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Terça-feira, 19 de maio de 2015 às 16:05

Crédito de US$ 10 bilhões mostra confiança dos bancos chineses na Petrobras

Brasil e ChinaO Brasil está ampliando, de forma substancial, uma ampla parceria já consolidada com a China nas áreas de petróleo, gás e hidroeletricidade. Entre os atos celebrados nesta terça-feira (19), durante a visita oficial ao País do primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, a presidenta Dilma Rousseff citou os acordos de cooperação entre o Banco de Desenvolvimento da China, o Banco de Indústria e Comércio da China, o China Eximbank e a Petrobras.

“O crédito oferecido de US$ 10 bilhões, além de refletir a confiança que nossa empresa de petróleo possui, em muito contribuirá para o fortalecimento das atividades do pré-sal, onde já contamos com expressiva presença das empresas chinesas”, comemorou a presidenta.

Crédito chinês de US$ 10 bilhões permite que Petrobras desenvolva as áreas de petróleo, gás e hidroeletricidade. Foto: Agência Petrobras

Crédito chinês de US$ 10 bilhões permite que Petrobras desenvolva atividades nas áreas de petróleo, gás e hidroeletricidade. Foto: Agência Petrobras

Durante a cerimônia oficial, no Palácio do Planalto, a presidenta e o primeiro-ministro acompanharam também, em tempo real, a cerimônia de inauguração das obras da linha de transmissão em ultra-alta tensão que levará eletricidade da Usina de Belo Monte ao Centro-Sul do País, “onde está a maior demanda por em energia”.

“Como vocês viram, lançamos, hoje, a pedra fundamental de uma linha de transmissão em ultra alta tensão em corrente contínua de 800 mil volts, a ser construída pelo consórcio State Grid, chinês; Furnas e Eletronorte, brasileiras. Este consórcio levará energia da usina de Belo Monte, no Pará, até Minas Gerais percorrendo 2.086 km”, disse Dilma.

A presidenta lembrou que os dois países também estabeleceram iniciativas de cooperação em energia renovável e nuclear, que permitirão o intercâmbio de experiências visando o desenvolvimento tecnológico e industrial conjunto.

Terça-feira, 19 de maio de 2015 às 15:14

China e Brasil têm desempenhado papel de destaque na construção de uma nova ordem global

Brasil e ChinaA presidenta Dilma Rousseff destacou, nesta terça-feira (19), que a parceria entre o Brasil e a China é particularmente importante em 2015, quando as Nações Unidas celebram 70 anos. “Reiterei que ela nos permitirá aprofundar a nossa perspectiva em favor da reforma do Conselho de Segurança da ONU”, disse ela ao receber a visita oficial do primeiro-ministro da República Popular da China, Li Keqiang.

“O primeiro-ministro Li e eu compartilhamos a expectativa de que a próxima Cúpula do Brics, em Ufa, na Rússia, acelerará a implantação do Novo Banco de Desenvolvimento e do Acordo Contingente de Reservas, que aprovamos no ano passado, na presença do presidente Xi Jinping, em Fortaleza”.

Dilma discursou sobre a importância da parceria do Brasil com a China para a construção de uma nova ordem global. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Dilma discursou sobre a importância da parceria do Brasil com a China para a construção de uma nova ordem global. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma informou que Brasil e China também renovaram seu compromisso de atuar no G20 em defesa da reforma das instituições financeiras multilaterais. “O FMI [Fundo Monetário Internacional] e o Banco Mundial ainda não refletem em sua governança o peso dos países emergentes”, enfatizou.

O Brasil, lembrou, ao tornar-se membro fundador do Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura, passa a ter também novas oportunidades de ampliar a participação das empresas brasileiras nos mercados chinês e asiático.

Para reforçar a importância da parceria, a presidenta disse que declaração bilateral sino-brasileira sobre a mudança do clima reflete “nosso compromisso com a redução de emissões de gases de efeito estufa e a determinação de atuar em coordenação no âmbito do Basic (Brasil, África do Sul, Índia e China), visando ao êxito da 21ª Conferência das Partes (COP 21), em dezembro, em Paris”.

Foram assinados acordos em áreas diversas. Confira a relação dos Atos:

Terça-feira, 19 de maio de 2015 às 10:13

Tempo real: Almoço em homenagem ao primeiro-ministro chinês no Itamaraty

15h56 – Presidenta fala no almoço em homenagem ao primeiro-ministro chinês.

14h – Dilma fala na cerimônia de encerramento do Encontro Empresarial Brasil-China.

13h57 – Presidenta Dilma e primeiro-ministro Li Keqiang já estão no Palácio Itamaraty Eles participam do encerramento do Encontro Empresarial Brasil-China e de um almoço oferecido à delegação chinesa.

13h40 -


13h38 – Está encerrada a cerimônia. Confira, em instantes, a cobertura completa no Blog do Planalto.

13h31 – Dilma falou sobre o projeto da Ferrovia Transcontinental, que vai cruzar o País no sentido Leste-Oeste e cortará o continente sul-americano, ligando o oceano Atlântico ao Pacífico. “Convidamos as empresas chinesas a participarem dessa grande obra, que sairá de Campinorte, no Tocantins, lá na Ferrovia Norte-Sul, passará por Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso, atingirá o Acre e atravessará os Andes até chegar ao porto no Peru”, descreveu a presidenta.

13h30 – Em sua fala, a presidenta destacou a diversidade de parcerias que já existem e as que serão ampliadas com a China.

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Dilma Rousseff e Li Keqiang durante assinatura de Atos. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

 

13h26 – Começa a declaração do primeiro-ministro chinês, Li Keqiang.

13h16 -Dilma destaca os acordos de cooperação entre o Banco de Desenvolvimento da China, o Banco de Indústria e Comércio da China, o China Eximbank e a Petrobras. Segundo a presidenta, o crédito oferecido de US$ 10 bilhões, “além de refletir a confiança internacional que nossa empresa de petróleo possui, em muito contribuirá para o fortalecimento das atividades do Pré-Sal, onde já contamos com expressiva presença de empresas chinesas”, afirmou.

 13h15 – Presidenta faz declaração à imprensa. Acompanhe o minuto a minuto no twitter do Blog do Planalto.

13h05 – Começa a cerimônia de lançamento da pedra fundamental das obras de linhas de transmissão Ultra-Alta da Usina Belo Monte.

12h58 – Presidente do Banco da China, Chen Siqing e diretor-executivo de Produtos e Clientes da BM&F Bovespa, Eduardo Guardia, assinam acordo de Cooperação para parcerias preferenciais e acesso ao mercado brasileiro de capitais.

12h54 – O governo do Maranhão assina Acordo de cooperação para a instalação de complexo siderúrgico no Maranhão.

12h50 – Acaba de ser assinado entre a Caixa e o Banco Industrial e Comercial da China (ICBC) um Memorando de entendimento para implementação de projetos para promoção de investimentos e criação de oportunidades de negócios entre os dois países.

12h36 – Começa a assinatura de Atos.

12h – Durante a visita oficial do primeiro-ministro da China ao Brasil serão celebrados acordos bilaterais que abrangem áreas como planejamento estratégico, infraestrutura, transporte, agricultura, energia, mineração, ciência e tecnologia, comércio, entre outros. A assinatura dos Atos será realizada ao final da reunião entre a presidenta Dilma e Li Keqiang.

11h05 -A visita do Primeiro-Ministro da China, que ocorre menos de um ano depois da visita de Estado do Presidente Xi Jinping ao Brasil, em julho de 2014, propiciará a discussão e o aprofundamento da cooperação bilateral em áreas como comércio, investimentos, finanças, agricultura, energia e transportes. Desde 2009, a China é o principal parceiro comercial do Brasil. Em 2014, as trocas comerciais bilaterais alcançaram US$ 77,9 bilhões, com superávit brasileiro de US$ 3,3 bilhões. Os dois países mantêm importantes fluxos de investimentos bilaterais. Do lado das inversões brasileiras na China, ressaltam-se os setores aeronáutico, bancário, de máquinas, autopartes e agronegócio. Do lado chinês, merecem destaque os setores de energia, eletrônicos, automotivo e bancário.

Confira a entrevista do subsecretário-geral político do Itamaraty, José Alfredo Graça Lima, comentando alguns dos pontos que devem ser discutidos durante a visita.

 

10h44 – Após os ritos oficiais, começa a reunião entre Dilma e Li Keqiang.

10h30 – Começa a cerimônia.

10h25 – Em frente ao Palácio do Planalto está tudo pronto para receber o primeiro-ministro chinês.

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Os Dragões da Independência já estão posicionados para a recepção ao primeiro-ministro chinês. Fotos: RafaB/Blog do Planalto.

 

10h10 – Daqui a pouco começam os ritos oficiais de recepção ao primeiro-ministro da China, Li Keqiang. Na chegada ao Palácio do Planalto, Li Keqiang passará as tropas em revista e vai subir a rampa do Palácio, onde será recebido pela presidenta Dilma Rousseff.

 

Terça-feira, 19 de maio de 2015 às 8:00

Visita oficial do primeiro-ministro da China e presidenta da UNE

Agenda presidencialNesta terça-feira (19), a presidenta Dilma Rousseff participa da cerimônia oficial de recepção ao primeiro-ministro da República Popular da China, Li Keqiang.

A chegada de Li Keqiang ao Palácio do Planalto está prevista para as 10h. Em seguida, Dilma e o primeiro-ministro terão audiência e farão assinatura de Atos. Eles também vão acompanhar a cerimônia on-line de inauguração das obras de Linhas de Transmissão Ultra-Alta da Usina Belo Monte. Após assistirem à transmissão, por volta do meio dia, está prevista uma declaração conjunta à imprensa.

Às 13h, no Palácio Itamaraty, a presidenta e Li Keqiang estarão na cerimônia de encerramento do Encontro Empresarial Brasil-China, que será seguida de almoço em homenagem ao primeiro-ministro.

Já de volta ao Palácio do Planalto, a presidenta recebe, às 17h30, a presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE), Virgínia Barros.

*Agenda sujeita a alterações ao longo do dia. Para atualizações, acesse o Portal Planalto.

Terça-feira, 12 de maio de 2015 às 20:28

Dilma: Brasil e China têm relação estratégica e expertise chinesa em infraestrura é importante

Brasil e China têm hoje uma importante relação estratégica, já que ambos oferecem diversas oportunidades de interesse mútuo, como no mercado de exportação e, principalmente, na área de investimento em infraestrutura. A afirmação foi feita pela presidenta Dilma Rousseff, em entrevista publicada pelo China Business News justamente quando o Brasil se prepara para receber a visita do primeiro-ministro chinês Li Keqiang, agora em maio, e às vésperas do lançamento do maior programa de investimento em infraestrutura do País.

“Nós hoje temos grandes oportunidades, apresentadas pelo perfil dos nossos países. Cooperação, por exemplo, na área de alimentos processados. A cooperação na área de transporte aéreo, na área de tecnologia da informação, em que a China teve grandes resultados. Tudo isso cria um caminho para nossa cooperação. Além disso, o Brasil passa por um momento em que todo o conhecimento e a expertise da China na área de investimento em infraestrutura nós podemos aproveitar, tanto na área de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos”, disse a presidenta.

Sobre a visita do primeiro ministro chinês, Dilma Rousseff acrescentou que acreditar que será discutida a questão do investimento em infraestrutura. “Eu acho um estreitamento dos fluxos de comércio entre o Brasil e a China e todo o continente latino-americano, porque quando o presidente Xi Jinping esteve no Brasil, para participar da reunião dos Brics e também da Copa, nós tivemos uma muito proveitosa reunião entre o presidente e todos os presidentes aqui da Unasul, que é a união dos dez países latino-americanos. Então, eu acho que também na questão do livre comércio nós daremos passos”, destacou.

A presidenta também enumerou novas áreas de cooperação, como alimentos processados, transportes aéreos, tecnologia da informação, do turismo “e até, também, eu acredito, de toda a indústria de software e também de indústrias criativas em que o Brasil e a China têm muito a compartilhar”.

Confira a entrevista da Presidenta Dilma ao China Business News:

Sábado, 25 de abril de 2015 às 20:11

Presidenta Dilma lamenta mortes causadas pelo terremoto que atingiu Nepal, Índia e China

Nota OficialA presidenta Dilma Rousseff expressou pesar pelas vidas que foram perdidas em consequência do terremoto que atingiu Nepal, Índia e China neste sábado (25).

A embaixada brasileira em Katmandu está mobilizada para prestar apoio aos brasileiros que se encontram na região.

Confira a nota na íntegra:

Expresso meu grande pesar pelo terremoto que atingiu o Nepal, Índia e China na manhã deste sábado e que provocou a perda de tantas vidas.

Declaro minha solidariedade aos povos desses países e, em especial, aos brasileiros que estão na região e aos seus familiares.

Ressalto que a Embaixada do Brasil em Katmandu está tomando todas as providências em apoio aos cidadãos brasileiros que estão no Nepal.

Dilma Rousseff
Presidenta da República

Sexta-feira, 27 de março de 2015 às 21:15

Brasil será membro-fundador do Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura

O governo brasileiro aceitou o convite da República Popular da China para participar como membro-fundador do Asian Infrastructure Investiment Bank (AIIB), de acordo com nota divulgada pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República. 

A presidenta Dilma Rousseff anunciou, nesta sexta-feira (27), que o Brasil tem todo o interesse de participar da iniciativa, que deve garantir financiamento para projetos de infraestrutura na região da Ásia.

Segunda-feira, 12 de janeiro de 2015 às 21:34

Grupo Celac-China decide ampliar investimentos mútuos a US$ 250 bilhões em dez anos

Com informações do MRE

Representantes da China e dos países da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), aprovaram três documentos principais durante a primeira reunião do foro, realizada na última semana, em Pequim. Segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (12), pelo Itamaraty, o principal documento aprovado foi o Plano de Cooperação 2015-2019, que abrange uma ampla gama de iniciativas.

Representantes da China e da Celac aprovaram o Plano de Cooperação 2015-2019. Foto: divulgação Itamaraty

Representantes da China e da Celac aprovaram o Plano de Cooperação 2015-2019. Foto: divulgação Itamaraty

Pelo plano, os signatários do acordo se comprometeram a ampliar o comércio e os futuros investimentos entre a China e os países da Celac, de forma equilibrada e benéfica para os dois lados. A meta prevista para o comércio é de US$ 500 bilhões e os investimentos recíprocos devem alcançar US$ 250 bilhões em dez anos, com ênfase especial em alta tecnologia e produção de bens de valor agregado (produtos industrializados).

O foro também decidiu aumentar a troca de visitas, encontros e foros multilaterais entre os líderes da China e da Celac e seus estados-membros, além de aumentar o diálogo e os mecanismos de consulta entre os dois lados. A meta é a plena utilização do fórum como plataforma.

Intercâmbio
Os países do foro consideram a possibilidade de realizar intercâmbios entre partidos políticos, governos locais e jovens chineses e latino-americanos. Nesse sentido, a China irá convidar 1.000 líderes políticos dos países da Celac para visita aquele país nos próximos cinco anos. A China oferecerá aos países da Celac mais de 10 mil bolsas de estudo em diversas categorias no período de quatro anos.

Deve ser realizado, no devido prazo, o Fórum China-América Latina e Caribe Prefeitos de Capitais e o Fórum de Cooperação China-América Latina e Caribe Governos Locais. A China manterá o Fórum China-América Latina e Caribe Jovens Líderes Políticos.

Fortalecimento das relações
O Foro Celac-China é o primeiro mecanismo de interlocução externa formalizado pela Celac com um país em desenvolvimento. Segundo o Itamaraty, o papel da Celac será gradualmente fortalecido, como mecanismo representativo da região, que veicula consensos regionais construídos com base nos interesses nacionais de seus Estados-membros.

Para o chanceler chinês, Wang Yi, a I Reunião Ministerial do Foro Celac-China abre uma nova janela para as relações entre os países envolvidos. Para ele, desde a entrada do novo século, a China e as nações da América Latina vêm seguindo estreitamente a tendência de desenvolvimento conjunto, reforçando de forma constante os intercâmbios político, econômico-comercial e cultural.

Essa cooperação resultou em inúmeros êxitos nos domínios de recursos e energia, infraestrutura, finanças, agricultura e manufatura e tecnologia de ponta. Agora, acrescentou em artigo na imprensa local, a reunião ministerial materializa a cooperação integral entre China e Celac.

“Para mim é motivo de especial satisfação que minha primeira participação em um encontro multilateral como chanceler do Brasil se dê em uma reunião que congrega todos os países da América Latina e Caribe, com os quais compartilhamos história, cultura, desafios, bem como diversas oportunidades de cooperação, e a China, principal parceiro comercial do Brasil, importante parceiro estratégico”, afirmou o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira.

“Inauguramos um mecanismo com potencial para conceber e implementar novas iniciativas que reforcem e diversifiquem o relacionamento sino-latino-americano e caribenho. Lançamos, hoje, uma parceria duradoura, equilibrada e plena de possibilidades”, acrescentou.

O tema do foro foi Nova Plataforma, Novo Ponto de Partida, Nova Oportunidade. O grupo China-Celac foi criado em 2011 e é composto por 34 países, correspondendo a 21% do PIB, 26% da população e 19% do território mundiais. O foro foi lançado durante a Cúpula de Brasília que reuniu líderes da China e de países da América Latina e Caribe. A ideia da reunião entre os chanceleres foi proposta pela China, durante a Cúpula de Brasília de Líderes do país e da Celac em Brasília, em julho de 2014, como forma de incrementar sua aproximação e investimentos na região.

Quarta-feira, 31 de dezembro de 2014 às 11:44

Novembro: Ordem do Mérito Cultural, José Mujica, Cúpula do G20

Especial Retrospectiva 2014

A presidenta Dilma Rousseff começou novembro recebendo políticos no Palácio do Planalto, como o então do Ceará e novo ministro da Educação, Cid Gomes, e o governador eleito para sucedê-lo, Camilo Santana, e o governador reeleito do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, e o prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Eduardo Paes.

No Dia Nacional da Cultura (5), condecorou artistas na 20° edição da Ordem do Mérito Cultural (OMC), prêmio entregue para homenagear realizadores culturais. Este ano, 26 pessoas e quatro instituições serão agraciadas. Para Dilma, o prêmio valoriza e reconhece a cultura brasileira, uma das maiores riquezas do País. “A homenagem mostra que a extrema diversidade cultural do Brasil constitui um patrimônio tão importante quanto a nossa capacidade de construir, de criar e de produzir cultura nesse País”, afirmou.

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Dias depois, Dilma se encontrou com o presidente uruguaio, José Mujica. Após o encontro, a presidenta destacou a necessidade de fortalecimento das relações do Brasil com o Uruguai e com os países do Mercosul. Nesse sentido, ela lembrou o avanço de negociações pela integração energética e produtiva entre os países e do investimento em infraestrutura. Para a presidenta, é fundamental fazer investimentos que permitam o crescimento do mercado da região.

A presidenta desembarcou em Doha, no Catar, para visita de Estado de um dia e meio ao país do Oriente Médio. Dilma foi recebida pelo emir do Catar, Xeque Tamim bin Hamad Al Thani, no Emiri Diwan. Ela anunciou no encontro que o Brasil e o país do Oriente Médio criarão um grupo estratégico de trabalho de alto nível para atuação em pontos de interesse comum entre os dois países. O objetivo é ampliar a cooperação e estabelecer melhor intercâmbio em áreas estratégicas, como gás natural, defesa, educação e infraestrutura.

Depois, Dilma foi para Brisbane, na Austrália, para participar da reunião de Cúpula do G20.  Mas antes, aproveitou para se reunir com o primeiro-ministro da Turquia, Ahmet Davutoglu. Eles trataram das relações comerciais e diplomáticas, além de temas relativos à crise econômica internacional.

Ela também se encontrou com chefes de Estado dos Brics (Índia, China, África do Sul, Rússia e Brasil), onde defendeu que os países do grupo trabalhem para fortalecer o Banco de Desenvolvimento dos Brics e o Acordo Contingente de Reservas e pediu que se concentrem em fortalecer seus mercados internos, no esforço de recompor suas economias.

Ainda na Austrália, a presidenta e o presidente chinês, Xi Jinping, assinaram protocolo para liberação de venda de carne bovina para o mercado chinês, embargada desde 2012 devido suspeita, não confirmada, de registro de mal da vaca louca, ocorrido no Paraná.

Para fechar o mês, Dilma anunciou três nomes da nova equipe econômica do seu ministério. Para o Ministério da Fazenda, a presidenta indicou o sr. Joaquim Levy. O novo titular do Ministério do Planejamento será o sr. Nelson Barbosa. O ministro Alexandre Tombini, presidente do Banco Central, foi convidado a permanecer no cargo.

Segunda-feira, 29 de dezembro de 2014 às 16:43

Julho: Terceira Etapa do Minha Casa Minha Vida, Final da Copa do Mundo e Cúpula do Brics

Especial Retrospectiva 2014

A presidenta Dilma Rousseff iniciou o mês de julho inaugurando uma importante obra de mobilidade para o Rio de Janeiro: o Arco Metropolitano, rodovia de ligação entre Itaboraí e Itaguaí, num percurso de 145 quilômetros, e que vai se conectar com todas as rodovias federais em território fluminense, integrando ainda os municípios de Nova Iguaçu, Paracambi, Duque de Caxias, Seropédica e Japeri.

No mesmo dia, foi celebrado o atingimento da marca recorde de produção de barris de petróleo no pré-sal. A Petrobras registrou produção diária de 500 mil barris de petróleo nas Bacias de Santos e de Campos.

A presidenta também participou do lançamento do Programa Brasil de Todas as Telas, iniciativa do governo federal para fomentar a produção audiovisual no país. O evento contou com a participação de atores, produtores e empresários do setor.

No Espírito Santo, Dilma participou da entrega de moradias do Minha Casa Minha Vida e de formatura de alunos do Pronatec. Além disso, ela também anunciou recursos do PAC para obras de mobilidade urbana, drenagem e contenção de encostas.

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Falando em Minha Casa Minha Vida, durante a entrega simultânea de 5.460 unidades habitacionais, a presidenta fez um importante anúncio sobre a continuidade do maior programa de moradia popular do país: novas três milhões de casas serão construídas nos próximos anos, destinadas às famílias de baixa renda. “Nosso objetivo é deixar claro que é possível contratar agora três milhões de moradias. Porque aquilo que está dando certo deve ter continuidade. As famílias de menor renda precisam continuar recebendo subsídio quase integral, tal como fizemos até agora. E nós precisamos sinalizar para os empresários se prepararem com terrenos, discutir com prefeitos para que isso ocorra a partir de 2015”, salientou.

Durante visita a Porto Alegre, a presidenta inaugurou as novas instalações do Hospital Restinga e Extremo-Sul. Ainda na capital gaúcha, Dilma anunciou a ajuda do governo federal para a reconstrução de áreas afetadas pelas enchentes no estado.

O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, veio a Brasília e se reuniu com a presidenta Dilma para tratar da organização para os Jogos Olímpicos Rio 2016.

Mesmo com a desclassificação da Seleção Brasileira, a presidenta Dilma recebeu autoridades e chefes de Estado para a partida final da Copa do Mundo, realizada no Maracanã. Antes da disputa, a presidenta saudou a Rússia, que será anfitriã do próximo mundial, em 2018, e fez um convite para que todos retornem ao Brasil para as Olimpíadas e Paraolimpíadas, em 2016. O presidente Russo Vladimir Putin esteve em Brasília e foi recebido com honras de chefe de Estado. Após o encontro, a presidenta falou das parcerias que vão além de acordos comerciais, mas também nas áreas de energia, defesa, infraestrutura, ciência e tecnologia.

No dia seguinte à partida de encerramento, a presidenta fez um balanço positivo de toda a organização do Brasil para receber o maior evento do futebol mundial. Durante a cerimônia, a presidenta Dilma Rousseff agradeceu aos envolvidos na organização da Copa do Mundo 2014 e considerou que o povo mostrou sua capacidade de bem receber. “Mais uma vez, o povo brasileiro revelou toda a sua capacidade de bem receber. (…) os torcedores e todos os amantes do futebol, asseguraram uma festa que eu tenho certeza é, sem dúvida, uma das mais bonitas do mundo”, afirmou.

O mês de julho também foi intenso na área das relações internacionais. A presidenta recebeu em Brasília o presidente russo Vladimir Putin; foi a anfitriã da VI Cúpula do Brics, quando foi anunciada a criação do banco de desenvolvimento do bloco e do fundo de reservas; assinou acordos bilaterais com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi; recebeu líderes da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), encontrou o presidente da República Popular da China, Xi Jinping, com quem assinou acordos comerciais e realizou a reunião empresarial entre os dois países, que contou também com a participação de líderes da América Latina. A presidenta também teve encontro com o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso.

Dilma Rousseff foi a Uruguaiana para verificar a situação dos municípios atingidos por enchentes na região e confirmou repasse de R$ 54 milhões do governo federal para socorrer as localidades na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul.

Os representantes do Bom Senso Futebol Clube voltaram ao Palácio do Planalto para conversar com a presidenta sobre os rumos do esporte no Brasil.

Também em julho, a presidenta sancionou a lei 13.018/2014, que estabelece a Política Nacional de Cultura Viva. A lei tem como principal objetivo ampliar o acesso da população brasileira aos direitos culturais.

Dilma foi a Recife prestar homenagens ao escritor Ariano Suassuna. A presidenta divulgou nota de pesar pela morte de Suassuna.

Em Caracas, na Venezuela, a presidenta participou da 46a Reunião de Cúpula do Mercosul e defendeu o fortalecimento dos mercados internos dos membros do Mercosul e a importância da integração dos países sul-americanos. “O Brasil aposta e todos os demais parceiros do Mercosul apostamos na ampliação das trocas econômicas e comerciais. E aí, é muito importante a economia boliviana e as demais economias da América do Sul. Devemos buscar a implementação da desgravação tarifária, o que vai permitir que nós criemos zona de livre comércio sul-americana”, disse na ocasião.

A presidenta fechou o mês sancionando a lei do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil, que trata do regime de parcerias das Organizações da Sociedade Civil com o Estado.

Confira a série de matérias da Retrospectiva 2014 no Blog do Planalto.

 

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