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Sexta-feira, 13 de novembro de 2015 às 21:59

G20 se tornou principal instância de decisões econômicas no mundo, diz professor

Professor UnB G20

Roberto Menezes: “Ascensão, nos últimos anos, de países como o Brasil, a China e a Índia fizeram que o ambiente central de decisão econômica internacional saísse dos tradicionais G7 e G8″. Foto: Blog do Planalto

ONUDesde a crise internacional de 2008, o G20 se tornou o principal fórum de discussão para as grandes questões financeiras e econômicas internacionais. É o que afirma o professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (Unb), Roberto Goulart Menezes.

De acordo com o professor, em um mundo cada vez mais marcado pelo multilateralismo, a ascensão, nos últimos anos, de países como o Brasil, a China e a Índia fizeram que o ambiente central de decisão econômica internacional saísse dos tradicionais G7 e G8 para um organismo mais compatível com a atual configuração de forças globais.

“Não há dúvidas de que o G7 perdeu esse espaço como o ‘locus’ central de decisão para as grandes questões econômicas do mundo”,afirmou em entrevista ao Blog do Planalto. 

Criado em 1999, após a crise da Ásia que atingiu as grandes economias exportadores do continente, o Grupo dos 20 (G20) passou a reunir os 19 países com maior PIB do mundo e a União Europeia.

O fórum foi criado para buscar coordenar posições dentre as principais economias globais que, juntas, reúnem 80% do PIB do mundo”, explicou o professor.

É nesse ambiente que a presidenta Dilma Rousseff se reúne a partir deste final de semana com as principais lideranças internacionais em busca de saídas para a crise que atinge o Brasil e a maior parte das economias do mundo.

“A importância da participação do Brasil no G20 neste momento é a de buscar construir saídas para a crise que sejam benéficas para países do seu perfil. Construir saídas para a crise significa construir novas regras do jogo como, por exemplo, na questão do protecionismo comercial. Sempre que temos uma crise é esperado que os países se retraiam mais e, com isso, o nacionalismo econômico volte a falar mais alto”, ponderou.

Exemplo disso é que neste final de semana o Brasil defenderá na reunião de Cúpula do G20 que os países do bloco assumam o compromisso de não aumentar os subsídios para produtos agrícolas em meio ao chamado fim do superciclo das commodities, responsável pela queda internacional dos preços de matérias-primas e que atingiu, sobretudo, os países mais dependentes da exportação de produtosagrícolas.

Como destaca o professor Menezes, se as origens da crise financeira de 2008 já são um consenso entre os países, os meios para superá-la não o são. “É aí que, novamente, o jogo de forças político, econômico e geopolítico volta a contar de maneira crucial”, acrescentou.

Brasil
Sétima economia do mundo e maior economia da América Latina, o Brasil ocupa uma posição importante dentro do G20, sobretudo pela influência que exerce na América do Sul, explica o professor da Unb. Brasil e Argentina são os únicos representantes sul-americanos no grupo.

“Na reunião do G20 o Brasil busca coordenar posições com países como China, Argentina, Turquia e, certamente, com seus parceiros do Brics. Não necessariamente os Brics vão conseguir criar uma posição de consenso em todas as pautas. Mas eles vão tentar coordenar suas agendas e naqueles pontos que coincidem vão procurar trabalhar em bloco”.

Prova disso é que antes do início da reunião do G20, na manhã deste domingo (15), os presidentes dos cinco países que compõem os Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) se reúnem em Antalia, na Turquia, para alinhar posições.

Temas de discussão
Tema já confirmado para a reunião deste domingo, a crise dos refugiados que atinge o Oriente Médio, o norte da África e a Europa será trazido pela Turquia para a cúpula do Grupo dos 20.

“A Turquia tem todo o interesse em incluir esse tema na discussão, porque dos quatro milhões de refugiados sírios que chegaram à Europa, dois milhões estão na Turquia. Então, os turcos têm todo o interesse em incluir esse debate”, afirmou.

Além disso, o professor destacou como temas que certamente virão à tona na cúpula a crise bancária chinesa e a questão ambiental, que interessa diretamente ao Brasil. Nesse sentido, ele lembrou que logo depois do G20, os líderes internacionais voltam a se reunir em Paris, para a Cúpula do Clima, a Cop 21.

“A questão ambiental é um tema chave para a economia global e muitas vezes utilizada como mecanismo de protecionismo”,contextualizou.  

Busca por parcerias e diversificação de mercados
Além disso, o professor Roberto Menezes ressalta que, no G20, interessa ao Brasil reforçar suas parcerias estratégicas e seu potencial de ser reconhecido como um parceiro chave em um mundo marcado cada vez mais pelo multilateralismo e pelas múltiplas parcerias. E acrescenta, que de acordo com o tema – como no caso das questões ambiental e a energética – o Brasil é visto sim como um país crucial dentro do cenário internacional, além de possuir a confiança de diversos países dentro e fora de sua região.

Outro ponto importante destacado pelo professor é que o Brasil tem buscado, dentro do cenário e dos fóruns internacionais, reverter a retração que sofreu em suas exportações, no último ano, em função da redução da compra de commodities pela China, que era o principal destino das exportações brasileiras. “A economia chinesa retraiu, o que fez o Brasil também sentir em suas exportações. Mas o Brasil tem procurado reverter esse cenário”,

Ele destacou iniciativas por meio das quais o governo brasileiro tem se empenhado em promover a diversificação de seus mercados, como o esforço que tem sido feito pela presidenta Dilma para que o Mercosul apresente uma proposta consensual de acordo comercial com a União Europeia, até o final deste ano, e a busca pela renovação de acordos de complementação econômica, como os assinados recentemente com o México e Colômbia. “O Brasil não está parado”, salientou.

Sexta-feira, 26 de junho de 2015 às 19:52

Cosban avança para implantar projetos entre China e Brasil, garante Temer

O vice-presidente Michel Temer assegurou que a parceria Brasil-China tem registrado avanços muito expressivos nos últimos anos, principalmente pela intensificação das atividades da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban). Segundo Temer, a Cosban é o mecanismo de mais alto nível para discutir as relações bilaterais. Nesta sexta-feira (26), Temer presidiu pela terceira vez, juntamente com o vice-primeiro-ministro chinês Wang Yang, uma nova reunião da comissão, no Ministério das Relações Exteriores.

Pela manhã, Wang Yang havia se reunido com a presidenta Dilma Rousseff, quando conversaram sobre agendas bilaterais e concordaram sobre o dinamismo dessas relações. Após a reunião no Itamaraty, Temer lembrou que a intensificação de visitas entre os chefes de Estado e de governo dos dois países, além do forte intercâmbio de missões ministeriais, parlamentares, empresariais e acadêmicas, têm propiciado progressos notáveis para o avanço dos entendimentos entre Brasil e China em diversos campos.

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Temer disse que desde 2009, Brasil e China mantêm parcerias comerciais privilegiadas e ressaltou a recente reabertura do mercado chinês às exportações brasileiras de carne. Antonio Cruz/Agência Brasil

O vice-presidente destacou, entre outros avanços, o crescimento das relações comerciais entre Brasil e China. “Apesar das circunstâncias do contexto econômico internacional, nossos fluxos bilaterais de comércio mantêm-se em nível elevado. De 2009 para cá, Brasil e China mantiveram a posição de parceiros comerciais privilegiados”, afirmou.

Michel Temer também ressaltou a recente medida de reabertura do mercado chinês para as exportações brasileiras de carne bovina. “É um estímulo às delegações de nossos dois países a continuar a somar esforços com vistas à ampliação do número de frigoríficos brasileiros habilitados a exportar para a China, o que contribuirá para a segurança alimentar do povo chinês e impulsionará, ainda mais, nossas correntes de comércio e investimentos”, assinalou o vice-presidente brasileiro.

Segundo Temer, o governo brasileiro acolhe muito positivamente o interesse chinês em participar de importantes projetos de infraestrutura no País e aumentar os investimentos no setor de alimentos, indústrias e serviços. “Avalio que estão maduras as condições para iniciarmos um novo ciclo de nossas relações no campo de investimentos, com ênfase no setor de serviços e na integração de nossas cadeias produtivas”, garantiu.

Sexta-feira, 26 de junho de 2015 às 13:29

Presidenta Dilma se reúne com vice-primeiro-ministro da República Popular da China

Presidenta Dilma Rousseff durante audiência com o vice-primeiro-ministro da República Popular da China. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Presidenta Dilma Rousseff durante audiência com o vice-primeiro-ministro da República Popular da China. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

O vice-primeiro-ministro da República Popular da China, Wang Yang, fez uma visita de cortesia à presidenta Dilma Rousseff nesta sexta-feira (26). Os dois conversaram sobre agendas bilaterais e concordaram sobre o dinamismo dessas relações.

Wang Yang está no Brasil para participar da reunião da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), principal mecanismo de cooperação entre os dois países, que é presidida – do lado brasileiro – pelo vice-presidente Michel Temer.

Terça-feira, 19 de maio de 2015 às 16:05

Crédito de US$ 10 bilhões mostra confiança dos bancos chineses na Petrobras

Brasil e ChinaO Brasil está ampliando, de forma substancial, uma ampla parceria já consolidada com a China nas áreas de petróleo, gás e hidroeletricidade. Entre os atos celebrados nesta terça-feira (19), durante a visita oficial ao País do primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, a presidenta Dilma Rousseff citou os acordos de cooperação entre o Banco de Desenvolvimento da China, o Banco de Indústria e Comércio da China, o China Eximbank e a Petrobras.

“O crédito oferecido de US$ 10 bilhões, além de refletir a confiança que nossa empresa de petróleo possui, em muito contribuirá para o fortalecimento das atividades do pré-sal, onde já contamos com expressiva presença das empresas chinesas”, comemorou a presidenta.

Crédito chinês de US$ 10 bilhões permite que Petrobras desenvolva as áreas de petróleo, gás e hidroeletricidade. Foto: Agência Petrobras

Crédito chinês de US$ 10 bilhões permite que Petrobras desenvolva atividades nas áreas de petróleo, gás e hidroeletricidade. Foto: Agência Petrobras

Durante a cerimônia oficial, no Palácio do Planalto, a presidenta e o primeiro-ministro acompanharam também, em tempo real, a cerimônia de inauguração das obras da linha de transmissão em ultra-alta tensão que levará eletricidade da Usina de Belo Monte ao Centro-Sul do País, “onde está a maior demanda por em energia”.

“Como vocês viram, lançamos, hoje, a pedra fundamental de uma linha de transmissão em ultra alta tensão em corrente contínua de 800 mil volts, a ser construída pelo consórcio State Grid, chinês; Furnas e Eletronorte, brasileiras. Este consórcio levará energia da usina de Belo Monte, no Pará, até Minas Gerais percorrendo 2.086 km”, disse Dilma.

A presidenta lembrou que os dois países também estabeleceram iniciativas de cooperação em energia renovável e nuclear, que permitirão o intercâmbio de experiências visando o desenvolvimento tecnológico e industrial conjunto.

Terça-feira, 19 de maio de 2015 às 15:14

China e Brasil têm desempenhado papel de destaque na construção de uma nova ordem global

Brasil e ChinaA presidenta Dilma Rousseff destacou, nesta terça-feira (19), que a parceria entre o Brasil e a China é particularmente importante em 2015, quando as Nações Unidas celebram 70 anos. “Reiterei que ela nos permitirá aprofundar a nossa perspectiva em favor da reforma do Conselho de Segurança da ONU”, disse ela ao receber a visita oficial do primeiro-ministro da República Popular da China, Li Keqiang.

“O primeiro-ministro Li e eu compartilhamos a expectativa de que a próxima Cúpula do Brics, em Ufa, na Rússia, acelerará a implantação do Novo Banco de Desenvolvimento e do Acordo Contingente de Reservas, que aprovamos no ano passado, na presença do presidente Xi Jinping, em Fortaleza”.

Dilma discursou sobre a importância da parceria do Brasil com a China para a construção de uma nova ordem global. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Dilma discursou sobre a importância da parceria do Brasil com a China para a construção de uma nova ordem global. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma informou que Brasil e China também renovaram seu compromisso de atuar no G20 em defesa da reforma das instituições financeiras multilaterais. “O FMI [Fundo Monetário Internacional] e o Banco Mundial ainda não refletem em sua governança o peso dos países emergentes”, enfatizou.

O Brasil, lembrou, ao tornar-se membro fundador do Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura, passa a ter também novas oportunidades de ampliar a participação das empresas brasileiras nos mercados chinês e asiático.

Para reforçar a importância da parceria, a presidenta disse que declaração bilateral sino-brasileira sobre a mudança do clima reflete “nosso compromisso com a redução de emissões de gases de efeito estufa e a determinação de atuar em coordenação no âmbito do Basic (Brasil, África do Sul, Índia e China), visando ao êxito da 21ª Conferência das Partes (COP 21), em dezembro, em Paris”.

Foram assinados acordos em áreas diversas. Confira a relação dos Atos:

Terça-feira, 19 de maio de 2015 às 10:13

Tempo real: Almoço em homenagem ao primeiro-ministro chinês no Itamaraty

15h56 – Presidenta fala no almoço em homenagem ao primeiro-ministro chinês.

14h – Dilma fala na cerimônia de encerramento do Encontro Empresarial Brasil-China.

13h57 – Presidenta Dilma e primeiro-ministro Li Keqiang já estão no Palácio Itamaraty Eles participam do encerramento do Encontro Empresarial Brasil-China e de um almoço oferecido à delegação chinesa.

13h40 -


13h38 – Está encerrada a cerimônia. Confira, em instantes, a cobertura completa no Blog do Planalto.

13h31 – Dilma falou sobre o projeto da Ferrovia Transcontinental, que vai cruzar o País no sentido Leste-Oeste e cortará o continente sul-americano, ligando o oceano Atlântico ao Pacífico. “Convidamos as empresas chinesas a participarem dessa grande obra, que sairá de Campinorte, no Tocantins, lá na Ferrovia Norte-Sul, passará por Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso, atingirá o Acre e atravessará os Andes até chegar ao porto no Peru”, descreveu a presidenta.

13h30 – Em sua fala, a presidenta destacou a diversidade de parcerias que já existem e as que serão ampliadas com a China.

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Dilma Rousseff e Li Keqiang durante assinatura de Atos. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

 

13h26 – Começa a declaração do primeiro-ministro chinês, Li Keqiang.

13h16 -Dilma destaca os acordos de cooperação entre o Banco de Desenvolvimento da China, o Banco de Indústria e Comércio da China, o China Eximbank e a Petrobras. Segundo a presidenta, o crédito oferecido de US$ 10 bilhões, “além de refletir a confiança internacional que nossa empresa de petróleo possui, em muito contribuirá para o fortalecimento das atividades do Pré-Sal, onde já contamos com expressiva presença de empresas chinesas”, afirmou.

 13h15 – Presidenta faz declaração à imprensa. Acompanhe o minuto a minuto no twitter do Blog do Planalto.

13h05 – Começa a cerimônia de lançamento da pedra fundamental das obras de linhas de transmissão Ultra-Alta da Usina Belo Monte.

12h58 – Presidente do Banco da China, Chen Siqing e diretor-executivo de Produtos e Clientes da BM&F Bovespa, Eduardo Guardia, assinam acordo de Cooperação para parcerias preferenciais e acesso ao mercado brasileiro de capitais.

12h54 – O governo do Maranhão assina Acordo de cooperação para a instalação de complexo siderúrgico no Maranhão.

12h50 – Acaba de ser assinado entre a Caixa e o Banco Industrial e Comercial da China (ICBC) um Memorando de entendimento para implementação de projetos para promoção de investimentos e criação de oportunidades de negócios entre os dois países.

12h36 – Começa a assinatura de Atos.

12h – Durante a visita oficial do primeiro-ministro da China ao Brasil serão celebrados acordos bilaterais que abrangem áreas como planejamento estratégico, infraestrutura, transporte, agricultura, energia, mineração, ciência e tecnologia, comércio, entre outros. A assinatura dos Atos será realizada ao final da reunião entre a presidenta Dilma e Li Keqiang.

11h05 -A visita do Primeiro-Ministro da China, que ocorre menos de um ano depois da visita de Estado do Presidente Xi Jinping ao Brasil, em julho de 2014, propiciará a discussão e o aprofundamento da cooperação bilateral em áreas como comércio, investimentos, finanças, agricultura, energia e transportes. Desde 2009, a China é o principal parceiro comercial do Brasil. Em 2014, as trocas comerciais bilaterais alcançaram US$ 77,9 bilhões, com superávit brasileiro de US$ 3,3 bilhões. Os dois países mantêm importantes fluxos de investimentos bilaterais. Do lado das inversões brasileiras na China, ressaltam-se os setores aeronáutico, bancário, de máquinas, autopartes e agronegócio. Do lado chinês, merecem destaque os setores de energia, eletrônicos, automotivo e bancário.

Confira a entrevista do subsecretário-geral político do Itamaraty, José Alfredo Graça Lima, comentando alguns dos pontos que devem ser discutidos durante a visita.

 

10h44 – Após os ritos oficiais, começa a reunião entre Dilma e Li Keqiang.

10h30 – Começa a cerimônia.

10h25 – Em frente ao Palácio do Planalto está tudo pronto para receber o primeiro-ministro chinês.

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Os Dragões da Independência já estão posicionados para a recepção ao primeiro-ministro chinês. Fotos: RafaB/Blog do Planalto.

 

10h10 – Daqui a pouco começam os ritos oficiais de recepção ao primeiro-ministro da China, Li Keqiang. Na chegada ao Palácio do Planalto, Li Keqiang passará as tropas em revista e vai subir a rampa do Palácio, onde será recebido pela presidenta Dilma Rousseff.

 

Terça-feira, 19 de maio de 2015 às 8:00

Visita oficial do primeiro-ministro da China e presidenta da UNE

Agenda presidencialNesta terça-feira (19), a presidenta Dilma Rousseff participa da cerimônia oficial de recepção ao primeiro-ministro da República Popular da China, Li Keqiang.

A chegada de Li Keqiang ao Palácio do Planalto está prevista para as 10h. Em seguida, Dilma e o primeiro-ministro terão audiência e farão assinatura de Atos. Eles também vão acompanhar a cerimônia on-line de inauguração das obras de Linhas de Transmissão Ultra-Alta da Usina Belo Monte. Após assistirem à transmissão, por volta do meio dia, está prevista uma declaração conjunta à imprensa.

Às 13h, no Palácio Itamaraty, a presidenta e Li Keqiang estarão na cerimônia de encerramento do Encontro Empresarial Brasil-China, que será seguida de almoço em homenagem ao primeiro-ministro.

Já de volta ao Palácio do Planalto, a presidenta recebe, às 17h30, a presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE), Virgínia Barros.

*Agenda sujeita a alterações ao longo do dia. Para atualizações, acesse o Portal Planalto.

Terça-feira, 12 de maio de 2015 às 20:28

Dilma: Brasil e China têm relação estratégica e expertise chinesa em infraestrura é importante

Brasil e China têm hoje uma importante relação estratégica, já que ambos oferecem diversas oportunidades de interesse mútuo, como no mercado de exportação e, principalmente, na área de investimento em infraestrutura. A afirmação foi feita pela presidenta Dilma Rousseff, em entrevista publicada pelo China Business News justamente quando o Brasil se prepara para receber a visita do primeiro-ministro chinês Li Keqiang, agora em maio, e às vésperas do lançamento do maior programa de investimento em infraestrutura do País.

“Nós hoje temos grandes oportunidades, apresentadas pelo perfil dos nossos países. Cooperação, por exemplo, na área de alimentos processados. A cooperação na área de transporte aéreo, na área de tecnologia da informação, em que a China teve grandes resultados. Tudo isso cria um caminho para nossa cooperação. Além disso, o Brasil passa por um momento em que todo o conhecimento e a expertise da China na área de investimento em infraestrutura nós podemos aproveitar, tanto na área de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos”, disse a presidenta.

Sobre a visita do primeiro ministro chinês, Dilma Rousseff acrescentou que acreditar que será discutida a questão do investimento em infraestrutura. “Eu acho um estreitamento dos fluxos de comércio entre o Brasil e a China e todo o continente latino-americano, porque quando o presidente Xi Jinping esteve no Brasil, para participar da reunião dos Brics e também da Copa, nós tivemos uma muito proveitosa reunião entre o presidente e todos os presidentes aqui da Unasul, que é a união dos dez países latino-americanos. Então, eu acho que também na questão do livre comércio nós daremos passos”, destacou.

A presidenta também enumerou novas áreas de cooperação, como alimentos processados, transportes aéreos, tecnologia da informação, do turismo “e até, também, eu acredito, de toda a indústria de software e também de indústrias criativas em que o Brasil e a China têm muito a compartilhar”.

Confira a entrevista da Presidenta Dilma ao China Business News:

Sábado, 25 de abril de 2015 às 20:11

Presidenta Dilma lamenta mortes causadas pelo terremoto que atingiu Nepal, Índia e China

Nota OficialA presidenta Dilma Rousseff expressou pesar pelas vidas que foram perdidas em consequência do terremoto que atingiu Nepal, Índia e China neste sábado (25).

A embaixada brasileira em Katmandu está mobilizada para prestar apoio aos brasileiros que se encontram na região.

Confira a nota na íntegra:

Expresso meu grande pesar pelo terremoto que atingiu o Nepal, Índia e China na manhã deste sábado e que provocou a perda de tantas vidas.

Declaro minha solidariedade aos povos desses países e, em especial, aos brasileiros que estão na região e aos seus familiares.

Ressalto que a Embaixada do Brasil em Katmandu está tomando todas as providências em apoio aos cidadãos brasileiros que estão no Nepal.

Dilma Rousseff
Presidenta da República

Sexta-feira, 27 de março de 2015 às 21:15

Brasil será membro-fundador do Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura

O governo brasileiro aceitou o convite da República Popular da China para participar como membro-fundador do Asian Infrastructure Investiment Bank (AIIB), de acordo com nota divulgada pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República. 

A presidenta Dilma Rousseff anunciou, nesta sexta-feira (27), que o Brasil tem todo o interesse de participar da iniciativa, que deve garantir financiamento para projetos de infraestrutura na região da Ásia.

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