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Sexta-feira, 6 de janeiro de 2012 às 10:08

Inflação está em trajetória de queda e seguirá recuando em 2012, diz Alexandre Tombini

O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, afirmou hoje (6) em nota que a meta para a inflação foi cumprida em 2011 pelo oitavo ano consecutivo e que, em 2012, “a inflação ao consumidor seguirá recuando”. Segundo levantamento do IBGE divulgado hoje, a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2011 foi de 6,5%.

“A inflação ao consumidor medida pelo IPCA, em linha com o cenário antecipado pelo Banco Central, está em trajetória de queda e encerrou 2011 em 6,5%, após alcançar 7,3% no terceiro trimestre.”

Para o presidente do BC, outros indicadores reforçam “a percepção de significativo arrefecimento das pressões inflacionárias”. Como exemplo, ele disse que a variação dos preços no atacado medida pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) tem mostrado tendência de queda, e se deslocou de 7,5% no terceiro trimestre para 5,1% ao final do ano.

Disse, ainda, que em 2012 a inflação ao consumidor seguirá recuando e se deslocando na direção da trajetória de metas, “dinâmica esta consistente com a estratégia de política monetária adotada pelo Banco Central”.

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Quinta-feira, 1 de setembro de 2011 às 12:53

Cerimônia de inauguração do complexo siderúrgico em Jeceaba (MG)

http://blog.planalto.gov.br/wp-content/uploads/2011/09/dilma_siderurgia_jeceaba.jpg

Presidenta Dilma Rousseff cumprimenta operários da VSB durante visita e inauguração da fábrica em Jeceaba (MG). Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff encontra-se no município de Jeceaba, situado a 124 quilômetros de Belo Horizonte (MG). Na cidade de pouco mais de 6 mil habitantes, a presidenta participa da cerimônia de inauguração do complexo siderúrgico da Vallourec & Sumitomo Tubos do Brasil (VSB). A empresa -- uma joint venture que atua há mais de 30 anos na criação de tubos e conexões especiais para o setor de óleo e gás -- iniciou as obras de sua siderúrgica em 2007.

Com o início das atividades da fábrica serão gerados cerca de 1.500 empregos diretos e outros 1.500 indiretos, segundo a empresa. O complexo siderúrgico, composto por uma planta de pelotização e dois alto-fornos, irá produzir 600 mil toneladas de tubos de aço sem costura e 1 milhão de toneladas de aço bruto ao ano.

A TV NBR transmitiu a visita da presidenta Dilma às instalações e a inauguração da siderúrgica. O internauta pode conferir abaixo os vídeos da cerimônia.

Vídeo com íntegra da cerimônia de inauguração da usina siderúrgica

Vídeo da visita da presidenta Dilma às instalações da usina de Jeceaba (MG)

Ouça abaixo a íntegra do discurso da presidenta Dilma Rousseff

 

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Quinta-feira, 1 de setembro de 2011 às 12:52

“Um sistema de saúde universal, gratuito e de qualidade é o que nós queremos”

Em entrevista às rádios mineiras Itatiaia FM-AM e Congonhas AM na manhã desta quinta-feira (1/9), a presidenta Dilma Rousseff reafirmou seu compromisso com a área da Saúde e ressaltou que, para que os serviços oferecidos à população sejam de qualidade é preciso se pensar em recursos para o setor. Ao ser questionada pelo entrevistador se era a favor do retorno da CPMF, a presidenta respondeu que não, que trabalha para a redução de impostos, mas que é necessário que a população seja esclarecida de que para resolver a equação ‘universalização, gratuidade e qualidade na Saúde’ é preciso discutir, de forma séria, meios para aumentar as verbas destinadas ao segmento.

Uma das saídas – lembrou a presidenta – é o Fundo Social do Pré-Sal, que destina parte dos recursos da exploração do petróleo da camada pré-sal para a melhoria da saúde pública do país. Já a aprovação da Emenda 29, na visão da presidenta, não garante sozinha o incremento que a área precisa para garantir qualidade no atendimento aos brasileiros. Ela lembrou, ainda, que é indispensável aumentar o número de médicos e profissionais da saúde.

“O Brasil tem um sistema de saúde que é universal, gratuito e tem que ser de qualidade, que é que nós queremos. Nenhum país do mundo resolveu essa equação sem investir muito em saúde, não há como (…). Você vai precisar cada vez mais de recursos para a Saúde para ela ser de qualidade.”

A presidenta Dilma Rousseff discursou também sobre a inter-relação entre a taxa de juros e a situação econômica internacional, e lembrou da autonomia do Banco Central, que anunciou ontem a queda dos juros. Ela disse que, no que cabe ao governo federal, a resposta ao cenário de instabilidade internacional está sendo elaborada em três frentes: manutenção do investimento em infraestrutura e programas sociais e incentivo ao emprego, consumo e produção; monitoramento contínuo das características da crise; e estímulo ao crescimento, com aumento do superávit, e postura austera naquilo que não se referir a investimento na área social.

“Não podemos olhar a crise com temor, temos que olhar a crise com ousadia, mas também com cautela, sabendo que o Brasil não tem porque sofrer as consequências dela (…)”, afirmou.

Entre outros assuntos, a presidenta Dilma mencionou também a questão da dívida dos estados com a União e disse que, mantendo-se a responsabilidade fiscal, é possível rever os contratos, o perfil da dívida e o cálculo dos juros. Sobre o marco regulatório da mineração, Dilma Rousseff informou que para não cometer nenhum excesso, nem tampouco nenhuma escassez, o prazo para lançamento do marco está um pouco maior do que o que ela gostaria, que era entre julho e agosto de 2011. “Mas acredito que nós avançamos muito”, disse.

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Quarta-feira, 24 de agosto de 2011 às 17:11

Áudio – Nós estamos criando um grande incentivo à democratização do crédito, diz presidenta Dilma

 
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Sexta-feira, 19 de agosto de 2011 às 13:30

Áudio – “O programa Minha Casa, Minha Vida veio para ficar”

 
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Sexta-feira, 19 de agosto de 2011 às 13:30

“O programa Minha Casa, Minha Vida veio para ficar”

Presidenta Dilma Rousseff posa para foto com o senhor Anderson Aparecido de Souza e família, beneficiados pelo programa Minha Casa, Minha Vida, na entrega de novas moradias. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Presidenta Dilma Rousseff posa para foto com o senhor Anderson Aparecido de Souza e família, beneficiados pelo programa Minha Casa, Minha Vida, na entrega de novas moradias. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

O programa Minha Casa, Minha Vida, que em sua segunda edição tem a meta de construir 2 milhões de unidades habitacionais, é a mostra de que o Brasil não está em crise e que pretende se blindar de possíveis efeitos do desequilíbrio econômico mundial investindo em moradia, geração de emprego, fortalecimento da indústria e inclusão social. Essa foi a tônica do discurso da presidenta Dilma Rousseff que, nesta sexta-feira (19/8), entregou cerca de 2 mil residências em São José do Rio Preto (SP).

A presidenta fez alusão ao círculo virtuoso desencadeado pelo programa, que movimenta setores como o da construção civil e comércio, e resulta, ainda, na construção de creches, escolas e unidades de saúde nas áreas onde as residências são entregues. Dilma Rousseff frisou também que garantir habitação digna é prover ao país segurança e estabilidade social.

“Enquanto houver uma família brasileira sem teto, nós, como nação, não teremos segurança. Nós temos que garantir que as famílias desse país possam olhar para o futuro com esperança e saber que o caminho da construção de um país passa pela capacidade que a gente tem de dar para esses pequenininhos brasileiros, esses brasileirinhos e essas brasileirinhas, a oportunidade que muitas vezes seus pais e suas mães não tiveram, mas que eles têm que ter.”

A presidenta lembrou, ainda, da assinatura, ontem (18/8), de termo de compromisso entre o governo federal e os governos estaduais da região Sudeste para ações locais do Plano Brasil sem Miséria, momento em que cumprimentou o governador de São Paulo, Geraldo Alckimin, pela parceria no complemento ao programa Bolsa Família. Ela reafirmou seu compromisso republicano e disse que é responsabilidade dos governos colocar as necessidades da população acima de diferenças partidárias. “Na hora da eleição a gente disputa, mas na hora de governar, temos que governar olhando o interesse do povo”, disse.

Entrevista coletiva - Após a solenidade, a presidenta Dilma Rousseff conversou rapidamente com a imprensa. Ela foi questionada sobre a liberação de recursos para construção da BR – 153, e informou que para liberar os R$ 180 milhões previstos é necessário que se conclua o projeto executivo. “Mas nós iremos fazer a BR 153, eu asseguro a vocês”, afirmou.

Os jornalistas pediram, ainda, que ela comentasse algumas declarações do novo ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, ao que ela respondeu: “Eu não sei o que o ministro da Agricultura disse e eu não me posiciono sobre o que os outros dizem”.

Ouça abaixo as íntegras do discurso e do quebra-queixo concedido pela presidenta Dilma Rousseff.

 

 
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Sexta-feira, 19 de agosto de 2011 às 10:12

Áudio – Entrevista para a Rádio Metropole AM

 
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Segunda-feira, 15 de agosto de 2011 às 10:48

Áudio – “Para o Brasil crescer melhor é importante estimular as pequenas empresas”

 
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Terça-feira, 9 de agosto de 2011 às 12:53

Vídeo institucional Super Simples

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Terça-feira, 9 de agosto de 2011 às 9:29

Entrevista coletiva do ministro da fazenda Guido Mantega

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