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Terça-feira, 24 de setembro de 2013 às 7:57

Em discursos anteriores na ONU, Dilma debateu crise econômica e propôs pacto pelo crescimento global

Nesta terça-feira (24), a  presidenta Dilma Rousseff discursa pela terceira vez na abertura da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Nos anos anteriores, em 2011 e 2012, Dilma chamou atenção para a crise econômica e defendeu a construção de um amplo pacto pela retomada do crescimento global. “Mais que nunca, o destino do mundo está nas mãos de todos os seus governantes, sem exceção (…). Essa crise é séria demais para que seja administrada por uns poucos países”, frisou, no primeiro ano.

“É urgente a construção de um amplo pacto pela retomada coordenada do crescimento econômico global, impedindo a desesperança provocada pelo desemprego e pela falta de oportunidades”, defendeu a presidenta, em 2012.

Sobre a conjuntura econômica, no primeiro ano, Dilma ainda citou o exemplo de como o Brasil agiu frente aos efeitos negativos: “Com sacrifício, mas com discernimento, mantemos os gastos do governo sob rigoroso controle, a ponto de gerar vultoso superávit nas contas públicas – sem que isso comprometa o êxito das políticas sociais, nem nosso ritmo de investimento e de crescimento”.

Em 2011, a presidenta afirmou que o Brasil já estava pronto para assumir suas responsabilidades como membro permanente do Conselho de Segurança. “As guerras e os conflitos regionais, cada vez mais intensos, as trágicas perdas de vidas humanas e os imensos prejuízos materiais para os povos envolvidos demonstram a imperiosa urgência da reforma institucional da ONU e em especial de seu Conselho de Segurança”, defendeu, no ano posterior.

Primeira mulher

Em 2011, a presidenta se tornou a primeira mulher a discursar na abertura dos trabalhos da principal reunião de chefes de Estado da ONU. “Pela primeira vez na história das Nações Unidas, uma voz feminina inaugura o debate geral. É a voz da democracia e da igualdade se ampliando nesta tribuna que tem o compromisso de ser a mais representativa do mundo”, ressaltou.

» Saiba mais sobre a tradição brasileira de abrir a Assembleia-Geral da ONU 

Quinta-feira, 25 de agosto de 2011 às 10:10

Agenda: três audiências a ministros no Palácio do Planalto e lideranças do PV

Agenda presidencial

A presidenta Dilma Rousseff inicia a agenda de trabalho, agora pela manhã, recebendo em audiência o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, no Palácio do Planalto.

À tarde, a presidenta Dilma reúne-se com lideranças do Partido Verde (PV).

Em seguida, ainda de acordo com a agenda, tem encontro com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e, no início da noite, recebe ministro-Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho.

Terça-feira, 21 de dezembro de 2010 às 16:36

Eta turminha ranheta

Vejam se não é coisa de gente ranzinza: a Folha de S. Paulo gastou uma coluna de 100 cm² de tinta e papel importados e isentos de impostos para apontar uma contradição entre o que o presidente Lula disse no programa de rádio “Café com o Presidente” de ontem e o pronunciamento que fez à Nação em 22 de dezembro de 2008. O título do texto publicado na edição de hoje do caderno Mercado é: “Lula agora pede responsabilidade na hora de gastar”.

É um exemplo do tipo de jornalismo sem compromisso com a verdade, que publica tudo que está na cabeça do editor ou do repórter, sem amparo na realidade. No caso, bastaria ter consultado a íntegra do pronunciamento do presidente clique aqui.

Ouça abaixo a íntegra do pronunciamento.

 

Todas estas informações estão disponíveis na página mantida pela Secretaria de Imprensa da Presidência .

No pronunciamento, o presidente disse aos brasileiros e brasileiras que não tivessem “medo de consumir com responsabilidade” e, se tivessem dívidas, procurassem “equilibrar seu orçamento” antes:

E você, meu amigo e minha amiga, não tenha medo de consumir com responsabilidade. Se você está com dívidas, procure antes equilibrar seu orçamento. Mas, se tem um dinheirinho no bolso ou recebeu o décimo terceiro, e está querendo comprar uma geladeira, um fogão ou trocar de carro, não frustre seu sonho, com medo do futuro.

Porque se você não comprar, o comércio não vende. E se a loja não vender, não fará novas encomendas à fábrica. E aí a fábrica produzirá menos e, a médio prazo, o seu emprego poderá estar em risco.

Assim, quando você e sua família compram um bem, não estão só realizando um sonho. Estão também contribuindo para manter a roda da economia girando. E isso é bom para todos.

No Café com o Presidente, ele disse que as pessoas deveriam aproveitar e comprar o que quisessem, “mas com muita responsabilidade para não se endividarem”:

Que as pessoas aproveitem e comprem o que quiserem comprar, mas com muita responsabilidade para não se endividarem, porque o mês de janeiro é sempre muito pesado. Então, é importante que a gente não perca o senso de responsabilidade nas nossas compras. Comprar, fazer a dívida necessária, mas sabendo que a gente precisa ter um 2011 tranquilo. Portanto, não vamos passar 2011 apenas pagando o que a gente gastou em 2010. Vamos gastar o suficiente para não atropelar a esperança e o futuro de todos nós.

Quem tenta encontrar contradição entre uma fala e outra está buscando pelo em ovo. A contradição só existe na cabeça dos ranhetas.

Quarta-feira, 9 de dezembro de 2009 às 17:49

Economia vai bem porque País trabalhou duro

A crise econômica que atingiu os mercados internacionais no final de 2008 foi necessária para que setores da sociedade brasileira entendessem que não era “uma questão de sorte” o bom andamento da economia do País. Segundo afirmou o presidente Lula durante a 32ª Reunião Ordinária do Pleno do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, realizada nesta quarta-feira (9/12) no Palácio Itamaraty, em Brasília, o Brasil estava preparado antes da crise e saiu dela forte o suficiente para manter o crescimento e desenvolvimento do País. Para manter o ritmo em 2010, será preciso ainda mais trabalho, afirmou:

Eu quero fazer como eu faria, se eu fosse técnico: no ano que vem, Guido, nós vamos ter que trabalhar muito mais, porque antes a gente não tinha nada e a gente não tinha com que se preocupar muito. Hoje nós já temos um patrimônio. E assegurar que esse patrimônio seja mantido vai exigir de nós mais trabalho do que nós tivemos este ano e no ano passado.

Confira aqui a íntegra do discurso:

 

Leia o artigo completo »

Quarta-feira, 2 de dezembro de 2009 às 14:45

Brasil e Ucrânia, parceiros por uma nova ordem mundial

Sexta-feira, 27 de novembro de 2009 às 13:04

Futuro da economia depende da capacidade de trabalho do povo

Segunda-feira, 16 de novembro de 2009 às 11:50

O fim da fome no mundo requer cooperação internacional de fato

Presidente Lula discursa na sessão de abertura da Cúpula Mundial sobre Segurança Alimentar da FAO em Roma, Itália. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Presidente Lula discursa na sessão de abertura da Cúpula Mundial sobre Segurança Alimentar da FAO em Roma, Itália. Foto: Ricardo Stuckert/PR

O mundo não terá êxito no combate à fome se os padrões de cooperação internacional não forem alterados e os países desenvolvidos não cumprirem os compromissos assumidos e aumentarem os níveis de assistência ao desenvolvimento de países mais pobres, afirmou o presidente Lula nesta segunda-feira, em Roma (Itália) na sessão de abertura da Cúpula Mundial sobre Segurança Alimentar, promovida pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

O sistema multilateral de comércio precisa livrar-se dos vergonhosos subsídios agrícolas dos países ricos. Eles sabotam a incipiente agricultura dos países mais pobres, cancelam suas esperanças de fazer dela uma ponte para o desenvolvimento.

Ouça aqui a íntegra do discurso:

 

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Terça-feira, 10 de novembro de 2009 às 12:08

Brasil está pronto para receber investimentos

Um País sólido economicamente e com ritmo de crescimento que chegará a 5% do PIB em 2010 foi apresentado hoje de manhã pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, a empresários italianos que participam do II Fórum Econômico Brasil-Itália, que acontece na sede da Fiesp, em São Paulo. Mantega afirmou que, mesmo com a taxação promovida pelo governo para a entrada de investimentos no mercado interno, o País quer que o capital venha: “O que não queremos é que haja um exagero. O que estamos garantindo é que não haverá bolhas”, afirmou.

O ministro destacou o crescimento do PIB nos últimos trimestres e aposta numa retomada do aumento do volume de riquezas em média em 5% nos próximos anos, sinalizando aos empresários presentes que o Brasil está pronto para receber investimentos em setores como o automobilístico e o de construção civil. Outra área em expansão, apontou Mantega, é o de petróleo. O ministro lembrou que a Petrobras tem planos de investimentos da ordem de US$ 200 bilhões para os próximos cinco anos, com a contratação de plataformas de produção de petróleo e embarcações.

Quarta-feira, 4 de novembro de 2009 às 17:36

Crise e programas sociais pautam conversa com ‘barão do aço’

Na primeira etapa da agenda da visita a Inglaterra, o presidente Lula teve dois compromissos importantes nesta quarta-feira (4/11). Ele recebeu os empresários Lakshmi Mittal, presidente do grupo Arcelor Mittal - um dos maiores conglomerados siderúrgicos do mundo -, e, em seguida, Franklin Feder, presidente do grupo Alcoa. Durante a reunião com Lakshmi, Lula destacou as medidas de governo para enfrentar a crise financeira mundial com destaque à redução do IPI para incrementar os mercados de carros e de produtos e linha branca. O presidente brasileiro contou também a atuação do Banco do Brasil na aquisição de carteiras de bancos, entre eles o Votorantin.

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Quinta-feira, 29 de outubro de 2009 às 20:02

Sucesso do Brasil é fruto do trabalho duro dos brasileiros

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