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Quinta-feira, 17 de março de 2016 às 12:50

Beneficiários podem abrir poupança na Caixa para receber o Bolsa Família e usar cartão de débito

Tereza Campello

Tereza Campello: antes, beneficiário tinha que sacar recursos de uma vez só, em lotéricas ou caixas eletrônicos. Agora, com cartão, pode fazer retirada até em duas vezes ou fazer compras com débito em conta, com maior segurança. Foto: Antonio Cruz/ABr

As famílias beneficiadas pelo Bolsa Família já podem, a partir desta quinta-feira (17) abrir uma conta-poupança na Caixa Econômica para receberem os recursos do programa. Os segurados terão a opção de receber o benefício por meio da caderneta e usar cartão de débito em compras no comércio, fazer saques, consultas a saldo e extrato. As informações foram dadas pela ministra Tereza Campello, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), durante entrevista ao programa semanal Bom Dia, Ministro, transmitido pela NBr, o canal de TV do Poder Executivo Federal.

Para a ministra, a medida traz muitas vantagens. Atualmente, cerca de 14 milhões de famílias de baixa renda estão inscritas no Bolsa Família.“O beneficiário, ou beneficiária, porque a maioria é de mulheres, tinha que tirar o benefício de uma vez só. Então, ela ia na lotérica ou no caixa eletrônico e tirava o benefício de uma vez só. Agora, se ela quiser abrir essa conta, pode tirar até em duas vezes. Ou tem direito a poder fazer as compras com o débito em conta, que vai ser uma segurança a mais, uma facilidade, um direito. Acho que muita gente vai acabar optando por essa facilidade”.

Não haverá custos ou taxas e a operação pode ser feita em qualquer lotérica ou correspondente Caixa Aqui. Basta que o beneficiário apresente seu CPF e documento de identidade. No mês seguinte à abertura da conta, o Bolsa Família já será creditado na conta poupança. A ministra alertou, no entanto, que a troca do atual cartão é opcional. O beneficiário não é obrigado a abrir a conta na Caixa. Além disso, não precisa fazer isso imediatamente. Pode fazer essa opção a qualquer momento.

Tereza Campello ressaltou ainda que essa medida pode despertar nas pessoas a necessidade e a importância de poupar, facilitar a educação financeira das famílias. “Acho que isso tende a acontecer. E nós estamos com um programa de educação financeira para os nosso beneficiários. Algumas dessas dicas, a gente já vem trabalhando. Por exemplo, quando o beneficiário tira o dinheiro em um terminal de auto-atendimento, sai um extrato bancário. Ali, no extrato, a gente tá dando algumas dicas de como administrar melhor esse dinheiro, agora que ele não vai precisar tirar todo de uma vez. Vai facilitar muito esse estímulo”.

Desemprego e continuidade
A ministra revelou ainda que, ao contrário do que se poderia supor, a elevação do desemprego não está aumentando a procura pelo Bolsa Família. “Esses índices de desemprego não atingiram principalmente as famílias de baixíssima renda, que são as atendidas pelo Bolsa Família”.

Além disso, ela lembrou que os recursos do programa estão garantidos e preservados. “No ano passado, tivemos um intenso debate, no Congresso Nacional, se deveriam ser mantidos ou não os recursos do Bolsa Família. E, por unanimidade, os deputados preservaram os recursos do programa, o que já tinha sido uma decisão da presidenta Dilma. Então, os valores no orçamento, para garantir o Bolsa Família, foram colocados no orçamento integralmente e foram mantidos. Estamos bem tranquilos, o Bolsa Família continua firme e forte”. 

Terça-feira, 8 de março de 2016 às 13:25

Acordo de recuperação do Rio Doce é inovador e sociedade vai controlar o que está sendo feito

Marca BDMA União celebrou na quarta-feira (2) um acordo com a Samarco, Vale e BHP no qual as mineradoras se comprometem a iniciar imediatamente um conjunto de ações de recuperação da Bacia do Rio Doce e reparação dos atingidos pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG). Em entrevista ao programa de rádio e TV, Bom Dia, Ministro desta terça-feira (8), a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, declarou que, com a medida, o governo estabelece, em parceria com estados e municípios, um novo modelo de governança que viabiliza recuperar os danos à bacia com mais rapidez.

“É uma estrutura inovadora, nenhum dos recursos vêm para os cofres públicos, isso vai para um fundo que a sociedade vai gerir o acesso aos recursos e os resultados. Foi feito para que a sociedade controle o que está sendo feito, para ela se beneficiar o mais rápido possível dos seus resultados”, afirmou a ministra. Ela explicou que o acordo evita o adiamento da solução por meio de disputas judiciais, que podem demorar “15, 20 anos, como historicamente o Brasil tem vários exemplos em relação a seus passivos ambientais”.

De acordo com Izabella Teixeira, ministra do Meio Ambiente, o acordo evita adiamento da solução por meio de disputas judiciais, o que poderia demorar  até décadas. Foto: José Cruz/Agência Brasil

De acordo com Izabella Teixeira, ministra do Meio Ambiente, o acordo evita adiamento da solução por meio de disputas judiciais, o que poderia demorar até décadas. Foto: José Cruz/Agência Brasil

A execução dos programas previstos no acordo ficará sob responsabilidade de uma fundação que deverá ser criada pelas mineradoras. A entidade terá um conselho consultivo que contará com a participação da sociedade civil, pessoas impactadas, organizações interessadas, especialistas e representantes do Ministério Público. As ações ainda deverão ser aprovadas, acompanhadas e fiscalizadas por um comitê formado por representantes da União, estados e municípios.

“Exigimos toda a reparação e recuperação da bacia da área impactada e as compensações. Se isso custar mais do que está previsto, será gasto mais do que está previsto. O que interessa é a recuperação da bacia, não é um saco de dinheiro, e assegurar todos os direitos daqueles que foram impactados. O acordo não isenta nenhum ente, pessoa física ou jurídica, de responsabilidade civil, criminal ou administrativa”, ponderou Teixeira.

Ficou acertado que pelo menos R$ 4,4 bilhões serão destinados para os projetos até o final de 2018, sendo R$ 2 bilhões já em 2016 e R$ 1,2 bilhão a partir de 2017. A ideia é de que, ao final do acordo, o montante repassado para os projetos seja próximo aos R$ 20 bilhões previstos na ação civil pública ajuizada pela Advocacia-Geral da União (AGU) contra as empresas. Contudo, se for identificado que uma quantia superior é necessária, as mineradoras deverão garantir a destinação do montante.

O procurador-geral federal, Renato Vieira, da AGU, que também participou do Bom Dia, Ministro, afirmou que o mais importante é que “não há qualquer limite ou teto na realização das despesas visando à recuperação do meio ambiente. Todo e qualquer gasto com o objetivo de recuperar o meio ambiente e as condições sócio-econômicas da região, incluindo as indenizações às pessoas, às comunidades e às organizações, serão realizados, sem qualquer limite ou teto”.

Além do valor que deverá ser repassado anualmente para as ações até 2018, R$ 1,5 bilhão será utilizado exclusivamente para atender necessidades de saneamento e destinação de resíduos sólidos dos municípios mineiros e capixabas atingidos pelo desastre.

Quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016 às 12:44

Organização Mundial de Saúde reconhece esforços do Brasil no combate ao zika, diz ministro

Marca BDM

A Organização Mundial de Saúde (OMS) já reconhece os esforços do governo brasileiro no combate ao vírus zika, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, afirmou o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Edinho Silva, no programa “Bom Dia, Ministro” desta quarta-feira (24).

“Hoje, a Organização Mundial de Saúde reconhece a agilidade do governo brasileiro em detectar o vírus zika, em tomar as medidas necessárias e, por isso, o mundo todo está mobilizado contra o vírus”.

Segundo o ministro, o governo está trabalhando “incansavelmente” na mobilização de combate ao mosquito. Ele lembrou que 80% dos criadouros estão localizados dentro das residências ou nos locais de trabalho, portanto em espaços privados.

“A nossa guerra nesse momento é contra o Aedes aegypti. Se nós vencermos, nós estaremos vencendo a guerra contra o vírus zika e consequentemente estaremos diminuindo a possibilidade de crianças nascerem com microcefalia em decorrência do vírus zika”.

Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

Segundo Edinho, a situação em relação ao combate ao mosquito Aedes aegypti será favorável quando chegar os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em agosto deste ano. Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

Edinho Silva garante que, por causa da mobilização do governo, a situação em relação ao combate ao mosquito será favorável quando chegar os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em agosto deste ano. “Há de ter uma atenção especial em relação ao Rio e nós queremos, com as ações no Rio, mostrar aquilo que está sendo feito no Brasil de uma forma geral. Eu não tenho nenhuma dúvida que nós vamos chegar no mês de junho, julho, com uma situação muito favorável em relação ao Aedes aegypti e, consequentemente, na guerra contra o vírus zika”.

Legado olímpico
O ministro disse ainda que a realização dos Jogos Olímpicos no Brasil é uma vitória de todo o País, e não só do Rio de Janeiro, que vai sediar o evento. Ele ressaltou que o legado dos jogos vai além da estrutura física, mas também imaterial, melhorando o esporte brasileiro como um todo.

“Nós temos toda a estrutura esportiva, que esse é o legado. É inegável. Mas nós temos o legado imaterial, o legado da cultura organizativa do esporte no Brasil. Temos um legado do que efetivamente o Brasil vai conseguir capitalizar de forma organizativa para que, após as olimpíadas, o esporte brasileiro possa ser cada vez mais estruturado, organizado, valorizado, principalmente o esporte de base, educacional”.

Quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016 às 13:25

Escola é o espaço mais importante para o combate ao Aedes, diz ministro da Educação

Marca BDMÉ por meio da sala de aula que será possível conscientizar a população sobre o combate ao mosquito Aedes aegypti. Essa é a estratégia do Dia Nacional de Mobilização da Educação Contra o Zika, que acontece nesta sexta-feira (19) em vários municípios brasileiros. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, detalhou a ação nesta quinta (18) no programa Bom Dia, Ministro. Segundo ele, para vencer o zika é preciso fazer o estudante levar a causa para dentro da própria casa.

“A escola é o espaço, talvez o mais importante, que a gente tenha no Brasil para fazer esse combate permanente. Nós somos 60 milhões de estudantes no Brasil, professores e servidores. Através da sala de aula, a gente pode manter informada a juventude, as crianças, e ela levará para dentro de casa uma nova atitude”, afirmou o ministro.

Ministro da Educação, Aloizio Mercadante durante programa Bom Dia, Ministro. Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

Aloizio Mercadante durante programa Bom Dia, Ministro. Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

Valendo-se do período de volta às aulas, o dia será dedicado à mobilização de estudantes, professores, servidores técnicos e pais de todos os estabelecimentos de ensino do país, incluindo as 188.673 escolas de educação básica, as 63 universidades federais e os 40 institutos federais e Centros Federais de Educação Tecnológica. A expectativa é usar o alcance da rede de educação, em todos os níveis para disseminar informações sobre as formas de extermínio do mosquito e identificação da doença.

A iniciativa integra os esforços do governo federal na promoção de ações de orientação à população para o combate aos criadouros do mosquito transmissor da dengue, da febre chikungunya e do zika vírus e conta com o apoio das secretarias estaduais e municipais de educação, além das Forças Armadas. A exemplo do que aconteceu no Dia Nacional de Mobilização Zika Zero, todos os ministros estarão participando da mobilização, desta vez em escolas públicas pelo País. Mercadante, por exemplo, estará em Fortaleza (CE).

Ele ressaltou a necessidade de que todos se habituem a reservar pelo menos 15 minutos por semana para não deixar “nada de água parada em casa”. “Olhar vaso, olhar pneu, olhar calha, olhar caixa d’água, fiscalizar. E quando houver algum indício fora de casa, um terreno baldio, um vizinho irresponsável, avisar a vigilância sanitária, para que a gente possa de fato erradicar o mosquito. As crianças têm o trabalho de educar os pais às vezes. É isso que nós queremos que elas façam isso e que os nossos jovens assumam essa responsabilidade. Juntos nós derrotaremos esse mosquito”, disse.

Quinta-feira, 13 de agosto de 2015 às 13:24

Recursos para as vacinas estão garantidos, afirma ministro da Saúde

Marca BDM“Os recursos das vacinas estão garantidos”, assegurou o ministro da Saúde, Arthur Chioro, nesta quinta-feira (13), durante entrevista ao Bom Dia Ministro. Segundo ele, o governo manterá todos os recursos necessários para a distribuição de vacinas pela rede pública de saúde.

“Todos os recursos, todas as vacinas, todos os insumos, tudo aquilo que é necessário, que todos os anos nós mandamos para os municípios para fazer a campanha de vacinação está disponível, está garantido. Não há nenhuma interrupção da transferência de recursos do SUS do Ministério da Saúde nem para os municípios nem para os estados”, enfatizou.

Chioro destacou ainda que em nenhum momento o governo federal deixou faltar recursos para as vacinas.

“Tenho a absoluta convicção como ministro de estado, que o nosso programa nacional de vacinação, que é o maior programa de vacina do mundo, jamais deixou de cumprir as suas obrigações por qualquer dificuldade de ordem econômica. Jamais deixaríamos de disponibilizar a nossa energia, o nosso trabalho, no sentido de proteger as nossas crianças. Além do mais, todas as medidas de contingenciamento que a equipe econômica fez para colocar o Brasil no rumo do crescimento não implicaram em qualquer diminuição da oferta de apoio do Ministério da Saúde aos municípios”, disse.

Atualmente, o calendário de vacinação brasileira conta com as 14 vacinas recomendadas pelo Organização Mundial de Saúde (OMS). De acordo com o ministro, o Brasil é um dos poucos países do mundo que disponibiliza todas as vacinas a 100% da população, gratuitamente, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo o ministro Arthur Chioro, "não há interrupção da transferência de recursos do SUS nem para os municípios nem para os estados". Foto: José Cruz/Agência Brasil

Segundo o ministro Arthur Chioro, “não há interrupção da transferência de recursos do SUS nem para os municípios nem para os estados”. Foto: José Cruz/Agência Brasil

Nesse sentido, o Ministério disponibilizou 18 milhões de doses para o Dia Nacional da Mobilização contra a Paralisia Infantil, que ocorre neste sábado (15). Todas as crianças com idade entre seis meses e quatro anos devem ser vacinadas.

Chioro também ressaltou a importância da prevenção contra a poliomielite, mesmo com a doença erradicada no Brasil desde a década de 90. “A polio é uma doença que ela tem uma transmissão pela contaminação da água e dos alimentos, pelas fezes. Ela é típica das regiões que ainda não conseguiram resolver os problemas de saneamento básico e que não conseguiram introduzir a vacina. Então há o risco pelas viagens internacionais, pela chegada de tripulantes, de visitantes oriundos de 9 países que ainda tem casos de poliomielite, e termos a reintrodução da doença”, explicou.

Durante a entrevista, o ministro também falou sobre a preparação dos profissionais do programa Mais Médicos para se adequar a realidade do país, como problema de drogas e doenças da região Amazônica, como malária, por exemplo.

“Quando nós constituímos o programa Mais Médicos, nós tivemos uma preocupação especial no processo de formação dos profissionais, nos módulos de formação dos profissionais, de incluir um módulo sobre o uso de drogas no País. Até porque algumas dessas drogas são desconhecidas, porque não são realidades dos países da onde esses médicos vieram. Então, nós tivemos a oportunidade de fazer a formação. Todos os médicos do Mais Médicos, 8 horas por semana, eles fazem um curso de especialização em atenção básica e os temas mais relevantes, por exemplo, para nós era importante que na Amazônia Legal que o tema da malária fosse tratado. O tema das drogas em todas as nossas realidades”, comentou.

Quinta-feira, 6 de agosto de 2015 às 13:08

Democracia se fortalece com Dialoga Brasil, nova ferramenta digital de participação, diz Rossetto

Marca BDMO ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, participou, nesta quinta-feira (6), do programa Bom Dia Ministro, transmitido pela TV NBR, para falar sobre a plataforma de participação digital Dialoga Brasil, onde cidadãos podem elaborar e apoiar propostas para ajudar a melhorar os programas do governo federal.

Rossetto deixa claro que o principal foco da plataforma é o diálogo entre a sociedade e o governo por meio da participação popular, incorporando à discussão novas linguagens. Segundo ele, esse tipo de iniciativa fortalece a democracia. Essa é uma boa marca. Essa democracia direta, onde a sociedade atua em todas as dimensões: nos seus bairros, nas associações comunitárias, nos diretórios acadêmicos, nas universidades, nas escolas públicas, nos sindicatos, nas entidades empresariais. Uma sociedade que vive a democracia”.

Miguel Rossetto, ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República. Foto: José Cruz/Agência Brasil

Miguel Rossetto, ministro da Secretaria-Geral da Presidência. Foto: José Cruz/Agência Brasil

Para o ministro, o Dialoga é essencial para a percepção do governo sobre as necessidades da população. “Quando estamos mais próximos, trabalhamos juntos, acertamos mais, erramos menos e a nossa percepção é de que deveríamos, a partir da experiência positiva forte, avançarmos naquilo que a tecnologia traz pra todos nós, que é ocupar um espaço digital”.

Lançado no dia 28 de julho, a plataforma já possui quatro temas disponíveis para consulta: Educação, Saúde, Segurança Pública e Redução da Pobreza. Segundo o ministro, quase 80 mil pessoas já acessaram a página, com mais de 7 mil propostas feitas.

“Uma coisa muito bacana que tem chegado para nós é o sindicato, as associações, as escolas, as comunidades. Eles têm se reunido, têm debatido, conhecido os programas aqui. Quem olhar nossa página vai ver uma coisa: que os principais programas estão lá”, disse Rossetto.

No final do ano, as três propostas mais apoiadas para cada programa serão submetidas às Conferências Nacionais das suas respectivas áreas e terão uma resposta oficial do governo, podendo transformar-se em aperfeiçoamentos ou em novas políticas públicas.

“É importante também informar que todas as propostas, independente do número de apoiadores, estão sendo direcionadas para o ministério da área. Por exemplo, as propostas de saúde. Semanalmente é feito um repasse para o ministério de tal forma que as equipes dos ministérios já estão entrando em contato diretamente com as pessoas que estão apresentando propostas, buscando esclarecer”, explicou o ministro.

Diálogo presencial
O Dialoga Brasil soma-se a uma série de iniciativas que garantem a ampla participação social na formulação de políticas públicas. Entre 2003 e 2014, por exemplo, 102 conferências nacionais reuniram cerca de 8 milhões de brasileiros. Outras 13 conferências já estão convocadas para o período 2015-2016, com estimativa de participação de 2,2 milhões de pessoas, em cerca de 20 mil encontros municipais, estaduais e nacionais.

“É um conjunto de programas e conferências em que a sociedade brasileira se mobiliza ativamente para construir programas e políticas públicas. Várias dessas vão se traduzir concretamente em novos e melhores programas para o cidadão e cidadã brasileiro”, afirmou Rossetto.

Quinta-feira, 30 de julho de 2015 às 13:32

Pronatec Aprendiz dá oportunidade a jovem que poderia ser cooptado pelo crime, diz Afif

Marca BDMO Pronatec Aprendiz na Micro e Pequena Empresa, lançado esta semana pela presidenta Dilma Rousseff, dá aos jovens em vulnerabilidade social oportunidades de iniciação no mercado de trabalho e acesso à qualificação profissional. Em entrevista ao programa de rádio Bom dia Ministro, que foi transmitido pela TV NBR e por sinal de rádio nesta quinta-feira (30), o ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, destacou que a nova modalidade do programa é uma ação importante para evitar que esses jovens sejam cooptados pelo crime.

Com 15 mil vagas disponibilizadas na primeira etapa, o programa atenderá jovens em 81 municípios, selecionados de acordo com a classificação no Mapa da Violência. O foco principal são adolescentes entre 14 e 18 anos matriculados na rede pública de ensino, com prioridade para aqueles em situação de vulnerabilidade social – em abrigos, resgatados do trabalho infantil, adolescentes egressos do cumprimento de medidas socioeducativas e pessoas com deficiência.

Afif Domingos durante programa de rádio Bom Dia, Ministro. Foto: José Cruz/Agência Brasil

Afif Domingos durante programa de rádio. Foto: José Cruz/Agência Brasil

Com acesso à capacitação técnica e oportunidade de inserção no mercado de trabalho, com um contrato de dois anos, o aprendiz cursará 400 horas de aulas teóricas na escola. A experiência será registrada na Carteira de Trabalho e será garantida a cobertura da Previdência Social.

“A [redução] maioridade penal vai colocar o jovem na cadeia. Nós temos que evitar que ele chegue a ser um infrator, e isso através de uma oportunidade”, defendeu o ministro.

O ministro explicou que uma das principais motivações do governo, ao criar a nova modalidade do programa, foi justamente dar oportunidade a jovens em situação de vulnerabilidade social, que estão “na zona de risco” de violência.

“[Jovens] de família de baixa renda, que estão na escola pública e ameaçados pela estrutura da violência, do crime organizado dentro dessas cidades. Então nós escolhemos primeiro essa área, para que a gente possa começar a ganhar essa guerra, porque o jovem tem sido cooptado para o mundo do crime. O Programa foca, de forma legal, dentro da legislação da lei do aprendizado, para nós entrarmos nessa, entre aspas, disputa. Para que esse jovem possa ser encaminhado para a escola do trabalho e ser bem encaminhado na vida”, disse Afif.

Ele esclareceu também em que o aprendizado se diferencia do trabalho. “O aprendizado não é simplesmente contratar um jovem e jogar ele na empresa, não é isso. Ele está ali, convivendo na empresa, tendo o aprendizado e é acompanhado de forma didática. Técnicas de ensino que vão permitir transmitir conhecimento através de 400 horas de curso, durante o período em que ele está estagiando naquela micro ou pequena empresa.”

Escola de empreendedorismo
Afif destacou ainda outro viés do Pronatec Aprendiz na Micro e Pequena Empresa. De acordo com ele, a atuação do aprendiz dentro da micro e pequena empresa vai apresenta-lo ao empreendedorismo.

“Vai ser uma troca de experiência, sangue novo com experiência de uma micro ou pequena empresa que pode dar ali tudo que um jovem precisa para seguir trabalhando. Dentro da micro e pequena empesa esse jovem que chegar lá, ele começa a enxergar alguns paradigmas de vida que talvez na sua vida ele não tenha. Vai ver o senhor Manoel, dono do armazém, que está trabalhando com a sua esposa, com seus filhos. Aí ele passa a entender que, um dia, até empreendedor ele pode ser.”

Respondendo a pergunta de um participante do programa de rádio, Afif convidou os micro empreendedores a participar do Pronatec. “Se você querendo oferecer a vaga, procure o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do Ministério do Desenvolvimento Social e inscreva lá a sua vaga.”

Os jovens também devem ir ao Cras mais próximo de sua residência, onde terão acesso à lista dos cursos técnicos, que serão ofertados pela Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica, pelas escolas técnicas estaduais e municipais e pelos integrantes do Sistema S e custeados pelo governo federal. “E aí, então, liga essas três pontas: o contratante, no caso, você, como empresário; o contratado, que é o aprendiz; e a instituição que vai dar assistência ao estágio”, afirmou Afif.

Quarta-feira, 4 de junho de 2014 às 19:18

“Os terminais estão prontos para o século 21″, afirma Moreira Franco

bom dia, Ministro

Durante o “Bom Dia, Ministro” desta terça-feira (3), o ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil, Wellington Moreira Franco, falou sobre a preparação dos aeroportos para a Copa do Mundo 2014, que acontece a partir do dia 12.

Durante a conversa com radialistas de todo o país, Moreira Franco destacou que o fundamental para o período do mundial é o Brasil estar preparado para atender a demanda aeroportuária.

“É claro que temos problemas. Na nossa própria casa temos alguns. No aeroporto não é diferente. É fundamental entender se vamos atender sem transtorno e com tranquilidade os passageiros. Em Salvador, por exemplo, recebemos cerca de 3 milhões de passageiros no Carnaval. Muito mais do que na Copa e atendemos bem”, exemplificou.

O ministro ainda lembrou que que intervenções nos aeroportos terão que ser feitas sempre, mas que os terminais estarão prontos para o século 21. “O novo objetivo é ter novos aeroportos no país. Te asseguro que estamos preparados”, afirmou.

Moreira Franco também ressaltou as providências da presidenta Dilma Rousseff para evitar problemas gerenciais nos aeroportos, como grandes filas, falha em atendimento e embarque.

“A Infraero vai ter que melhorar e prestar serviços melhores. Estamos fazendo mudanças de organização nos aeroportos. Existe uma autoridade máxima nos aeroportos e cada um tem a sua comissão. Isso permite que exista um responsável por questões emergenciais”, destaca.

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Quarta-feira, 28 de maio de 2014 às 13:00

Neri: “O propulsor do ganho de renda do brasileiro é o trabalho de cada um”

bom dia, Ministro

O ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE/PR), Marcelo Neri, participou nesta quarta-feira (28) do programa “Bom Dia, Ministro” e ressaltou os resultados que o Brasil obteve quando apresentado o 5º Relatório Nacional de Acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), mostrando que o país cumpriu metas estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU) com antecedência, quando a recomendação era de reduzir a pobreza extrema à metade em 25 anos. “As desigualdades regionais no país são muito grandes ainda, mas nos últimos 10 anos estão diminuindo”, destacou.

Para o ministro os dados atestam a existência de uma transformação profunda que vem ocorrendo no Brasil, embora ainda existam desafios significativos pela frente.

Questionado sobre a meta para o saneamento básico do país, Neri disse que o Brasil acabou de vencer essa meta de saneamento e de acesso a água.

O alcance integral da meta de reduzir à metade a percentagem, tanto da população sem acesso à água quanto daquela sem acesso a saneamento, também foi outra conquista. “A SAE continua dedicada a estudos que possam conectar os programas do governo federal na identificação das pessoas carentes que necessitem de ajuda na conta de água”.

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Quinta-feira, 24 de janeiro de 2013 às 8:30

Governo oferecerá rede de apoio aos novos prefeitos, afirma Ideli Salvatti

Ao participar do programa Bom Dia, Ministro desta quinta-feira (24), a ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, afirmou que os órgãos federais da administração direta e indireta vão oferecer uma rede de apoio aos novos prefeitos, permitindo a execução de projetos e obras de forma eficiente. A ministra participa da organização do Encontro Nacional com Novos Prefeitos e Prefeitas, que será realizado nos dias 28 e 29, em Brasília.

“Vamos apresentar a todos os prefeitos e prefeitas os programas do governo federal, porque é fundamental a parceria dos municípios no esforço para darmos vida mais digna a todos os brasileiros”, disse Ideli Salvatti. “A crise é grave, mas a responsabilidade de todos é enfrentá-la com esforço e empenho”, acrescentou.

Segundo a ministra, o objetivo é integrar os prefeitos e prefeitas no esforço de promoção do crescimento econômico com inclusão social, participação cidadã e equilíbrio ambiental. Ministros e dirigentes dos demais órgãos públicos e estatais vão explicar seus projetos e os recursos que dispõem para todos os municípios brasileiros.

De acordo com a ministra, a presidenta determinou o caráter técnico do encontro. “Vamos divulgar de forma clara, objetiva, as diretrizes dos projetos e parcerias desenvolvidos pelo governo federal e prefeituras”, afirmou. “Os ministros vão estar de plantão para apresentar seus projetos e programas a cada um dos municípios. A expectativa da presidenta Dilma é que os recursos cheguem aos municípios”.

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