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Quarta-feira, 23 de julho de 2014 às 16:16

Presidenta sanciona Lei que institui Política Nacional de Cultura Viva

A presidenta Dilma Rousseff sancionou a lei 13.018/2014, que estabelece a Política Nacional de Cultura Viva. Publicada no Diário Oficial da União (DOU), nesta terça-feira (23), a lei tem como principal objetivo ampliar o acesso da população brasileira aos direitos culturais. Para isso, o documento conta com parcerias nas três esferas de governo: federal, estadual e municipal.

A nova legislação transforma o Programa Nacional de Promoção da Cidadania e da Diversidade Cultural (Cultura Viva), idealizado em 2004, em política de Estado, que é viabilizada por meio de três instrumentos. O primeiro deles, chamado de “pontos de cultura”, compreende as entidades não governamentais sem fins lucrativos que desenvolvem ações culturais continuadas nas comunidades locais.

O segundo instrumento é chamado de “pontões de cultura”. São espaços culturais ou redes regionais e temáticas que articulam os pontos de cultura. A proposta permite a parceria entre ambos com escolas de ensino fundamental e médio de todo o País, para a divulgação de suas ações e bens culturais.

O terceiro pilar da nova política nacional é o Cadastro Nacional de Pontos e Pontões de Cultura, composto pelos grupos que desenvolvem ações culturais e que possuem certificação simplificada concedida pelo Ministério da Cultura.

A iniciativa também conta com ações estruturantes no apoio à cultura como: intercâmbio e residência artísticas, cultura digital, conhecimentos tradicionais, memória e patrimônio, entre outras.

Com a nova legislação, a União, por meio do Ministério da Cultura e dos entes federados parceiros, é autorizada a transferir de forma direta os recursos às entidades culturais integrantes do Cadastro Nacional de Pontos e Pontões de Cultura, com a finalidade de prestar apoio financeiro à execução das ações da política nacional.

Fonte: Portal Brasil.

Quarta-feira, 2 de julho de 2014 às 17:43

Marta: Brasil de Todas as Telas coloca o país em condições de entrar no mercado internacional

Após lançamento do programa de apoio ao desenvolvimento do audiovisual brasileiro, Brasil de Todas as Telas, nesta terça-feira (1), a ministra da Cultura, Marta Suplicy, afirmou que ele coloca o Brasil em condições de entrar no mercado internacional como nunca esteve antes.

“É o sonho que a gente tinha de dar essa musculatura para o cinema brasileiro. Com essa possibilidade que investe em tantas áreas do cinema e do audiovisual, vamos conseguir em alguns anos nos tornar um dos grandes players do cinema do mundo. R$ 1,2 bilhão não é pouca coisa, é um dos maiores recursos que a cultura já recebeu,” destacou a ministra.

Os cineastas Cacá Diegues e Luiz Carlos Barreto também participaram da cerimônia e destacaram a relevância do programa. Para Barreto, trata-se de um evento histórico, porque é o caminho de auto sustentação da atividade. Ele falou ainda sobre a importância do Vale Cultura, que democratiza o acesso e devolve o imposto ao povo, ao contribuinte.

“[Brasil de Todas as Telas] é o programa de audiovisual mais importante desde a criação da Lei do Audiovisual, em 1994. É investimento na infraestrutura, para q o cinema brasileiro se torne atividade permanente do Brasil”, ressaltou Diegues.

Quarta-feira, 2 de julho de 2014 às 17:43

Marta: Brasil de Todas as Telas coloca o país em condições de entrar no mercado internacional

Sexta-feira, 1 de março de 2013 às 21:23

Dilma inaugura museu em zona portuária do Rio de Janeiro

O Museu de Arte do Rio (MAR) foi inaugurado nesta sexta-feira (1º), com a presença da presidenta Dilma Rousseff. Ela destacou que o fato de o Brasil estar investindo em museus é um indicativo de que o país está evoluindo para se transformar em uma nação de classe média.

“Um dos efeitos mais importantes, quando a gente vê de fato que um país evolui, que está mudando, se transformando em um país de classe média, que valoriza a superação da miséria, mas também a ciência, a tecnologia e a cultura. (…) Eu acredito que esse museu é um passo do Brasil nessa direção”, disse.

Para a presidenta, o novo museu, que conta com um acervo de mais de 900 obras, apresentará a alma e a história do Brasil aos turistas que visitam a cidade, além de atender a todos os brasileiros. Localizado na Praça Mauá, zona portuária da cidade, o museu faz parte do Projeto Porto Maravilha e ocupa o Palacete Dom João VI, erguido em 1916.

Quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013 às 21:01

Dilma recebe atores para sessão de Tainá 3 – A Origem, no Palácio do Alvorada

Dilma Rousseff e a atriz Wiranu Tembé (Tainá) posam para foto antes da exibição do filme Tainá 3 – A Origem, no Palácio da Alvorada. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Segunda-feira, 2 de maio de 2011 às 17:20

Exposição Mulheres, Artistas e Brasileiras fica em cartaz até o próximo domingo

Quem ainda não pôde apreciar a exposição “Mulheres, Artistas e Brasileiras”, em cartaz no Salão Oeste do Palácio do Planalto, em Brasília, terá até o próximo domingo (8/5) para conferir cerca de 80 obras, entre pinturas, gravuras, desenhos, tapeçarias, esculturas e objetos produzidos ao longo do século XX. A mostra foi prorrogada até esta data a pedido da presidenta Dilma Rousseff devido ao grande sucesso de público.

Organizada pela Fundação Armando Alvares Penteado (Faap), a convite do Palácio do Planalto, a exposição traça um panorama da produção artística realizada por artistas brasileiras encontrada a partir dos acervos de órgãos públicos, como o Banco Central do Brasil, o Banco do Brasil – patrocinador da mostra –, a Caixa Econômica Federal, e dos acervos do Museu de Arte Brasileira da Faap, do Museu Nacional do Conjunto Cultural da República, do Museu de Arte de Brasília, do Museu Nacional de Belas Artes, do Museu Castro Maya e do Museu da República.

A exposição é dividida em blocos, sendo que um deles reúne 29 pinturas e nele são homenageadas Anita Malfatti e Tarsila do Amaral, principais representantes do modernismo brasileiro. Também pode ser apreciada a tela de Djanira, cedida do gabinete da Presidenta Dilma Rousseff especialmente para a exposição, e obras das artistas Zélia Salgado, Tomie Ohtake, Leda Catunda, entre outras. Há um bloco composto por desenhos de artistas como Noêmia Mourão e Mira Schendel. O passeio pela mostra conduz ao espaço que concentra 14 esculturas e objetos criados por Regina Silveira, Mary Vieira e Maria Martins.

Na seção de gravuras são dispostas 18 obras de, entre outras, Renina Katz, Maria Bonomi, Anna Letycia e Fayga Ostrower. Em fotografias, três artistas, como Rosângela Rennó apresentam seus olhares. O espaço dedicado à tapeçaria reúne peças de Gilda Azevedo e Shirley Paes Leme, que culminam na seção dedicada às obras que abrangem a cultura popular brasileira. Estão expostas pinturas de Dalva de Oliveira, Cidinha Pereira e Zica Bergami. O percurso pela trajetória artística das mulheres é encerrado com o símbolo do pensamento antropofágico do movimento modernista: o Abaporu, de Tarsila do Amaral.

Exposição “Mulheres, Artistas e Brasileiras”
Período de visitação: até 08/05/2011
Horário: das 10h às 16h e das 18h às 20h
Local: Salão Oeste do Palácio do Planalto
Endereço: Praça dos Três Poderes – Brasília/DF
Agendamento de visitas: (61) 3033-2929
Entrada Franca

Quinta-feira, 21 de abril de 2011 às 13:57

“Cada conquista do povo brasileiro é um reflexo do sonho dos Inconfidentes”

Em Ouro Preto, a presidenta Dilma Rousseff e o governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, participam da cermônia em comemoração ao Dia 21 de Abril, realizada na Praça Tiradentes. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Uma homagem aos inconfidentes e a Tiradentes, que lutaram para construir uma nação mais próspera e justa. Com essas palavras, a presidenta Dilma Rousseff sintetizou o espírito do 21 de Abril, “uma das datas mais significativas da história das lutas pela emancipação política do Brasil”. Nesta quinta-feira (21/4), em Ouro Preto (MG), após ser condecorada com o Grande Colar, grau máximo da Medalha da Inconfidência, a presidenta Dilma relembrou a luta de Tiradentes e dos inconfidentes que sacrificaram a própria vida em prol do sonho da democracia e da liberdade.

“Em 21 de abril de 1792, há 219 anos, Joaquim José da Silva Xavier, o nosso Tiradentes, foi executado por ter sonhado com a independência do Brasil. O regime colonial quis punir de maneira exemplar, na pessoa de Tiradentes, a audácia dessa luta e desse sonho. Ao prendê-lo, ao executá-lo, quis extinguir para sempre o ideal mineiro e brasileiro de emancipação. Foi inútil. A revolta dos inconfidentes, que eles sufocaram, lançou para sempre a semente de liberdade no coração dos brasileiros”, disse.

Para Dilma Rousseff, o ideal lançado por eles se traduz na tarefa de construção de um Brasil soberano e democrático, a qual todos os brasileiros devem e se dedicam cotidianamente. Entretanto, lembrou a presidenta, tal tarefa ainda não está inteiramente concluída. Ao citar a famosa frase de Tancredo Neves, “Enquanto houver neste país um só homem sem trabalho, sem pão, sem teto e sem letras, toda a prosperidade será falsa”, a presidenta frisou que o Brasil não será próspero efetivamente enquanto existir miséria.

“Por razões evidentes, a miséria inibe o exercício pleno da cidadania. O resgate da pobreza equivale a uma verdadeira emancipação política”, afirmou.

Ela lembrou que o Brasil, atualmente, cresce, gera empregos, distribui renda e tira milhões de pessoas da pobreza extrema; milhões de brasileiros e brasileiras que passam a integrar o “contingente dos cidadãos plenos, daqueles que têm acesso desimpedido aos bens de consumo; à saúde, à educação e à cultura”, e que isso se reflete num novo grau de amadurecimento da consciência cívica, em um ambiente de crescente liberdade. Neste caminho – continuou – entrelaçam-se o desenvolvimento e a inclusão.

Presidenta Dilma Rousseff durante sepultamento simbólico dos restos mortais dos inconfidentes José de Resende Costa, João Dias Mota e Domingos Vidal de Barbosa no Panteão dos Inconfidentes. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Antes da cerimônia em comemoração ao Dia 21 de Abril, a presidenta participou do sepultamento simbólico, no Panteão do Museu da Inconfidência de Ouro Preto, dos restos mortais de três inconfidentes: Domingos Vidal Barbosa (1761-1793), João Dias da Mota (1744-1793) e José de Resende Costa (1728-1798), e de homenagem às inconfidentes Maria Dorotéia Joaquina de Seixas e Bárbara Eliodora Guilhermina da Silveira.

“É em nome deles, em nome de Tiradentes, que vamos continuar construindo uma nação cada vez mais próspera e cada vez mais justa. Em nome deles e do sopro secular de liberdade que emana aqui de Minas e de Ouro Preto que nós temos que saber responder à indagação de Cecília Meireles diante do sacrifício de Tiradentes: ‘De que alma é que vai ser feita essa humanidade nova?’”.

A resposta a indagação de Cecília Meireles, a própria presidenta fez questão de dar: “Da alma generosa de mineiros livres, de brasileiros livres, solidários e prósperos, essa é a resposta”, concluiu Dilma Rousseff.

Grande Colar - Mais alta comenda concedida pelo governo de Minas Gerais, a Medalha da Inconfidência também foi outorgada a 238 personalidades e instituições que se destacaram por sua contribuição ao estado e ao país. Dentre os agraciados deste ano estão os ministros da Saúde, Alexandre Padilha; da Cultura, Ana de Holanda; da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho; do Planejamento, Miriam Belchior; e da Justiça, Jose Eduardo Cardozo; o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia; e os governadores do Espírito Santo, José Renato Casagrande; e do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini.

A Medalha foi criada em 1952, durante o governo de Juscelino Kubitschek, e é entregue sempre no dia 21 de abril, com três designações: Grande Medalha, Medalha de Honra e Medalha da Inconfidência, além do Grande Colar, concedido a chefes de Estado.

Sexta-feira, 25 de março de 2011 às 17:23

‘É Proibido Fumar’ será exibido em sessão de cinema no Palácio da Alvorada

Cineasta Anna Muylaert, diretora do filme E Proibido Fumar. Foto: Rafael Alencar/PR

Selo da série especial Dia internacional da Mulher Nessa sexta-feira (25/3), a presidenta Dilma Rousseff participa de mais uma ação de homenagem ao mês da mulher: logo mais, no Palácio da Alvorada, Dilma assistirá ao filme ‘É Proibido Fumar’, escrito e dirigido por Anna Muylaert, em sessão de cinema com cineastas brasileiras.

Em conversa exclusiva com o Blog do Planalto, Anna Muylaert – que desembarcou em Brasília (DF) hoje à tarde especialmente para a ocasião – afirmou que o cenário cinematográfico atual está muito mais positivo para a participação das mulheres.

“Da retomada para cá a participação da mulher vem crescendo, chegou um ponto até que ela pareceu maior que a do homem, logo no começo. O filma da Carla Camurati, Carlota Joaquina, marca a retomada. Num nível não só de diretoras, mas no nível técnico – a maioria dos produtores são mulheres, hoje temos montadoras, e agora também muitas diretoras de fotografia”, disse.

Anna Muylaert afirmou ainda que é muito importante para o país, não apenas para o setor da cultura, ter uma mulher presidenta da República, “não só pelo fato de a mulher se ver representada lá, mas também para os homens, porque o que hoje é novidade, no futuro deverá ser normal”.

Sobre o filme que será exibido durante a sessão com a presidenta, Muylaert explicou que ‘É Proibido Fumar’ nasceu de uma necessidade sua de falar como as mulheres já alcançaram progresso e sucesso, igualdade profissional e financeira, “mas que muitas vezes no nível emocional têm ainda sonhos quase do século passado, se mantêm subservientes”.

“Tinha muita vontade de falar da dificuldade das relações; de como superar, quebrar, furar as paredes da relação”, frisou Anna.

Biografia – Anna Luiza Muylaert nasceu no dia 21 de abril de 1964, em São Paulo. Estudou cinema na Escola de Comunicação e Artes da USP e hoje é roteirista e diretora de cinema e de televisão. No inicio de carreira, fez crítica de cinema para a revistas e jornais e trabalhou como repórter nos programas TV Mix da TV Gazeta e Matéria Prima, de Serginho Groissman. No cinema, Anna dirigiu ainda os filmes ‘Durval em Discos (2002)’ e ‘O Brasil em Curtas 13 – Cinema e Comédia’ (1991). Como roteirista, atuou em ‘Quanto dura o amor?’ (2009) e ‘O ano em que meus pais saíram de férias’ (2006).

Filme – Rodado em seis semanas em São Paulo, e fruto de um processo de desenvolvimento de roteiro que tomou seis anos, ‘É Proibido Fumar’ tira partido do encontro inédito de Glória Pires, uma das atrizes brasileiras mais experimentadas pelo cinema e a TV, e Paulo Miklos, que começou sua carreira no cinema com uma premiada performance em O Invasor (2002), de Beto Brandt, e fez Boleiros 2 (2006) e Estômago (2007).

Veja trailler do filme É Proibido Fumar:

O filme conta a história de Baby (Glória Pires), que vive sozinha no apartamento que herdou da mãe. Ela dá aulas de violão para alguns alunos e vive em atrito com as irmãs. Quando o músico Max (Paulo Miklos) se muda para o apartamento vizinho, Baby vê nele a grande chance de voltar à vida, mas para que o romance dê certo ela está disposta a enfrentar qualquer ameaça, inclusive seu vício compulsivo por fumar. À época do lançamento, Glória Pires explicou que o filme trata das grandes dificuldades da vida moderna.

“Às vezes, quanto mais perto das pessoas a gente está, mais difícil fica o contato. É a vida na metrópole, onde os espaços são delimitados, e os sentimentos têm que caber em determinadas situações”, disse a atriz, que também interpretou a mãe do ex-presidente Lula, dona Lindu, no filme ‘Lula, o Filho do Brasil’.

O 42º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro consagrou ‘É Proibido Fumar’. O filme levou oito troféus Candangos para casa, entre eles o de melhor filme, melhor roteiro, melhor atriz e melhor ator e ainda o prêmio especial da crítica. A película levou também seis troféus da 5ª edição do Prêmio Contigo! de Cinema Nacional, além de melhor diretor e melhor atriz pela Associação Paulista dos Críticos de Arte, entre outras premiações e indicações.

Segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011 às 16:56

Artista plástico Romero Britto visita presidenta Dilma Rousseff

Quarta-feira, 5 de janeiro de 2011 às 21:27

Nota de pesar da Presidenta da República pelo falecimento de dona Lily Marinho

Dona Lily Marinho, ladeada pela então candidata à Presidência da República Dilma Rousseff e pela empresária cultural Ângela Gutierrez, na residência dos Marinho, no Cosme Velho, Rio. Foto: Roberto Stuckert Filho/Arquivo

A presidenta Dilma Rousseff lamentou a morte de dona Lily Marinho, viúva do jornalista Roberto Marinho, ocorrida na noite desta quarta-feira (5/1), na Clínica São Vicente, no bairro da Gávea, zona sul do Rio. Tão logo foi informada por assessores, a presidenta recordou o encontro que manteve com dona Lily, no ano passado, na residência dos Marinho, no bairro Cosme Velho, no Rio.

Leia abaixo a íntegra da nota da presidenta Dilma.

Foi com muito pesar que recebi a notícia do falecimento de dona Lily Marinho. Em julho passado, ela me deixou comovida ao oferecer almoço em minha homenagem em sua casa. Lily Marinho teve importante atuação na defesa dos mais necessitados, desenvolvendo diversos projetos sociais. Foi reconhecida como embaixadora da Boa Vontade da Unesco. Com sua cultura e elegância, foi uma grande dama. Neste momento de perda, quero transmitir meu sentimento a todos os seus parentes e amigos.

Dilma Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil

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