Portal do Governo Brasileiro

Tamanho da fonte:


Terça-feira, 9 de junho de 2015 às 19:30

Lucrará mais quem apostar no Brasil, afirma Dilma ao lançar programa de investimento de R$ 198,4 bi

Os investimentos em concessões em rodovias, ferrovias, portos e aeroportos lançados nesta terça-feira (9) significam a ampliação de um grande pacto nacional do governo com a sociedade, com a iniciativa privada e com estados e municípios pelo desenvolvimento do Brasil, com sustentação do emprego e da atividade econômica, afirmou a presidenta Dilma Rousseff, ao anunciar a segunda fase do Programa de Investimento em Logística (PIL), que vai mobilizar recursos de R$ 198,4 bilhões, beneficiando diretamente 20 estados e 130 municípios.

Segundo a presidenta Dilma, as metas do governo são ampliar a taxa de investimento no País e tornar os serviços mais eficientes e com preços justos para os usuários. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

De acordo com a presidenta Dilma, as metas do governo são ampliar a taxa de investimento no País e tornar os serviços mais eficientes e com preços justos para os usuários. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

“Estamos aqui não só para anunciar grandes números e projetos ambiciosos mas especialmente para dizer que os investimentos significam emprego, renda, capacidade de trabalhar e produzir”, enfatizou. “Há um sopro vital que emana deste ambiente: o oxigênio do otimismo e da esperança. É com este alento que estamos aqui para proclamar, em alto e bom som, que sempre lucrarão mais os que apostarem no Brasil”.

“Hoje é dia de infraestrutura!”, conclamou ela aos empresários, políticos e aos representantes de governo presentes à cerimônia no Palácio do Planalto, reafirmando que, se são grandes as dificuldades econômicas atuais, maiores são a energia e a disposição do povo brasileiro de fazer nosso País seguir em frente. Esse programa, acrescentou, significa uma virada de página gradual e realista. “É para lembrar que o governo não é de quatro meses, mas de quatro anos. E, portanto, estamos na linha de saída e não na reta de chegada”.

O novo modelo de concessões está ancorado em duas premissas: garantia de serviços de qualidade, com preços justos para os usuários; e remuneração adequada aos concessionários por seus investimentos e pelos serviços que irão prestar. “Foi isso que logramos, na primeira etapa do Plano de Investimento em Logística, e que, tenho certeza, agora aperfeiçoamos ainda mais. As nossas metas são: ampliar a taxa de investimento e tornar os serviços mais eficientes, com redução de custos e tarifas”, acrescentou.

Benefícios serão para todos
Os investimentos feitos pelo governo e iniciativa privada em logística e infraestrutura vão beneficiar a todos: os estados, as regiões mais remotas e os brasileiros, principalmente os que mais precisam, com benefícios para a agricultura e escoamento de produtos e troca de insumos e serviços. Haverá uma atuação articulada federativa em favor do desenvolvimento regional.

A presidenta destacou ainda que investir para retomar o crescimento econômico é a ação de um governo que tem a coragem de promover o equilíbrio fiscal e correções na economia. “Ajustes para crescermos e simultaneamente lançamos programas ambiciosos na área de infraestrutura e social”.

Compromisso com a inclusão social
Essa é a característica de um governo que tem a sensibilidade e o compromisso de investir na inclusão social e na qualidade da educação, além da atividade econômica. Segundo a presidenta Dilma, por maiores que tenham sido as adversidades, o governo tem sabido não perder esse rumo. “Não é apenas em tempo de bonança que se constrói o futuro, os alicerces mais sólidos são construídos com luta e determinação, em tempos de dificuldade”, lembrou.

É assim que grandes nações sobreviveram a obstáculos que pareciam intransponíveis, disse Dilma. “Povo unido é forte quando é capaz de superar dificuldades. Será assim que nossa grande Nação vai sustentar essa luta e superar dificuldades que são conjunturais. Estamos aqui, hoje, empunhando novas armas e lançando novos instrumentos para vencermos a batalha. Uma dessas armas decisivas é o aumento da eficiência e produtividade. Outra, o aumento da qualidade de vida e redução da desigualdade no nosso Pais. Hoje, a arma decisiva que estamos empunhando é o investimento”.

Por fim, a presidenta se colocou, mais uma vez, como uma ponte permanente para a construção do diálogo entre as brasileiras e brasileiros. “Quanto mais nos unirmos, mais rápido vamos vencer os obstáculos. Viva o Brasil e viva o futuro do nosso povo”. 

Confira a íntegra

Terça-feira, 2 de junho de 2015 às 15:28

Plano Safra é garantia de alimentos, exportações e crescimento econômico, diz Kátia Abreu

Os recursos do Plano Safra 2014-2015 resultarão na garantia de alimentos para os brasileiros, produção de excedente para exportação e geração de empregos, afirmou Kátia Abreu, ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. “Esse Plano Safra não foi para os produtores, foi um Plano Safra que a presidenta especialmente trabalhou para todos os brasileiros”, avaliou. O agronegócio responde por cerca de 24% do PIB e 36% do emprego formal.

“Na agricultura não tem gasto, tem investimento e crescimento. Então nós saímos de R$ 156 bilhões para R$ 187 bilhões. Nós estamos muito contentes com isso porque vamos cumprir nosso papel, vamos continuar trabalhando e ajudando o Brasil neste momento”, declarou a ministra.

“A presidenta Dilma tem repetido e eu quero reiterar que ajuste fiscal não são só cortes, também requer investimentos para continuar crescendo e fazendo o desenvolvimento”, explicou a ministra. Foto: Felipe Rossi - Gabinete Digital/PR

“A presidenta Dilma tem repetido e eu quero reiterar que ajuste fiscal não são só cortes, também requer investimentos para continuar crescendo e fazendo o desenvolvimento”, explicou a ministra. Foto: Felipe Rossi – Gabinete Digital/PR

Ela destacou também que em um momento de ajuste fiscal é significativo que o governo federal aumente em 20% os recursos para custeio da produção agropecuária. “A presidenta Dilma tem repetido e eu quero reiterar que ajuste fiscal não são só cortes, também requer investimentos para continuar crescendo e fazendo o desenvolvimento”, explicou. De acordo com ela, o agronegócio tem a capacidade de dar resposta rápida aos investimentos, e contribuirá para a retomada da trajetória de crescimento da economia.

A ministra ainda lembrou que com o aumento de produtividade ao longo dos anos, o setor tem contribuído com o saldo da balança comercial do País exportando excedentes. “Em 1976, o Brasil produziu 40 milhões de toneladas de grãos com uma produtividade baixa de 1,2 mil quilos por hectare. Em 2014, [foram] 202 milhões de toneladas com uma produtividade de 3,5 mil quilos por hectare.”

Terça-feira, 2 de junho de 2015 às 12:42

Governo eleva em 20% recursos para Plano Safra e total atinge recorde de R$ 187,7 bi em 2015-2016

Dilma anuncia R$ 180 bilhões para o Plano Safra 2015-2016

Dilma: “Produzimos a verdadeira riqueza que movimenta a população mundial. Vamos continuar a fazê-lo, com cada vez mais competência, com este Plano Safra 2015-2016″. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff anunciou, nesta terça-feira (2), a destinação de R$ 187,7 bilhões para o Plano Agrícola e Pecuário 2015-2016. A soma representa um aumento de 20% nos recursos destinados ao crédito para financiar a próxima safra. Com isso, afirmou a presidenta, os produtores brasileiros terão, mais uma vez, a garantia do governo de que terão recursos para o financiamento adequados ao agronegócio, segmento que continuará sendo prioritário no Brasil.

Esse é maior volume de recursos já liberados para o setor na história. Além do aumento dos recursos, a presidenta lembrou que os juros serão realinhados, sem comprometer a capacidade de pagamento dos produtores. “Manteremos taxas de juros diferenciadas para as linhas de investimento prioritárias e para o médio produtor”, garantiu a presidenta.

O volume de recursos para Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) foi elevado para R$ 18,9 bilhões, com aumento de cerca de 25% no limite de financiamento para custeio. “Persistimos em nossa estratégia de criar uma classe média rural forte, ancorada em uma produção competitiva e sustentável”, reiterou Dilma.

A presidenta destacou ainda que todas as linhas de financiamento voltadas ao aumento da produtividade e sustentabilidade e ao estímulo à inovação serão mantidas, o que é relevante especialmente neste ano, quando se realiza, em Paris, a conferência internacional do clima das Nações Unidas, a COP 21. Nesse sentido, ela apontou o sucesso do plano Agricultura de Baixo Carbono (ABC), implementado pelo governo brasileiro, “que é um orgulho das iniciativas brasileiras no campo da agricultura e da produção sustentável”.

Novas tecnologias e implementos agrícolas
O compromisso do governo com a sustentabilidade da produção agropecuária será mantido também quanto aos recursos para o Plano de Apoio Conjunto Inova Agro, ao Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos

Agrícolas Associados e Colheitadeiras (Moderfrota) e para o Seguro Rural, de acordo com os compromissos já assumidos e as demandas e as demandas a serem tomadas para nova safra.

Também terão continuidade linhas de financiamento das últimas safras, importantes para alguns segmentos, setor sucroalcoolerio, pecuária bovina, florestas plantadas, armazenagem por exemplo”, disse Dilma.

A presidenta lembrou que investir na agropecuária é um ótimo negócio para o Brasil, pois a produção gera mais alimentos, mais exportações, mais empregos e riquezas para o País. “Produzimos a verdadeira riqueza, aquela que alimenta a população mundial. Vamos continuar a fazê-lo, reforçamos com esse Plano Agrícola e Pecuário 2015-16, que é uma parceria do governo com o setor. E assim, damos as condições para que o produtor possa atuar com mais produtividade e com a excelência característica”.

Por fim, Dilma Rousseff parabenizou os produtores do agronegócio pelo recorde histórico mensal de exportação de soja, anunciado nesta segunda-feira (1º), no montante de 9 milhões e 340 mil toneladas. “É sem dúvida um mundo de toneladas. A vitória de um segmento é uma vitória de todos os produtores e uma vitória do Brasil”.

Quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015 às 18:41

Governo quer acelerar adesão de produtores ao Cadastro Ambiental Rural

Da Agência Brasil

As ministras do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e da Agricultura, Kátia Abreu, se reuniram nesta quinta-feira (5) com secretários estaduais das duas áreas para alertarem produtores rurais para o fim da inscrição no Cadastro Ambiental Rural (CAR) e encontrar caminhos para aumento da adesão dos agricultores ao sistema. O prazo termina daqui a três meses e até o momento, 40% dos mais de 371,8 milhões de hectares de áreas passíveis de cadastramento foram registradas como determina o Código Florestal.

Kátia Abreu e Izabella Teixeira em coletiva. Reunião com secretários estaduais alertou e buscou alternativas para acelerar inscrições do CAR. Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil.

Kátia Abreu e Izabella Teixeira em coletiva. Reunião com secretários estaduais alertou e buscou alternativas para acelerar inscrições do CAR. Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil.

Segundo dados do Ministério do Meio Ambiente, 60% das propriedades já inscritas no CAR são de pequenos agricultores. No entanto, os estados com melhores resultados, considerando as áreas registradas – Mato Grosso, Pará e Amazonas – foram os grandes proprietários que já fizeram cadastramento.

Izabella Teixeira ressaltou que o governo federal busca apoio de entidades rurais, sindicatos, da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), no diálogo com os estados, para auxiliar os pequenos produtores no preenchimento do CAR. “Essa reunião também serve para isso: quais os esforços que os estados terão que fazer para chegar até maio com um balanço de resultado. Esse é espírito do encontro: juntar a obrigação de fazer CAR, com o licenciamento ambiental, modernizar e dar um padrão de referência para todo o país”, afirmou. Ainda segundo a ministra, em maio, quando acaba o prazo de adesão ao CAR, será feito um balanço que definirá a estratégia de uma eventual prorrogação.

Cadastro Ambiental Rural
Criado pela lei do Código Florestal, o CAR é responsável por formar a base de dados para controle, monitoramento e combate ao desmatamento das florestas e demais formas de vegetação nativa do Brasil. No sistema, os produtores devem informar dados cadastrais e da localização georreferenciada das Áreas de Preservação Permanente (APP), áreas de Reserva Legal (RL) e áreas de Uso Restrito (AUR).

Quarta-feira, 12 de novembro de 2014 às 10:00

Brasil deve colher nova safra recorde de 198,3 milhões de toneladas de grãos em 2015

O Brasil deverá colher uma safra recorde de cereais, leguminosas e oleaginosas de 198,3 milhões de toneladas em 2015, o que representa um aumento de 2,5% em relação à deste ano, segundo a primeira estimativa divulgada nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Safra_Recorde_193mitoneladasgraos_2015

O avanço deverá ser puxado especialmente pela soja, cuja safra deverá ser 9% maior que a de 2014, com aumento de 1,6% na área prevista. Entre os seis produtos de maior relevância na safra de verão, cinco apresentam variações positivas na produção: feijão 1ª safra (11,0%), amendoim (em casca) 1ª safra (10,7%), soja (9,0%), arroz (em casca) 1,4% e o milho 1ª safra (0,3%). O algodão herbáceo registrou variação negativa na produção, de 8%.

A estimativa da área a ser colhida é de 56,2 milhões de hectares, apresentou acréscimo de 6,3% frente à área colhida em 2013 (52,8 milhões de hectares) e de 0,4% em relação ao mês anterior. O arroz, o milho e a soja são os três principais produtos deste grupo, que somados representaram 91,4% da estimativa da produção e responderam por 85,0% da área a ser colhida.
Em relação ao ano anterior, houve acréscimos de 660 hectares na área de arroz e de 8,3% na área da soja.

O milho teve sua área a ser colhida reduzida em 0,7%. No que se refere à produção, houve acréscimos de 3,4% para o arroz, 5,6% para a soja e diminuição de 2,7% para o milho, quando comparado a 2013.

Regiões
Nessa avaliação para 2014, o Mato Grosso liderou como maior produtor nacional de grãos, com uma participação de 24,4%, seguido pelo Paraná (18,5%) e Rio Grande do Sul (15,6%), que somados representaram 58,5% do total nacional previsto.

Entre as Grandes Regiões, o volume da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas apresentou a seguinte distribuição: Centro-Oeste, 82,1 milhões de toneladas; região Sul, 72,3 milhões de toneladas; Sudeste, 17,8 milhões de toneladas; Nordeste, 15,8 milhões de toneladas e Norte, 5,5 milhões de toneladas.

Comparativamente à safra passada, foi constatado incremento de 10,0% na região Norte, de 32,2% na região Nordeste e de 4,7% na Região Centro-Oeste. As regiões Sul e Sudeste apresentaram, respectivamente, diminuição de 1,1% e 9,8% em relação à produção do ano anterior.

Fonte: com informações do IBGE.

Domingo, 15 de junho de 2014 às 20:00

Mercadante: O único tsunami que tivemos foi a gestão pública em alguns governos do passado

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Ministro Mercadante em coletiva de imprensa nesta tarde. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Durante entrevista coletiva à imprensa, realizada neste domingo (15) no Palácio do Planalto, o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, rebateu críticas e fez breve balanço de várias áreas do governo comparando dados dos últimos doze anos com outros períodos.

“A oposição ficou um bom tempo dizendo que ia ter uma tempestade perfeita, nós tivemos um verão muito tranquilo. Agora estão falando em vendaval, em tsunami. Eu acho que o único tsunami que tivemos foi a gestão pública em alguns governos do passado. Como o Brasil não tem tsunami, eles não voltarão”, afirmou o ministro.

Confira os principais trechos da coletiva:

Educação

“Eles não falam de escola em tempo integral, mas nós já temos 49 mil escolas no Mais Educação com três horas no mínimo a mais de processo de aprendizado escolar. Eles chegam a falar de ensino técnico profissionalizante. (…) E o Pronatec hoje tem mais de 7,3 milhões de matrículas é o maior programa da história do Brasil de formação técnico profissionalizante (…)”

“Eles não falam da educação superior, mas quero lembrar que combateram o Enem como exame de seleção, que conta hoje com 9,5 milhões de inscritos e abriu oportunidade de acesso para aqueles que nunca tiveram. No ano passado nós tínhamos 4,7 cursos, 115 universidades e em um único exame qualquer estudante podia disputar.”

“Eles também combateram na justiça o Prouni e hoje ele tem mais de 1,2 milhão bolsas concedidas, Fies tem uma cobertura hoje que nunca teve no passado: mais de 1,3 milhão bolsas.“

“Se olharmos para as vagas, acabamos com o sucateamento das universidades públicas federais, resgatamos, ampliamos a rede pública federal, nós tínhamos 2,5 milhões de matrículas no ensino superior do Brasil; hoje temos 7,2 milhões matrículas. Quer dizer, é uma expansão fantástica, inclusive abrindo espaço para a educação pública nas universidades particulares: 34% dos estudantes na universidade hoje estão pelas políticas públicas: cotas, rede federal, Prouni, Enem. Para não falar que estamos chegando a 100 mil bolsas no Ciência sem Fronteiras.”

Energia

“Eles falam da área de energia, mas omitem nessa comparação que nós tivemos um apagão no passado e uma elevação sem precedentes nas tarifas de energia. Nós enfrentamos uma seca mais severa do que a anterior neste ano e garantimos plena oferta de energia para o país com a rede de térmicas, na melhoria da transmissão e distribuição de energia.”

Inflação

“Eles falam da inflação, mas não dizem que o governo Dilma manteve sempre a inflação dentro da meta todos os anos anteriores e este ano a inflação está caindo, fortemente, rapidamente. É diferente, a inflação no governo Fernando Henrique Cardoso foi 9,2% a média dos oito anos, no governo Lula 5,8% e no governo Dilma 6,4%. Então a nossa média é menor e como está em queda nos vamos fechar o ano com uma inflação novamente próximo a 5,8% a média desses quatro anos.”

Emprego

“Nós tiramos o emprego, que era o principal ponto da pauta econômica do povo brasileiro, da agenda nacional, porque nós vivemos uma situação de praticamente pleno emprego. O governo Dilma esse mês, em três anos e meio estará criando mais empregos do que os oito anos de Fernando Henrique Cardoso. Temos hoje 4,96 milhões empregos já criados no governo Dilma, 20 milhões no governo Lula e no governo Dilma. E o governo Fernando Henrique Cardoso criou 5,2 milhões. Nós estaremos superando os oito anos em apenas três anos e meio do governo Dilma.”

Política Externa

“Nós pegamos um país que estava quebrado no Fundo Monetário Internacional (FMI), sem nenhuma liberdade da política econômica. Nós acumulamos mais de US$ 370 bilhões nas reservas cambiais. O Brasil hoje tem um protagonismo internacional, tanto que ainda no mês que vem vamos ter a reunião dos Brics.”

Juros

“Eles não falam da taxa de juros, mas quero lembrar que tivemos no governo passado taxa de juros de 45%e não tinha crédito habitacional.”


Habitação

“Surpreendentemente eles falam de moradia. Não há na história do Brasil nenhum programa como o Minha Casa, Minha Vida e foi 1,7 milhão de unidades habitacionais já entregues 3,75 milhões já contratadas e vamos lançar mais 3 milhões de casas populares na próxima etapa do Minha Casa, Minha Vida.”

Agricultura Familiar

“Eles falam do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), que não era nacional no governo Fernando Henrique Cardoso, e cujo total de créditos era R$ 2,3 bilhões. Este ano, o Pronaf é de R$ 24,1 bilhões. Portanto, mais de dez vezes o que era o crédito para a agricultura familiar. Quero lembrar que nós assentamos 730 mil famílias e desapropriamos para fim da reforma agrária uma área equivalente a mais de dois estados de São Paulo. Seguramente, é o maior programa de reforma agrária do século XXI de toda a economia internacional.”

Agricultura

“Se nós analisarmos o crédito para a agricultura, para o agronegócio, nós estamos falando esse ano em mais R$ 156 bilhões em financiamento. Fortalecimento da Embrapa, assistência técnica, financiamento a máquinas e equipamento e é por isso que o Brasil nos últimos 11 anos é o país que mais aumentou excedente exportado de alimentos e é o terceiro, segundo, produtor de alimentos nas áreas mais importantes da agricultura mundial.”

Gestão

“Eles falam de gestão e eficiência. Pode ser que alguns tenham esquecido, mas aqueles que iam para as filas do INSS sabem o quanto mudou a assistência social nesse país. Não tem mais fila. Tem o pronto atendimento de qualidade.”

Programa sociais

“Nós tínhamos vários pequenos programas dos ministros que era Bolsa Gás, Vale Gás, Vale Transporte, pequenos programas dispersos, com baixa eficácia, baixo alcance, sobreposição e lacunas. Hoje, nós temos uma política social integrada que é exemplo para o mundo inteiro. Elogiada e reconhecido tecnicamente e copiado por muitas nações como o Bolsa Família que tem uma cobertura que permitiu junto com a política do salário mínimo, junto com o quase pleno emprego, a maior distribuição de renda da história do Brasil que é o que nós vivemos nesses últimos 11 anos. Não há nenhum momento da história em que tenha tido uma distribuição de renda com a profundidade que nós estamos provendo ao longo desse período recente.”

Segunda-feira, 10 de junho de 2013 às 9:00

Brasil bate recorde de produção de alimentos com menor desmatamento em 24 anos

Café com a presidentaA presidenta Dilma Rousseff falou, no Café com a Presidenta desta segunda-feira (10), sobre os R$ 136 bilhões em investimentos para o Plano Safra da Agricultura e da Pecuária 2013/2014, e destacou o desenvolvimento da agropecuária brasileira, combinado com a conservação ambiental. Em 2012, a produção de grãos cresceu quase 11%, chegando a safra recorde de 184 milhões de toneladas, e a área plantada aumentou 4,6%. Ainda assim, foi registrado o menor desmatamento na Amazônia nos últimos 24 anos.

“No ano passado, nós atingimos a menor taxa de desmatamento na Amazônia dos últimos 24 anos. Ao mesmo tempo, nós batemos recordes de produção de alimentos no Brasil. Isso mostra que nós temos a capacidade de combinar o crescimento da produção agrícola com a proteção do meio ambiente. E neste Plano Agrícola, nós ampliamos ainda mais o Programa ABC, que significa Agricultura de Baixo Carbono, que vai ter R$ 4,5 bilhões para financiar práticas sustentáveis na agricultura, como, por exemplo, o plantio direto na palha, a recuperação de pastagens degradadas, a plantação de florestas”, detalhou Dilma.

A presidenta também lembrou da importância da criação da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), que terá a missão, por meio de empresas públicas e privadas contratadas, de levar a tecnologia pesquisada e desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) para os pequenos e médios produtores rurais. Segundo Dilma, a agência ainda trará de volta para a Embrapa as necessidades e demandas dos agricultores e pecuaristas.

“A Anater é uma novidade. Com ela, nós vamos aumentar o acesso dos agricultores do nosso país ao conhecimento e à tecnologia que vão ajudar a melhorar a produtividade no campo. A Anater vai trabalhar muito ligada à Embrapa. Uma, a Embrapa, pesquisa, cria tecnologias, inova processos e produtos; a outra difunde essa tecnologia, esses processos e esses novos produtos, e faz com que o agricultor, o pecuarista tenha acesso ao que há de melhor em matéria de inovação e novas práticas. A Anater vai atender a toda agricultura brasileira, pequenos, médios e grandes produtores”, afirmou.

Confira a íntegra 

Terça-feira, 4 de junho de 2013 às 11:34

Plano Agrícola e Pecuário disponibiliza R$ 136 bilhões para safra 2013/14

O Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2013/14, anunciado nesta terça-feira (4), em Brasília, pela presidenta Dilma Rousseff, alcançou seu maior volume financeiro, chegando a R$ 136 bilhões. O valor está dividido em R$ 97,6 bilhões para financiamentos de custeio e comercialização, e R$ 38,4 bilhões para os programas de investimento. Em relação ao crédito disponibilizado no último plano, o aumento foi de 18%.

O plano ainda foca em investimentos para melhorar a logística e a infraestrutura, com a disponibilização de R$ 25 bilhões para construções de armazéns privados nos próximos cinco anos, com prazo de pagamento de 15 anos. Outros R$ 500 milhões serão gastos para modernizar e dobrar a capacidade de armazenagem da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O Programa de Sustentação de Investimento (PSI-BK), para o financiamento de máquinas e equipamentos agrícolas, terá R$ 6 bilhões, e a agricultura irrigada, R$ 400 milhões.

O valor disponibilizado para o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) é 18,4% superior aos R$ 11,15 bilhões previstos na safra 2012/13, chegando a R$ 13,2 bilhões. E os limites de empréstimo para custeio passaram de R$ 500 mil para R$ 600 mil, enquanto os de investimento subiram de R$ 300 mil para R$ 350 mil. E o Programa Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC), que financia tecnologias com menor impacto ambiental, teve seus recursos aumentados de R$ 3,4 bilhões para R$ 4,5 bilhões.

Outros marcos do plano são a criação do Serviço Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural, e o Programa Inovagro, que deve destinar R$ 3 bilhões para o agronegócio, com R$ 2 bilhões para pesquisa e desenvolvimento de máquinas e equipamentos e R$ 1 bilhão para que os produtores rurais incorporem novas tecnologias.

Terça-feira, 16 de abril de 2013 às 11:59

Dilma entrega 1.640 unidades habitacionais em Ribeirão das Neves (MG)


A presidenta Dilma Rousseff entregou nesta terça-feira (16) 1.640 unidades habitacionais do Residencial Alterosa, construído com recursos do Minha Casa Minha Vida, em Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte. O empreendimento vai beneficiar famílias com renda de até R$1,6 mil.

» Vídeo: beneficiárias falam da entrega de moradias do Minha Casa, Minha Vida

O conjunto habitacional é composto por 82 blocos de 20 apartamentos e contemplará cerca de 6,5 mil pessoas. Os apartamentos têm área privativa de 41 m², divididos em 2 quartos, sala, banheiro, cozinha e área de serviço. O condomínio dispõe de estacionamento, centro comunitário, quadra de esporte e campo de futebol.

O empreendimento também oferece apartamentos adaptados para portadores de necessidades especiais, com área maior para possibilitar o giro de 360 graus da cadeira de rodas, além de portas e janelas também adaptadas.

Máquinas agrícolas e ônibus escolares

Na mesma solenidade, a presidenta Dilma entregará 58 máquinas motoniveladoras, 50 máquinas retroescavadeiras e 19 ônibus escolares a 102 municípios mineiros. O investimento é de mais de R$ 25 milhões, e a distribuição das máquinas agrícolas faz parte da segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), via Ministério do Desenvolvimento Agrário. O principal objetivo é a construção e a manutenção de estradas que ligam a zona rural à zona urbana.

O programa Caminho da Escola visa renovar e padronizar a frota de veículos de transporte escolar, para garantir segurança e qualidade, contribuindo para o acesso e a permanência dos alunos nas escolas da rede pública da educação básica.

Sexta-feira, 12 de abril de 2013 às 12:35

Máquinas agrícolas e ônibus escolares beneficiarão agricultores e estudantes no RS


A presidenta Dilma Rousseff entrega, nesta sexta-feira (12), às 11h45, em Porto Alegre, máquinas retroescavadeiras e motoniveladoras a municípios gaúchos. Na segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC 2, o governo federal beneficiará mais de 4.850 municípios brasileiros com máquinas que servirão para recuperação e manutenção de estradas vicinais.

No Rio Grande do Sul, já foram entregues 114 retroescavadeiras. Na cerimônia desta sexta, serão entregues mais 120 máquinas: 80 retroescavadeiras e 40 motoniveladoras. O investimento totaliza aproximadamente R$ 28 milhões, beneficiando cerca de 600 mil pessoas pela melhoria do escoamento da produção da agricultura familiar, circulação de bens, serviços e moradores do meio rural.

Caminho da Escola

Na solenidade, o Ministério da Educação entregará 25 ônibus para 15 municípios do estado. Os veículos fazem parte do programa Caminho da Escola, coordenado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Deste total, 22 foram adquiridos com recursos via transferência direta da União e três com recursos municipais. O valor do investimento destes modelos é de cerca de R$ 3,5 milhões.

 

Tweets

Instagram

Por e-mail

Receba os artigos do Blog do Planalto diariamente por e-mail preenchendo os campos abaixo:

Digite o seu e-mail:


Um e-mail de confirmação do FeedBurner&trade será enviado para você! Confirme no link que será enviado para o seu e-mail para receber os últimos artigos do Blog do Planalto.

-