Quinta-feira, 16 de setembro de 2010 às 18:18

O caminho está ‘picado’ para o próximo governo

O Brasil não pode parar em ano eleitoral, porque senão sobra pouco tempo para trabalhar e entregar as obras que o País precisa, afirmou o presidente Lula nesta quinta/feira (16/9) durante cerimônia em Belém (PA) de divulgação de editais para recuperação de rodovias no estado. “As coisas precisam acontecer”, disse Lula, lembrando que a cada dois anos há eleições e assim, num mandato de quatro anos, sobram apenas dois anos úteis para trabalhar. Por isso tomou a decisão de não permitir que o processo eleitoral parasse o trabalho do governo:

“Num ano eleitoral, normalmente no Brasil, representante do Poder Executivo fica um pouco amarrado, porque a partir de julho não pode fazer convênio com cidade, estado, fica um pouco paralisado de fazer qualquer coisa. Eu tomei a decisão de não permitir que o processo eleitoral parasse o trabalho do governo. Uma coisa é as pessoas que disputam as eleições e outra coisa é a atuação do prefeito, do governador, do presidente da República.

Lula lembrou ainda durante seu discurso as muitas dificuldades que existem para se tocar obras no País. Da apresentação do projeto à execução e conclusão da obra, vai um longo caminho, de muitas interrupções por variados motivos – a ferrovia Norte-Sul, a transposição do rio São Francisco e a usina hidrelétrica de Belo Monte são alguns dos exemplos de projetos que penaram durante anos até finalmente verem suas obras engrenarem.

A culpa, disse o presidente, não é de ninguém individualmente. Cada instituição envolvida no processo de uma obra, do governo federal ao TCU, passando pelas prefeituras, Ministério Público, etc, interpreta a lei de seu jeito, contribuindo para paralisar tudo. “A culpa é de todos nós.” Nos últimos 25 anos, no entanto, a culpa foi da atrofia em investimentos em infraestrutura que o País sofreu, mas isso faz parte do passado. Hoje, o País tem dinheiro para as obras necessárias, e elas estão sendo tocadas.

Quem vier depois de nós vai ter muito mais facilidade de governar este País, porque o caminho está ‘picado’.

Ouça aqui a íntegra do discurso do presidente em Belém (PA):

 

Quinta-feira, 12 de agosto de 2010 às 20:35

Secom convida estrangeiros para conhecer Censo e processo eleitoral

Para mostrar ao mundo que o Brasil é um País moderno, com instituições democráticas funcionando plenamente e, em muitos casos, de forma mais inovadora e eficiente do que em países desenvolvidos, a área internacional da Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom-PR) tem convidado jornalistas, intelectuais e formadores de opinião estrangeiros para conhecerem de perto essa realidade em viagens programadas por todo o território brasileiro.

O projeto, feito em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), foi iniciado há duas semanas, e o primeiro tema abordado foi o meio ambiente. O grupo de formadores de opinião estrangeiros escolhido por assessores da Secom foi levado à Amazônia para conhecer projetos de manejo florestal, conversaram com a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e visitaram o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Na próxima semana outro grupo virá ao Brasil para conhecer o Censo 2010 realizado pelo IBGE e toda a tecnologia empregada. Estão programadas ainda roteiros focando as atividades parlamentares brasileiras (para este foram convidados assessores do Congresso americano) e o setor de energia.

No início de outubro, será feito um ‘tour’ pelo Brasil para apresentar aos visitantes o funcionamento do processo eleitoral do País – da organização das eleições à distribuição das seções eleitorais e o funcionamento do voto eletrônico. A agenda dessa visita prevê conversas com porta-voz da Justiça Eleitoral e o presidente do TSE, Ricardo Lewandowski, que explicarão os procedimentos das eleições no Brasil, e encontro com cientista político para uma conversa sobre a democracia brasileira. Também estão previstas reuniões com coordenadores dos três principais candidatos à Presidência, além de acompanhamento do último debate entre eles a ser transmitido pela Rede Globo antes do primeiro turno, bem como da apuração e os resultados também do primeiro turno das eleições presidenciais deste ano.

Nota publicada nesta quinta-feira (12/8) na coluna da Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, deu margens a interpretações equivocadas sobre o projeto, como o texto produzido pelo colunista Josias de Souza em seu blog, também da Folha. O jornalista já recebeu os devidos esclarecimentos da Secretaria de Comunicação da Presidência da República sobre os objetivos do projeto.

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