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Quinta-feira, 17 de julho de 2014 às 14:02

Acordos na área de energia reforçam parceria entre Brasil e China

Presidenta Dilma recebe o presidente chinês, Xi Jinping, no Palácio do Planalto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Presidenta Dilma recebe o presidente chinês, Xi Jinping, no Palácio do Planalto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

As parcerias comerciais e no setor de infraestrutura entre Brasil e China saíram reforçadas da reunião bilateral entre a presidenta Dilma Rousseff e o presidente chinês Xi Jinping nesta quinta-feira (17). Dois acordos na área de energia mereceram destaque entre os 32 atos assinados entre os governos. O primeiro, firmado entre Eletrobrás e a chinesa State Grid, estabelece os parâmetros para construção de linhas de transmissão para ultra-alta tensão na Usina de Belo Monte. No segmento de geração, um segundo acordo firmado entre Eletrobrás/Furnas com os construtores da hidrelétrica chinesa de Três Gargantas deve dar as bases do projeto de construção da usina hidrelétrica do Rio Tapajós.

A presidenta destacou o fato do Brasil ser o principal destino de investimentos chineses na América Latina.

“Esses investimentos apresentam forte tendência ao crescimento e à diversificação em áreas como energia, tecnologias da informação e da comunicação, automóveis, alta tecnologia, bancos, petróleo, entre outros setores consolidam a China como grande parceira do desenvolvimento brasileiro.”

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Dilma ressaltou também a abertura de oportunidades para que empresas chinesas participem de licitações em projetos de infraestrutura e logística. Nesse setor, o destaque foi para o Memorando de Entendimento sobre Cooperação Ferroviária, assinado entre o Ministério dos Transportes e a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, que abre espaço para a participação de empresas chinesas na licitação do trecho 4 da Ferrovia Transcontinental, que ligará Lucas do Rio Verde (MT) a Campinorte (GO).

“ Essa obra integra a Ferrovia Transoceânica Brasil – Peru, fundamental para a integração sulamericana e o escoamento das exportações brasileiras para a Ásia”, analisou a presidenta.

Investimentos e comércio bilateral
Durante a assinatura de atos, a presidenta lembrou que a China é o principal parceiro comercial do Brasil desde 2009, passando de US$ 3 bilhões para quase US$ 90 bilhões em 2013. O volume deve crescer ainda mais com o levantamento do embargo e disposição de compra de carne bovina para a China. Dilma afirmou ainda que a relação bilateral ganha força com as indústrias chinesas que serão instaladas no país.

“No setor industrial, a relação bilateral sai fortalecida com os anúncios de investimentos significativos para a fábrica de maquinário para construção civil, pela Sany, no valor de US$ 300 milhões, e a instalação da montadora Chery, no valor de US$ 400 milhões, ambas em Jacareí. Cada uma gerará mil novos postos de trabalho. Identificamos, ainda, amplas oportunidades de cooperação no setor do agronegócio”, explicou.

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A presidenta destacou ainda a necessidade de diversificar e agregar valor às exportações e investimentos brasileiros. Ela citou como exemplo importante a venda de 60 aeronaves da Embraer às empresas chinesas Tianjin Airlines e ICBC Leasing.

Assinatura de atos
Os 32 atos assinados na cerimônia desta quinta-feira (17) abrangem áreas de transporte, energia, infraestrutura, tecnologia, comércio e educação. Dentre vários tópicos, os acordos falam sobre facilitação de vistos de negócios, cooperação na área de Defesa, Aviação Civil, cooperação industrial, além da ampliação da presença de estudantes brasileiros na China por meio do programa de bolsas de intercâmbio do governo brasileiro, do aprendizado do mandarim no Brasil, e do lançamento de um serviço chinês para buscas na internet.


Confira a íntegra

Quarta-feira, 16 de julho de 2014 às 9:57

Presidenta Dilma concede entrevista antes da VI Cúpula do Brics, em Fortaleza

Quarta-feira, 16 de julho de 2014 às 9:56

Presidente do BNDES fala do Novo Banco de Desenvolvimento do Brics

Terça-feira, 15 de julho de 2014 às 11:46

Banco do Brics permitirá avanços na infraestrutura de países em desenvolvimento

Presidenta Dilma Rousseff na primeira sessão privada de trabalho da VI Cúpula dos Brics, em Fortaleza. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Presidenta Dilma Rousseff na primeira sessão privada de trabalho da VI Cúpula dos Brics, em Fortaleza. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Brics 2014

A criação do banco de desenvolvimento do Brics foi um dos principais temas do encontro dos bancos nacionais de desenvolvimento dos cinco países, realizado nesta segunda-feira (14) na VI Cúpula em Fortaleza. Antes de se dirigir ao local das reuniões dos Brics, no Centro de Eventos do Ceará, a presidenta Dilma Rousseff considerou que a criação do banco beneficiará e dará mais segurança aos Brics e demais países.

“Acredito que os Brics têm dado grandes passos no sentido de criar instituições que vão beneficiar os países emergentes e em desenvolvimento. Por exemplo, o banco. O banco vai contribuir com recursos para garantir investimentos em infraestrutura. E por outro lado, o acordo contingente de reserva, que tem um montante de US$ 100 bilhões, ele vai contribuir para que esse processo de volatilidade, enfrentado por diversas economias, quando da saída dos Estados Unidos da política de expansão monetária, seja mais contido, seja mais administrado. E dá segurança, dá uma espécie de rede de proteção, aos países Brics e aos demais, amplia a segurança”, afirmou a presidenta.

De acordo com o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, um trabalho de cooperação vem sendo construído ao longo dos últimos cinco anos e ganhará maior expressão com criação do novo banco. Na Cúpula realizada na China, o tema infraestrutura foi priorizado; na Índia, o intercâmbio de investimentos diretos entre países; e na África do Sul, a oportunidade de atuar conjuntamente em países africanos. Um dos temas principais discutidos na Cúpula do Brasil é a criação de banco de desenvolvimento dos Brics.

“Olhando para o futuro, toda essa cooperação ganhará maior expressão a partir do momento em que se criar um banco dos países Brics, porque essa nova entidade poderá tirar proveito das experiências dos nossos países, e dos seus respectivos bancos de desenvolvimento, mas também se tornará certamente mais um parceiro da rede de bancos nacionais de desenvolvimento para projetos em vários outros países em desenvolvimento (…) e não apenas dos países Brics. Nesse sentido, abrir-se-á mais espaço de mercado para diversificação das exportações brasileiras. É claro que as nossas comoditties continuarão a ter um peso relevante em função da elevada competitividade que o Brasil tem. Mas o desenvolvimento de novos mercados estará facilitado na medida em que os países em desenvolvimento possam crescer mais rapidamente”, declarou Luciano Coutinho.

A criação do banco de desenvolvimento dos Brics contribuirá com crédito de longo prazo, modalidade carente, especialmente para investimentos em infraestrutura. Segundo Coutinho, há déficit de pelo menos US$ 800 bilhões ao ano em investimentos nesse setor que poderiam se realizar nos países em desenvolvimento. A perspectiva é de que o novo banco seja instrumento de cooperação no financiamento da infraestrutura nos países do Brics e também em outros países em desenvolvimento. Este avanço na infraestrutura também cria oportunidades para o Brasil.

“Nesse sentido o BNDES vem se esforçando para que essa cooperação com bancos do Brics se aprofunde e se aperfeiçoe. A nossa presença, por exemplo, na África, com instalação da nossa representação em Johanesburgo, está abrindo nesse momento a possibilidade de muitos projetos em comum com a chance de cofinanciarmos projetos em parceria com os bancos dos países Brics. (…) O avanço na infraestrutura abre espaços também para o Brasil. O Brasil tem uma indústria competitiva em equipamentos, tem uma engenharia e empresas de construção bastante competentes, portanto ela abre também espaço para exportação de equipamentos, bens de capital, exportação de máquinas e exportação de serviços de engenharia e de construção”, disse.

Do encontro dos bancos, também resultará um memorando de entendimento de cooperação na área da inovação tecnológica. Ainda de acordo com o presidente do BNDES, os países dos Brics têm uma diversidade de tecnologias, o que propicia a complementariedade. Espera-se fomentar essa cooperação inclusive entre as empresas dos cinco países.

Sexta-feira, 11 de julho de 2014 às 12:43

Copa do Mundo confirma capacidade do Brasil para organizar grandes eventos

“Estamos aqui celebrando o que até agora ocorreu”, disse o ministro Gilberto Carvalho, lembrando que não houve nenhum grande problema de segurança em entrevista coletiva ontem, Centro Aberto de Mídia. Foto: Centro Aberto de Mídia/Portal Brasil

“Estamos aqui celebrando o que até agora ocorreu”, disse o ministro Gilberto Carvalho, lembrando que não houve nenhum grande problema de segurança. Foto: Centro Aberto de Mídia/Portal Brasil

“A Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 confirma o Brasil como local com condições de organizar e sediar grandes eventos internacionais, com democracia e participação social”. A afirmação é do ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, em entrevista coletiva no Centro Aberto de Mídia João Saldanha, no Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro.

“Estamos aqui celebrando o que até agora ocorreu”, disse o ministro, lembrando que não houve nenhum grande problema de segurança. “Nosso povo soube, de um lado, mostrar altivez, vencendo uma verdadeira barreira que se formou no País num dado momento em que parecia que a Copa seria uma tragédia. E ao mesmo tempo com uma incrível capacidade de receber as pessoas, de serem bons anfitriões.”

Ao falar das manifestações populares que ocorreram no Brasil em junho do ano passado e que não se repetiram durante a Copa, o ministro Gilberto Carvalho lembrou que brasileiros reivindicaram serviços públicos melhores e criticaram corrupção, mas também pediram mais democracia. Por isso, houve atenção especial do governo ao diálogo com a sociedade. Nas 12 cidades-sede da Copa, a Secretaria-Geral da Presidência realizou a série de encontros denominados “Diálogos Governo-Sociedade Civil: Copa 2014” para ouvir reivindicações, grande parte delas sem relação direta com a Copa, e apresentar esclarecimentos. Participaram desses encontros 3.101 pessoas representando 808 instituições.

O ministro lembrou que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) financiou R$ 4 bilhões e cidades e estados investiram outros R$ 4 bilhões na construção e reforma de estádios entre 2010 e 2014, enquanto o investimento de saúde e educação é de mais de R$ 800 bilhões no mesmo período. “Não havia sentido falar que a Copa estava sendo organizada em detrimento da saúde e da educação. No mesmo período investiu-se 100 vezes mais nestas duas áreas do que os gastos com a Copa”, disse Carvalho. Ele considerou o Mundial como oportunidade e, nesse sentido, citou investimentos de R$ 17,5 bi em infraestrutura para a Copa.

Para Carvalho, o ganho de imagem e estímulo ao turismo são resultados positivos da realização da Copa do Mundo. Segundo o ministro, ao decidir sediar a Copa, o Brasil tinha ambição de mostrar ao mundo um modelo de desenvolvimento com distribuição de renda, que tem uma cultura de paz e uma política econômica que permite que o país cresça de forma consistente, principalmente a renda dos trabalhadores, e uma democracia que se desenvolve para efetiva participação da sociedade. “Não perdemos em nenhum momento a nossa soberania e nossa independência em relação à FIFA.”

O ministro citou grandes eventos realizados recentemente no país, com destaque para participação da sociedade. O primeiro deles foi a Rio+20, o maior evento da história das Nações Unidas, em junho de 2012, que credenciou 45,4 mil pessoas de 193 países e teve o site da conferência acessado por mais de 50 milhões de pessoas interessadas no debate ambiental. Paralelamente à Conferência, o governo brasileiro promoveu os eventos “Diálogos Sustentáveis” e a “Cúpula dos Povos”.

Ele citou ainda a Jornada Mundial da Juventude com o Papa Francisco, que reuniu 3,7 milhões de jovens no Rio de Janeiro, em julho de 2013; e a Net Mundial, o encontro Multissetorial Global Sobre o Futuro da Governança da Internet, que contou com a presença física, além da virtual, de 1.229 participantes de 97 países, em São Paulo. Lembrou também do carnaval e do Rock in Rio.

Fonte: Centro Aberto de Mídia/Portal Brasil

Terça-feira, 12 de fevereiro de 2013 às 10:19

Em coluna, Dilma conversa sobre o cartão BNDES, a implantação de cisternas e a bolsa para universitários

Conversa com a PresidentaA presidenta Dilma Rousseff, na coluna semanal Conversa com a Presidenta desta terça-feira (12), falou sobre as regras para concessão do cartão BNDES para Micro, Pequenas e Médias Empresas, que, neste mês teve uma baixa nos juros cobrados para a menor taxa para essa linha desde o lançamento, em 2003. Ela ainda falou sobre a implantação de cisternas e as bolsas para estudantes universitários.

“O Cartão BNDES é uma linha de crédito rotativo e pré-aprovada, sem anuidade, destinada a Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME). (…) O interessado deve estar em dia com os tributos e as obrigações federais, como determina a lei. O financiamento pode ser pago em até 48 prestações mensais fixas. (…) E eu tenho uma boa notícia: neste mês de fevereiro, os juros baixaram de 0,91% ao mês para 0,86%, a menor taxa para essa linha desde seu lançamento em 2003”, explicou Dilma, em resposta a Carlos Alberto de Toledo, jornalista de Brasília.

A presidenta também, em resposta a Reginaldo Ramos de Souza, de 38 anos, falou sobre a implantação de 1,5 mil cisternas pela Programa Água para Todos em toda a zona rural de Bom Jesus da Lapa (BA), onde fica o quilombo Rio das Rãs. Segundo Dilma, em 2012, já foram instaladas cinco mil cisternas no Médio São Francisco, em Ibotirama, Boquira, Caetité, Macaúbas e Riacho de Santana. Ela ainda detalhou as ações do Programa Brasil Quilombola, que atende 206 comunidades.

“O Programa Brasil Quilombola, Reginaldo, também tem contribuído para melhorar a qualidade de vida de muita gente: 206 comunidades, inclusive a sua, receberam a titularidade da terra, beneficiando 12.804 famílias; com o Programa Luz para Todos, a eletricidade já chegou a mais de 25 mil domicílios. Atualmente, 2.008 equipes de Saúde da Família e 1.536 equipes de Saúde Bucal estão atuando em 1.117 municípios, para atender assentados da reforma agrária e comunidades quilombolas. E 1.945 escolas quilombolas em todo o país são beneficiadas pelo adicional no valor da merenda escolar”, explicou.

Leia o artigo completo »

Terça-feira, 5 de fevereiro de 2013 às 9:57

Dilma inaugura indústria de laticínios em assentamento de Arapongas (PR) e lança R$ 600 milhões em investimento. Assista ao discurso

Segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013 às 18:39

Queremos criar uma classe média de pequenos produtores no campo, afirma Dilma

A presidenta Dilma Rousseff anunciou nesta segunda-feira (4), em Arapongas (PR), o programa Terra Forte, que terá recursos de R$ 600 milhões para incentivar a industrialização de assentamentos rurais. A presidenta afirmou que deseja criar uma classe média no campo e que o programa Terra Forte é um dos melhores caminhos para que os assentados tenham qualidade de vida.

“Nós queremos criar uma classe média no campo, uma classe média de pequenos produtores, de pequenos proprietários, uma classe média de cooperativados. Porque não há motivo para esse país, com a quantidade de riqueza que tem, ter pessoas na pobreza. Não há motivo, não há justificativa, e nós, nenhum de nós, podemos nos conformar com isso (…) E eu quero apoiar o Projeto Terra Forte, porque, para mim, esse caminho aqui é um dos melhores caminhos para que as pessoas, homens e mulheres que vivam no campo, assentados da reforma agrária, tenham acesso a essa situação”, disse.

Dilma afirmou ainda que a agroindústria de leite montada pela Cooperativa de Comercialização e Reforma Agrária União Camponesa (Copran) no assentamento Dorcelina Folador é um exemplo a ser seguido.

“Eu queria dizer ainda, e por fim, que na definição clássica, a reforma agrária é a democratização à posse da terra. Nós temos no Brasil, hoje, um acúmulo. Sabemos que a reforma agrária terá resultados melhores se puder, ao mesmo tempo, mudar os padrões de produção. Reforma agrária e assentamento não é igual a agricultura de subsistência. Não é igual. Ela pode ser muito mais. Aqui hoje se provou que não só pode, como ocorreu. Ela é muito mais do que isso”.

Segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013 às 15:00

Programa Terra Forte investirá R$ 600 milhões na industrialização de assentamentos rurais

A presidenta Dilma Rousseff anuncia, nesta segunda-feira (4), em Arapongas (PR), o programa Terra Forte, que vai investir R$ 600 milhões em projetos de agroindústria para 200 assentamentos, como o inaugurado no assentamento Dorcelina Folador.

O Programa Terra Forte contará com recursos de R$ 300 milhões, sendo R$ 150 milhões do fundo social do BNDES, R$ 20 milhões da Fundação Banco do Brasil e R$ 130 milhões dos demais parceiros – Ministério do Desenvolvimento Agrário, Ministério do Desenvolvimento Social, Incra e Conab. Além disso, o Banco do Brasil disponibilizará R$ 300 milhões em crédito para as cooperativas investirem em agroindústrias, totalizando R$ 600 milhões em recursos.

José Damasceno, produtor rural de 52 anos, que tem quatro filhos e um neto, vê no investimento na implementação da agroindústria em assentamentos um incentivo para que os jovens continuem no campo, com mais renda e emprego próximo a região que moram.

“A agroindústria complementa um processo que vai ajudar a resistir no campo. Isso favorece as pessoas a ficarem, faz com que os filhos do assentado tenham opção de emprego e renda no campo sem precisar deixar a família em busca de oportunidade”, defende.

Segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013 às 14:40

Conheça agroindústria de laticínios inaugurada por Dilma

Localizada no Norte do Paraná, no município de Arapongas, a Cooperativa de Comercialização e Reforma Agrária União Camponesa (Copran) passa a contar, a partir desta segunda-feira (4), com uma Agroindústria de Leite, capaz de processar até 90 mil litros por dia.

A instalação, sediada no assentamento Dorcelina Folador, recebeu, até 2011, investimento de R$ 16 milhões, beneficiando 3,2 mil famílias de trabalhadores assentados. Além do leite, serão produzidos iogurte, queijos, doce de leite requeijão e manteiga.

Charles Eduvirges, de 25 anos, mora desde os 12 anos no assentamento e irá coordenar o funcionamento da usina. Para tal, fez, com o apoio da cooperativa, os cursos técnicos em agropecuária e laticínios,  em Juiz de Fora (MG).

“Este ano ainda começo o curso de Administração, em Londrina. Outros trabalhadores da usina também ganharam experiência para este projeto. Eles passaram por estágio de mais de um ano em outros laticínios para se preparar”, explica Charles.

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