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Quarta-feira, 22 de julho de 2015 às 21:26

Dilma: País passa por transição e persegue reequilíbrio das contas para retomar o crescimento

O Brasil passa por um momento de transição na economia, resultado de mudanças nas condições internacionais, como o fim do superciclo das commodities. Mas o País busca o equilíbrio fiscal e vai voltar a crescer, afirmou a presidenta Dilma Rousseff nesta quarta-feira (22), durante cerimônia de inauguração de uma usina de álcool de bagaço de cana em Piracicaba, interior de São Paulo.

Segundo ela, esse é um momento de travessia, em que o governo busca estimular maior produtividade, menores custos, maior inovação para garantir empregos e um crescimento econômico no curto, no médio e no longo prazo. “Estamos atualizando as bases da nossa economia e vamos voltar a crescer dentro do nosso potencial”, assegurou.

Dilma lembrou que o governo persegue o reequilíbrio das contas públicas, que é essencial para que a economia se recupere. E vem avançando nas iniciativas adotadas nesse sentido.

“Nós já tomamos um conjunto de medidas, algumas já estão dando resultado, como é o caso do realinhamento dos preços, no caso do etanol, por exemplo, o aumento da mistura. Tem dado resultado também o fato de que tem havido um aumento agora das exportações no Brasil. Nós vamos continuar tomando medidas microeconômicas para facilitar a atividade e para garantir um ambiente de negócios mais amigável”, garantiu.

“Queremos que o Brasil seja um país de classe média. E, ao mesmo tempo, queremos que nós tenhamos competitividade em relação aos demais países do mundo”.

Citou ainda, como exemplo, que o governo vai ampliar as concessões e fazer um grande esforço para manter os principais programas em funcionamento, como é o caso do Minha Casa Minha Vida.

Parceria com o setor produtivo
A presidenta falou sobre as parcerias que o governo vem desenvolvendo com o setor produtivo, como é o caso da usina Raízen, de etanol de segunda geração, a quem Dilma congratulou “por estar na vanguarda desse processo, por estar olhando o médio e o longo prazo”.

“O compromisso do meu governo é atuar sempre em parceria. E atuar em parceria com esse setor [do álcool e açúcar] é estratégico para o desenvolvimento do Brasil”, acrescentou. Segundo ela, o etanol de segunda geração ganha maior competitividade e sustentabilidade ao mesmo tempo produzindo renda e emprego.

Finalmente, a presidenta Dilma lembrou que o governo inclusive tem uma linha de crédito estratégica para o setor, que privilegia a inovação nesta cadeia de produção e que será mantida. “Ela vai continuar. Hoje o BNDES e a Finep têm uma carteira de R$ 4,28 bilhões. Nós sabemos que o pré-sal trouxe novas perspectivas para o Brasil. É importante saber também que não há contradição entre o pré-sal e a produção de etanol de primeira e segunda geração. A grande capacidade e o grande potencial desse setor é que eles são complementares”, concluiu.

Quarta-feira, 22 de julho de 2015 às 15:37

Brasil é maior do que qualquer crise e Dilma é correta e lutadora de fibra, afirma Ometto

O controlador de um dos maiores grupos empresariais do País, Rubens Ometto, destacou nesta quarta-feira (22) que o Brasil é maior do que “qualquer crise” e que é preciso reconhecer os méritos da presidenta Dilma Rousseff, que hoje inaugurou, em Piracicaba (SP), a fábrica piloto da Raízen que produzirá o etanol de segunda geração, feito com o bagaço da cana-de-açúcar.

Ometto é presidente do Conselho de Administração da Cosan, empresa que se uniu à Shell para criar a nova planta corporativa da fábrica, que visa atuar no mercado internacional. Ele participou da inauguração ao lado da presidenta. Em seu discurso, afirmou que ela é uma “mulher patriota brasileira, correta, lutadora e de fibra”.

O empresário lembrou que, desde quando a presidenta Dilma era ministra – de Minas e Energia e, depois, da Casa Civil –, a interlocução dela com o grupo e com os empresários do setor sucroalcooleiro sempre foi “no sentido de nos empurrar para frente. Sempre nos incentivou a buscar o que somos hoje”, afirmou.

“Hoje é muito fácil criticar, mas temos que reconhecer os méritos onde estão, não só reclamar do que poderia ter sido melhor”, acrescentou.

BNDES é motivo de orgulho, diz Ometto
Rubens Ometto agradeceu ainda ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que financiou o projeto. “O Brasil tem que se orgulhar de poder contar com um dos maiores bancos de desenvolvimento do mundo”, enfatizou.

Quarta-feira, 22 de julho de 2015 às 15:20

Etanol de 2ª geração contribuirá para compromisso de fontes renováveis de energia até 2030

A produção de energia a partir de fontes renováveis, como a do etanol de segunda geração, o G2, significa colocar o País em uma rota inovadora, que traz aumento de produtividade, mais e melhores empregos. A afirmação foi feita pela presidenta Dilma Rousseff nesta quarta-feira (22), ao inaugurar uma fábrica de etanol de bagaço de cana, em Piracicaba (SP). “Sobretudo, significa também colocar o Brasil em uma posição especial para essa nova etapa na longa história do etanol como um dos combustíveis alternativos ao petróleo”.

Outra questão importante, acrescentou, é que o etanol de segunda geração vai emitir 15 vezes menos carbono na atmosfera que o etanol de primeira geração. “Essas razões são importantíssimas no momento em que o mundo olha com extrema preocupação para a questão da mudança do clima e, uma das mais importantes reuniões multilaterais nessa área terá lugar no final do ano em Paris, a COP21. Todos os países se preparam para isso, todos os países se preparam para demonstrar a sua preocupação, o seu empenho e as suas realizações nessa área”.

Por isso, para a presidenta, o uso do etanol fortalece a posição do Brasil como nação líder no uso de fontes renováveis na matriz energética. Isso qualifica ainda mais o País nas negociações internacionais sobre mudanças climáticas, disse ela, lembrando que, durante sua recente visita aos Estados Unidos, uma das questões mais importantes levantadas nas discursões com o governo americano, e em especial com o presidente Barack Obama, foi o compromisso recíproco de chegar a 20% de fontes renováveis – excluídas as hidrelétricas – na matriz de energia elétrica até 2030.

Quarta-feira, 22 de julho de 2015 às 12:17

País dá salto tecnológico com produção em escala do etanol de segunda geração, afirma Dilma

No seu discurso, Dilma afirmou que o etanol de segunda geração proporciona um salto tecnológico para o Brasil. Foto: Ichiro Guerra/PR

No seu discurso, Dilma afirmou que o etanol de segunda geração proporciona um salto tecnológico para o Brasil. Foto: Ichiro Guerra/PR

O salto tecnológico proporcionado pelo etanol de segunda geração, obtido do reaproveitamento do bagaço da cana, é imenso, afirmou a presidenta Dilma Rousseff, nesta quarta-feira (22), em Piracicaba, no interior de São Paulo. Com ele, será possível aumentar a produção de etanol em até 50% sem ampliar a área de cultivo, disse ela, ao inaugurar a fábrica piloto da empresa Raízen.

Além disso, a entressafra deixará de ser um problema para a produção de biocombustíveis. Outro aspecto é o ganho em relação ao meio ambiente, já que o etanol de segunda geração poderá emitir 15 vezes menos carbono na atmosfera que o etanol de primeira geração.

“A inauguração dessa planta de produção de etanol celulósico, [produzido] com base na celulose, que é o chamado etanol de segunda geração, é a materialização de um sonho que, muitos daqueles que trabalham nessa área vêm perseguindo há anos e anos, para não dizer há décadas”, afirmou.

Essas são razões mais que suficientes para explicar porque a construção dessa planta foi financiada com um investimento de RS$ 207,7 milhões do governo federal, por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), acrescentou.

O projeto foi um dos selecionados no âmbito do Inova Empresa, na linha estratégica do Plano Nacional de Apoio à Inovação Tecnológica e Industrial dos Setores Sucroenergético e Sucroquímico (Paiss), “um programa cujo objetivo é assegurar que o Estado brasileiro participe do incentivo inicial para a inovação”, acrescentou a presidenta.

Desta forma, ressaltou Dilma, o governo federal se tornou parceiro da Raízen nesta planta, “porque, ao consolidar a produção do etanol celulósico em escala comercial, nos manteremos na vanguarda da produção e do uso desse combustível. E também porque entendemos a importância de somar esforços quando se investe em inovação, uma das bases decisivas para o novo ciclo de crescimento que estamos construindo”.

Confira a íntegra

Quinta-feira, 25 de junho de 2015 às 15:32

Recursos para São Paulo são fundamentais e estruturantes contra a crise hídrica, diz Kassab

A assinatura do contrato de financiamento entre Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), nesta quinta-feira (25), é um entendimento de fundamental importância principalmente por não ser empreendimento emergencial e sim, estrutural. A avaliação foi feita pelo ministro das Cidades, Gilberto Kassab, em entrevista ao Blog do Planalto. Ele destacou como o governo da presidenta Dilma vem atuando como parceira do governo do estado de São Paulo no enfrentamento dos efeitos da crise hídrica. Segundo o ministro, a expectativa é de que as obras sejam concluídas por volta de maio de 2017.

"Nós realmente estivemos presentes desde o início dessa crise, o governo federal entendeu a importância dessa parceria, de contribuir com recursos para apoiar esses projetos”, afirmou Kassab. Foto: Felipe Rossi/Blog do Planalto

“Nós realmente estivemos presentes desde o início dessa crise, o governo federal entendeu a importância dessa parceria, de contribuir com recursos para apoiar esses projetos”, afirmou Kassab. Foto: Felipe Rossi/Blog do Planalto

“O governo federal, e essa tem sido a orientação da presidenta Dilma, tem sido parceiro do governo do estado de São Paulo. Nós realmente estivemos presentes desde o início dessa crise, o governo federal entendeu a importância dessa parceria, a importância de contribuir com recursos para apoiar esses projetos.”

Kassab afirmou ainda que, juntamente com a atuação do governo federal, está sendo construída uma solução de médio prazo para garantir a segurança hídrica na maior cidade do País e em sua região metropolitana.

“É uma solução definitiva e vai permitir, quando concluída a integração entre o sistema de Jaguari e o Paraíba com o sistema Atibainha, que os dois sistemas possam conversar entre si. Tanto que, quando chover muito num sistema, a água pode ser direcionada para o outro sistema e vice e versa. Isso vai trazer muita segurança hídrica para a região.”

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, também falou sobre a importância do financiamento para a obra. De acordo com ele, trata-se de uma obra estruturante de engenharia que dobrará a capacidade de reserva dos dois sistemas.

“São R$ 747 milhões em financiamento. Com isso, nós vamos fazer uma grande obra. Dobra a capacidade de reservação de ambos os sistemas. Passa de 1,0 bilhão para 2,1 bilhões de m³/s por segundo. Diminui a vulnerabilidade. Quando chove hoje, chove demais, quando faz seca faz seca demais, com as mudanças climáticas que, tudo indica, vieram para ficar. Então, a medida que nós aumentamos a reservação, quando chover guarda, quando precisar usa.”

O governador ainda avaliou a importância da parceria com o governo federal ao lembrar da parceria público privada (PPP) do rio São Lourenço. “Eu dei o exemplo para a presidenta Dilma da PPP do São Lourenço, que nós estamos fazendo uma PPP de água, dois anos de obra já. Ela tem hoje 3 mil pessoas trabalhando na obra, vamos chegar a dezembro com 3,5 mil”, lembrou.

Quinta-feira, 25 de junho de 2015 às 12:44

Governo assina contrato de R$ 830,5 mi para solucionar falta de água em São Paulo

 

Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

O valor global do contrato é de R$ 830 milhões, sendo R$ 83,05 milhões de contrapartida do governo de São Paulo e o restante são recursos do PAC. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff participou, nesta quinta-feira (25), no Palácio do Planalto, da assinatura de contrato de financiamento das obras de interligação das represas Jaguari e Atibainha, situadas no estado de São Paulo. Segundo a presidenta, o momento é histórico, pois soluciona a questão de abastecimento de água para a cidade de São Paulo e região metropolitana.

“Selamos hoje um momento histórico. Porque, de fato, acho que se encaminha o processo de solução de médio prazo do abastecimento de água da maior cidade do País. Então, é um momento que a gente deve comemorar, e tem que se preparar para continuar trabalhando no minuto seguinte”, afirmou ela, após reunião com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.

O contrato, no valor de R$ 830,50 milhões, foi assinado no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) entre a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e o BNDES. Desse montante, R$ 83,05 milhões correspondem ao valor de contrapartida do governo paulista.

Eu acredito que hoje é especial porque essa interligação do Atibaia com o Jaguari é uma obra de fôlego. Ela apresenta uma solução, que não é uma solução emergencial, é uma estruturante”, destaca Dilma.

Serão quase 20 km de adutoras nas duas direções, 6,1 km dos quais em túnel, para possibilitar um aumento médio de 5,1 m³/s na disponibilidade de água no Sistema Cantareira. A obra, quando finalizada, aumentará a segurança hídrica para o abastecimento humano de toda a Região Metropolitana de São Paulo, beneficiando direta e indiretamente 39 municípios; e atenderá subsidiariamente a Região Metropolitana de Campinas, beneficiando diretamente e indiretamente 20 municípios.

A presidenta também destacou a parceria entre os governos federal e estadual para garantir a segurança hídrica em São Paulo, e citou obras estruturantes anteriores, como o projeto do Sistema São Lourenço, que está com obras em andamento, e o Sistema Adutor Alto Tietê, que foi concluído em 2012.

“Nessa parceria [federal e estadual] nós temos tido uma atitude muito proativa, porque não só no Atibaia, mas também no Projeto São Lourenço que, como o senhor [governador de São Paulo, Geraldo Alckmin,] disse, é água nova, e água nova significa também segurança hídrica e garantia de ter água disponível para a população de uma forma continuada mesmo que esse sistema hidrológico permaneça”, disse.

Confira a íntegra

Terça-feira, 9 de junho de 2015 às 15:00

BNDES terá condições diferenciadas para apoiar projetos da nova etapa do PIL

Durante o lançamento do Programa de Investimento em Logística (PIL), nesta terça-feira (9), a presidenta Dilma Rousseff destacou o papel dos bancos públicos para viabilizar os financiamentos de longo prazo no País, sobretudo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

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Segundo Luciano Coutinho, o BNDES é a única instituição com funding e condições de oferecer crédito de longo prazo para projetos de infraestrutura. Foto: RafaB/Blog do Planalto.

Ela apontou, no entanto, a presença dos mercados de capitais e dos bancos privados. “Sempre quando for possível a presença dos mercados de capitais através de debêntures ou dos bancos privados, nós reduziremos a participação [dos bancos públicos]. Em outros casos, como é o da ferrovia, a participação geralmente tenderá a ser maior”, afiançou Dilma Rousseff.

Já o presidente do banco, Luciano Coutinho, acrescentou que a instituição é a única que tem funding e condições de oferecer crédito de longo prazo para atender à demanda dos projetos dessa nova etapa dos programas de investimentos do governo.

Mas acrescentou, também, que haverá condições diferenciadas para cada tipo de projeto, com um estímulo muito forte à emissão de debêntures. “Sempre que os empreendedores decidam pela emissão da debênture de infraestrutura, ele recebe um percentual maior de TJLP, que é a moeda, é o crédito mais barato, com taxas mais baixas. Compondo o crédito em TJLP com emissão de debêntures, o custo total do financiamento se reduz em até dois pontos de percentagem, de forma que o que há de novo na proposta é esse forte incentivo à emissão de debênture e, ao mesmo tempo, uma certa poupança de recursos em TJLP”, detalhou.

De acordo com Coutinho, a expansão da demanda por debêntures de investidores deve surpreender. “Nós esperamos que, nos próximos anos, a emissão de debêntures incentivada ocupe um espaço crescente no financiamento de longo prazo, junto com o BNDES”, disse.

Luciano Coutinho exemplificou um financiamento de um projeto de ferrovia, em que o prazo de maturação é longo e os aportes de capital são intensos.“Neste caso, o BNDES oferecerá até 70% em TJLP, podendo alavancar, se o mercado quiser, mais 20% em debêntures, podendo alavancar mais o projeto. Portanto, as condições estão diferenciadas, de forma a poupar o uso do TJLP e incentivar o mercado de capitais e tornar sustentável a longo prazo o papel do BNDES no financiamento em geral da economia brasileira”, afirmou Coutinho.

Sexta-feira, 15 de maio de 2015 às 8:02

Vice-presidenta do Vietnã e presidente do BNDES

Agenda presidencial
Nesta sexta-feira (15), a presidenta Dilma Rousseff  cumpre agenda no Palácio do Planalto. Pela manhã, a partir das 9h30, recebe o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho.

Às 11h, Dilma terá encontro com a vice-presidenta do Vietnã, Nguyen Thi Doan.

À tarde, a presidenta recebe Mariana Mazzucato, professora da Universidade de Sussex, no Reino Unido. O encontro está previsto para as 15h.

*Agenda sujeita a alterações ao longo do dia. Para atualizações, acesse o Portal Planalto.

Quarta-feira, 29 de abril de 2015 às 20:00

Jovem só ficará no campo se tiver mesmos benefícios dos que moram nas cidades

Os jovens brasileiros só vão permanecer na zona rural se tiverem as mesmas oportunidades e garantias dos que moram nas cidades, afirmou a presidenta Dilma Rousseff nesta quarta-feira (29), durante o 3º Festival da Juventude Rural, em Brasília.

Nesta quarta-feira, a presidenta Dilma anunciou que o Governo Federal vai investir, em parceria com a Fundação Banco do Brasil e com BNDES, R$ 5 milhões em cooperativas para a juventude rural. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta anunciou que o governo vai investir, em parceria com a Fundação Banco do Brasil e com o BNDES, R$ 5 milhões em cooperativas para a juventude rural. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Neste sentido, ela destacou os 22,8 mil jovens que serão atendidos pela Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) em 23 estados brasileiros, a partir da nova chamada aberta pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e anunciada nesta segunda-feira (27), pelo titular da Pasta, Patrus Ananias.

Nós atendemos a totalidade da demanda que foi colocada pra nós. O BNDES e o Banco do Brasil vão investir para apoiar a organização de empreendimentos coletivos da juventude de base familiar”, acrescentou, referindo-se ao edital, realizado em parceria com a Fundação Banco do Brasil (FBB) e o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no valor de R$ 5 milhões, para cooperativas e associações da juventude rural, com o foco na agroecologia e na questão de gênero.

Essas duas ações, que estão alinhadas com algo que, para mim, é a revolução feita pela agricultura familiar no Brasil, estão em andamento”, disse a presidenta, pontuando que especialmente na questão da agroindústria familiar, as mulheres têm um papel muito importante.

Outra questão importante que destacou foi a internet na zona rural. “A internet é uma forma de te ligar com o mundo, onde quer que você more. Se você mora no lugar mais distante, pode conversar com outro lugar mais distante, daí a importância da internet para a juventude de trabalhadores e trabalhadoras rurais”.

A internet faz parte das condições essenciais para a vida dos agricultores familiares, de assentamentos da reforma agrária, “porque, sem ela, não vai haver presença dos jovens no campo. Por isso meu governo tem o compromisso de levar a banda larga para a região rural do Brasil”, concluiu.

Confira a íntegra

 

 

Sexta-feira, 24 de abril de 2015 às 17:45

BNDES é principal instituição de financiamento de longo prazo no País

Brasil Coreia do SulO Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é a mais importante instituição de financiamento de longo prazo no País para projetos de infraestrutura e industriais, afirmou nesta sexta-feira (24) a presidenta Dilma Rousseff, em resposta a jornalistas, na chegada ao Palácio Itamaraty, onde foi oferecido almoço em homenagem à presidenta da República da Coreia do Sul.

“Cá entre nós, qual é o financiamento de longo prazo que existe no Brasil? O fundamental, aquele financiamento que tem duas características: tanto financia o que se chama de dívida, quanto financia,através do aporte de capital, a participação acionária”, é o BNDES, afirmou.

Por isso mesmo, acrescentou Dilma, não tem nenhuma instituição mais importante do que o banco para qualquer grande atividade que exige recursos. “Hoje, no Brasil, se tem o BNDES como grande aportador”, reforçou a presidenta.

Dilma também fez referência ao FI-FGTS e ao Fundo da Marinha Mercante como dois outros mecanismos do setor público brasileiro para alavancar investimentos por meio de aquisição de participação societária.

Confira a íntegra

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