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Domingo, 24 de fevereiro de 2013 às 19:27

Governo brasileiro estabelece cooperação com a Nigéria nas áreas de saúde e educação

Domingo, 24 de fevereiro de 2013 às 19:12

Imagens da semana: retirada de 22 milhões da pobreza extrema e viagem para África

Sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013 às 9:16

O mundo em desenvolvimento tornou-se vital para a economia global, afirma Dilma

Viagens internacionaisDurante a abertura da III Cúpula América do Sul-África, que acontece na Guiné Equatorial nesta sexta-feira (22), a presidenta Dilma Rousseff destacou o momento econômico especial dos dois continentes, em contraste ao cenário internacional, que enfrenta uma crise financeira. Dilma também lembrou que o comércio entre os dois continentes cresceu 447% nos últimos dez anos, passando de R$ 7 bilhões, em 2002, para R$ 39 bilhões, em 2011.

“Nossos continentes têm experimentado nos últimos anos o dinamismo, com taxas de crescimento sustentadas, aumento da renda e redução da pobreza. Foi-se o tempo em que nós éramos parte de uma periferia distante, silenciosa ou calada e problemática. O mundo em desenvolvimento tornou-se vital para economia global, e já responde por mais da metade do crescimento econômico e mais de 40% do investimento, em escala mundial”, afirmou.

A presidenta propôs uma parceria com países africanos, com foco na área educacional, colocando à disposição a Universidade Aberta do Brasil, que já conta com um polo presencial em Moçambique. Ela quer ampliar as parcerias de pesquisa científica e tecnológica, usando as 37 embaixadas no continente para oferercer cursos de português e facilitar a interação.

Dilma também defendeu a candidatura do embaixador Roberto Azevêdo à direção-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC) e a participação do Brasil e de algum país africano como membros permanentes no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

“Mas eu estou aqui hoje para propor e construir parcerias concretas. Quero propor como mais uma parceria entre nós e para os países africanos no âmbito da ASA, uma parceira na área da formação de professores e gestores para o ensino técnico profissionalizante para a formação de estudantes especialmente do setor agropecuário. O Brasil e a África não só nós temos uma raiz cultural, social e histórica do ponto de vista da nossa nação, acredito que sejamos o país que tenha a maior quantidade de africanos na sua formação, mas também porque somos, fizemos parte de um mesmo grande continente”, ressaltou.

Dilma falou ainda da parceria comercial e de investimentos entre os dois continentes, que deve ser diversificada e não ficar limitada aos governos, contemplando as empresas. Ela afirmou que vê com bastante interesse a formação de mecanismos de incentivo para que mais companhias, produtos e serviços atuem nos dois continentes. A presidenta também saudou a aprovação do programa para o desenvolvimento de infraestrutura na África, com a execução pelo Banco Africano de Desenvolvimento.

Confira a íntegra

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Sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013 às 9:00

Na Guiné Equatorial, Dilma defende maior intercâmbio entre América do Sul e África. Veja galeria

Quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013 às 6:00

Agenda: viagem para a Guiné Equatorial

Agenda presidencialA presidenta Dilma Rousseff se reúne, nesta quinta-feira (21), às 9h30, com o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra. Às 12h, Dilma parte para Guiné Equatorial, onde participa, na sexta (22), da III Cúpula de Chefes de Estado e de Governo América do Sul-África (ASA).

Sexta-feira, 24 de junho de 2011 às 10:02

Brasil apresenta resultados e oportunidades de cooperação com países em desenvolvimento em Roma

Ministro Antonio Patriota (Relações Exteriores) diz que os cursos foram moldados no espírito da cooperação sul-sul. Foto:Antonio Cruz/ABr-Arquivo

O Brasil apresenta em Roma, nesta sexta-feira (24/6), o evento “Cooperação Técnica Brasileira: Agricultura, Segurança Alimentar e Políticas Sociais”. A iniciativa antecede a 37ª Conferência da Organização da ONU para a Agricultura e Alimentação (FAO), ocasião em que ocorrem as eleições para a direção-geral da FAO. O encontro é uma demonstração de apoio do governo brasileiro ao candidato José Graziano da Silva, postulante ao cargo.

Durante o evento, autoridades brasileiras mostrarão os esforços no combate à fome e à miséria, por meio da cooperação sul-sul. O seminário foi iniciado às 9h (horário local) no Palácio Pamphilli, Piazza Navona em Roma.

O encontro sobre cooperação técnica brasileira reúne representantes dos seis ministérios envolvidos com as ações internacionais em agricultura e segurança alimentar, além de oficiais de 40 países em desenvolvimento da África, do Pacífico, da América Latina e Caribe que mantém relações estreitas com o Brasil, por meio da cooperação bilateral e multilateral.

“Na medida em que o país tem buscado, internamente, a promoção de inclusão social, é perfeitamente compreensível que se dedique, no plano internacional, à cooperação com as demais nações em desenvolvimento”, afirma o ministro das Relações Exteriores Antonio Patriota, na apresentação dos cursos que serão oferecidos aos países participantes durante o encontro.

Nesta ocasião, o Brasil mostra o programa de 23 cursos de curta duração que serão oferecidos no segundo semestre a 40 países do Caribe, da África, da Ásia Central e do Pacífico sobre agricultura, meio ambiente, pesca e aquicultura, extensão rural, alimentação escolar, políticas de combate à fome e políticas de equidade de gênero. As aulas serão ministradas em português ou inglês e poderão ser adaptadas a outras línguas, de acordo com as demandas dos países.

“Os cursos ofertados nesta oportunidade foram moldados à luz do espírito da cooperação Sul-Sul, em que a experiência brasileira é compartilhada com transferência de tecnologia, valorização dos conhecimentos tradicionais e reconhecimento das realidades culturais específicas de cada parceiro”, afirma o chanceler Patriota.

Cooperação sul-sul

Atualmente, a cooperação técnica brasileira desenvolve programas com mais de 60 países e promove um amplo programa de projetos de extensão rural, fruticultura tropical e temperada, pecuária, pesca, vitivinicultura, entre outros. Os conhecimentos transferidos pelo Brasil abrangem a comercialização de alimentos e, principalmente, a produção e seus processos, incluindo melhoramento genético de espécies, aprimoramento de métodos de cultivo, irrigação e colheita, utilização de máquinas agrícolas, criação de animais e processamento de subprodutos.

O setor agrícola é a principal área de intercâmbio do Brasil com os países parceiros do sul, por meio de acordos com 19 instituições brasileiras, entre as quais destacam-se a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), o Serviço Social da Indústria (Sesi), as universidades federais de Lavras (UFLA) e Viçosa (UFV), o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), por exemplo. Estão envolvidos seis ministérios brasileiros, incluindo Desenvolvimento Agrário, Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Pesca e Aquicultura, Meio Ambiente, Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e a Secretaria de Políticas para as Mulheres.

A cooperação técnica brasileira baseia-se nos princípios da solidariedade e da co-responsabilidade, não tem fins lucrativos e está desvinculada de interesses comerciais. A capacitação de recursos humanos e o fortalecimento institucional são os dois eixos principais que norteiam as ações de cooperação com países em desenvolvimento.

Quarta-feira, 13 de abril de 2011 às 18:33

Municípios brasileiros poderão realizar projetos de cooperação com o Haiti e África

Imagem de Porto Príncipe, capital do Haiti, após o terremoto que assolou o país em janeiro de 2010. Foto: Ricardo Stuckert/Arquivo/PR

O governo federal anunciou nesta quarta-feira (13/4), em cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), a abertura do “edital de convocação para projetos franco-brasileiros de cooperação descentralizada trilateral em benefício do Haiti e do Continente Africano”. O projeto viabilizará a participação de municípios brasileiros – preferencialmente com mais de 100 mil habitantes – e franceses com projetos de cooperação com o Haiti e a África, no valor máximo de US$ 200 mil, sendo metade de aporte do governo brasileiro e metade de incentivo do governo francês.

O objetivo é contribuir com os desafios de desenvolvimento e fortalecimento das políticas públicas do país mais pobre das Américas, o Haiti, assolado por um terremoto em 2010, e de países pobres do continente africano. A Subchefia de Assuntos Federativos (SAF) da Secretaria de Relações Institucionais (SRI) da Presidência da República é responsável por coordenar a ação do lado brasileiro. Para mais informações, clique aqui.

O subchefe de Assuntos Federativos da SRI, Olavo Noleto, sinaliza que Brasil e França se uniram para levar cooperação técnica à países da África e do Haiti e que esse é um movimento necessário a partir do novo posicionamento do Brasil no mundo. Além disso, completa Noleto, os estados e municípios brasileiros que antes se relacionavam com outros países como beneficiários e programas internacionais, a partir desse incentivo, serão replicadores de boas práticas e projetos.

“O Brasil está assumindo um novo papel de liderança no mundo, que constrói arranjos institucionais que vão além dos interesses brasileiros, mas também da paz mundial, de um mundo mais multilateral, de um mundo mais justo. E essa nova presença do Brasil no mundo ajuda a promover melhores condições de vida às populações mais longínquas”, explicou.

Segundo o edital, os estados e municípios poderão apresentar os projetos de 15 de maio a 5 de setembro de 2011. As propostas serão avaliadas por um comitê técnico do Brasil e da França, sempre seguindo critérios que melhor atendam às necessidades do país beneficiário. As proposições poderão ser feitas a partir das experiências em governança local, agricultura, segurança alimentar, saneamento, recursos hídricos, educação, formação profissional, mobilidade urbana, saúde, desenvolvimento sustentável e meio ambiente, infraestrutura e urbanização.

O subsecretário explica que os projetos escolhidos serão divulgados em outubro de 2011 após aprovação pelos governos da França e Brasil e que vários estados e cidades brasileiros já sinalizaram interesse em aderir ao edital. O foco, segundo ele, será na área de desenvolvimento urbano e não há limite de número nem para inscrição nem para a aprovação de propostas.

“Se o projeto for bom, se for consistente, nós podemos apoiar sim”, antecipa Olavo Noleto.

A iniciativa tem o apoio da Frente Nacional de Prefeitos, da Embaixada da França no Brasil, da Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores e a Delegation pour Action Extérieure des Collectivités Locales francesas.

Seminário - Segundo a SRI, a ideia de estimular a cooperação técnica do Brasil e da França com o Haiti e a África foi debatida no “Seminário de Cooperação Cruzada Brasil França para o Haiti e África”, realizado em junho de 2010, no Palácio do Itamaraty. O evento foi organizado pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC), pela France Coopération International (FCI), pela Agência Francesa para o Desenvolvimento (AFD) e pela Embaixada da França em Brasília, com o apoio da SAF e da Direção de Ação Exterior das Coletividades Territoriais.

Segunda-feira, 14 de março de 2011 às 16:06

Universidades brasileiras iniciam cursos de graduação em Moçambique

As cidades de Maputo, Beira e Lichinga, em Moçambique, marcam o início, nesta segunda-feira (14/3), das aulas dos quatro primeiros cursos de graduação a distância da Universidade Aberta do Brasil (UAB) oferecidos na África. A iniciativa do governo brasileiro atende a um dos dispositivos do Acordo de Cooperação Cultural celebrado entre os dois países.

Ingressam na formação 630 estudantes. A graduação em pedagogia e as licenciaturas de matemática e biologia têm 180 vagas por curso e administração pública, 90 vagas. O governo de Moçambique distribuiu as vagas de forma igualitária entre a capital, Maputo, e as cidades de Beira, que fica a 1.200 quilômetros de distância, e Lichinga, na região noroeste e a 2 mil quilômetros de Maputo.

Segundo o Ministério da Educação do Brasil, a graduação de professores e a qualificação de quadros técnicos do governo de Moçambique serão feitas pelas universidades federais de Juiz de Fora (UFJF), de Goiás (UFG), Fluminense (UFF) e do Rio de Janeiro (Unirio), filiadas à Universidade Aberta do Brasil e integrantes do Programa Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor) do Ministério da Educação.

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Domingo, 6 de fevereiro de 2011 às 10:25

Brasil amplia parceria na produção de alimentos com países africanos

Ministro Afonso Forence cumprimenta o colega do Zimbábue Ngoni Masoka. Foto: Ubirajara Machado

Com o objetivo de ampliar parcerias na produção de alimentos com países africanos, o governo brasileiro firmou mais um Projeto de Cooperação Técnica, desta vez com o Zimbábue. Coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), o programa “Mais Alimentos” visa se expandir para outros países.

“O Zimbábue tem uma estrutura que permitirá que a experiência africana do Mais Alimentos represente condições de êxito e para que o Brasil possa continuar a disponibilizar sua experiência e sua capacidade de produção de equipamentos para os países africanos e contribuir para a produção alimentar e melhoria de vida dos povos africanos”, disse o ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, ao definir o projeto.

O acordo firmado entre o ministro Florence e o secretário executivo do Ministério da Agricultura, Mecanização e Desenvolvimento da Irrigação do Zimbábue, Ngoni Masoka, alia assessoria técnica para estruturação da agricultura familiar e financiamento brasileiro para modernizar a infraestrutura produtiva dos agricultores familiares do país africano.

“O acordo vai atender à necessidade de máquinas para irrigação e ampliar a produção dos agricultores. Ele é fundamental para que os produtores possam usar a terra durante todo o ano”, ressaltou Masoka.

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Quarta-feira, 1 de dezembro de 2010 às 15:04

África livre de Aids, pobreza e fome é primeiro passo para mundo mais justo

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