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Quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016 às 13:16

Crise é momentânea e é preciso continuar investindo, diz Dilma

Segundo a presidenta Dilma, o governo está se esforçando para que 2016 seja o ano da retomada do crescimento econômico. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Segundo a presidenta Dilma, o governo está se esforçando para que 2016 seja o ano da retomada do crescimento econômico. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira (4) que a crise econômica internacional que atinge País é momentânea e investimentos como o da Companhia de Bebidas das Américas (Ambev) na nova fábrica de Uberlândia (MG), de R$770 milhões, são determinantes para o Brasil voltar a crescer. A afirmação foi durante a cerimônia de inauguração da Cervejaria Uberlândia, que pertence a Ambev.

“Uma empresa do porte da Ambev decidindo investir nessas proporções é porque ela sabe que as dificuldades que o Brasil vem enfrentando são momentâneas. Portanto, aqueles que se colocarem melhor terão também um resultado melhor”.

A presidenta falou dos esforços do governo federal para transformar 2016 no ano da retomada do crescimento. “Não só buscamos investimentos privados em todas as áreas, mas também dentro das nossas possibilidades: investimentos públicos e a manutenção de programas sociais”.

Segundo Dilma, a crise econômica serve como uma oportunidade para superar desafios e encontrar novos caminhos de desenvolvimento. “Por isso nós temos uma série de propostas no campo tributário, no campo de regulação e, principalmente, na Previdência Social e na melhoria do ambiente de negócios para o Brasil”.

Combate ao mosquito
Em seu discurso, a presidenta Dilma voltou a alertar a todos sobre o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor do zika vírus. Segundo ela, o governo federal vai fazer uma grande movimentação no próximo dia 13 para limpar os criadouros do mosquito.

“Vamos envolver todos os 220 mil integrantes das Forças Armadas, como também todos os funcionários dos serviços de saúde nos estados, tanto os agentes comunitários de saúde como os agentes de endemia, que estão espalhados pelo Brasil todo e que chegam acima de 250 mil pessoas. Vamos mobilizar os funcionários públicos para fazer a primeira grande movimentação federal”.

Carnaval
A presidenta aproveitou para fazer um apelo para que as pessoas aproveitem o carnaval com consumo consciente de bebidas alcoólicas e segurança nas estradas. “Eu peço então que todos aproveitem esses dias da melhor forma. São dias de imensa alegria e celebração no Brasil”.

Quarta-feira, 27 de janeiro de 2016 às 1:24

Em Quito, Dilma defende integração econômica: ‘Sairemos da crise em conjunto’

Em encontro com o presidente equatoriano, a presidenta classificou como estratégicas as relações bilaterais e a cooperação entre o país e o Brasil.

Em encontro com o presidente equatoriano, a presidenta classificou como estratégicas as relações bilaterais e a cooperação entre o país e o Brasil.

Celac
A presidente Dilma Rousseff defendeu, nesta terça-feira (26), em Quito, no Equador, a integração econômica dos 33 países-membros da Celac como saída para a crise econômica atual. A declaração foi feita durante reunião com o presidente do país, Rafael Correa.

“Conseguimos construir uma unidade em torno de alguns valores, como os valores democráticos, os valores da paz, o respeito aos direitos humanos, sobretudo de uma percepção – e acredito que o presidente Rafael Correa tem um grande papel nisso – de que a integração econômica é crucial para os nossos países, para as nossas economias”, afirmou.

A presidenta também classificou como estratégicas as relações bilaterais e a cooperação entre o Brasil e Equador. “Construir essa cooperação é fundamental, principalmente nesse momento de crise. Ela [a cooperação] já é fundamental nos momentos em que todos nós crescíamos, agora, ela é fundamental justamente porque nós sairemos dessa situação em conjunto”, declarou.

Dilma acrescentou que a recuperação econômica só será possível se todos os países tiverem condições de se adaptar aos novos desafios. “O Brasil não conseguirá restabelecer as suas condições sustentáveis de crescimento, nesse novo contexto internacional, sem o crescimento dos demais países da América Latina. Sem que os demais países da América Latina tenham também condições de se recuperar”. 

Ao reconhecer os valores democráticos e o respeito aos direitos humanos adotados por todos os países da Celac, Dilma elogiou o presidente equatoriano pelo apoio ao combate à atuação de coiotes na migração ilegal de haitianos.

“Nós vivemos em um mundo em que a questão dos refugiados, daqueles que procuram uma outra pátria, tem sido objeto da perplexidade geral quando se vê um menino morrendo nas praias da Turquia. Diante disso, a ação levada a efeito aqui, no combate aos coiotes, para nós é uma demonstração da capacidade de agir de forma humanitária e, ao mesmo tempo, assegurar o acesso dos diferentes povos da América Latina, inclusive, da África aos nossos países”, finalizou.

Terça-feira, 24 de setembro de 2013 às 7:57

Em discursos anteriores na ONU, Dilma debateu crise econômica e propôs pacto pelo crescimento global

Nesta terça-feira (24), a  presidenta Dilma Rousseff discursa pela terceira vez na abertura da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Nos anos anteriores, em 2011 e 2012, Dilma chamou atenção para a crise econômica e defendeu a construção de um amplo pacto pela retomada do crescimento global. “Mais que nunca, o destino do mundo está nas mãos de todos os seus governantes, sem exceção (…). Essa crise é séria demais para que seja administrada por uns poucos países”, frisou, no primeiro ano.

“É urgente a construção de um amplo pacto pela retomada coordenada do crescimento econômico global, impedindo a desesperança provocada pelo desemprego e pela falta de oportunidades”, defendeu a presidenta, em 2012.

Sobre a conjuntura econômica, no primeiro ano, Dilma ainda citou o exemplo de como o Brasil agiu frente aos efeitos negativos: “Com sacrifício, mas com discernimento, mantemos os gastos do governo sob rigoroso controle, a ponto de gerar vultoso superávit nas contas públicas – sem que isso comprometa o êxito das políticas sociais, nem nosso ritmo de investimento e de crescimento”.

Em 2011, a presidenta afirmou que o Brasil já estava pronto para assumir suas responsabilidades como membro permanente do Conselho de Segurança. “As guerras e os conflitos regionais, cada vez mais intensos, as trágicas perdas de vidas humanas e os imensos prejuízos materiais para os povos envolvidos demonstram a imperiosa urgência da reforma institucional da ONU e em especial de seu Conselho de Segurança”, defendeu, no ano posterior.

Primeira mulher

Em 2011, a presidenta se tornou a primeira mulher a discursar na abertura dos trabalhos da principal reunião de chefes de Estado da ONU. “Pela primeira vez na história das Nações Unidas, uma voz feminina inaugura o debate geral. É a voz da democracia e da igualdade se ampliando nesta tribuna que tem o compromisso de ser a mais representativa do mundo”, ressaltou.

» Saiba mais sobre a tradição brasileira de abrir a Assembleia-Geral da ONU 

Quinta-feira, 25 de agosto de 2011 às 10:10

Agenda: três audiências a ministros no Palácio do Planalto e lideranças do PV

Agenda presidencial

A presidenta Dilma Rousseff inicia a agenda de trabalho, agora pela manhã, recebendo em audiência o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, no Palácio do Planalto.

À tarde, a presidenta Dilma reúne-se com lideranças do Partido Verde (PV).

Em seguida, ainda de acordo com a agenda, tem encontro com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e, no início da noite, recebe ministro-Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho.

Terça-feira, 21 de dezembro de 2010 às 16:36

Eta turminha ranheta

Vejam se não é coisa de gente ranzinza: a Folha de S. Paulo gastou uma coluna de 100 cm² de tinta e papel importados e isentos de impostos para apontar uma contradição entre o que o presidente Lula disse no programa de rádio “Café com o Presidente” de ontem e o pronunciamento que fez à Nação em 22 de dezembro de 2008. O título do texto publicado na edição de hoje do caderno Mercado é: “Lula agora pede responsabilidade na hora de gastar”.

É um exemplo do tipo de jornalismo sem compromisso com a verdade, que publica tudo que está na cabeça do editor ou do repórter, sem amparo na realidade. No caso, bastaria ter consultado a íntegra do pronunciamento do presidente clique aqui.

Ouça abaixo a íntegra do pronunciamento.
 

Todas estas informações estão disponíveis na página mantida pela Secretaria de Imprensa da Presidência .

No pronunciamento, o presidente disse aos brasileiros e brasileiras que não tivessem “medo de consumir com responsabilidade” e, se tivessem dívidas, procurassem “equilibrar seu orçamento” antes:

E você, meu amigo e minha amiga, não tenha medo de consumir com responsabilidade. Se você está com dívidas, procure antes equilibrar seu orçamento. Mas, se tem um dinheirinho no bolso ou recebeu o décimo terceiro, e está querendo comprar uma geladeira, um fogão ou trocar de carro, não frustre seu sonho, com medo do futuro.

Porque se você não comprar, o comércio não vende. E se a loja não vender, não fará novas encomendas à fábrica. E aí a fábrica produzirá menos e, a médio prazo, o seu emprego poderá estar em risco.

Assim, quando você e sua família compram um bem, não estão só realizando um sonho. Estão também contribuindo para manter a roda da economia girando. E isso é bom para todos.

No Café com o Presidente, ele disse que as pessoas deveriam aproveitar e comprar o que quisessem, “mas com muita responsabilidade para não se endividarem”:

Que as pessoas aproveitem e comprem o que quiserem comprar, mas com muita responsabilidade para não se endividarem, porque o mês de janeiro é sempre muito pesado. Então, é importante que a gente não perca o senso de responsabilidade nas nossas compras. Comprar, fazer a dívida necessária, mas sabendo que a gente precisa ter um 2011 tranquilo. Portanto, não vamos passar 2011 apenas pagando o que a gente gastou em 2010. Vamos gastar o suficiente para não atropelar a esperança e o futuro de todos nós.

Quem tenta encontrar contradição entre uma fala e outra está buscando pelo em ovo. A contradição só existe na cabeça dos ranhetas.

Quarta-feira, 9 de dezembro de 2009 às 17:49

Economia vai bem porque País trabalhou duro

A crise econômica que atingiu os mercados internacionais no final de 2008 foi necessária para que setores da sociedade brasileira entendessem que não era “uma questão de sorte” o bom andamento da economia do País. Segundo afirmou o presidente Lula durante a 32ª Reunião Ordinária do Pleno do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, realizada nesta quarta-feira (9/12) no Palácio Itamaraty, em Brasília, o Brasil estava preparado antes da crise e saiu dela forte o suficiente para manter o crescimento e desenvolvimento do País. Para manter o ritmo em 2010, será preciso ainda mais trabalho, afirmou:

Eu quero fazer como eu faria, se eu fosse técnico: no ano que vem, Guido, nós vamos ter que trabalhar muito mais, porque antes a gente não tinha nada e a gente não tinha com que se preocupar muito. Hoje nós já temos um patrimônio. E assegurar que esse patrimônio seja mantido vai exigir de nós mais trabalho do que nós tivemos este ano e no ano passado.

Confira aqui a íntegra do discurso:

 

Leia o artigo completo »

Quarta-feira, 2 de dezembro de 2009 às 14:45

Brasil e Ucrânia, parceiros por uma nova ordem mundial

Sexta-feira, 27 de novembro de 2009 às 13:04

Futuro da economia depende da capacidade de trabalho do povo

Segunda-feira, 16 de novembro de 2009 às 11:50

O fim da fome no mundo requer cooperação internacional de fato

Presidente Lula discursa na sessão de abertura da Cúpula Mundial sobre Segurança Alimentar da FAO em Roma, Itália. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Presidente Lula discursa na sessão de abertura da Cúpula Mundial sobre Segurança Alimentar da FAO em Roma, Itália. Foto: Ricardo Stuckert/PR

O mundo não terá êxito no combate à fome se os padrões de cooperação internacional não forem alterados e os países desenvolvidos não cumprirem os compromissos assumidos e aumentarem os níveis de assistência ao desenvolvimento de países mais pobres, afirmou o presidente Lula nesta segunda-feira, em Roma (Itália) na sessão de abertura da Cúpula Mundial sobre Segurança Alimentar, promovida pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

O sistema multilateral de comércio precisa livrar-se dos vergonhosos subsídios agrícolas dos países ricos. Eles sabotam a incipiente agricultura dos países mais pobres, cancelam suas esperanças de fazer dela uma ponte para o desenvolvimento.

Ouça aqui a íntegra do discurso:

 

Leia o artigo completo »

Terça-feira, 10 de novembro de 2009 às 12:08

Brasil está pronto para receber investimentos

Um País sólido economicamente e com ritmo de crescimento que chegará a 5% do PIB em 2010 foi apresentado hoje de manhã pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, a empresários italianos que participam do II Fórum Econômico Brasil-Itália, que acontece na sede da Fiesp, em São Paulo. Mantega afirmou que, mesmo com a taxação promovida pelo governo para a entrada de investimentos no mercado interno, o País quer que o capital venha: “O que não queremos é que haja um exagero. O que estamos garantindo é que não haverá bolhas”, afirmou.

O ministro destacou o crescimento do PIB nos últimos trimestres e aposta numa retomada do aumento do volume de riquezas em média em 5% nos próximos anos, sinalizando aos empresários presentes que o Brasil está pronto para receber investimentos em setores como o automobilístico e o de construção civil. Outra área em expansão, apontou Mantega, é o de petróleo. O ministro lembrou que a Petrobras tem planos de investimentos da ordem de US$ 200 bilhões para os próximos cinco anos, com a contratação de plataformas de produção de petróleo e embarcações.

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