Domingo, 12 de fevereiro de 2012 às 9:13
Sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012 às 22:04
A presidenta Dilma Rousseff fez o seguinte comentário, a respeito dos boatos de que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, teria apresentado um pedido de demissão: “As pessoas que espalham esses rumores prestam um desserviço ao país. Não se sabe a quais interesses inconfessáveis elas servem”.
Sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012 às 13:04

Presidenta Dilma Rousseff acompanha a assinatura do termo de posse pela nova ministra da Secretaria de Política para as Mulheres, Eleonora Menicucci. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Na cerimônia de posse da nova ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, a presidenta Dilma Rousseff afirmou que a mudança na Lei Maria da Penha, definida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para que a denúncia contra o agressor possa ser feita pelo Ministério Público, fortalece a luta das mulheres e elimina as controvérsias.
“Ontem, eu tenho certeza que todos nós, mulheres e homens brasileiros, demos um passo na construção de uma sociedade em que, de fato, a luta contra a violência e a discriminação avançou”, disse.
Na cerimônia, que contou com a presença de 24 ministros e dos interinos do Trabalho e do Planejamento, a presidenta afirmou que Eleonora Menicucci é uma lutadora incansável pelos direitos das mulheres, uma feminista que vai seguir as diretrizes do governo, o mais feminino que o Brasil já teve.
“Eleonora vai integrar o governo mais feminino da história do país não apenas porque tem uma mulher na Presidência da República e dez mulheres à frente dos ministérios. É um governo feminino, porque homens e mulheres do governo reconhecem a importância da mulher e seus direitos na sociedade. Porque a Presidência da República e todos seus ministros respeitam e defendem a igualdade de gênero. Nossas políticas tratam as mulheres em condições de igualdade.”
Professora e socióloga, Eleonora Menicucci lembrou, no discurso de posse, o tempo em que dividiu a cela com Dilma Rousseff no Presídio Tiradentes. A ditadura, a prisão e a tortura, disse a nova ministra, ensinaram a lidar com as adversidades e nunca se omitir. Hoje, na condição de ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci afirmou que buscará novos caminhos e novas soluções para garantir os direitos das mulheres.
“Continuarei atuando para que as mulheres saiam da condição de miséria”, garantiu, ressaltando ainda a importância da Lei Maria da Penha. “Não se pode aceitar que ainda hoje as mulheres sejam objeto de qualquer forma de expressão de violência. A implantação da Lei Maria da Penha representa um avanço significativo em relação aos direitos das mulheres no mundo, por tornar crime todo ato de violência física, moral, patrimonial, psicológica e sexual contra as mulheres na esfera das relações doméstica e familiares. Hoje, a noção de que é crime bater em mulher está amplamente difundida.”
Já a ex-ministra Iriny Lopes, no seu discurso de despedida, defendeu que a Lei Maria da Penha ganhe eficácia.
“Pudemos avançar para que a Lei Maria da Penha alcançasse a efetividade e pudesse regatar as mulheres vítimas de violência, mas precisamos dar à Leieficácia. E para isso o debate doutrinário precisava ser encerrado”, disse Iriny sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal.
Sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012 às 11:27
A presidenta Dilma Rousseff divulgou hoje (10) mensagem por ocasião do centenário da morte do Barão do Rio Branco em que lembra o legado deixado para o país. Segundo a presidenta, com pragmatismo e sensibilidade política, Rio Branco desenhou as fronteiras do Brasil pela via da negociação e da arbitragem. E como chanceler, lançou as bases de uma política externa baseada no diálogo e na cooperação.
“Sua obra é a confirmação da vocação pacífica do Brasil e da nossa crença na força do Direito e da persuasão”, disse a presidenta na mensagem.
Ela lembrou ainda que, no plano regional, Rio Branco esboçou iniciativas de aproximação com a América do Sul e, em escala global, soube reagir de forma construtiva às transformações internacionais em curso, sempre buscando ampliar os espaços de autonomia do Brasil.
“No momento em que aprofundamos a integração regional e consolidamos uma diplomacia de alcance global, a memória de Rio Branco nos inspira a olhar para o futuro com crescente confiança”, encerrou a presidenta.
Sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012 às 9:16
A presidenta Dilma Rousseff participa hoje (10) da cerimônia de posse da ministra-chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci de Oliveira. Será às 11h no Palácio do Planalto.
Quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012 às 14:25

Em visita à Transnordestina, presidenta Dilma afirma que obras estarão concluídas em 2014. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Na visita às obras de construção da Ferrovia Transnordestina, a presidenta Dilma Rousseff disse hoje (9), na cidade de Parnamirim (PE), que o governo federal vai trabalhar para que o empreendimento seja feito sem interrupções. Os prazos, disse, devem ser cumpridos para que a Transnordestina esteja concluída em 2014. Para isso, governo e empresas privadas terão uma reunião para avaliar o andamento das obras.
Vamos acertar os nossos parafusos para que haja uma solução mais rápida, porque ela é de imenso interesse para a região. A Transnodestina funciona como um caminho de desenvolvimento. Onde tem ferrovia tem transporte acessível e barato, afirmou a presidenta em entrevista coletiva.
Além disso, segundo Dilma Rousseff, a Transnordestina vai impactar o transporte de grãos e minérios.
Queremos garantir que o interior do Brasil se ligue aos portos. Isso significa maior capacidade de comercializar a produção e explorar o potencial da região.
Ouça abaixo a íntegra da entrevista concedida pela presidenta Dilma em Parnamirim (PE).
Quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012 às 14:21
A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (9) que o governo federal vai dar apoio aos estados que solicitarem a presença da Força Nacional de Segurança, como ocorreu na Bahia. Segundo ela, o governo deve considerar legítimas as reivindicações dos movimentos grevistas. No entanto, ressaltou a presidenta, a prática de “atos ilícitos” não é compatível com a democracia.
“Nós não consideramos que seja correto instaurar o pânico, instaurar o medo, criar situações que não são aquelas compatíveis com uma democracia. Em uma democracia você sempre tem de considerar legítimas as reivindicações, mas há formas de reivindicar. Eu não considero que o aumento de homicídios na rua, queima de ônibus, entrada em ônibus encapuzado seja uma forma correta de conduzir o movimento”, avaliou.
A presidenta Dilma disse ainda que os crimes cometidos durante a paralisação dos policiais na Bahia não podem ser anistiados. Segundo ela, o respeito às reivindicações está garantido, mas a anistia não pode ser usada para “sancionar a ilegalidade”.
“Atos ilícitos, por crimes contra o patrimônio, crimes contra as pessoas e crimes contra a ordem pública não podem ser anistiados. Se você anistiar, aí vira um país sem regra. Agora, eu repito, acho que você tem de respeitar democraticamente os movimentos e suas reivindicações.”
Quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012 às 9:24
A presidenta Dilma Rousseff visita hoje (9) as obras da Ferrovia Transnordestina. O roteiro começa, às 9h45 (10h45 no horário de Brasília), na cidade de Parnamirim (PE).
Às 11h20 (12h20 em Brasília), a presidenta estará no município de São José do Belmonte (PE), onde visitará outro trecho da obra.
Em Salgueiro (PE), a presidenta terá encontro com os diretores das empresas Transnordestina e Odebrecht durante almoço no Canteiro Industrial da Ferrovia, às 12h40 (13h40 em Brasília). No mesmo local, às 15h40 (16h40 no horário de Brasília), está marcada a fotografia com trabalhadores.
O embarque para Brasília está previsto para 17h.
Quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012 às 18:40
As obras de integração do Rio São Francisco vão assegurar as condições de desenvolvimento ao Nordeste, além de garantir que o aquecimento da economia brasileira num momento de crise internacional. A avaliação foi feita pela presidenta Dilma Rousseff em entrevista coletiva na cidade de Juazeiro do Norte, no Ceará, durante visita às obras no Rio São Francisco.
“Eu estou aqui hoje também para acelerar o investimento e fazer com que essa obra, que é importantíssima socialmente, cumpra também seu papel econômico, que é gerar emprego, fazer demandas, contratar gente, comprar cimento, assegurar que a economia continue se mexendo”, disse a presidenta.
Segundo a presidenta, superada a fase de renegociação de contratos, o governo agora vai cobrar o cumprimento de prazos e de metas para garantir o acesso à água pela população do semiárido.
“Hoje, assinalo o seguinte: a partida está dada. Essa partida é fundamental. Essa é uma obra crucial para o Brasil. Sem ela, uma parte do Brasil, que é o Nordeste, não tem as condições adequadas para o seu desenvolvimento, por isso que nós estamos aqui”, afirmou.
Quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012 às 15:24

Ao lado do governador Eduardo Campos, presidenta Dilma visita as obras de integração do Rio São Francisco. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Na primeira etapa da visita às obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco, em Pernambuco, a presidenta Dilma Rousseff disse hoje (8) que vai cobrar o cumprimento dos prazos e metas para execução da obra. Segundo ela, superada a fase de renegociação de contratos, o governo agora quer resultados.
“O ministro [Fernando Bezerra] negociou contratos, reequilibrou esses contratos e agora nós temos uma clara perspectiva de fazer com que essa obra entre em regime de cruzeiro e não tenha nenhum problema de continuidade. Essa obra é estratégica para o país. Ela é também uma obra desafiadora, prioritária para o governo e para o Brasil. É uma obra que nós daremos integral apoio e agora nós queremos resultado. E isso será cobrado”, disse a presidenta em entrevista coletiva na cidade de Floresta, em Pernambuco.
Ela disse ainda que pretende “olhar detalhadamente os prazos” para cobrar as metas de execução da obra de integração do Rio São Francisco. Segundo a presidenta, o governo pretende “tirar o investimento público do papel” para garantir o crescimento econômico e a melhoria das condições de vida da população.
“Nós vamos tirar o investimento público do papel. Daqui para frente, não há justificativa nenhuma para que esses investimentos não saiam. Para o país crescer, para melhorar as condições de vida população, tem certas obras que são estruturantes, são prioritárias. Esse é uma obra estruturante e prioritária para o Nordeste.”
Ouça abaixo o áudio da entrevista concedida pela presidenta Dilma na cidade de Floresta (PE).
Receba os artigos do Blog do Planalto diariamente por e-mail preenchendo os campos abaixo:
Um e-mail de confirmação do FeedBurner&trade será enviado para você! Confirme no link que será enviado para o seu e-mail para receber os últimos artigos do Blog do Planalto.