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Segunda-feira, 21 de julho de 2014 às 15:54

Ação da Apex quer apresentar ao mundo um Brasil que vai além dos estereótipos

A Copa do Mundo no Brasil encantou o mundo com a hospitalidade do brasileiro. Mas não foi só a alegria do povo que foi mostrada para os gringos, o evento serviu de vitrine para empresas nacionais divulgarem um Brasil que vai além do futebol. Um país que tem o empreendedorismo e inovação como características principais de sua força de trabalho e de seus produtos.

Essa nova faceta dos negócios brasileiros foi sintetizada na marca Brasil Beyond, criada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, Apex. A ação criada em parceria do governo e da iniciativa privada pretende vender a criatividade dos produtos brasileiros para o mercado exterior. Depois de estudo envolvendo 16 países sobre impressão e percepção com relação ao ambiente dos negócios brasileiros, foi constatado que muitas qualidades dos produtos do país não eram notadas lá fora.

De acordo com a Apex, o Brasil ainda é reconhecido por sua capacidade produtiva agrícola e pouco reconhecido como país fornecedor de bens de alto valor agregado. Segundo o gerente executivo de Marketing da Apex-Brasil, Fábio Galvão, a ideia principal é divulgar o Brasil além dos estereótipos. Ele diz que a marca visa organizar o discurso e mostrar que o país traz tecnologia, inovação, criatividade e capacidade empreendedora – o principal capital brasileiro.

“Brasil é muito empreendedor e realiza trabalhos com eficiência e competência. (…) Vamos divulgar esse Brasil que vai de seus estereótipos, que vai além do futebol, além do carnaval, mostrar os serviços e produtos brasileiros da forma como eles são, mostrando toda essa verdade que precisa ser vista. E no futuro próximo esperamos ter essa mudança de percepção com relação a experiência com produtos e serviços brasileiros, essa é nossa grande intenção”, afirmou Fábio.

A marca foi divulgada durante a Copa do Mundo do Brasil e teve um estande de apresentação de empresas inovadoras na reunião da Cúpula dos Brics, em Fortaleza. A expectativa é lançar a ação mundialmente no final deste ano.

Sexta-feira, 18 de julho de 2014 às 18:46

Rede de 15 mil quilômetros de fibras ópticas ficará como legado da Copa

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Durante balanço de ações de organização da Copa do Mundo da FIFA 2014, divulgado na segunda-feira (14), o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, destacou que rede de 15 mil quilômetros de fibras ópticas foi instalada pela Telebras e interligou os 12 estádios que receberam jogos do Mundial, além de outros locais oficiais do torneio. Essa infraestrutura suportou um volume de dados circulados de 166 terabytes e fica de legado

O evento somou, no total, 517 horas de transmissão sem interrupções. Foram 64 jogos, além de treinos e entrevistas de técnicos e jogadores.

Paulo Bernardo também lembrou que foram instaladas mais de 15 mil antenas de telefonia móvel. Destas, mais de 3.200 foram colocadas dentro dos estádios, permitindo tráfego de dados de 25 terabytes nas arenas.

De acordo com o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia (SindiTelebrasil), a final da Copa do Mundo de 2014, entre Alemanha e Argentina, no domingo (13.07), no Maracanã, bateu o recorde de envio de fotos pelos torcedores. As redes de telecomunicações instaladas pelas prestadoras registraram um volume de tráfego de dados equivalente a 2,6 milhões de fotos, com tamanho médio de 0,55 MB.

As interações nas redes sociais superaram os três bilhões, transformando a Copa do Mundo no Brasil no maior evento de redes sociais do planeta, de acordo com o ministro das Comunicações.

Paulo Bernardo também citou que foram vendidos 16,1 mil chips de celular para estrangeiros durante a Copa e outros 341 mil visitantes usaram o serviço de roaming. Além disso, houve aumento de 60% nas vendas de aparelhos de TV, total de 8 milhões de televisores comercializados no mês de junho.

Fonte: Portal da Copa.

Terça-feira, 15 de julho de 2014 às 12:29

Projetos de infraestrutura social poderão ter investimento do Banco do Brics

Presidenta Dilma Rousseff em entrevista com Gabriel Elizondo, correspondente da TV Al Jazeera. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Presidenta Dilma Rousseff em entrevista com Gabriel Elizondo, correspondente da TV Al Jazeera. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Em entrevista concedida à emissora de televisão Al Jazeera, do Catar, a presidenta Dilma Rousseff ressaltou a importância da criação do Banco de Desenvolvimento do Brics, um dos principais pontos discutidos na VI Cúpula do Brics, nos dias 15 e 16 de julho, em Fortaleza.

Durante conversa com jornalista Gabriel Elizondo, Dilma falou ainda sobre política externa brasileira, economia e, claro, a Copa do Mundo de 2014.

Confira, abaixo, os principais pontos da entrevista.

Copa do Mundo
Eu acredito que o Brasil se superou ao organizar essa Copa. E eu te diria que nós teríamos de ter a nota máxima, vou te explicar por quê. (…) Nós não superamos só as questões concretas como garantir estádios prontos, aeroportos funcionando plenamente, uma segurança bastante firme, no que se refere à proteção das diferentes seleções e dos chefes de Estado que vieram nos visitar, mas também superamos uma campanha negativa contra a Copa do Mundo no Brasil.

Investimento na Copa
Tudo o que nós investimos na Copa do Mundo vai ficar no Brasil, vai ficar para os brasileiros. Até porque o que as pessoas levam do Brasil, quando saem daqui, depois da Copa, o bom tratamento que nós demos, elas não levam estádios, não levam aeroportos nas suas malas. Então eu queria te dizer que há um ganho imenso para o Brasil em ter feito essa Copa do Mundo.

Se você considerar de 2010 até 2013, o Brasil, em Educação e Saúde, gastou mais de US$ 850 bilhões. Os US$ 4 bilhões gastos para fazer os estádios é algo muito pouco significativo, no que se refere ao gasto geral.

Economia
A crise internacional, que começa em 2008, atinge de forma profunda os países desenvolvidos, e os países emergentes vão sofrer os efeitos da crise depois de 2011, ela começa em 2008, permanece presente na União Europeia e mesmo nos Estados Unidos e, nos países emergentes, ela vai ficar mais séria agora.

Enquanto no mundo houve uma redução de 60 milhões de empregos de 2008 até hoje, nós conseguimos ampliar o número de emprego em pouco mais de 11 milhões de novos postos de trabalho. Agora, nós temos tomado todas as medidas para entrar num novo ciclo. Qual é o novo ciclo? Nós temos de melhorar a produtividade da economia brasileira.

Política Externa
Nós consolidamos a nossa presença nas regiões do mundo que nós achávamos que o Brasil tinha dever histórico de estar presente. Primeiro, América Latina e a África. Ampliamos a nossa presença também nas relações com a Ásia, através dos Brics, na relação com o Japão, na relação com os outros países asiáticos. E também no Oriente Médio. Mantendo também a relação com os países desenvolvidos. Nós temos uma visão multipolar do mundo. Portanto, nós, em que pese termos uma ênfase imensa nos nossos vizinhos, nós devemos perceber que o mundo é diverso e devemos ter relações com todos.

(…) Ninguém pode acusar o Brasil de ter uma atitude de tentar impor seus interesses contra os interesses dos outros povos, isso eu acho que é um valor que nós construímos. E eu tenho certeza que nós temos todas as condições, de cada vez mais, contribuir para um mundo mais de paz e de menos conflito, em especial, nas zonas de conflito.

Conflito na Palestina
Eu acredito que é fundamental que parem os radicalismos de parte a parte. Eu condeno tanto a morte e o sequestro de três jovens, e repudio a morte, principalmente de mulheres e crianças, por parte das forças militares israelenses.

Brics
Este novo Banco de Desenvolvimento dos Brics, ele faz parte da consciência desses países de que é necessário construir uma instituição financeira que viabilize financiamentos, tanto aqueles ligados à ampliação da infraestrutura desses países, quanto os relacionados a desenvolvimentos produtivos, inclusive a projetos maiores de infraestrutura social.

Pois bem, eu tenho certeza que será o momento, agora, em que nós vamos construir – pelo menos é o que está previamente acordado – nós vamos construir toda a infraestrutura, nós vamos concretizar o banco.

Espionagem
O pedido de desculpas só teria sentido se fosse, vamos dizer, acoplado a uma coisa que nos interessava mais, que é como vai ser daqui para frente. (…) Porque o pedido de desculpa, ele acaba na hora que ele é feito. Ele só se torna um pedido real quando se diz “não tem mais hipótese disso ocorrer”. É isso que nós expressamos em todas as oportunidades. Eu acredito que o caminho está aberto para que isso ocorra.

Assista à entrevista na íntegra:



Terça-feira, 15 de julho de 2014 às 10:44

Brasileiros mostraram que são capazes de fazer uma grande Copa do Mundo

Segunda-feira, 14 de julho de 2014 às 18:24

Brasileiros mostraram que são capazes de fazer uma grande Copa do Mundo

Presidenta Dilma durante balanço geral da Copa 2014 no Centro Integrado de Comando e Controle Nacional. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Presidenta Dilma durante balanço geral da Copa 2014 no Centro Integrado de Comando e Controle Nacional. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

O governo apresentou balanço sobre a Copa do Mundo no Brasil, nesta segunda-feira (14), no Centro Integrado de Comando e Controle de Brasília. Durante a cerimônia, a presidenta Dilma Rousseff agradeceu aos envolvidos na organização do evento e considerou que o povo mostrou sua capacidade de bem receber.

“(…) nós vivemos, nesses dias, uma festa fantástica. Mais uma vez, o povo brasileiro revelou toda a sua capacidade de bem receber. (…) os torcedores e todos os amantes do futebol, asseguraram uma festa que eu tenho certeza é, sem dúvida, uma das mais bonitas do mundo.”

Dilma lembrou ainda as mensagens de paz recebidas por líderes religiosos de todo o mundo no início da Copa, que dialogavam com o sentimento da Copa Sem Racismo, imagem que ficou como um dos legados do Brasil para o mundo. A presidenta agradeceu ainda os governos estaduais e municipais das 12 cidades-sede na realização do Mundial e concluiu agradecendo brasileiros e brasileiras pela hospitalidade, frisando a diversidade do país.

Queria agradecer também a todos os brasileiros que mostraram quem nós somos, qual é a nossa alma, qual é o nosso coração, e como é que temos essa extraordinária capacidade de integração com todas as culturas, todas as origens étnicas. Muito porque nós somos um país multiétnico, multidiverso, com culturas as mais variadas. Não só viram a beleza do nosso país, mas viram, sobretudo, a beleza do nosso povo, a beleza da alma do nosso povo.

Segundo a presidenta Dilma, a síntese da Copa é o resultado que fica dela para o país, como o trabalho conjunto entre governos e a infraestrutura do evento.

“(…) junto com essa capacidade houve o esforço dos brasileiros, o esforço e o trabalho dos brasileiros e a gente sempre tem de valorizar o trabalho, a gente tem de valorizar o trabalho de todos, desde o trabalho menorzinho, mais humilde, até o trabalho mais complexo. Essa Copa é uma interação de esforços, de trabalho, de muita organização, muito planejamento, muita noite sem dormir, muita dedicação.

Confira apresentação feita durante o Balanço:

Segunda-feira, 14 de julho de 2014 às 10:30

Oswaldo Biato fala do aumento e diversificação do fluxo comercial entre Brasil e Rússia

Segunda-feira, 14 de julho de 2014 às 10:01

Reunião entre Brasil e Rússia pretende ampliar fluxo comercial para US$ 10 bilhões

Brasil e Rússia

Nesta segunda-feira (14), a presidenta Dilma Rousseff recebe o presidente da Rússia, Vladimir Putin, no Palácio do Planalto. A reunião visa estreitar laços e aumentar fluxo comercial entre os dois países. A reunião ocorre na véspera da Cúpula dos Brics, que se realiza em Fortaleza (CE) na terça-feira (15).

Em 2013, a corrente de comércio entre os dois países chegou a cerca de US$ 5,6 bilhões, segundo dados do Ministério da Indústria, Desenvolvimento e Comércio Exterior (MDIC). A meta é ampliar as trocas para US$ 10 bilhões.

O ministro Oswaldo Biato Junior, diretor do Departamento da Europa no Itamaraty, conversou com o Blog do Planalto sobre as relações com a Rússia. Ele enfatiza a importância da cooperação científica, técnica e bélica. O ministro também salienta que, para atingir a meta, os dois países pretendem diversificar sua troca comercial, centrada atualmente no setor primário.

“A relação bilateral comercial entre Brasil e Rússia é uma relação muito positiva, ela abarca, do lado brasileiro, exportações de carne que são muito importantes para diversos estados brasileiros como Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, mas obviamente, é uma pauta de exportação muito limitada: açúcar e carnes. E do lado Russo nós importamos basicamente fertilizantes e insumos. Então um dos principais objetivos dessa visita é de ampliar esse intercâmbio e diversificá-lo.”

O presidente russo aproveitou a agenda dos Brics para fazer um tour pela América Latina, região entre as prioridades da política externa russa. Ontem, Putin assistiu à final da Copa do Mundo , que será realizada na Rússia em 2018.

Em entrevista à agência cubana Prensa Latina, Putin disse que seu governo está interessado em uma América Latina unida, forte, economicamente sustentável e politicamente independente, que está se transformando em parte importante do mundo multipolarizado e emergente.

Domingo, 13 de julho de 2014 às 15:25

Presidenta recebe autoridades para encerramento da Copa do Mundo

Presidenta Dilma cumprimenta Chefes de Estado e de Governo participantes do encerramento da Copa do Mundo FIFA 2014. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Presidenta Dilma cumprimenta Chefes de Estado e de Governo participantes do encerramento da Copa do Mundo FIFA 2014. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Neste domingo (13), no Rio de Janeiro, a presidenta Dilma Rousseff ofereceu um almoço em homenagem aos Chefes de Estado e de Governo que vieram prestigiar o encerramento da Copa do Mundo de 2014.

Entre as autoridades presentes estavam a chanceler e o presidente da Alemanha, Angela Merkel e Joachin Gauk. A Alemanha disputará a final da Copa contra a seleção da Argentina em partida prevista para iniciar às 16 horas no Maracanã.

Além dos representantes dos países finalistas, a presidenta Dilma recebeu o presidente da Rússia, Vladimir Putin. A Rússia será a anfitriã do próximo mundial, em 2018. Outras autoridades internacionais também prestigiaram o encontro e devem participar da cerimônia de encerramento.

 

Domingo, 13 de julho de 2014 às 11:00

Deslocamentos aéreos impulsionam o turismo na Copa do Mundo

“Após o Mundial, podemos ampliar em 20% o número de visitantes estrangeiros com o resultado dessa superexposição.”, disse o Ministro do Turismo, Vinícius Lages. Foto: SAC/divulgação

“Após o Mundial, podemos ampliar em 20% o número de visitantes estrangeiros com o resultado dessa superexposição”, disse o Ministro do Turismo, Vinícius Lages. Foto: SAC/divulgação

De acordo com levantamento preliminar feito Ministério do Turismo, o avião tem sido o principal meio de transporte do turista da Copa. Especialmente pelas grandes dimensões territoriais do país, boa parte dos viajantes optaram pelos deslocamentos aéreos: desde o início do Mundial, mais de 10 milhões de passageiros passaram pelos 20 principais aeroportos do Brasil, segundo informações da Secretaria de Aviação Civil.

Entre as capitais mais visitadas estão Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte (MG) e Brasília (DF). No entanto, destinos próximos às cidades que sediaram os jogos também tiveram impacto positivo. É o caso de Morro de São Paulo (BA), visitado por mais de seis mil pessoas em menos de um mês, especialmente alemães, holandeses, espanhóis, argentinos, americanos e costa-riquenhos. A procura por meios de hospedagem também aumentou em 50%, segundo dados da secretaria de turismo local.

A cidade de Santa Cruz Cabrália (BA), escolhida para receber o centro de treinamento da seleção da Alemanha, também está sendo bastante visitada. O município tem forte herança portuguesa, com belas praias e vocação para o ecoturismo, turismo rural e religioso. A taxa de ocupação dos hotéis atingiu 85%.

A Copa tem sido uma oportunidade para ampliar a visibilidade do país e estimular o crescimento do turismo interno, de acordo com o Ministro do Turismo, Vinícius Lages. “Após o Mundial, podemos ampliar em 20% o número de visitantes estrangeiros com o resultado dessa superexposição”, disse. Os bons resultados do setor já foram verificados durante a Copa das Confederações, em 2013, quando mais de 70% dos turistas estrangeiros entrevistados afirmaram a intenção de voltar ao país este ano, para a Copa do Mundo.

Fonte: Portal Brasil.

Sexta-feira, 11 de julho de 2014 às 12:43

Copa do Mundo confirma capacidade do Brasil para organizar grandes eventos

“Estamos aqui celebrando o que até agora ocorreu”, disse o ministro Gilberto Carvalho, lembrando que não houve nenhum grande problema de segurança em entrevista coletiva ontem, Centro Aberto de Mídia. Foto: Centro Aberto de Mídia/Portal Brasil

“Estamos aqui celebrando o que até agora ocorreu”, disse o ministro Gilberto Carvalho, lembrando que não houve nenhum grande problema de segurança. Foto: Centro Aberto de Mídia/Portal Brasil

“A Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 confirma o Brasil como local com condições de organizar e sediar grandes eventos internacionais, com democracia e participação social”. A afirmação é do ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, em entrevista coletiva no Centro Aberto de Mídia João Saldanha, no Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro.

“Estamos aqui celebrando o que até agora ocorreu”, disse o ministro, lembrando que não houve nenhum grande problema de segurança. “Nosso povo soube, de um lado, mostrar altivez, vencendo uma verdadeira barreira que se formou no País num dado momento em que parecia que a Copa seria uma tragédia. E ao mesmo tempo com uma incrível capacidade de receber as pessoas, de serem bons anfitriões.”

Ao falar das manifestações populares que ocorreram no Brasil em junho do ano passado e que não se repetiram durante a Copa, o ministro Gilberto Carvalho lembrou que brasileiros reivindicaram serviços públicos melhores e criticaram corrupção, mas também pediram mais democracia. Por isso, houve atenção especial do governo ao diálogo com a sociedade. Nas 12 cidades-sede da Copa, a Secretaria-Geral da Presidência realizou a série de encontros denominados “Diálogos Governo-Sociedade Civil: Copa 2014” para ouvir reivindicações, grande parte delas sem relação direta com a Copa, e apresentar esclarecimentos. Participaram desses encontros 3.101 pessoas representando 808 instituições.

O ministro lembrou que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) financiou R$ 4 bilhões e cidades e estados investiram outros R$ 4 bilhões na construção e reforma de estádios entre 2010 e 2014, enquanto o investimento de saúde e educação é de mais de R$ 800 bilhões no mesmo período. “Não havia sentido falar que a Copa estava sendo organizada em detrimento da saúde e da educação. No mesmo período investiu-se 100 vezes mais nestas duas áreas do que os gastos com a Copa”, disse Carvalho. Ele considerou o Mundial como oportunidade e, nesse sentido, citou investimentos de R$ 17,5 bi em infraestrutura para a Copa.

Para Carvalho, o ganho de imagem e estímulo ao turismo são resultados positivos da realização da Copa do Mundo. Segundo o ministro, ao decidir sediar a Copa, o Brasil tinha ambição de mostrar ao mundo um modelo de desenvolvimento com distribuição de renda, que tem uma cultura de paz e uma política econômica que permite que o país cresça de forma consistente, principalmente a renda dos trabalhadores, e uma democracia que se desenvolve para efetiva participação da sociedade. “Não perdemos em nenhum momento a nossa soberania e nossa independência em relação à FIFA.”

O ministro citou grandes eventos realizados recentemente no país, com destaque para participação da sociedade. O primeiro deles foi a Rio+20, o maior evento da história das Nações Unidas, em junho de 2012, que credenciou 45,4 mil pessoas de 193 países e teve o site da conferência acessado por mais de 50 milhões de pessoas interessadas no debate ambiental. Paralelamente à Conferência, o governo brasileiro promoveu os eventos “Diálogos Sustentáveis” e a “Cúpula dos Povos”.

Ele citou ainda a Jornada Mundial da Juventude com o Papa Francisco, que reuniu 3,7 milhões de jovens no Rio de Janeiro, em julho de 2013; e a Net Mundial, o encontro Multissetorial Global Sobre o Futuro da Governança da Internet, que contou com a presença física, além da virtual, de 1.229 participantes de 97 países, em São Paulo. Lembrou também do carnaval e do Rock in Rio.

Fonte: Centro Aberto de Mídia/Portal Brasil

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