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Terça-feira, 12 de fevereiro de 2013 às 10:19

Em coluna, Dilma conversa sobre o cartão BNDES, a implantação de cisternas e a bolsa para universitários

Conversa com a PresidentaA presidenta Dilma Rousseff, na coluna semanal Conversa com a Presidenta desta terça-feira (12), falou sobre as regras para concessão do cartão BNDES para Micro, Pequenas e Médias Empresas, que, neste mês teve uma baixa nos juros cobrados para a menor taxa para essa linha desde o lançamento, em 2003. Ela ainda falou sobre a implantação de cisternas e as bolsas para estudantes universitários.

“O Cartão BNDES é uma linha de crédito rotativo e pré-aprovada, sem anuidade, destinada a Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME). (…) O interessado deve estar em dia com os tributos e as obrigações federais, como determina a lei. O financiamento pode ser pago em até 48 prestações mensais fixas. (…) E eu tenho uma boa notícia: neste mês de fevereiro, os juros baixaram de 0,91% ao mês para 0,86%, a menor taxa para essa linha desde seu lançamento em 2003”, explicou Dilma, em resposta a Carlos Alberto de Toledo, jornalista de Brasília.

A presidenta também, em resposta a Reginaldo Ramos de Souza, de 38 anos, falou sobre a implantação de 1,5 mil cisternas pela Programa Água para Todos em toda a zona rural de Bom Jesus da Lapa (BA), onde fica o quilombo Rio das Rãs. Segundo Dilma, em 2012, já foram instaladas cinco mil cisternas no Médio São Francisco, em Ibotirama, Boquira, Caetité, Macaúbas e Riacho de Santana. Ela ainda detalhou as ações do Programa Brasil Quilombola, que atende 206 comunidades.

“O Programa Brasil Quilombola, Reginaldo, também tem contribuído para melhorar a qualidade de vida de muita gente: 206 comunidades, inclusive a sua, receberam a titularidade da terra, beneficiando 12.804 famílias; com o Programa Luz para Todos, a eletricidade já chegou a mais de 25 mil domicílios. Atualmente, 2.008 equipes de Saúde da Família e 1.536 equipes de Saúde Bucal estão atuando em 1.117 municípios, para atender assentados da reforma agrária e comunidades quilombolas. E 1.945 escolas quilombolas em todo o país são beneficiadas pelo adicional no valor da merenda escolar”, explicou.

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Terça-feira, 5 de fevereiro de 2013 às 9:57

Dilma inaugura indústria de laticínios em assentamento de Arapongas (PR) e lança R$ 600 milhões em investimento. Assista ao discurso

Segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013 às 18:39

Queremos criar uma classe média de pequenos produtores no campo, afirma Dilma

A presidenta Dilma Rousseff anunciou nesta segunda-feira (4), em Arapongas (PR), o programa Terra Forte, que terá recursos de R$ 600 milhões para incentivar a industrialização de assentamentos rurais. A presidenta afirmou que deseja criar uma classe média no campo e que o programa Terra Forte é um dos melhores caminhos para que os assentados tenham qualidade de vida.

“Nós queremos criar uma classe média no campo, uma classe média de pequenos produtores, de pequenos proprietários, uma classe média de cooperativados. Porque não há motivo para esse país, com a quantidade de riqueza que tem, ter pessoas na pobreza. Não há motivo, não há justificativa, e nós, nenhum de nós, podemos nos conformar com isso (…) E eu quero apoiar o Projeto Terra Forte, porque, para mim, esse caminho aqui é um dos melhores caminhos para que as pessoas, homens e mulheres que vivam no campo, assentados da reforma agrária, tenham acesso a essa situação”, disse.

Dilma afirmou ainda que a agroindústria de leite montada pela Cooperativa de Comercialização e Reforma Agrária União Camponesa (Copran) no assentamento Dorcelina Folador é um exemplo a ser seguido.

“Eu queria dizer ainda, e por fim, que na definição clássica, a reforma agrária é a democratização à posse da terra. Nós temos no Brasil, hoje, um acúmulo. Sabemos que a reforma agrária terá resultados melhores se puder, ao mesmo tempo, mudar os padrões de produção. Reforma agrária e assentamento não é igual a agricultura de subsistência. Não é igual. Ela pode ser muito mais. Aqui hoje se provou que não só pode, como ocorreu. Ela é muito mais do que isso”.

Segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013 às 15:00

Programa Terra Forte investirá R$ 600 milhões na industrialização de assentamentos rurais

A presidenta Dilma Rousseff anuncia, nesta segunda-feira (4), em Arapongas (PR), o programa Terra Forte, que vai investir R$ 600 milhões em projetos de agroindústria para 200 assentamentos, como o inaugurado no assentamento Dorcelina Folador.

O Programa Terra Forte contará com recursos de R$ 300 milhões, sendo R$ 150 milhões do fundo social do BNDES, R$ 20 milhões da Fundação Banco do Brasil e R$ 130 milhões dos demais parceiros – Ministério do Desenvolvimento Agrário, Ministério do Desenvolvimento Social, Incra e Conab. Além disso, o Banco do Brasil disponibilizará R$ 300 milhões em crédito para as cooperativas investirem em agroindústrias, totalizando R$ 600 milhões em recursos.

José Damasceno, produtor rural de 52 anos, que tem quatro filhos e um neto, vê no investimento na implementação da agroindústria em assentamentos um incentivo para que os jovens continuem no campo, com mais renda e emprego próximo a região que moram.

“A agroindústria complementa um processo que vai ajudar a resistir no campo. Isso favorece as pessoas a ficarem, faz com que os filhos do assentado tenham opção de emprego e renda no campo sem precisar deixar a família em busca de oportunidade”, defende.

Segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013 às 14:40

Conheça agroindústria de laticínios inaugurada por Dilma

Localizada no Norte do Paraná, no município de Arapongas, a Cooperativa de Comercialização e Reforma Agrária União Camponesa (Copran) passa a contar, a partir desta segunda-feira (4), com uma Agroindústria de Leite, capaz de processar até 90 mil litros por dia.

A instalação, sediada no assentamento Dorcelina Folador, recebeu, até 2011, investimento de R$ 16 milhões, beneficiando 3,2 mil famílias de trabalhadores assentados. Além do leite, serão produzidos iogurte, queijos, doce de leite requeijão e manteiga.

Charles Eduvirges, de 25 anos, mora desde os 12 anos no assentamento e irá coordenar o funcionamento da usina. Para tal, fez, com o apoio da cooperativa, os cursos técnicos em agropecuária e laticínios,  em Juiz de Fora (MG).

“Este ano ainda começo o curso de Administração, em Londrina. Outros trabalhadores da usina também ganharam experiência para este projeto. Eles passaram por estágio de mais de um ano em outros laticínios para se preparar”, explica Charles.

Quarta-feira, 14 de novembro de 2012 às 15:17

Vídeo: Dilma visita Olimpíada do Conhecimento e destaca importância do ensino profissionalizante

Quarta-feira, 14 de novembro de 2012 às 13:56

Discurso da presidenta Dilma durante a 7ª edição da Olimpíada do Conhecimento

 

Quarta-feira, 14 de novembro de 2012 às 13:39

Brasil receberá competição mundial de estudantes do ensino técnico

Presidenta Dilma Rousseff durante visita à VII Olimpíada do Conhecimento. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta da República, Dilma Rousseff, visitou, nesta quarta-feira (14), a 7ª edição da Olimpíada do Conhecimento, que vai até o próximo domingo (18), no Centro de Convenções do Anhembi, em São Paulo (SP). Durante a assinatura do memorando de entendimento para realização da Competição Mundial de Formação Profissional, WorldSkills, no Brasil, em 2015, ela destacou a importância da valorização da educação profissional.

“São momentos como esse que mostram que  o nosso país vem avançando no modo correto, que é o rumo da educação. (…) Esses 640 estudantes que foram selecionados, dos cursos técnicos e profissionalizantes do Senai e do Senac de todo o país evidenciam a importância que nós, sociedade e governo devemos dar à questão da educação profissional e da capacidade que a educação profissional tecnológica e técnica tem para o nosso país”, disse.

Dilma ainda ressaltou a importância da cooperação entre o governo federal e os serviços nacionais de aprendizagem Industrial e Comercial (Senai e Senac). Segundo a presidenta, dos 2,2 milhões de jovens e profissionais que passam por cursos técnicos e de capacitação, cerca de 1,6 milhão são atendidos pela parceria. Ela ainda citou o financiamento de R$ 1,5 bilhão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para o projeto do Senai que visa estimular competitividade industrial.

“O desafio era de chegarmos em 2014 com 8 milhões de vagas em cursos técnicos de nível médio e de qualificação profissional  no Brasil. Passado pouco mais de um ano de lançamento do nosso programa, eu posso afirmar que o Brasil ganhou e muito. Nós já oferecemos 2,2 milhões de vagas para jovens e para trabalhadores. (…) Hoje nós temos 736 mil jovens cursando o ensino técnico de nível médio, e grande parte deles fazem isso com a parceria com o Sistema S. Temos também outros 1,5 milhão de jovens e trabalhadores que estão fazendo cursos de qualificação, com mais de 90% deles também no Sistema S”, detalhou.

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Quarta-feira, 29 de junho de 2011 às 18:54

Câmara de Gestão inicia avaliação pelo Ministério da Saúde e Infraero

Ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) ao lado do empresário Jorge Gerdau na reunião da Câmara de Gestão, no Palácio do Planalto. Fotos Paulo H. Carvalho/Casa Civil PR

A Câmara de Políticas de Gestão, Desempenho e Competitividade decidiu em reunião realizada nesta quarta-feira (29/6) iniciar o processo de avaliação, no próximo mês, pelo Ministério da Saúde e pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). O anúncio foi feito pela ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e pelo empresário Jorge Gerdau, após reunião com os integrantes da Câmara. Em entrevista, a ministra Gleisi explicou que a avaliação nestes dois setores tem duas dimensões. A primeira delas é a econômica, uma vez que a pasta da Saúde é uma das que mais recebe recursos da União, e o segundo fato diz respeito à prestação de serviços aos cidadãos.

Vídeo com a íntegra da entrevista

“O ministro Padilha [Alexandre Padilha, ministro da Saúde] pediu para que o seu ministério fosse um dos primeiros a serem avaliados. Então, no início do mês vamos nos reunir com ele para definirmos as prioridades”, contou a ministra Gleisi.

Uma outra deliberação deste grupo de apoio à presidenta Dilma Rousseff é acompanhar os projetos com vistas à Copa do Mundo Fifa 2014. Segundo explicou a ministra, os integrantes da Câmara de Gestão podem dar contribuição ao Comitê Gestor da Copa. Gleisi Hoffmann retomou também a questão dos aeroportos com o foco na qualidade do serviço prestado aos passageiros. Ela frisou que existe preocupação, por exemplo, com o tempo de restituição das bagagens.

Ministra Gleisi e o empresário Jorge Gerdau na entrevista coletiva no Palácio do Planalto

“São questões pequenas do cotidiano dos aeroportos. Mas a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) vai atuar com bastante rigor, por exemplo, para que os voos normais não sejam substituídos por voos fretados (charters)”, disse.

Durante a entrevista, a ministra Gleisi foi indagada sobre o aporte de recursos do BNDES ao grupo Pão de Açúcar, de Abílio Diniz, numa operação de fusão com a rede francesa Carrefour. O processo refere-se a ativos no Brasil. Gleisi assegurou que a operação do BNDESPar se enquadra numa ação de mercado e cabe ao banco tratar deste assunto.

Câmara de Gestão

Criada pela presidenta Dilma, a Câmara de Políticas de Gestão, Desempenho e Competitividade, está vinculada ao Conselho de Governo da Presidência da República. A câmara é formada por empresários e ministros e vai assessorar o governo na gestão pública. O objetivo é reduzir custos, racionalizar processos, aumentar a produtividade, otimizar sistemas de compras e os serviços prestados à sociedade.

A Câmara tem quatro representantes da sociedade civil, com reconhecida experiência e liderança nas áreas de gestão e competitividade: o empresário Jorge Gerdau Johannpeter, (presidente do Conselho de Administração do Grupo Gerdau) presidirá a entidade. Os outros empresários são Abílio Diniz (dono da Companhia Brasileira de Distribuição – redes Pão de Açúcar, Extra, CompreBem, Sendas e Ponto Frio); Antônio Maciel Neto (presidente da Suzano Papel e Celulose); e Henri Philippe Reichstul (ex-presidente da Petrobras -1999/2001).

Pelo governo federal, participam os titulares da Casa Civil (Gleisi Hoffmann), da Fazenda (Guido Mantega), do Planejamento (Miriam Belchior), e do MDIC (Fernando Pimentel). A participação é considerada como serviço público relevante e não será remunerada.

A Câmara não terá estrutura nem quadro próprio, mas contará com o apoio técnico e logístico de uma secretaria-executiva na Casa Civil da Presidência da República. As regras para sua organização e funcionamento serão estabelecidas em regimento interno, a ser proposto pelo seu presidente e aprovado pela maioria absoluta de seus membros.

Quarta-feira, 22 de junho de 2011 às 13:29

Tarso Genro defende divisão federativa dos royalties de petróleo

Presidenta Dilma Rousseff, com o ministro Guido Mantega (Fazenda), recebeu em audiência o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, defendeu uma “divisão federativa” dos royalties do petróleo a ser explorado na chamada camada do pré-sal. A posição de Tarso foi manifestada nesta quarta-feira (22/6), em entrevista no Palácio do Planalto, após reunião com a presidenta Dilma Rousseff e o ministro da Fazenda, Guido Mantega. O governador gaúcho disse que se for convidado irá engrossar as fileiras do movimento liderado pelos governadores das regiões Norte e Nordeste.

“Os contratos em vigência, em relação aos royalties do petróleo, devem permanecer como estão, mas os novos precisam ter uma divisão federativa. Que permita desregionalizar a questão”, disse Tarso Genro.

O governador informou que tratou de dois temas com a presidenta Dilma. O primeiro deles diz respeito a linhas de financiamento com o Banco Mundial e com o BNDES. Embora não tenha detalhado os empréstimos, Tarso explicou que tratavam-se de recursos que dependem da interferência do governo federal para que sejam liberados com mais brevidade possível.

Outra questão na pauta diz respeito à questão do ICMS. Segundo Tarso, o assunto, que mereceu destaque no encontro da presidenta Dilma com governadores das regiões Norte e Nordeste, pode ser fechado numa próxima reunião do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária). O governador explicou que equipes técnicas estão promovendo estudos para estabelecer uma forma de compensação a eventuais perdas de arrecadação.

“Esperamos que isso seja resolvido ainda neste primeiro semestre”, afirmou.

A busca de um novo indexador para a dívida pública dos estados com a União também foi abordada por Tarso Genro na entrevista coletiva. Segundo avaliou, o tema “ainda está muito verde”, mas disse acreditar que o governo federal deve apresentar uma proposta dentro das próximas semanas.

Pressionado, o governador evitou comentar sobre temas referentes ao sigilo de documentos ultrassecretos e a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de libertar o italiano Cesare Battisti.

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