Quinta-feira, 22 de setembro de 2011 às 9:29

A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, no programa Bom Dia Ministro, explica que a partir de agora o Bolsa Família pagará benefícios para até cinco filhos menores de 15 anos (por família), antes era concedido no máximo para até três crianças e adolescentes. Foto: Elza Fiuza/ABr
A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, detalhou no programa de rádio Bom dia, Ministro as três novas medidas de aprimoramento do Programa Bolsa Família, anunciadas esta semana. Elas reforçam o foco nas crianças atendidas, asseguram renda à população extremamente pobre e garantem o retorno ao programa, caso necessário, de beneficiário que se desligue voluntariamente. As novidades fazem parte do Plano Brasil Sem Miséria.
A ministra Tereza Campello disse que dos 16 milhões de brasileiros em situação de extrema pobreza, ou seja, que vivem com até R$ 70,00 por mês, quarenta porcento são menores de 14 anos. Ela frisou que cabe ao Estado garantir que as crianças e adolescentes tenham recursos para poder se alimentar bem e ter um bom desempenho na escola. “Crianças e adolescentes não devem trabalhar, não podem trabalhar, devem estar na escola e têm que ser protegidos”, disse.
Segundo a ministra, a ampliação de três para cinco crianças beneficiárias – uma das novidades anunciadas essa semana – não terá impacto na taxa de natalidade do país e sim na redução da extrema pobreza. Ela enfatizou que a nova medida não servirá de estímulo para que os casais tenham mais filhos.
“Não conheço nenhum especialista ou conhecedor do assunto que acredite que a ampliação de um benefício de R$ 32 vá levar à ampliação da taxa de natalidade. Pelo contrário, há oito anos, o Bolsa Família tem repassado recursos com a parcela variável, atingindo crianças, e o que tivemos foi a redução da taxa de natalidade, inclusive na população pobre e extremamente pobre”, frisou.
Ouça abaixo a íntegra do programa Bom Dia, Ministro:
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Quinta-feira, 25 de agosto de 2011 às 10:30
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Quinta-feira, 28 de julho de 2011 às 12:27

Ministro Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) foi entrevistado do programa Bom Dia Ministro. Foto: Antonio Cruz/ABr
O programa Ciência sem Fronteiras, lançado essa semana pela presidenta Dilma Rousseff, será um incentivo para que os jovens brasileiros estudem mais e colocará o país num patamar internacional de pesquisa e inovação. A avaliação é do ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, que participou nesta quinta-feira (28/7) do programa de rádio Bom Dia Ministro.
“O programa Ciência sem Fronteiras busca dar condições para que o Brasil participe nas principais universidades do mundo, para que a gente acelere a condição de ter universidades de classe mundial, porque a produção científica em muitas áreas é internacional”, disse.
Na opinião de do ministro, “quanto mais se articula a rede de pesquisa, o Brasil participa de forma mais ativa e melhora a resposta de que se pode ter, no desenvolvimento da ciência, o desenvolvimento econômico e social do Brasil”. Aloizio Mercadante informou que agora o governo trabalha em parceria com instituições de ensino para ampliar a oferta de cursos de idiomas, como inglês, espanhol, mandarim e alemão.
Ainda segundo o ministro, o Ciência sem Fronteiras atuará em uma outra vertente para atrair jovens talentos “especialmente brasileiros, mas não só brasileiros” para o país. “São 1,2 mil jovens talentos que serão atraídos por esse programa. Nós queremos que eles venham pesquisar no Brasil, para que eles se insiram no Brasil e depois permaneçam no Brasil”, complementou.
O ministro informou que o site com mais informações sobre o programa e cronogramas entrará no ar na próxima semana.
“No dia 1º de agosto, nós estaremos colocando o Portal do CNPq e no Ministério de Ciência e Tecnologia, com todos os detalhes, como é que ele se inscreve, como é que ele encaminha, como é que são feitos os editais… Então, nós vamos divulgar detalhadamente essas informações, para que qualquer aluno, em qualquer lugar do Brasil, possa acessar e saber quais são as condições que ele tem que preencher.”
Tablets – Durante o programa, Aloizio Mercadante disse que o país mantém “entendimentos que estão muito avançados” para a instalação de uma fábrica de tablets, “que será o primeiro país do ocidente a ter essa indústria”.
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Quinta-feira, 14 de julho de 2011 às 12:13

O programa Bom Dia Ministro recebe a ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário. Ela faz um balanço dos 21 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Foto: Marcello Casal Jr./ABr
A ministra Maria do Rosário fez um balanço positivo do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e lembrou que quando se fala no Estatuto não se pode falar apenas de questões ligadas à violência que, segundo destacou, é o grande desafio a enfrentar. Para ela, é preciso nos darmos conta também de que ao longo de 21 anos, desde que foi criado, o ECA estabeleceu prioridades na saúde, na educação, na documentação básica e na assistência social. Na sua avaliação, feita durante entrevista ao programa Bom Dia Ministro desta quinta-feira (14/7) “todas essas políticas integradas estão assegurando uma vida melhor para os brasileiros”.
Maria do Rosário disse que as comemorações pelos 21 anos do Estatuto têm o objetivo de reforçar o que a presidenta Dilma já disse sobre o combate à miséria: “se o Brasil tem força, e tem, para erradicar a miséria extrema, junto com a erradicação da miséria extrema, nós vamos colocar um ponto final na exploração sexual das crianças e adolescentes brasileiros.”
Maria do Rosário considera que o Brasil precisa estar permanentemente mobilizado contra a exploração sexual de crianças e adolescentes. Ela contou que nas regiões do país onde há grandes empreendimentos e grande número de trabalhadores do sexo masculino, o governo federal tem se mobilizado para constituir conselhos tutelares de referência, para identificar onde e como as crianças são vítimas e oferecer-lhes proteção, desde a prevenção até o atendimento.
Na visão da ministra, os conselhos tutelares são importantíssimos no processo de proteção das crianças e adolescentes. “Essa rede está em 98% dos municípios brasileiros. Por isso, estamos priorizando capacitar e cobrar a efetividade dos conselhos nos municípios.” Mas há casos ainda, contou Maria do Rosário, de conselhos que atendem uma cidade inteira, o que acaba prejudicando o trabalho dessas entidades. Sobre essa questão, ela esclareceu que será preciso estabelecer regras mais adequadas, inclusive no plano federal, e que o governo já está trabalhando para equipar melhor as unidades.
“A nossa meta é constituir nas capitais – a começar pelas capitais que vão receber os Jogos e grandes eventos – conselhos tutelares de referência, equipados devidamente, com capacidade de mobilidade, com carros.” Uma das medidas que já está em curso, segundo Maria do Rosário, é a interligação, por internet, dos conselhos tutelares das capitais, e em uma segunda etapa os do interior do país, para facilitar, por exemplo, a localização de crianças desaparecidas.
Ouça abaixo a íntegra da entrevista com a ministra Maria do Rosário.
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Quinta-feira, 7 de julho de 2011 às 11:37

O ministro da Secretaria de Portos, José Leônidas Cristino durante entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, nesta quinta-feira (7/7). Foto: Elza Fiúza/ABr

“Sem dúvida nenhuma, nós vamos concluir todas essas obras até o final de 2013…”. A afirmação foi feita pelo ministro-chefe da Secretaria de Portos, Leônidas Cristino, ao falar no programa Bom Dia Ministro desta quinta-feira (7/7), transmitido pela Rede Nacional de Rádio, via satélite, a partir de Brasília, sobre os sete novos terminais que serão construídos no país. As cidades de Manaus, Fortaleza, Natal, Recife, Salvador, Rio de Janeiro e Santos – beneficiadas com estes terminais – vão ampliar a oferta de leitos de hospedagem durante a Copa do Mundo Fifa 2014 que acontecerá no Brasil. O ministro informou, também, que os R$ 740 milhões destinados às obras já estão assegurados pelo governo federal.
Segundo Leônidas Cristino, até o final de julho ou começo de agosto, o governo federal pretende colocar em disputa os editais de licitação, para que a partir do próximo ano as obras nos portos possam ser iniciadas. O ministro informou que o processo licitatório deve começar por Recife, que é uma obra menor, seguida de Salvador, Santos, e depois Rio de Janeiro que – de acordo com ele – será uma obra maior, com seis berços exclusivos para passageiros.
Durante a entrevista, Leônidas Cristino ressaltou que a estrutura que será construída nos portos pelo governo federal para a Copa do Mundo de 2014 vai permanecer e vai melhorar, sem dúvida nenhuma, a movimentação de passageiros. Na sua avaliação, isso terá “um retorno extraordinário para a economia dessas cidades e também desses estados.”
Ele explicou que no caso dos sete terminais, especificamente, tem sido feito um acompanhamento diário porque as obras têm que estar prontas até o final de 2013. Mas, lembrou o ministro, o governo também está construindo obras estruturantes na maioria dos portos públicos nacionais, para melhorar a movimentação de cargas porque, segundo ele, o Brasil precisa ter a tranquilidade de produzir e de poder exportar os seus produtos. Hoje o Brasil tem 34 portos públicos, sendo 18 geridos diretamente pelo governo federal, e 16 delegados, informou ele.
“O governo está investindo em todos esses portos, fazendo dragagem, recuperando a estrutura portuária, melhorando a inteligência logística, e contribuindo para que a gestão fique mais moderna, para que aumente a movimentação de cargas nos portos.”
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Quarta-feira, 22 de junho de 2011 às 12:58
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Quarta-feira, 22 de junho de 2011 às 12:58

A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, fala sobre o Plano Brasil sem Miséria, que visa a retirar 16,2 milhões de pessoas da extrema pobreza. Foto: Valter Campanato/ABr
O Brasil sem Miséria tem um orçamento anual estimado em R$ 20 bilhões, no mínimo, numa avaliação de que “não é um custo (…), é um investimento”. A afirmação foi feita por Tereza Campello, ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, em mais uma entrevista de divulgação do Plano Brasil sem Miséria, desta vez no programa Bom Dia Ministro.
Segundo Tereza, o governo federal tem pesquisas que mostram que a cada R$ 1 investido no Bolsa Família e distribuído para a população de baixa renda, R$ 1,40 retornam aos cofres públicos, multiplicando o PIB das localidades. Portanto – explicou ela – “ganha o consumidor, a população pobre, mas ganha também o comércio, a indústria porque vendem mais, e ganha todo o país”.
Durante a entrevista, a ministra do MDS enfatizou que o Brasil sem Miséria não é um programa, mas um plano nacional que envolve várias ações: algumas que já existiam, como o Bolsa Família, e iniciativas novas, como é o caso da Bolsa Verde.
“É como se a gente tivesse criado uma força-tarefa, um esforço do país para erradicar a extrema pobreza”, explicou Tereza.
Mesmo tendo sido lançado recentemente (no último dia 2 de junho) o Plano “já está na rua” com diversas iniciativas – informou a ministra –, a exemplo das negociações envolvendo o MDS, a Conab e o Ministério do Desenvolvimento Agrário para a venda de produtos do meio rural ao governo federal e a supermercados. Segundo Tereza, no Nordeste, especialmente, já estão sendo contratadas equipes de assistência técnica em todos os estados. Essas equipes vão acompanhar as famílias, oferecendo assistência técnica, distribuindo sementes e orientando-as para que possam produzir melhor e tenham possibilidade de vender os seus produtos.
No que diz respeito à qualificação, a ministra explicou que o governo federal está adotando uma nova postura com o Brasil sem Miséria: em vez de formar as pessoas e depois identificar onde pode haver vagas, a partir de agora será feito um movimento oposto, ou seja, primeiro estão sendo levantadas quais as demandas reais do mercado de trabalho em cada uma das regiões e em cada uma das cidades.
“No Rio e em cidades que vão receber grandes eventos, como a Copa do Mundo, estamos tendo uma demanda grande no setor de serviços (hotéis, restaurantes, recepcionistas, camareiras etc). Onde há obras do PAC e grandes empreendimentos, a busca é na área de construção civil, exemplificou Tereza.
Ouça abaixo íntegra do programa Bom Dia Ministro:
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Sexta-feira, 10 de junho de 2011 às 17:23
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Quinta-feira, 26 de maio de 2011 às 14:46
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Quinta-feira, 12 de maio de 2011 às 9:03
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