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Quinta-feira, 3 de julho de 2014 às 17:31

Inflação está sob controle e ficará dentro da meta deste ano, afirma presidente do BC

A inflação está sob controle e encerrará o exercício de 2014 respeitando os limites estabelecidos no âmbito do regime de metas, garante o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. “A inflação mensal ao consumidor se encontra em patamar baixo e deve permanecer bem comportada nos próximos meses”, disse ele, em entrevista à Conexão Real, órgão de comunicação interna do Banco Central.

Segundo Tombini, as deflações nos índices gerais de preços observadas recentemente tendem a se refletir com mais intensidade nos preços ao consumidor. Mesmo assim, a inflação acumulada em 12 meses deve permanecer ainda em patamar elevado, em parte, reflexo do choque de preços dos alimentos no início do ano, concentrado em março, e, em parte, reflexo do realinhamento de preços relativos que ocorre na economia brasileira.

Ele observou ainda que o choque de preços de alimentos está se dissipando e revertendo as altas anteriores, inclusive com registro de redução de preços no atacado, que começa a se traduzir em beneficio para o consumidor.

Para Tombini, se mantidas as atuais condições monetárias, a inflação tende a entrar em trajetória de convergência para a meta ao longo do horizonte relevante para a política monetária.

Preços relativos
No que diz respeito ao realimento de preços relativos, há dois processos que ocorrem simultaneamente, explicou o presidente do Banco Central. O primeiro é o realinhamento das taxas de câmbio de moedas de economias emergentes e avançadas, no caso do Brasil, movimento observado nos últimos dois anos. O segundo, é o realinhamento entre os preços administrados e os preços livres, ora em curso.

De acordo com Tombini, ajustes de preços relativos são frequentes e têm impactos diretos sobre a inflação, mas cabe à política monetária conter os efeitos de segunda ordem deles decorrentes.

Atuação do Banco Central
Alexandre Tombini lembrou que, para combater essas e outras pressões de preços, as condições monetárias foram apertadas, mas os efeitos da elevação da taxa Selic sobre a inflação, em parte, ainda estão por se materializar.

“De todo modo, em momentos como o atual, onde a inflação acumulada em 12 meses ainda mostra resistência, a política monetária deve se manter vigilante para mitigar riscos”, alertou.

O presidente do Banco Central voltou a afirmar que, mantidas as condições monetárias, a inflação tende a entrar em trajetória de convergência para a meta ao longo do horizonte relevante para a política monetária.

Fonte: Portal Brasil com informações do Banco Central

Quarta-feira, 18 de junho de 2014 às 19:18

Dilma: Medidas acertadas com Fórum da Indústria melhoram a competitividade do setor

Ministro mantega e presidenta Dilma durante Fórum Nacional da Indústria no Palácio do Planalto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Ministro mantega e presidenta Dilma durante Fórum Nacional da Indústria no Palácio do Planalto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff afirmou ter convocado a reunião com o Fórum Nacional da Indústria, nesta quarta-feira (18), para responder à pauta de propostas reivindicada na audiência realizada em maio deste ano. Ela citou exemplos de medidas acertadas com o fórum da Confederação Nacional da Indústria (CNI), tais como o Reintegra, recomposto e instalado permanentemente pelo governo federal.

“Começamos a fazer essa discussão no dia em que estávamos discutindo a questão da desoneração da folha de pagamento ser ou não permanente. Reconhecemos a importância dela ser permanente. Achamos fundamental a prorrogação e manutenção do Programa de Sustentação do Investimento até 2015, que era um pleito deles. Eles pediam também um PSI do Leasing, nós adotamos. Eles reivindicavam também o marco da biodiversidade, também completamos o processo interno e divulgamos, entre outras medidas”, listou.

Em resposta a questionamentos de que as medidas para o setor teriam cunho eleitoral, Dilma disse que o governo está perfeitamente no uso da legalidade no país. A presidenta considerou que a pauta representa não só uma questão de melhora tanto da relação com os empresários, mas também da competitividade da indústria brasileira.

“A lei é clara: não se toma certas medidas após um determinado prazo. Nós estamos perfeitamente no uso da legalidade nesse país. É impossível o país parar porque um ou outro acha que uma medida tem essa ou aquela função ou destino. O que temos que discutir é o seguinte: é necessário ou não é necessário para a indústria? É cabível ou não é cabível? Essa é a pergunta correta. Se não for cabível, está errado”, comentou Dilma.

Terça-feira, 23 de abril de 2013 às 13:00

Em entrevista, Dilma fala sobre economia e redução de tributos para o setor do etanol

Em entrevista no Palácio do Planalto, após a abertura da exposição “O olhar que ouve”, de Carlinhos Brown, nesta terça-feira (23), a presidenta Dilma Rousseff falou sobre economia, a viagem que faz nesta quinta para Argentina, o Programa Minha Casa, Minha Vida, e a redução de tributos para setor de etanol, que, para ela, é muito importante para economia brasileira.

Também nesta terça, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou medidas para desonerar o setor de álcool. Entre as medidas, está previsto, a partir de 1° de maio, o aumento da mistura do etanol anidro na gasolina de 20% para 25%. Também foi criado um crédito presumido de PIS/ Confins para os produtores do combustível, que, na prática, zera a alíquota de R$ 0,12 por litro.

» Veja detalhes sobre a desoneração do setor no Portal Planalto

“O etanol tem para o Brasil um significado muito grande. Primeiro, por ser renovável. Segundo, por ser amigável do ponto de vista da emissão [de gases do efeito estufa]. E terceiro, da economia. A formação do etanol está ligado a dois mercados distintos. O que nós queremos com esses 25% é reconhecer que esse ano o etanol teve uma produção maior, e portanto podemos ir para uma participação maior”, afirmou Dilma.

Confira a íntegra

 

Terça-feira, 19 de março de 2013 às 9:15

Em coluna, Dilma fala sobre Bolsa Família, economia e seleção de projetos do PAC

Conversa com a PresidentaA presidenta Dilma Rousseff, na coluna Conversa com a Presidenta desta terça-feira (19), respondeu a perguntas sobre as regras de ingresso no Bolsa Família; o crescimento da economia brasileira; e ainda emitiu uma mensagem que tratou do resultado da seleção de obras de pavimentação, saneamento e mobilidade urbana, com um total de recursos de R$ 33 bilhões.

“Para receber o benefício, a família tem que se cadastrar no Cadastro Único para Programas Sociais, organizado pelos municípios com informações sobre renda, escolaridade, localidade, e outras. A família também precisa assegurar frequência escolar mínima das crianças e adolescentes, a vacinação das crianças e a realização do pré-natal pelas grávidas. A frequência é avaliada a cada dois meses e o não cumprimento leva à suspensão do benefício”, explicou Dilma, à professora aposentada de Samambaia (DF) Elvira Justiniano, de 66 anos.

Para Valderice do Nascimento, estudante de São Luis (MA) com 18 anos, Dilma defendeu que 2012 foi um ano positivo para o Brasil, mesmo com um cenário adverso. Para a presidenta, hoje, as condições econômicas brasileiras são mais sólidas, com um mercado interno dinâmico. Ela ainda destacou a geração de 1,3 milhão de novos postos de trabalho em 2012, com a renda real do trabalhador aumentando 4,1%.

Terça-feira, 5 de fevereiro de 2013 às 10:02

Em entrevista a rádios do Paraná, a presidenta afirma que vai continuar política de desoneração da economia em 2013

 

Terça-feira, 5 de fevereiro de 2013 às 8:17

Vamos continuar desonerando o investimento e a produção, afirma Dilma a rádios do Paraná

A presidenta Dilma Rousseff concedeu, nesta terça-feira (5), entrevista a rádios do Paraná, em que respondeu perguntas sobre o corte na tarifa de energia, a desoneração da produção, o controle da inflação, a vigilância nas fronteiras e a preparação de Curitiba para Copa do Mundo. A presidenta afirmou que, em 2013, o corte nos impostos deve alcançar R$ 53 bilhões, e que pretende levar a desoneração para todos os produtos da cesta básica.

“Eu concordo que é importante reduzir a carga tributária. (…) Nós estamos estudando a desoneração integral da cesta básica dos tributos federais. E o conceito de cesta básica está um pouco ultrapassado. E como a lei que definiu a cesta básica é bastante antiga, nós também estamos revisando os produtos que integram a cesta básica, a fim de que possamos desonera-los integralmente”, afirmou.

Ontem, a presidenta afirmou que esperava que, em parceria com o Congresso Nacional e com os estados e municípios, pudesse se avançar para que o Brasil tenha uma política tributária mais justa para os cidadãos e mais favorável ao investimento.

Confira a íntegra

 

Terça-feira, 30 de outubro de 2012 às 21:02

Dilma Rousseff discute energia e economia com o presidente da Fiesp

Em encontro nesta terça-feira (30) com o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, a presidenta Dilma Rousseff debateu o cenário econômico no Brasil e no mundo e o trâmite para a aprovação da medida provisória que dispõe sobre a redução do preço da conta de energia para consumidores residenciais, em 16,2%, e para as indústrias, em até 28%.

“O que foi feito pelo governo é correto, vai beneficiar todos os consumidores brasileiros, e recuperar parte da competitividade brasileira baixando o preço da energia também para as indústrias (…) Nós vamos nos empenhar no Congresso até que seja aprovada a [MP] 579 e até que as contas de luz de todos os brasileiros recebam desconto a partir de janeiro”, afirmou Skaf.

Sobre o cenário econômico, Skaf afirmou que espera um crescimento maior da economia para 2013. “Devemos crescer 1,4% este ano, com a indústria de transformação ficando em -3%. Mas no próximo ano, a economia tem toda a condição de ter um crescimento de mais de 3%, e a indústria de transformação, com a reação que deu nesses últimos meses do ano, já sinaliza com um melhor crescimento no próximo ano, chegando a 3% também”.

Sexta-feira, 6 de janeiro de 2012 às 10:08

Inflação está em trajetória de queda e seguirá recuando em 2012, diz Alexandre Tombini

O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, afirmou hoje (6) em nota que a meta para a inflação foi cumprida em 2011 pelo oitavo ano consecutivo e que, em 2012, “a inflação ao consumidor seguirá recuando”. Segundo levantamento do IBGE divulgado hoje, a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2011 foi de 6,5%.

“A inflação ao consumidor medida pelo IPCA, em linha com o cenário antecipado pelo Banco Central, está em trajetória de queda e encerrou 2011 em 6,5%, após alcançar 7,3% no terceiro trimestre.”

Para o presidente do BC, outros indicadores reforçam “a percepção de significativo arrefecimento das pressões inflacionárias”. Como exemplo, ele disse que a variação dos preços no atacado medida pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) tem mostrado tendência de queda, e se deslocou de 7,5% no terceiro trimestre para 5,1% ao final do ano.

Disse, ainda, que em 2012 a inflação ao consumidor seguirá recuando e se deslocando na direção da trajetória de metas, “dinâmica esta consistente com a estratégia de política monetária adotada pelo Banco Central”.

Quinta-feira, 1 de setembro de 2011 às 12:53

Cerimônia de inauguração do complexo siderúrgico em Jeceaba (MG)

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Presidenta Dilma Rousseff cumprimenta operários da VSB durante visita e inauguração da fábrica em Jeceaba (MG). Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff encontra-se no município de Jeceaba, situado a 124 quilômetros de Belo Horizonte (MG). Na cidade de pouco mais de 6 mil habitantes, a presidenta participa da cerimônia de inauguração do complexo siderúrgico da Vallourec & Sumitomo Tubos do Brasil (VSB). A empresa – uma joint venture que atua há mais de 30 anos na criação de tubos e conexões especiais para o setor de óleo e gás – iniciou as obras de sua siderúrgica em 2007.

Com o início das atividades da fábrica serão gerados cerca de 1.500 empregos diretos e outros 1.500 indiretos, segundo a empresa. O complexo siderúrgico, composto por uma planta de pelotização e dois alto-fornos, irá produzir 600 mil toneladas de tubos de aço sem costura e 1 milhão de toneladas de aço bruto ao ano.

A TV NBR transmitiu a visita da presidenta Dilma às instalações e a inauguração da siderúrgica. O internauta pode conferir abaixo os vídeos da cerimônia.

Vídeo com íntegra da cerimônia de inauguração da usina siderúrgica

Vídeo da visita da presidenta Dilma às instalações da usina de Jeceaba (MG)

Ouça abaixo a íntegra do discurso da presidenta Dilma Rousseff

 

Quinta-feira, 1 de setembro de 2011 às 12:52

“Um sistema de saúde universal, gratuito e de qualidade é o que nós queremos”

Em entrevista às rádios mineiras Itatiaia FM-AM e Congonhas AM na manhã desta quinta-feira (1/9), a presidenta Dilma Rousseff reafirmou seu compromisso com a área da Saúde e ressaltou que, para que os serviços oferecidos à população sejam de qualidade é preciso se pensar em recursos para o setor. Ao ser questionada pelo entrevistador se era a favor do retorno da CPMF, a presidenta respondeu que não, que trabalha para a redução de impostos, mas que é necessário que a população seja esclarecida de que para resolver a equação ‘universalização, gratuidade e qualidade na Saúde’ é preciso discutir, de forma séria, meios para aumentar as verbas destinadas ao segmento.

Uma das saídas – lembrou a presidenta – é o Fundo Social do Pré-Sal, que destina parte dos recursos da exploração do petróleo da camada pré-sal para a melhoria da saúde pública do país. Já a aprovação da Emenda 29, na visão da presidenta, não garante sozinha o incremento que a área precisa para garantir qualidade no atendimento aos brasileiros. Ela lembrou, ainda, que é indispensável aumentar o número de médicos e profissionais da saúde.

“O Brasil tem um sistema de saúde que é universal, gratuito e tem que ser de qualidade, que é que nós queremos. Nenhum país do mundo resolveu essa equação sem investir muito em saúde, não há como (…). Você vai precisar cada vez mais de recursos para a Saúde para ela ser de qualidade.”

A presidenta Dilma Rousseff discursou também sobre a inter-relação entre a taxa de juros e a situação econômica internacional, e lembrou da autonomia do Banco Central, que anunciou ontem a queda dos juros. Ela disse que, no que cabe ao governo federal, a resposta ao cenário de instabilidade internacional está sendo elaborada em três frentes: manutenção do investimento em infraestrutura e programas sociais e incentivo ao emprego, consumo e produção; monitoramento contínuo das características da crise; e estímulo ao crescimento, com aumento do superávit, e postura austera naquilo que não se referir a investimento na área social.

“Não podemos olhar a crise com temor, temos que olhar a crise com ousadia, mas também com cautela, sabendo que o Brasil não tem porque sofrer as consequências dela (…)”, afirmou.

Entre outros assuntos, a presidenta Dilma mencionou também a questão da dívida dos estados com a União e disse que, mantendo-se a responsabilidade fiscal, é possível rever os contratos, o perfil da dívida e o cálculo dos juros. Sobre o marco regulatório da mineração, Dilma Rousseff informou que para não cometer nenhum excesso, nem tampouco nenhuma escassez, o prazo para lançamento do marco está um pouco maior do que o que ela gostaria, que era entre julho e agosto de 2011. “Mas acredito que nós avançamos muito”, disse.

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