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Sexta-feira, 27 de junho de 2014 às 18:36

Depoimento de Debora dos Santos, bolsista do Ciência sem Fronteiras

Quinta-feira, 26 de junho de 2014 às 15:36

Presidenta Dilma sanciona sem vetos novo Plano Nacional de Educação

Nota Oficial

“Ontem sancionei, sem vetos, o novo Plano Nacional de Educação – PNE, que terá vigência nos próximos dez anos, orientando a atuação e o papel da União, dos estados, do Distrito Federal, dos municípios, de instituições de ensino, professores, famílias e estudantes, na busca por uma educação de qualidade acessível a todos.

O PNE traz vinte metas para todas as etapas e modalidades da educação, da creche à pós-graduação, e, para cada uma delas, diversas estratégias, muitas das quais já vêm sendo implementadas pelo governo federal. Ao longo dos últimos anos, criamos um caminho de oportunidades por meio da educação, o que pode ser observado pelo expressivo crescimento das inscrições no ENEM.

O PNE nos desafia a ampliar, ainda mais, essas oportunidades, em busca da melhoria da qualidade em todos os níveis, etapas e modalidades da educação, partindo da educação infantil, passando pela educação em tempo integral, o crescimento das matrículas da educação profissional e tecnológica, a ampliação do acesso à educação superior e a expansão da pós-graduação. Para isso serão muito importantes a valorização dos professores, o aumento dos investimentos em educação e o fortalecimento da articulação da União com os estados, o Distrito Federal e os municípios.

A destinação dos recursos dos royalties do petróleo e do Fundo Social do pré-sal para a educação abrem a perspectiva de tornar realidade as metas do PNE. O país tem hoje um Plano Nacional de Educação à altura dos desafios educacionais do Brasil.”

Dilma Rousseff
Presidenta da República

Quarta-feira, 25 de junho de 2014 às 20:10

Dilma anuncia mais 100 mil bolsas na segunda etapa do Ciência sem Fronteiras

Presidenta Dilma posa em selfie com estudantes do programa Ciência sem Fronteiras. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Presidenta Dilma posa para selfie com bolsistas do Ciência sem Fronteiras no anúncio da segunda etapa do programa. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

O programa Ciência sem Fronteiras do governo federal oferecerá 100 mil novas bolsas de estudo na segunda fase, lançada nesta quarta-feira (25) pela presidenta Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto. Ela reiterou objetivo do programa, focado em formar estudantes de vários níveis de graduação, pós-graduação e pesquisadores no exterior em escala compatível com os desafio do país.

“Esse é um programa feito para garantir ao Brasil condições de gerar aqui inovação, de gerar aqui o interesse pelas ciências e pela aplicação da tecnologia em todas as áreas. Na indústria, na agricultura e, sobretudo, para viabilizar também a pesquisa em ciências básicas. Com isso estamos abrindo as nossas fronteiras. Estamos abrindo horizontes dos nossos jovens. Por isso, nós definimos a nova fase do Ciência sem Fronteiras”, explicou.

Dilma lembrou que o Ciência sem Fronteiras concedeu, até este momento, 83,2 mil bolsas no exterior, e destacou que com as chamadas programadas para setembro, o governo atingirá a meta de 101 mil bolsas de estudo. Para efeito de comparação, a presidenta disse que, antes da criação do programa, eram apenas cinco mil bolsistas fora do Brasil.

Números do programa
As 83,2 mil bolsas concedidas pelo Ciência sem Fronteiras foram para estudantes de 1,1 mil municípios. Desse total, 76,1 bolsas do governo federal, e 7,1 mil vindos da iniciativa privada, fato que rendeu agradecimentos da presidenta Dilma as empresas parceiras no programa – 44,2% desses bolsistas são mulheres, 31,4% são negros e 85,9% são jovens.

Dos 43 países de destino dos estudantes, os Estados Unidos lideram o ranking de número de bolsas (26,3 mil), seguidos pelo Reino Unido (9,5 mil), Canadá (7 mil), França (6,4 mil) e Alemanha (5,9 mil). Conforme ressaltou a presidenta no lançamento da segunda fase, o Ciência sem Fronteiras tem 18 áreas prioritárias, dentre as quais se destacam: engenharias e demais áreas tecnológicas (36,4 mil bolsas); biologia, ciências biomédicas e da saúde (14,5 mil); e da indústria criativa (6,6 mil).


Confira a íntegra

Quarta-feira, 25 de junho de 2014 às 20:10

Dilma anuncia mais 100 mil bolsas na segunda etapa do Ciência sem Fronteiras

Segunda-feira, 16 de junho de 2014 às 9:54

Valor investido em educação e saúde é 212 vezes maior que o investido nos estádios

Café com a presidenta

Com R$ 1,7 trilhão, o total de recursos aplicado nas áreas de Educação e Saúde, de 2010 até 2013, supera em 212 vezes o investimento em estádios da Copa do Mundo. Esta foi a mensagem do pronunciamento da presidenta Dilma Rousseff, reforçado no Café com a Presidenta desta segunda-feira (16), em que ela rebate críticas sobre o investimento no mundial.

“Vale lembrar ainda que os orçamentos da saúde e da educação estão entre os que mais cresceram no meu governo. É preciso olhar os dois lados da moeda, a Copa não representa apenas gastos, ela traz também receitas para o país. É fator de desenvolvimento econômico e social, gera negócios, injeta bilhões de reais na economia, cria empregos”, analisou.

Dilma também destacou a evolução do Brasil que sediou a Copa de 1950 para o País de hoje. Ela lembra que somos a sétima economia do planeta e líderes no mundo em diversos setores da produção industrial e do agronegócio. Segundo a presidenta, nos últimos anos, o país promoveu um dos mais exitosos processos de distribuição de renda, de aumento do nível de emprego e de inclusão social.

“Reduzimos a desigualdade em níveis impressionantes, levando, em uma década, 42 milhões de pessoas à classe média e retirando 36 milhões de brasileiros da miséria. Somos também um país que, embora tenha passado há poucas décadas por uma ditadura, tem hoje uma democracia jovem, dinâmica e pujante. Desfrutamos da mais absoluta liberdade e convivemos com manifestações populares e reivindicações que nos ajudam a aperfeiçoar cada vez mais nossas instituições democráticas”, exaltou.

Em nome do povo brasileiro, Dilma aproveitou para saudar todos que chegam para esta Copa do Mundo, iniciada na última quinta-feira (12), com a presença da presidenta. Na ocasião, o Brasil derrotou a Croácia por 3 x 1, em São Paulo, na Arena Corinthians.

“Saúdo a todos que estão chegando para essa que será também a Copa pela paz e contra o racismo. A Copa pela inclusão e contra todas as formas de violência e preconceito. A Copa da tolerância, da diversidade, do diálogo e do entendimento. O Brasil, como Cristo Redentor, está de braços abertos para acolher todos vocês”, afirmou.

Confira a íntegra

Domingo, 15 de junho de 2014 às 20:00

Mercadante: O único tsunami que tivemos foi a gestão pública em alguns governos do passado

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Ministro Mercadante em coletiva de imprensa nesta tarde. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Durante entrevista coletiva à imprensa, realizada neste domingo (15) no Palácio do Planalto, o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, rebateu críticas e fez breve balanço de várias áreas do governo comparando dados dos últimos doze anos com outros períodos.

“A oposição ficou um bom tempo dizendo que ia ter uma tempestade perfeita, nós tivemos um verão muito tranquilo. Agora estão falando em vendaval, em tsunami. Eu acho que o único tsunami que tivemos foi a gestão pública em alguns governos do passado. Como o Brasil não tem tsunami, eles não voltarão”, afirmou o ministro.

Confira os principais trechos da coletiva:

Educação

“Eles não falam de escola em tempo integral, mas nós já temos 49 mil escolas no Mais Educação com três horas no mínimo a mais de processo de aprendizado escolar. Eles chegam a falar de ensino técnico profissionalizante. (…) E o Pronatec hoje tem mais de 7,3 milhões de matrículas é o maior programa da história do Brasil de formação técnico profissionalizante (…)”

“Eles não falam da educação superior, mas quero lembrar que combateram o Enem como exame de seleção, que conta hoje com 9,5 milhões de inscritos e abriu oportunidade de acesso para aqueles que nunca tiveram. No ano passado nós tínhamos 4,7 cursos, 115 universidades e em um único exame qualquer estudante podia disputar.”

“Eles também combateram na justiça o Prouni e hoje ele tem mais de 1,2 milhão bolsas concedidas, Fies tem uma cobertura hoje que nunca teve no passado: mais de 1,3 milhão bolsas.“

“Se olharmos para as vagas, acabamos com o sucateamento das universidades públicas federais, resgatamos, ampliamos a rede pública federal, nós tínhamos 2,5 milhões de matrículas no ensino superior do Brasil; hoje temos 7,2 milhões matrículas. Quer dizer, é uma expansão fantástica, inclusive abrindo espaço para a educação pública nas universidades particulares: 34% dos estudantes na universidade hoje estão pelas políticas públicas: cotas, rede federal, Prouni, Enem. Para não falar que estamos chegando a 100 mil bolsas no Ciência sem Fronteiras.”

Energia

“Eles falam da área de energia, mas omitem nessa comparação que nós tivemos um apagão no passado e uma elevação sem precedentes nas tarifas de energia. Nós enfrentamos uma seca mais severa do que a anterior neste ano e garantimos plena oferta de energia para o país com a rede de térmicas, na melhoria da transmissão e distribuição de energia.”

Inflação

“Eles falam da inflação, mas não dizem que o governo Dilma manteve sempre a inflação dentro da meta todos os anos anteriores e este ano a inflação está caindo, fortemente, rapidamente. É diferente, a inflação no governo Fernando Henrique Cardoso foi 9,2% a média dos oito anos, no governo Lula 5,8% e no governo Dilma 6,4%. Então a nossa média é menor e como está em queda nos vamos fechar o ano com uma inflação novamente próximo a 5,8% a média desses quatro anos.”

Emprego

“Nós tiramos o emprego, que era o principal ponto da pauta econômica do povo brasileiro, da agenda nacional, porque nós vivemos uma situação de praticamente pleno emprego. O governo Dilma esse mês, em três anos e meio estará criando mais empregos do que os oito anos de Fernando Henrique Cardoso. Temos hoje 4,96 milhões empregos já criados no governo Dilma, 20 milhões no governo Lula e no governo Dilma. E o governo Fernando Henrique Cardoso criou 5,2 milhões. Nós estaremos superando os oito anos em apenas três anos e meio do governo Dilma.”

Política Externa

“Nós pegamos um país que estava quebrado no Fundo Monetário Internacional (FMI), sem nenhuma liberdade da política econômica. Nós acumulamos mais de US$ 370 bilhões nas reservas cambiais. O Brasil hoje tem um protagonismo internacional, tanto que ainda no mês que vem vamos ter a reunião dos Brics.”

Juros

“Eles não falam da taxa de juros, mas quero lembrar que tivemos no governo passado taxa de juros de 45%e não tinha crédito habitacional.”


Habitação

“Surpreendentemente eles falam de moradia. Não há na história do Brasil nenhum programa como o Minha Casa, Minha Vida e foi 1,7 milhão de unidades habitacionais já entregues 3,75 milhões já contratadas e vamos lançar mais 3 milhões de casas populares na próxima etapa do Minha Casa, Minha Vida.”

Agricultura Familiar

“Eles falam do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), que não era nacional no governo Fernando Henrique Cardoso, e cujo total de créditos era R$ 2,3 bilhões. Este ano, o Pronaf é de R$ 24,1 bilhões. Portanto, mais de dez vezes o que era o crédito para a agricultura familiar. Quero lembrar que nós assentamos 730 mil famílias e desapropriamos para fim da reforma agrária uma área equivalente a mais de dois estados de São Paulo. Seguramente, é o maior programa de reforma agrária do século XXI de toda a economia internacional.”

Agricultura

“Se nós analisarmos o crédito para a agricultura, para o agronegócio, nós estamos falando esse ano em mais R$ 156 bilhões em financiamento. Fortalecimento da Embrapa, assistência técnica, financiamento a máquinas e equipamento e é por isso que o Brasil nos últimos 11 anos é o país que mais aumentou excedente exportado de alimentos e é o terceiro, segundo, produtor de alimentos nas áreas mais importantes da agricultura mundial.”

Gestão

“Eles falam de gestão e eficiência. Pode ser que alguns tenham esquecido, mas aqueles que iam para as filas do INSS sabem o quanto mudou a assistência social nesse país. Não tem mais fila. Tem o pronto atendimento de qualidade.”

Programa sociais

“Nós tínhamos vários pequenos programas dos ministros que era Bolsa Gás, Vale Gás, Vale Transporte, pequenos programas dispersos, com baixa eficácia, baixo alcance, sobreposição e lacunas. Hoje, nós temos uma política social integrada que é exemplo para o mundo inteiro. Elogiada e reconhecido tecnicamente e copiado por muitas nações como o Bolsa Família que tem uma cobertura que permitiu junto com a política do salário mínimo, junto com o quase pleno emprego, a maior distribuição de renda da história do Brasil que é o que nós vivemos nesses últimos 11 anos. Não há nenhum momento da história em que tenha tido uma distribuição de renda com a profundidade que nós estamos provendo ao longo desse período recente.”

Quarta-feira, 21 de maio de 2014 às 19:25

Paim: Estamos mudando a fotografia das universidades brasileiras

Após encontro da presidenta Dilma Rousseff com reitores dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, o ministro da Educação, Henrique Paim, classificou como importante para o país a aproximação do governo federal com reitores dos institutos e das Universidades Federais, com quem a presidenta também se reuniu nesta quarta-feira (21).

“O que se fez nessas reuniões foi exatamente um balanço desse processo todo de expansão que o país tem vivido nas universidades públicas federais e nos institutos federais, porque é um balanço bastante positivo de um crescimento importante de matrículas e principalmente com a inclusão social. Nós estamos mudando a fotografia das universidades brasileiras e dando acesso cada vez mais à educação profissional em todo Brasil, e os institutos federais e as universidades realmente contribuem muito para isso”, afirmou.

Em conversa com o Blog do Planalto, o ministro avaliou como produtivas as duas reuniões e ressaltou que as metas de expansão para o setor estão sendo cumpridas.

“No governo da presidenta Dilma foram quatro universidades criadas. E nos institutos federais, onde nós temos uma meta de 208 novas unidades, que nós devemos atingir agora no final de 2014, já temos 173 em funcionamento”, disse.

Terça-feira, 11 de junho de 2013 às 9:00

Em coluna, Dilma fala sobre o investimento em educação superior

Conversa com a PresidentaEm resposta a Gildásio Brito dos Santos, funcionário público de Barra do Corda (MA), a presidenta Dilma Rousseff explicou, na coluna Conversa com a Presidenta desta terça-feira (11), a ampliação da Universidade Federal do Maranhão. Ela ainda lembrou que 36 municípios receberam Institutos Federais de Ensino Tecnológico Superior em 36 municípios.

“A expansão da educação superior em todo o país sempre foi uma prioridade para nós, e ganhou mais força com o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), criado em 2007. Em todo o Brasil, houve um salto de 45 para 59 Universidades Federais de 148 campus para 274. O número de municípios atendidos por Universidades Federais mais que dobrou, de 114 para 272. Serão criados mais 47 novos campus até 2014”, disse.

A presidenta ainda lembrou a sanção, na última semana, de leis que criam quatro novas universidades federais: Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB), Universidade Federal do Sul Sudeste do Pará (UNIFESSPA), Universidade Federal do Sul da Bahia (UFESBA) e Universidade Federal do Cariri (UFCA). Ela afirmou que o governo continua empenhado em ampliar o acesso às universidades federais em todo o Brasil, para garantir cada vez mais a democratização deste espaço.

Confira a íntegra

Quarta-feira, 5 de junho de 2013 às 17:14

Dilma sanciona lei que cria quatro novas universidades

A presidenta Dilma Rousseff destacou, depois de sancionar as leis que criam as universidades federais do Cariri (UFCA), do Sul Sudeste do Pará (Unifesspa), do Oeste da Bahia (Ufob) e do Sul da Bahia (Ufesba), a importância da interiorização e o acesso social ao ensino universitário. Segundo Dilma, na escolha dos novos campi, foi levado em conta a capacidade de irradiação do ensino nas regiões.

“Criar universidades é um ato importante porque, além de criar oportunidades, tem um efeito transformador nas pessoas, nas regiões e no país. (…) E, principalmente, quando a gente sabe que o Brasil teve um processo longo para que essa questão, que é crucial, a questão do acesso a educação, principalmente da educação universitária, fosse colocada como uma questão fundamental de governo”, destacou.

A criação das universidades faz parte do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais Brasileiras (Reuni), que, entre 2003 e 2010, o foi responsável pela criação de 14 novas universidades federais e 126 novos campi ou unidades acadêmicas, chegando agora a 63 universidades e 321 campi em todo o país. A expansão aumentou também o número de municípios brasileiros atendidos por universidades federais, passando de 114, em 2003, para 272, em 2010.

Outros anúncios

A presidenta ainda anunciou a entrada de instituições militares no Programa Ciência Sem Fronteiras, que envia estudantes às melhores universidades do mundo, com 500 bolsas dedicadas, principalmente, a pós-graduação. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, também revelou uma parceria entre universidades e institutos federais de ensino técnico com o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e Instituto Militar de Engenharia (IME).

As duas instituições terão serão vagas expandidas, e tanto o IME, quanto o ITA terão parcerias com cursos de engenharia de universidades federais de diferentes partes do país. Elas também ficarão responsáveis por cursos técnicos nos institutos federais.

Confira a íntegra[podcast]http://www2.planalto.gov.br/multimidia/galeria-de-audios/audio-do-discurso-da-presidenta-da-republica-dilma-rousseff-na-cerimonia-de-sancao-das-leis-que-criam-as-universidades-federais-do-sul-da-bahia-ufesba-do-oeste-da-bahia-ufob-do-sul-e-sudeste-do-para-unifesspa-brasilia-df-13min33s/at_download/arquivo/prd0694.mp3[/podcast]

Segunda-feira, 13 de maio de 2013 às 9:00

Governo federal vai aumentar o limite de compras de alimentos da agricultura familiar

Café com a presidentaA presidenta Dilma Rousseff adiantou, no programa Café com a Presidenta desta segunda-feira (13), que o governo federal vai aumentar o limite de compras de alimentos produzidos pela agricultura familiar, que já passou de R$ 2,5 mil, em 2003, para R$ 4,8 mil. A medida vai fazer parte do novo Plano Safra da Agricultura Familiar, que deve ser anunciado em junho. Dilma afirmou que o governo tem dado um grande apoio ao setor, e que já foram investidos R$ 2,25 bilhões em alimentos produzidos pela agricultura familiar.

“O governo tem dado um grande apoio para a agricultura familiar. Já compramos R$ 2,25 bilhões de alimentos produzidos pela agricultura familiar e isso tem ajudado a gerar emprego, a gerar renda para os nossos trabalhadores no campo e também alimenta muita gente que precisa pelo Brasil afora”, explica.

Dilma destacou duas iniciativas importantes para o apoio ao agricultor familiar: o Programa de Aquisição de Alimentos e o Programa Nacional de Alimentação Escolar, o PNAE. Com o primeiro, o governo compra diretamente de pequenos produtores os alimentos que são fornecidos para creches, asilos, restaurantes populares e também para manter os estoques públicos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A presidenta lembra que seu governo já comprou 830 mil toneladas de alimentos, com investimentos de R$ 1,75 bilhão. Para 2013, a previsão de investimento é de R$ 1,4 bilhão.

“O PAA tem sido uma ação muito importante e ele está crescendo ano a ano. Só no meu governo, o número de agricultores familiares atendidos cresceu 20% e hoje já chega a quase 200 mil agricultores familiares. Eles sabem que parte de sua produção tem comprador certo, e o mais importante, tem um preço justo. Além disso, o Programa de Aquisição de Alimentos dinamiza a economia dos pequenos municípios do nosso país, porque os alimentos são comprados ali mesmo, do pequeno agricultor diretamente, valorizando a produção local”, explica.

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