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Segunda-feira, 6 de abril de 2015 às 17:11

A educação sustenta o avanço econômico, diz novo ministro

Em entrevista exclusiva ao Blog do Planalto, o novo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, disse que é preciso fortalecer a educação, pois é ela que vai dar sustentação ao avanço econômico do País. A conversa foi nesta segunda-feira (6), no Palácio do Planalto, após a cerimônia de posse do ministro.

“Embora nós precisemos, neste ano, de ajustes econômicos específicos, a médio e longo prazo, a educação vai funcionar para a qualificação maior da mão de obra, para o desenvolvimento da economia e, sobretudo, para a autonomia das pessoas”, afirma.

O ministro informou que a principal diretriz durante o seu mandato será o Plano Nacional de Educação (PNE)“O PNE é o roteiro do que a sociedade brasileira, depois de longa discussão, resolveu priorizar pelos próximos dez anos. O plano quantifica metas que são, sem dúvida, ambiciosas, e metas que talvez possam ser ultrapassadas em menos tempo”, disse o ministro, ressaltando que as metas vão depender do andamento do programa.  A lei do PNE foi sancionada em junho de 2014, então já está sendo aplicada pelo Ministério da Educação.

Ribeiro ressaltou ainda a força da educação para a melhoria de vida da população. “É uma coisa que temos que emplacar na cabeça das pessoas. Educação pode sempre ser melhor, pode sempre avançar. Ela é algo que liberta as pessoas. Liberta da miséria, que é uma prioridade, e do preconceito de cor, de gênero, de orientação sexual”.

Terça-feira, 23 de dezembro de 2014 às 20:50

Dilma anuncia novos nomes do seu ministério

Nota Oficial

A presidenta Dilma Rousseff anunciou nesta terça-feira (23) novos nomes do seu ministério. São eles:

Aldo Rebelo (Ciência Tecnologia e Inovação); Cid Gomes (Educação); Edinho Araújo (Portos); Eduardo Braga (Minas e Energia); Eliseu Padilha (Aviação Civil); George Hilton (Esporte); Gilberto Kassab (Cidades); Helder Barbalho (Pesca e Aquicultura); Jaques Wagner (Defesa); Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento); Nilma Lino Gomes (Políticas de Promoção da Igualdade Racial); Valdir Simão (Controladoria-Geral da União); e Vinícius Lages (Turismo).

A presidenta agradeceu a dedicação dos ministros:

Celso Amorim (Defesa); Cesar Borges (Portos); Clélio Campolina Diniz (Ciência, Tecnologia e Inovação); Edison Lobão (Minas e Energia); Eduardo Lopes (Pesca e Aquicultura); Gilberto Occhi (Cidades); Henrique Paim (Educação); Jorge Hage (CGU); Luiza Bairros (Políticas de Promoção da Igualdade Racial); Moreira Franco (Aviação Civil); e Neri Geller (Agricultura, Pecuária e Abastecimento).

A posse dos novos ministros será realizada no dia 1º de janeiro.

Sábado, 6 de dezembro de 2014 às 10:00

Lanchas vencem barreira das águas para levar alunos de forma rápida e segura a escolas do Pará

Especial Cidadania a Bordo

O que para muita gente pode ser um passeio exótico de barco pela maior floresta tropical do planeta faz parte do caminho rotineiro que algumas crianças brasileiras percorrem da casa para o colégio. É assim todos os dias para os alunos que frequentam, por exemplo, as escolas públicas das ilhas que existem em torno de Belém, a capital do Pará.

Lanchas do programa Caminho da Escola, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), são a solução nestes lugares, onde não é possível ir à escola de ônibus, taxi, bicicleta, de carro ou a pé. A essas ilhas só se chega mesmo pelas águas dos rios e a ajuda do programa é muito bem-vinda para alunos, pais e professores desse pedaço da Amazônia.

“Com as lanchas do Caminho da Escola os trajetos passaram a ser feitos mais rapidamente, em menos da metade do tempo”, conta a coordenadora de Educação das Ilhas de Belém, Iraneide Holanda. Foto: divulgação FNDE

“Com as lanchas do Caminho da Escola os trajetos passaram a ser feitos mais rapidamente, em menos da metade do tempo”, conta a coordenadora de Educação das Ilhas de Belém, Iraneide Holanda. Foto: Divulgação/FNDE.

O transporte permite que os alunos possam sair de casa um pouco mais tarde, à luz do dia, aos primeiros raios de sol. “Com as lanchas do Caminho da Escola os trajetos passaram a ser feitos mais rapidamente, em menos da metade do tempo”, conta a coordenadora de Educação das Ilhas de Belém, Iraneide Holanda.

Antes das lanchas, os alunos eram transportados em barcos de madeira, pesados, lentos e barulhentos, mais vulneráveis às chuvas, ventos, correntes e variações de marés. “Uma viagem que demorava uma hora e meia de barco pode ser feita em apenas 20 minutos numa lancha do Caminho da Escola”, compara a coordenadora.

Os alunos da professora Cleude Costa, da escola Nazaré, na Ilha Grande, passaram a fazer em 45 minutos uma viagem que podia demorar uma hora e meia ou mais, dependendo das condições do tempo e das marés, o que atrasava o início das aulas.

“A lancha é mais rápida e mais segura”, avalia Daniele Santiago, mãe de aluna. Foto: divulgação FNDE

“A lancha é mais rápida e mais segura”, avalia Daniele Santiago, mãe de aluna. Foto: Divulgação/FNDE.

“Eu tinha que começar a aula só às 8h30. Era muito estressante, as crianças ficavam muito agitadas. Meu tempo de trabalho era mínimo. Quando eu conseguia controlar a turma, já era quase hora de ir embora”, conta a professora. “Os alunos estavam desestimulados, o que prejudicava a frequência. A escola hoje está muito melhor. As lanchas melhoraram muito o trabalho e o desenvolvimento dos alunos”, acrescenta.

As lanchas do Caminho da Escola foram projetadas e construídas, inicialmente, pela Marinha do Brasil em cooperação com o FNDE. O projeto foi aprimorado e, atualmente, as embarcações são produzidas pela empresa vencedora do Pregão Eletrônico do FNDE, que registrou os preços das lanchas. Em ambos os casos, garantem mais rapidez e segurança que as embarcações comuns.

“A lancha é mais rápida e mais segura”, confirma a mãe da aluna Linda Evelyn, de 7 anos, Daniele Cruz Santiago. “Eu fico mais tranquila sabendo que a Linda viaja na lancha do Caminho da Escola. Antes, no barco, era mais arriscado, com muita maresia, viagens muito perigosas. Agora, as crianças chegam mais cedo, é melhor”, avalia.

A professora Analice Gomes da Mota confirma as melhorias e diz que as vantagens do ensino oferecido em Belém acabam atraindo vizinhos. “Tem gente que vem de outros municípios em busca do nosso ensino de qualidade”, garante.

O Caminho da Escola não despreza as tradições locais de usar os rios como estradas. Foto: divulgação FNDE

O Caminho da Escola não despreza as tradições locais de usar os rios como estradas. Foto: Divulgação/FNDE.

No lusco-fusco das manhãs amazônicas, os moradores da região ainda vivem as lendas das grandes matas, como a da Matita ou Matinta Pereira, que se apresenta como uma velha ou um pássaro para assustar as pessoas à noite com assovios e assombrações. Se alguém zombar de Matita Pereira, poderá ser perturbado por ela na escuridão da noite.

Linda Evelyn, por exemplo, assegura que viu a danada: “Matita Pereira apeou de noite perto da minha casa. Assoviou e foi para a casa do meu avô. Depois, sumiu no mato”, conta.

Rariane, colega de Linda, nunca viu Matita Pereira. Mas o primo dela, sim: “Mateus caminhava de noite tarde. Matita se escondeu no jambeiro e quase pulou nele. Meu primo correu pra casa da vovó e se escondeu lá. A vovó ficou meio coisa.”

É nessa paisagem cheia de desafios, mas onde se preservam tantas promessas e sonhos, que as lanchas do Caminho da Escola oferecem um futuro que não briga com o passado e nem despreza as tradições locais de usar os rios como estradas. Dessa forma, se preserva a nossa cultura e se encontram soluções bem brasileiras para garantir o acesso ao ensino para os jovens do País.

Sexta-feira, 21 de novembro de 2014 às 12:17

Foco das discussões da Conae 2014 será cumprimento de metas do PNE, diz coordenador

As principais deliberações da Conferência Nacional de Educação (Conae 2014) estão relacionadas com a implementação do Plano Nacional de Educação (PNE), é a avaliação de Francisco das Chagas Fernandes, coordenador do Fórum Nacional da Educação.

“A expectativa dos pais, dos estudantes, dos gestores e dos profissionais de educação é de que nós possamos regulamentar e trabalhar na perspectiva de cumprir as metas do PNE, disse o coordenador. Foto: divulgação - Gabinete Digital/PR.

“A expectativa dos pais, dos estudantes, dos gestores e dos profissionais de educação é de que nós possamos regulamentar e trabalhar na perspectiva de cumprir as metas do PNE”, disse o coordenador. Foto: divulgação – Gabinete Digital/PR.

Fernandes conversou com o Blog do Planalto na abertura da Conferência nesta quinta-feira (20), realizada pela presidenta e endossou a expectativa dela, de que as discussão em um espaço democrático como a Conae 2014 servirão de base para a regulamentação do PNE, além de debater a construção da base nacional comum curricular prevista no Plano e na Lei de Diretrizes e Bases da educação nacional. Ele também afirmou que o cumprimento das metas e do fortalecimento do Plano é também o que espera a comunidade educacional.

“A expectativa dos pais, dos estudantes, dos gestores e dos profissionais de educação é de que nós possamos regulamentar e trabalhar na perspectiva de cumprir as metas do Plano: as metas sobre educação infantil, sobre ensino superior, as metas sobre a formação de profissionais de educação, a meta sobre salário dos profissionais de Educação, a meta sobre o financiamento da educação no Brasil”, contou Fernandes.

Dilma lembrou, na abertura da Conferência, que as contribuições de edições anteriores da Conae ao PNE foram importantes, por isso sancionou o Plano sem vetos. O coordenador corrobora a visão e explicou que a participação social com a mobilização dos setores e dos segmentos da Educação no Brasil é fundamental para a qualificação de uma política de estado do setor.

“Por isso que nós fizemos as conferências municipais; as conferências municipais depois passaram as propostas para as conferências estaduais, até chegar na Conferência Nacional. Só que a gente precisa trazer os representantes escolhidos por esses segmentos lá nas conferências estaduais para poder discutir aqui”, explicou.

O coordenador da Conae 2014 defende que ocorra a participação, uma vez que o Brasil é muito extenso e diverso. “Nós temos milhões de estudantes, milhões de professores, muitos pais, muitos gestores – nós temos muita gente aqui na Conferência”, finalizou.

Quinta-feira, 13 de novembro de 2014 às 18:30

FNDE lançará sistema para agilizar distribuição de livros didáticos

Para reduzir eventuais problemas de falta de livro didático em algumas escolas e evitar situações em que os estudantes esperam até o segundo semestre para receber um ou outro exemplar, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) vai lançar em fevereiro o novo Sistema de Controle de Remanejamento e Reserva Técnica (Siscort). Com ele, as escolas poderão cadastrar o número de estudantes matriculados e os livros que receberam a mais ou a menos e fazer os remanejamentos necessários.

Sistema permite que escolas cadastrem o número de estudantes matriculados e os livros que receberam a mais ou a menos. Gráfico: FNDE.

Sistema permite que escolas cadastrem o número de estudantes matriculados e os livros que receberam a mais ou a menos. Gráfico: FNDE.

“Verificamos que nos estados é suficiente a quantidade de livros adquiridos. Raramente, existem exceções, a quantidade é inferior. Mesmo assim, quando isso ocorre, a reserva técnica supre a necessidade. O que falta é que as escolas possam remanejar o material”, explica a coordenadora de Apoio às Redes de Ensino do FNDE, Ana Carolina Souza Luttner. “O remanejamento é um dos pilares que o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) precisa ter para executar bem o recurso público, para que o aluno tenha um livro de qualidade nas mãos, com mais agilidade”, acrescenta.

Para as escolas onde faltam livros, o próprio sistema informará, de acordo com a proximidade, escolas no mesmo município ou estado que receberam as obras a mais. Aquelas que têm livros sobrando receberão uma notificação caso outros centros de ensino precisem dos livros.

Anualmente, as escolas públicas recebem livros pelo PNLD, cujas compras são feitas pelo FNDE. O número de exemplares adquiridos é baseado em projeção feita pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) com base no número de estudantes cadastrados no último Censo Escolar. É calculada ainda uma reserva técnica de 3% do total de estudantes de cada rede de ensino para eventuais aumentos inesperados de matrículas.

Caso esses livros não sejam suficientes para atender a demanda, é possível solicitar uma compra complementar. Esse processo, no entanto, é demorado e o estudante tem acesso aos livros apenas no segundo semestre.

“Com o novo Siscort, a gente espera que os alunos tenham o livro em mãos muito antes. O remanejamento levava tempo para ser feito. Com o sistema, esperamos que o quanto antes, até mesmo já em fevereiro, os alunos todos tenham os livros. Além disso, o FNDE espera fazer compras mais inteligentes. A autarquia vai poder consultar o sistema para ver o que está sobrando no Brasil”, diz Ana Carolina.

Fonte: Agência Brasil.

Quarta-feira, 12 de novembro de 2014 às 12:10

Coletiva concedida pela presidenta Dilma Rousseff em Doha

Quarta-feira, 12 de novembro de 2014 às 12:03

Brasil e Catar discutem parcerias econômicas, culturais e educacionais

“Ela diz que a educação é uma agenda ‘inacabada’, em construção permanente, e concordo inteiramente com isso”, declarou Dilma sobre fala da xeica do Catar, Mozah bint Nasser. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

“Ela diz que a educação é uma agenda ‘inacabada’, em construção permanente, e concordo inteiramente com isso”, declarou Dilma sobre fala da xeica do Catar, Mozah bint Nasser. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

A presidenta Dilma Rousseff anunciou nesta quarta-feira (12), em Doha, no Catar, que o Brasil e o país do Oriente Médio criarão um grupo estratégico de trabalho de alto nível para atuação em pontos de interesse comum entre os dois países. O objetivo é ampliar a cooperação e estabelecer melhor intercâmbio em áreas estratégicas, como gás natural, defesa, educação e infraestrutura.

“É um país com o qual o Brasil tem uma ponte muito grande. É uma ótima relação para nós, estabelecida há 40 anos, e que podemos intensificar”, disse Dilma a jornalistas.

A presidenta lembrou que o Brasil importa gás natural do Catar, e exporta outros produtos. Na área de defesa, existe uma discussão quanto à compra de aeronaves da Embraer pelo país árabe.

Na educação, Dilma afirmou que os países pretendem estudar uma cooperação que envolva a divulgação de melhores práticas visando à universalização do ensino, e destacou o papel da xeica do Catar Mozah bint Nasser, embaixadora da ONU para o tema e ativista da educação em fóruns internacionais e debates entre países. “Ela diz que a educação é uma agenda ‘inacabada’, em construção permanente, e concordo inteiramente com isso”, declarou.

O programa Ciência sem Fronteiras, ressaltou a presidenta, poderá ser beneficiado por intercâmbios na graduação e também há possibilidade de pesquisadores pós-graduandos passarem a exercer atividade no sistema de ensino superior do Catar.

Dilma apontou entre as medidas em estudo o compartilhamento pelo governo brasileiro com o Catar de arquivos da Biblioteca Nacional que demonstram a influência da cultura árabe no país. Segundo a presidenta, parte desses arquivos data da época da chegada de Dom João VI ao Brasil.

Dilma viaja nesta quarta-feira para Cingapura, etapa anterior ao encontro do G20 em Brisbane (Austrália). A presidenta destacou a importância do encontro das 20 maiores economias do mundo e ressaltou que a questão da manutenção do emprego deve ser dos principais assuntos. “Acredito que é um desejo dos países do G20 um desenvolvimento sustentável e equânime”, disse. Destacou ainda a relação dívida/PIB do Brasil, de 35%, ante uma média de 60% entre os países do G20.

Confira a íntegra

Sexta-feira, 27 de junho de 2014 às 18:36

Depoimento de Debora dos Santos, bolsista do Ciência sem Fronteiras

Quinta-feira, 26 de junho de 2014 às 15:36

Presidenta Dilma sanciona sem vetos novo Plano Nacional de Educação

Nota Oficial

“Ontem sancionei, sem vetos, o novo Plano Nacional de Educação – PNE, que terá vigência nos próximos dez anos, orientando a atuação e o papel da União, dos estados, do Distrito Federal, dos municípios, de instituições de ensino, professores, famílias e estudantes, na busca por uma educação de qualidade acessível a todos.

O PNE traz vinte metas para todas as etapas e modalidades da educação, da creche à pós-graduação, e, para cada uma delas, diversas estratégias, muitas das quais já vêm sendo implementadas pelo governo federal. Ao longo dos últimos anos, criamos um caminho de oportunidades por meio da educação, o que pode ser observado pelo expressivo crescimento das inscrições no ENEM.

O PNE nos desafia a ampliar, ainda mais, essas oportunidades, em busca da melhoria da qualidade em todos os níveis, etapas e modalidades da educação, partindo da educação infantil, passando pela educação em tempo integral, o crescimento das matrículas da educação profissional e tecnológica, a ampliação do acesso à educação superior e a expansão da pós-graduação. Para isso serão muito importantes a valorização dos professores, o aumento dos investimentos em educação e o fortalecimento da articulação da União com os estados, o Distrito Federal e os municípios.

A destinação dos recursos dos royalties do petróleo e do Fundo Social do pré-sal para a educação abrem a perspectiva de tornar realidade as metas do PNE. O país tem hoje um Plano Nacional de Educação à altura dos desafios educacionais do Brasil.”

Dilma Rousseff
Presidenta da República

Quarta-feira, 25 de junho de 2014 às 20:10

Dilma anuncia mais 100 mil bolsas na segunda etapa do Ciência sem Fronteiras

Presidenta Dilma posa em selfie com estudantes do programa Ciência sem Fronteiras. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Presidenta Dilma posa para selfie com bolsistas do Ciência sem Fronteiras no anúncio da segunda etapa do programa. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

O programa Ciência sem Fronteiras do governo federal oferecerá 100 mil novas bolsas de estudo na segunda fase, lançada nesta quarta-feira (25) pela presidenta Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto. Ela reiterou objetivo do programa, focado em formar estudantes de vários níveis de graduação, pós-graduação e pesquisadores no exterior em escala compatível com os desafio do país.

“Esse é um programa feito para garantir ao Brasil condições de gerar aqui inovação, de gerar aqui o interesse pelas ciências e pela aplicação da tecnologia em todas as áreas. Na indústria, na agricultura e, sobretudo, para viabilizar também a pesquisa em ciências básicas. Com isso estamos abrindo as nossas fronteiras. Estamos abrindo horizontes dos nossos jovens. Por isso, nós definimos a nova fase do Ciência sem Fronteiras”, explicou.

Dilma lembrou que o Ciência sem Fronteiras concedeu, até este momento, 83,2 mil bolsas no exterior, e destacou que com as chamadas programadas para setembro, o governo atingirá a meta de 101 mil bolsas de estudo. Para efeito de comparação, a presidenta disse que, antes da criação do programa, eram apenas cinco mil bolsistas fora do Brasil.

Números do programa
As 83,2 mil bolsas concedidas pelo Ciência sem Fronteiras foram para estudantes de 1,1 mil municípios. Desse total, 76,1 bolsas do governo federal, e 7,1 mil vindos da iniciativa privada, fato que rendeu agradecimentos da presidenta Dilma as empresas parceiras no programa – 44,2% desses bolsistas são mulheres, 31,4% são negros e 85,9% são jovens.

Dos 43 países de destino dos estudantes, os Estados Unidos lideram o ranking de número de bolsas (26,3 mil), seguidos pelo Reino Unido (9,5 mil), Canadá (7 mil), França (6,4 mil) e Alemanha (5,9 mil). Conforme ressaltou a presidenta no lançamento da segunda fase, o Ciência sem Fronteiras tem 18 áreas prioritárias, dentre as quais se destacam: engenharias e demais áreas tecnológicas (36,4 mil bolsas); biologia, ciências biomédicas e da saúde (14,5 mil); e da indústria criativa (6,6 mil).


Confira a íntegra

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