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Sexta-feira, 1 de abril de 2011 às 13:01

CNI: Brasil vai à China estabelecer parcerias com foco em infraestrutura e tecnologia

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, fala com a imprensa na saída do Palácio do Planalto. Foto: José Cruz/ABr-Arquivo

A missão presidencial à China, que contará com 212 empresários na comitiva brasileira, foi o tema central do encontro entre a presidenta Dilma Rousseff e o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, que ocorreu na manhã desta sexta-feira (1/4), no Palácio do Planalto. A informação foi dada por Andrade, em entrevista coletiva após a audiência.

O presidente da CNI afirmou que a indústria brasileira pretende alavancar parcerias com a China, país que tem recursos disponíveis para investimentos no Brasil, especialmente nas áreas de infraestrutura e tecnologia, e que a temática será foco da missão. Ele afirmou que a presidenta Dilma compartilha da visão de que a indústria brasileira tem que ser fortalecida, visto que é grande responsável pela geração de emprego e renda, e que não é interessante ao país “ser apenas importador de produtos manufaturados da China, que tem preços que não são competitivos na indústria mundial”.

“O que nós mostramos para a presidenta é que o interesse da indústria com relação à China é de ser parceiros nos investimentos no Brasil em infraestrutura (…). Por outro lado, acho que podemos ter indústrias chinesas de setores de produção de manufaturados investindo no Brasil dentro do nosso ambiente de negócio, tanto voltados para o mercado interno quanto para o externo”, afirmou.

Entre os setores que serão priorizados nos debates com os empresários chineses, Andrade destacou rodovias, ferrovias, saneamento e energia, áreas que a China tem produção e recursos para serem aplicados no Brasil “dentro de parcerias público-privadas ou em associação com empresas brasileiras”.

Durante a entrevista, Andrade afirmou que é necessário que o Brasil reformule a política cambial e que “a taxa de câmbio é um problema que o governo brasileiro pode resolver a curto prazo”. Segundo ele, a presidenta Dilma “concorda plenamente com essa agenda e acha que nós temos que agir de maneira rápida e eficiente”. Como medidas, a CNI sugeriu a tributação sobre a entrada de recursos financeiros para aplicação no mercado financeiro no Brasil, de maneira a coibir a entrada de recursos especulativos.

“O governo pode criar limitações à entrada desse capital, pode criar tributação, pode criar quarentena, e acho que o governo deve estar pensando em tomar essas medidas”, opinou.

Micro e Pequenas Empresas – Questionado se durante o encontro com a presidenta foi tratada a criação da Secretaria de Micro e Pequenas Empresas, Robson Andrade afirmou que embora o assunto estivesse na pauta, não houve tempo para tratar a questão, mas que considera adequada a criação de uma secretaria que possa englobar as políticas para o segmento.

“Nós temos diversas políticas, propostas e ações que estão ‘espalhadas’ no MDIC, no BNDES, na própria Receita Federal, no Ministério da Fazenda e precisa que essas políticas estejam concentradas em um lugar para que elas tenham mais eficácia, mais eficiência, e que possa estudar as novas proposições”, disse.

Comércio Brasil-China – Os investimentos da China no Brasil superaram US$ 13 bilhões em 2010. O gigante asiático é, desde 2009, o maior parceiro comercial do Brasil e vem se tornando um grande investidor no País. Os investimentos estão concentrados principalmente nos setores de Energia – petróleo e gás (54,7%), mineração (22,3%) e siderurgia (11,8%), portos (3,4%) e energia elétrica (3,3%). Os setores automobilístico, ferro e aço, agronegócio, máquinas para construção, bancário e comunicação representam os 3% restantes.

As informações são de um estudo publicado pelo Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC), divulgado nesta quarta-feira (30/4), em workshop realizado no Itamaraty, em Brasília. O conselho reúne algumas das maiores empresas de ambos países.

Uma das prioridades da comitiva brasileira que vai à China no dia 11 de abril é atrair mais investimentos e abrir oportunidades de cooperação nas áreas de infraestrutura, em especial aquelas relacionadas ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), mineração e energia.

O estudo da CEBC revela não apenas os US$ 13 bilhões realizados no ano passado (44% do total), mas também os US$ 8 bilhões anunciados pelos chineses (27%) e os US$ 8,6 bilhões que ainda estão em fase de negociação, em um total de US$ 29,6 bilhões.

Segunda-feira, 27 de dezembro de 2010 às 13:49

Em café da manhã com jornalistas, presidente celebra o diálogo

EntrevistasAo fazer uma avaliação pessoal para os jornalistas que cobrem o dia a dia da Presidência da República, em encontro realizado na manhã desta segunda-feira (27/12), no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), o presidente Lula disse que é resultado “de uma sociedade em processo de efervescência”, fruto de diversos movimentos que marcaram a história recente do País. O presidente fez questão de lembrar aos convidados que sua gestão foi marcada pelo diálogo com os diversos setores da sociedade brasileira:

“Eu mudei as relações do Estado com a sociedade e do Governo com os movimentos sociais.”

O presidente fez uma avaliação preliminar dos oito anos de seu governo e garantiu que o Brasil está preparado para se transformar na quinta economia mundial, sendo necessário para isso manter o ritmo dos investimentos. Disse ainda que só poderá fazer uma avaliação dos erros e acertos da administração em seis meses ou um ano. “Deixo a Presidência da República com a sensação do dever cumprido”, afirmou.

Lula está contente com a equipe montada pela presidente eleita Dilma Rousseff e manifestou confiança no desempenho de sua sucessora. Para o presidente, “Dilma vai ter uma vida mais facilitada” pois conhece todas as questões do governo.

Ouça aqui a íntegra da entrevista:

[podcast]http://blog.planalto.gov.br/wp-content/uploads/2010/12/pr2260-2@.mp3[/podcast]

Leia o artigo completo »

Quinta-feira, 9 de dezembro de 2010 às 13:08

Presidente presta solidariedade em público ao Wikileaks

(Vídeo: Ricardo Stuckert/PR)

O presidente Lula prestou solidariedade nesta quinta-feira (9/12) ao fundador do Wikileaks, Julian Assange, preso esta semana após seu grupo ter divulgado mensagens produzidas pela diplomacia americana, e criticou a imprensa brasileira por não defender o ativista australiano e a liberdade de expressão. ”O rapaz foi preso e eu não estou vendo nenhum protesto contra a [o cerceamento à] liberdade de expressão. É engraçado, não tem nada”, afirmou o presidente, que fez questão de registar o seu:

Ô, Stuckinha (Ricardo Stuckert, fotógrafo oficial da Presidência), pode colocar no Blog do Planalto o primeiro protesto, então, contra a [o cerceamento à] liberdade de expressão na internet, para a gente poder protestar, porque o rapaz estava apenas colocando aquilo que ele leu. E se ele leu porque alguém escreveu, o culpado não é quem divulgou, o culpado é quem escreveu. Portanto, em vez de culpar quem divulgou, culpe quem escreveu a bobagem, porque senão não teria o escândalo que tem. Então, Wikileaks, minha solidariedade pela divulgação das coisas e meu protesto contra a [o cerceamento à] liberdade de expressão.

Lula, que participava do evento em que foi apresentado um balanço de quatro anos do PAC, realizado no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), disse ainda desconhecer se seus embaixadores também enviam esse tipo de mensagem, como os diplomatas americanos, e alertou a presidente eleita Dilma Rousseff para que avise seu ministro (das Relações Exteriores) que “se não tiver o que escrever, não escreva bobagem, passe em branco a mensagem”.

Ouça aqui a íntegra do discurso do presidente no evento:

[podcast]http://blog.planalto.gov.br/wp-content/uploads/2010/12/pr2216-2@1.mp3[/podcast]

Quinta-feira, 25 de novembro de 2010 às 23:48

Prioridade na América Latina é diplomacia da solidariedade e do entendimento entre iguais

Viagens internacionaisO Brasil está determinado a trabalhar pela convergência dos processos de integração política e econômica da América do Sul, América Central e Caribe e prioriza, em sua política externa, uma relação baseada na diplomacia da solidariedade e do entendimento entre iguais. Essa foi a tônica do discurso do presidente Lula nesta quinta-feira (25/11), em Georgetown, durante cerimônia em que foi condecorado com a Ordem de Excelência, a mais alta distinção guianesa.

Sempre uso a imagem de que não é possível o Brasil desenvolver-se sem que seus vizinhos também encontrem o caminho da paz e da prosperidade. Nossa empreitada é um trabalho comum. Esse espírito de fraternidade é a base indispensável de uma América do Sul mais unida, próspera e justa.

Os presidentes Lula e Bharrat Jagdeo, da Guiana, em cerimônia realizada em Georgetown que homenageou o presidente brasileiro. Foto: Ricardos Stuckert/PR

O presidente brasileiro fez questão de enfatizar o esforço do Brasil em consolidar “o destino continental da Guiana”, lembrando o avanço dos dois países na relação bilateral. Como exemplo, citou a criação do Comitê de Fronteira, o acordo “Regime Especial Fronteiriço e de Transporte para as Localidades de Bonfim e Lethem”, que será implantado em breve, e a inauguração da ponte sobre o rio Tacutu, primeira ligação física entre os dois países.

Ao presidente guianense, Bharrat Jagdeo, Lula ratificou que é necessário somar esforços e continuar estabelecendo “sólidas pontes de diálogo e cooperação”, para enfrentar com maior êxito os desafios da integração regional. Segundo ele, os dois países devem trabalhar juntos para o fortalecimento da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica e a posição dos países amazônicos nas negociações sobre mudança do clima.

Nesse sentido devemos impulsionar juntos o projeto de integração não só da América do Sul, mas também da América Latina e Caribe. Esperamos contar com apoio da Guiana para iniciar as negociações Mercosul-Caricom, tão logo o bloco caribenho esteja pronto.

Após a cerimônia, o presidente Lula foi homenageado com uma apresentação cultural local e, em seguida, participa de um jantar com os chefes de Estado da Unasul.

Ouça aqui a íntegra do discurso do presidente Lula durante a cerimônia:

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Quinta-feira, 25 de novembro de 2010 às 9:01

Entrevista com o embaixador Antonio Simões, representante do Brasil na Unasul

Quinta-feira, 25 de novembro de 2010 às 9:00

Brasil quer mecanismo na Unasul para defender democracia na América do Sul

Viagens internacionaisA inclusão de uma cláusula democrática no Tratado Constitutivo da União das Nações Sul-Americanas (Unasul) é um dos principais assuntos que os chefes de Estado discutirão na próxima sexta-feira (26/11), em Georgetown, na Guiana, durante a IV Cúpula da Unasul. O presidente Lula será um dos principais defensores da inclusão de um protocolo adicional que funcione como um mecanismo para defender as democracias da América do Sul.

O embaixador Antônio Simões, delegado brasileiro na Unasul, explica que a há um consenso a respeito da necessidade da inclusão de uma cláusula que consolide o compromisso da organização com a defesa dos princípios democráticos. “Se alguma democracia estiver ameaçada, a Unasul vai ter um mecanismo de proteção: esse país vai ser suspenso da organização enquanto a democracia não for restabelecida”, disse.

A Cúpula de Georgetown marca o final da presidência pró-tempore do Equador e o início da presidência da Guiana. Além disso, será discutido o nome de quem sucederá Nestor Kirchner na Secretaria-Geral da Unasul. O ex-presidente da Argentina faleceu no último dia 27 de outubro, deixando vago o cargo de Secretário-Geral da organização.

Na opinião do embaixador, direitos humanos também serão pauta central das conversas entre os presidentes, que avaliarão se a Unasul deve ou não ter o seu conselho de direitos humanos. A iniciativa foi lançada pelo Brasil em junho de 2009, como forma de fortalecer a participação de todos os países da América do Sul em reuniões dedicadas ao diálogo e à cooperação em direitos humanos no plano regional.

Essa discussão existe não porque os países não têm interesse em direitos humanos, porque a maioria dos países da Unasul já discutem direitos humanos no espaço de países Mercosul e países associados. Então a ideia que agente tem é de discutir se precisa realmente de um novo âmbito ou se nós vamos tratar isso dentro do âmbito que existe hoje.

A Cúpula discutirá também medidas de fomento à confiança e segurança, aprovadas pelo Conselho de Defesa da Unasul. “São medidas que levam os países a ver o outros como aliados na averbação da ordem democrática, na preservação da paz, na preservação da segurança interna. São medidas que levam os países a trabalhar mais na área da cooperação”, explica Simões.

Sexta-feira, 29 de outubro de 2010 às 11:44

Néstor Kirchner: “Um homem morre, mas as ideias permanecem”

A eleição de Néstor Kirchner como presidente da Argentina permitiu que seu país e o Brasil conseguissem superar muitas das barreiras que criavam dificuldades entre as relações de ambos, acabando com o preconceito diplomático e empresarial, afirmou o presidente Lula após prestigiar o velório de Kirchner em Buenos Aires. O ex-presidente argentino morreu na quarta-feira (27/10) vítima de um ataque cardíaco.

O preconceito, às vezes diplomático, o preconceito empresarial, a preocupação que existia na relação entre Argentina e Brasil deixou de existir na medida em que Brasil e Argentina, através do presidente Kirchner e através da minha presidência, descobriram que não eram adversários, a não se no futebol. Que na economia e na política a gente se completava e que Brasil e Argentina tinham um papel extraordinário na integração da América do Sul e da América Latina.

Ouça a íntegra da declaração do presidente Lula feita ontem em Buenos Aires:
[podcast]http://blog.planalto.gov.br/wp-content/uploads/2010/10/pr2125-2@.mp3[/podcast]

Lula ressaltou ainda que o relacionamento entre os dois países, estreitado no governo de Kirchner, foi um “jogo vitorioso”, que resultou na construção da Unasul, do Conselho de Defesa e do Conselho de Combate ao Narcotráfico e que “a relação Brasil e Argentina é a melhor de todos os tempos”.

O presidente brasileiro afirmou que Néstor Kirchner continua governando com a presidente Cristina Kirchner e com povo argentino e a Argentina continuará trilhando o caminho de desenvolvimento e de recuperação de suas políticas sociais:

Eu dizia à companheira Cristina que um homem morre, mas as ideias permanecem. E eu acho que Kirchner foi uma figura que construiu ideias aqui na Argentina e que o legado mais importante que o Kirchner conseguiu foi recuperar a autoestima do povo argentino, o orgulho do povo argentino, o emprego do povo argentino, coisa que estava há duas décadas e meia praticamente perdida… Eu saio daqui triste porque o Kirchner se foi, mas saio daqui feliz porque senti o povo argentino cumprimentando a Cristina com muito orgulho, com muita força e com muito reconhecimento.

O corpo do ex-presidente da Argentina Néstor Kirchner será levado a Río Gallegos, na província sulista de Santa Cruz, onde ele nasceu e começou sua carreira política, para ser enterrado. A expectativa é que o enterro ocorra por volta do meio dia – 13h de Brasília – desta sexta-feira (29/10), em uma cerimônia privada da família.

Segunda-feira, 16 de agosto de 2010 às 21:30

Com homenagem e promoção, governo repara ‘aberração’ da cassação de Vinícius de Moraes

Promover o diplomata, poeta e compositor Vinícius de Moraes ao cargo de Ministro de Primeira Classe (embaixador) é um processo de reparação obrigatória, que não precisa de agradecimento algum por parte da família, disse o presidente Lula durante cerimônia realizada nesta segunda-feira (16/8) no Palácio Itamaraty. Emocionado, Lula disse que “possivelmente, quem teve a atitude de propor a cassação de Vinicius não tenha lido o poema Operário em Construção. Porque se ele tivesse lido, tal como o operário ele havia aprendido a dizer ‘não’ e não teria cumprido a aberração que foi colocar fim à carreira diplomática do Vinicius de Moraes”.

Vinícius foi aposentado compulsoriamente durante a ditadura militar, por meio do Ato Institucional n.º 5 (AI-5), em 1968. A lei sancionada por Lula em junho passado assegura aos atuais dependentes do poeta os benefícios da pensão correspondente ao cargo.

Lula ressaltou a preocupação de seu governo em reparar erros históricos e lembrou do brilhantismo de Vinicius como pessoa, poeta e diplomata:

“Eu tenho dito aos meus companheiros de governo que muitas vezes, no Brasil, nós esquecemos as pessoas que a gente gosta, deixamos de exaltar as pessoas que foram vítimas do período do autoritarismo. Aos poucos, a gente vai esquecendo de transformar os nossos heróis em heróis, porque nós não falamos deles”.

Ouça aqui a íntegra do discurso:
[podcast]http://blog.planalto.gov.br/wp-content/uploads/2010/08/pr2020-2@.mp3[/podcast]

Durante o evento, a cantora Miúcha interpretou canções de Vinicius ao lado da filha do poeta, Georgiana de Moraes, e da neta Mariana de Moraes, que lembrou emocionada o encontro do presidente com seu avô, 31 anos atrás (1979), quando Vinicius leu, a convite do então presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Luiz Inácio da Silva, o poema Operário em Construção – veja aqui trecho de documentário que mostra a cena.

O poema foi lido durante a cerimônia de hoje pelo professor Eucanaã Ferraz, confira:

Em seu discurso, o presidente ressaltou aos familiares do diplomata que estavam presentes as qualidades de Vinicius não só como poeta e diplomata, mas também em sua vida particular. “Não sabia que era possível um ser humano saber viver como ele soube. Vinicius era um ser superior, e um ser superior, mesmo cassado, continua crescendo. Para mim, ele era sublime”, disse.

Quinta-feira, 5 de agosto de 2010 às 18:24

Bons resultados solidificam parceria Brasil-Colômbia

Viagens internacionaisCom quase três anos à frente da Embaixada do Brasil na Colômbia, Valdemar Carneiro Leão é uma referência para quem busca informações sobre o país vizinho. Envolvido com os preparativos da visita do presidente Lula a Bogotá, o embaixador brasileiro recebeu o Blog no Planalto em seu gabinete, para uma conversa sobre as expectativas da parceria entre os dois países. Durante a conversa, Carneiro Leão mostrou-se contente com os resultados alcançados no incremento comercial e principalmente com a crescente vinda de empresas brasileiras para a Colômbia.

“A Colômbia é um país estável, com regras claras para os investidores que desejam vir para cá. A relação com o governo Álvaro Uribe foi muito boa e apostamos que ela se mantenha no governo Juan Manuel Santos”, afirmou.

Na área comercial, a balança comercial entre Brasil e Colômbia já retornou aos níveis verificados antes da crise financeira mundial. Entre janeiro e maio deste ano, as exportações brasileiras para a Colômbia atingiram US$ 825,3 milhões e as importações colombianas ficaram em US$ 372,5 milhões. Os produtos mais requisitados pela Colômbia são caldeiras, máquinas, veículos, equipamentos tecnológicos. Já a Colômbia enviou para o Brasil carvão, pneus e produtos em PVC que constituem cerca do 85% da pauta de exportação colombiana.

Leia o artigo completo »

Quinta-feira, 5 de agosto de 2010 às 18:06

Clima de expectativa em Bogotá para a posse do novo presidente colombiano

Viagens internacionaisO clima em Bogotá, capital da Colômbia, para a posse do novo presidente Juan Manuel Santos, é de muita expectativa. O atual presidente, Álvaro Uribe, fará um pronunciamento para prestar contas de seus oito anos de governo e a cidade já se enfeita para receber os 17 chefes de Estado e Governo que já confirmaram presença para a cerimônia de posse.

Um dos mais aguardados na capital colombiana é o presidente Lula, que tem sido o personagem central do noticiário local, principalmente devido a uma possível intermediação sua no conflito entre Colômbia e Venezuela. Lula visitará a Venezuela e terá encontro com o presidente Hugo Chávez antes de chegar à Colômbia.

Conheça mais detalhes da visita do presidente Lula à Venezuela e à Colômbia:

Bandeira da Colômbia Clique na bandeira para ver todos os posts da viagem à Colômbia.

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