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Sexta-feira, 18 de julho de 2014 às 17:39

Diálogo entre Brics, países sul-americanos e caribenhos fortalecem multipolaridade mundial

Sexta-feira, 18 de julho de 2014 às 15:21

Diálogo entre Brics, países sul-americanos e caribenhos fortalecem multipolaridade mundial

Brics 2014

Após as reuniões entre a VI Cúpula do Brics com países da América do Sul e entre a Cúpula Brasil-China com líderes da América Latina e do Caribe, Marco Aurélio Garcia, assessor especial da Presidência da República para assuntos Internacionais, conversou com o Blog do Planalto sobre importância e força relação comercial e econômica entre os países.

“Entre os países Brics, em particular com a China e a América Latina, há hoje um relacionamento muito forte do ponto de vista econômico, (…) o comércio da China é o primeiro comércio de uma boa parte dos países latino-americanos e caribenhos. Mas não se resume somente às relações comerciais, há também relações econômicas no sentido mais amplo e financeiras na medida em que há muitos financiamentos chineses aqui na região”, declarou o assessor especial.

Marco Aurélio Garcia avaliou também a importância da reunião no contexto global multipolarizado do século XXI. O polo sul-americano e caribenho, de acordo com ele, tem todo o interesse no diálogo com o Brics, que seria uma união de polos.

“Há um outro elemento que eu acho muito relevante, o quadro internacional tem apontado muito para a construção de um mundo multipolar. A União Europeia foi a seu tempo, ela perdeu um pouco essa importância com a crise que se abateu sobre ela. Mas começaram a emergir países na, digamos, margem do mundo desenvolvido que apresentaram, não só pelo seu desempenho econômico, mas pela sua presença política na esfera internacional (…) Então, esse polo sul-americano, ou um polo latino-americano e caribenho, tem todo o interesse de manter diálogo seja com os Brics, que é uma aliança de polos, seja com a China que em si é um país de enorme relevância no quadro asiático e mundial”, afirmou.

Quinta-feira, 17 de julho de 2014 às 22:39

Novas parcerias comerciais aumentam valor agregado das exportações brasileiras à China

Quinta-feira, 17 de julho de 2014 às 22:03

Novas parcerias comerciais aumentam valor agregado das exportações brasileiras à China

Brasil e China

Na reunião bilateral entre a presidenta Dilma Rousseff e o presidente chinês Xi Jinping, realizada nesta quinta-feira (17) no Palácio do Planalto, foram assinados 32 atos, dentre eles, importantes parcerias comerciais. O Brasil tem na China seu principal parceiro comercial desde 2009, sendo que o volume de negócios chegou a quase US$ 90 bilhões em 2013. Este valor deve crescer ainda mais com o levantamento do embargo e disposição de compra de carne bovina pela China.

Sobre a exportação de carne, o Blog do Planalto conversou com o diretor de Assuntos Corporativos da Brasil Foods, Marcos Jansk. Ele destacou a complementariedade que existe entre os dois países e o potencial de aumento nas exportações para o parceiro comercial.

“Quase metade do que se vende para a China é agronegócio, mas eu diria que quase 80% é soja, e nós temos a chance agora de adicionar mais valor aos nossos produtos através de proteínas animais, de carnes. Então, ao invés de a gente estar exportando US$ 500 por tonelada, nós podemos chegar a até US$ 5 mil por tonelada, a partir da exportação da proteína.”
, avaliou o diretor.

Durante a reunião, a presidenta Dilma destacou a necessidade de diversificar e agregar valor às exportações e investimentos brasileiros relacionados à China. Ela citou como exemplo importante a venda de 60 aeronaves da Embraer. Frederico Fleury Curado, presidente da fabricante de aviões, contou ao Blog mais sobre os contratos assinados durante a cerimônia.

“Nós assinamos hoje dois contratos: um de 40 aeronaves, com uma empresa que já é cliente nossa, chamada Tianjin Airlines; e outro de 20 aeronaves com uma empresa que na verdade é uma empresa de leasing, que é do maior banco chinês, atualmente o maior banco do mundo, o ICBC. (…) além das commodities, além de minérios, além de soja e produtos agrícolas, o Brasil também passa a exportar para a China produtos com alto valor agregado”, declarou.

Outro setor que apresenta grandes oportunidades de aumentar o valor agregados das exportações ao país asiático, é o de serviços. Essa é a avaliação de Luigi Nese, presidente da Confederação Nacional de Serviços. Ele ressaltou a experiência do Brasil em informatização/tecnologia bancária como geradora de oportunidades de negócios.

“Nós temos uma expertise muito grande aqui no Brasil, o sistema financeiro brasileiro é um dos melhores informatizados do mundo e podemos ter condições de implementar isso na abertura de mercado que eles estão fazendo agora, implementando o setor financeiro dentro da China, inclusive para financiamento de varejo”, afirmou Nese.

Quarta-feira, 16 de julho de 2014 às 9:58

Brics tiveram aumento de mais de 1000% em investimentos, revela ministro Mauro Borges

Terça-feira, 15 de julho de 2014 às 19:49

Brics tiveram aumento de mais de 1000% em investimentos, revela ministro Mauro Borges

Brics 2014

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges, declarou em entrevista ao Blog do Planalto, nesta terça-feira (15), que houve aumento significativo de investimentos entre os países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) desde 2002, após ideia formulada pelo economista-chefe da Goldman Sachs, Jim O’Neil, em estudo de 2001, e mais acentuadamente a partir da crise econômica de 2008. De acordo com o ministro, a taxa de crescimento do comércio dentro do grupo contrasta com a lenta retomada da economia mundial, esta última, alvo de preocupação da reunião dos ministros de comércio dos cinco países, realizada na segunda-feira (14), em Fortaleza.

“O protagonismo do Brics é extremamente vital, uma vez que os Brics têm um peso grande na economia mundial e no comércio mundial, além de ter uma participação de mais de um terço da população mundial. Então é um grupo de grande relevo para recuperação econômica, economias que têm alta taxa de crescimento e um tamanho do comércio e do PIB mundial muito significativo. (…) A reunião dos ministros de comércio do Brics são no sentido de fortalecer o intercâmbio e a cooperação comercial. Os Brics tiveram um aumento de mais de mil por cento do comércio dentro do grupo de 2002 até 2013 e o potencial de crescimento desse comércio é enorme. Então foi estabelecido um programa e promoção do comércio entre eles para que nós almejemos um novo salto no comércio intragrupo”, afirmou.

O ministro ainda avaliou a importância da criação do Arranjo de Contigente de Reservas (CRA) e do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) do Brics e a contribuição que trará para estabilidade econômica na relação entre os países.

“A constituição do CRA e do novo banco de desenvolvimento são duas ferramentas decisivas para qualquer passo à frente, como por exemplo, a troca de moedas. As duas ferramentas que estão sendo criadas hoje são fundamentais para ações posteriores do grupo. O que deve ser enfatizado é que esses dois instrumentos dão enorme estabilidade na relação econômica intragrupo”, afirmou Borges.

Domingo, 15 de junho de 2014 às 20:21

Dilma: há espaço para aumentar fluxos comerciais e de investimento entre Brasil e Alemanha

Presidenta Dilma recebeu a chanceler alemã Angela Merkel, no Palácio da Alvorada. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Presidenta Dilma recebeu a chanceler alemã Angela Merkel, no Palácio da Alvorada. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Neste domingo (15), a presidenta Dilma Rousseff recebeu a chanceler alemã Angela Merkel para reunião e jantar de trabalho, no Palácio da Alvorada. Em declaração à imprensa, Dilma detalhou os principais assuntos da agenda bilateral que foram pauta do encontro.

A presidenta destacou o relacionamento econômico entre Brasil e Alemanha, cujo comércio bilateral foi de cerca de US$ 22 bilhões em 2013, e afirmou que ainda há espaço para aumentar os fluxos comerciais e de investimento.

“Reafirmei a determinação do Brasil e do Mercosul em avançar nas negociações do Acordo de Associação Comercial com a União Europeia, que nos permitirá ampliar e diversificar nosso intercâmbio comercial. Queremos também aumentar a participação de bens de maior valor agregado na pauta de exportações brasileiras para a Alemanha”, ressaltou.

A cooperação na área de educação, inovação e tecnologia também foi tratada na reunião. E Dilma agradeceu a acolhida alemã aos estudantes brasileiros do Ciência sem Fronteiras.

“Nós temos milhares de jovens bolsistas na Alemanha para o estudo em instituições de ensino. Externei também nossa satisfação pela cooperação com a sociedade Fraunhofer na estruturação da nossa empresa brasileira de pesquisa e inovação, e também na instalação conjunta com o Senai, apoiada pelo governo federal em parceria com a Fraunhofer, de 23 centros de referência e alta performance no Brasil.”

Copa do Mundo

A chanceler alemã assistirá à partida entre Alemanha e Portugal, nesta segunda (16), na Arena Fonte Nova, em Salvador. Dilma afirmou não ter dúvidas de que as duas seleções oferecerão um ótimo espetáculo. A presidenta afirmou ainda que o Brasil está fazendo desta Copa do Mundo uma oportunidade especial para promover a tolerância, o diálogo e a reconciliação entre comunidades e países.

“Em todas as cidades-sede e em todo o Brasil predomina um ambiente de confraternização, de encontro, de respeito e um ambiente de alegria em que todos os torcedores estrangeiros são recebidos com afeto e hospitalidade pelos brasileiros,” destacou.

Confira a íntegra

Sábado, 15 de dezembro de 2012 às 13:17

Dilma concede entrevista em Moscou e fala sobre exportação de carne e conflito na Síria

Terça-feira, 19 de julho de 2011 às 12:59

Governo edita portaria que facilita operações de comércio exterior

Portaria n° 23 publicada nesta terça-feira (19/7) no Diário Oficial da União consolida as alterações normativas da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), efetuadas pelas portarias anteriores de 2010 e 2011. A nova legislação visa facilitar o acesso dos operadores de comércio exterior às normas que regem o tratamento administrativo das importações, exportações e do regime especial de drawback, referente à concessão de benefícios fiscais para os exportadores brasileiros. A iniciativa procura ainda dar maior transparência às regras com a consolidação em um documento único.

De acordo com o MDIC, além de consolidar os 36 atos normativos anteriores, a nova portaria também apresenta importantes inovações. Uma delas é o esclarecimento sobre a dispensa de exigência referente à data de embarque no licenciamento de importação, quando o embarque da mercadoria tiver ocorrido antes da entrada em vigor da exigência de licença para o produto. Esta medida traz maior segurança jurídica para as operações ao evitar que haja dúvidas sobre estes casos.

Drawback Isenção para pequenas e médias empresas

Outro ponto importante, informa o MDIC, trata da possibilidade do uso de declarações de importação referentes a operações feitas ‘por conta e ordem’ de terceiro para fins de habilitação ao regime de drawback integrado isenção. Esta medida se aplica para os casos em que a empresa que solicita o benefício fiscal realiza a importação dos insumos ‘por conta e ordem’ de outra empresa.

A condição para a aceitação, nestes casos, é que a empresa beneficiária se declare como ‘adquirente’ e que a informação sobre a operação ‘por conta e ordem’ esteja apresentada em campo específico. Esta medida visa atender, entre outras situações, aquelas relacionadas às pequenas e médias empresas que se utilizam de empresas trandings para realizar suas aquisições no mercado internacional,. O objetivo é facilitar o acesso ao benefício fiscal para as exportações das empresas deste porte.

Mais de 15% em exportação

A nova portaria cria ainda o procedimento para casos de realização de exportações amparadas por atos concessórios de drawback em valores ou quantidades acima daquelas estabelecidas no ato. Quando esses números superarem em mais de 15% o fixado no ato, a empresa deverá apresentar justificativa ou corrigir os registros de exportação que foram vinculados ao ato concessório de maneira equivocada. A medida busca atender as empresas que tenham obtido ganhos de produtividade em suas exportações e que se beneficiam do regime de drawback.

Facilidades no Siscomex

A Portaria nº 23 prevê ainda a criação de um alerta no tratamento administrativo do Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex) para produtos sujeitos ao licenciamento automático. O alerta torna mais transparente para os usuários a modalidade de licença exigida, facilitando o cumprimento com as demandas feitas pelos órgãos de governo.

Está definido também um novo roteiro para orientar o preenchimento, por meio do Siscomex, dos pedidos de drawback integrado suspensão, com o objetivo de facilitar o acesso ao sistema, reduzindo erros nos pedidos dos atos concessórios. Há ainda uma nova regulamentação para habilitação de servidores públicos para operar no Siscomex, com a consequente melhoria do controle do governo sobre as atividades do sistema.

Sexta-feira, 1 de julho de 2011 às 14:50

Comércio brasileiro tem superávit de US$ 12,985 bilhões no primeiro semestre de 2011

De janeiro a junho de 2011 (124 dias úteis), o superávit foi de US$ 12,985 bilhões e a média por dia útil, de US$ 104,7 milhões, conforme dados da balança comercial brasileira divulgada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O saldo comercial é 63,3% maior que o do mesmo período de 2010, na comparação pelo resultado médio diário.

As exportações, no primeiro semestre do ano, chegaram a US$ 118,306 bilhões (média diária de US$ 954,1 milhões), valor 31,6% maior que o do mesmo período de 2010. Já as importações, fecharam o período em US$ 105,321 bilhões (média diária de US$ 849,4 milhões) – resultado 28,5% maior, considerando o mesmo critério e períodos comparativos. A corrente de comércio totalizou US$ 223,627 bilhões, com média diária de US$ 1,803 bilhão. Na comparação com a média diária do primeiro semestre de 2010, houve aumento de 30,1%.

Resultado Mensal

O mês de junho de 2011 registrou saldo comercial positivo de US$ 4,430 bilhões, com valor médio diário de US$ 211 milhões. O superávit do período é 31,6% maior que o de maio deste ano e está 95,4% acima do registrado em junho do ano passado, na comparação pela média diária.

Nos 21 dias úteis do mês, as exportações totalizaram US$ 23,692 bilhões, fechando com média diária de US$ 1,128 bilhão. Por esse critério, o resultado é maior que o verificado no mês passado (6,9%) e em junho de 2010 (38,6%).

Nas importações de abril (US$ 19,262 bilhões e média diária de US$ 917,2 milhões), houve crescimento pelo resultado médio diário de 29,9% em relação a maio de 2011 e 2,5% considerando junho do ano passado. Como resultado da soma das exportações e importações, a corrente de comércio foi de US$ 42,954 bilhões, com média diária de US$ 2,045 bilhões.

Últimas Semanas

O saldo comercial da quarta semana de junho foi positivo em US$ 966 milhões e média diária de US$ 241,5 milhões. A corrente de comércio, nestes quatro dias úteis (20 a 26), foi de US$ 8,118 bilhões e média diária de US$ 2,029 bilhões. As exportações foram de US$ 4,542 bilhões (média diária de US$ 1,135 bilhão) e importações de US$ 3,576 bilhões (média diária de US$ 894 milhões).

Na quinta semana do mês, o superávit contabilizado foi de US$ 849 milhões, com média diária de US$ 212,3 milhões, levando-se em consideração que houve quatro dias úteis (27 a 30). As vendas ao mercado externo somaram US$ 4,877 (média diária de US$ 1,219 bilhão) e as compras foram de US$ 4,028 bilhões (resultado diário de US$ 1,007 bilhão).

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