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Quinta-feira, 17 de julho de 2014 às 9:39

Novo banco terá postura diferenciada em relação a países em desenvolvimento

Quarta-feira, 16 de julho de 2014 às 15:41

Confira galeria de imagens da VI Cúpula dos Brics

Quarta-feira, 16 de julho de 2014 às 11:42

Novo banco terá postura diferenciada em relação a países em desenvolvimento

Brics 2014

Em entrevista coletiva nesta terça-feira (16), a presidenta Dilma  Rousseff voltou a defender uma reforma no Fundo Monetário Internacional (FMI), de forma que a distribuição de cotas do fundo passe a refletir a correlação de forças dos países que integram o G-20 e reforçou a participação igualitária que os membros dos Brics terão na gestão do novo banco de desenvolvimento, o New Development Bank (NDB).

“Nós não temos o menor interesse em abrir mão do Fundo Monetário. Pelo contrário, nós temos interesse em democratizá-lo, torná-lo mais representativo. O novo banco dos Brics não é contra, ele é a favor de nós. É uma postura completamente diferente, e terá sempre uma postura diferenciada em relação aos países em desenvolvimento”, comentou.

Segundo Dilma, a nova instituição financeira poderá, no futuro, estudar pedidos de financiamentos de países não integrantes dos Brics.

“Nós sempre olharemos com muita generosidade os nossos empréstimos. Agora, eles serão feitos com padrões absolutamente de boa gestão. Ninguém vai sair por aí, nem é esse papel do Banco dos Brics, fazendo qualquer ação financeira sem fundamento técnico, sem base, sem avaliação”, observou a presidenta. Ela avaliou positivamente o primeiro dia de reuniões da VI Cúpula do Brics.

Presidenta Dilma durante cerimônia de atos com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Presidenta Dilma durante cerimônia de atos com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

“Acho que é extremamente relevante para esses cinco países. Muda as condições tanto de financiamento quanto cria uma rede de proteção. Queria lembrar que nós propusemos o acordo contingente de reservas, e a Índia propôs o novo banco Brics. E hoje, pouco mais de dois anos depois daquela proposta, nós conseguimos realizá-la. É um processo complexo, não é algo trivial, e acredito que isso signifique bastante para o cenário multilateral internacional”, disse Dilma.

Confira a íntegra

Quarta-feira, 16 de julho de 2014 às 9:57

Presidenta Dilma concede entrevista antes da VI Cúpula do Brics, em Fortaleza

Quarta-feira, 16 de julho de 2014 às 9:56

Presidente do BNDES fala do Novo Banco de Desenvolvimento do Brics

Terça-feira, 15 de julho de 2014 às 11:46

Banco do Brics permitirá avanços na infraestrutura de países em desenvolvimento

Presidenta Dilma Rousseff na primeira sessão privada de trabalho da VI Cúpula dos Brics, em Fortaleza. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Presidenta Dilma Rousseff na primeira sessão privada de trabalho da VI Cúpula dos Brics, em Fortaleza. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Brics 2014

A criação do banco de desenvolvimento do Brics foi um dos principais temas do encontro dos bancos nacionais de desenvolvimento dos cinco países, realizado nesta segunda-feira (14) na VI Cúpula em Fortaleza. Antes de se dirigir ao local das reuniões dos Brics, no Centro de Eventos do Ceará, a presidenta Dilma Rousseff considerou que a criação do banco beneficiará e dará mais segurança aos Brics e demais países.

“Acredito que os Brics têm dado grandes passos no sentido de criar instituições que vão beneficiar os países emergentes e em desenvolvimento. Por exemplo, o banco. O banco vai contribuir com recursos para garantir investimentos em infraestrutura. E por outro lado, o acordo contingente de reserva, que tem um montante de US$ 100 bilhões, ele vai contribuir para que esse processo de volatilidade, enfrentado por diversas economias, quando da saída dos Estados Unidos da política de expansão monetária, seja mais contido, seja mais administrado. E dá segurança, dá uma espécie de rede de proteção, aos países Brics e aos demais, amplia a segurança”, afirmou a presidenta.

De acordo com o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, um trabalho de cooperação vem sendo construído ao longo dos últimos cinco anos e ganhará maior expressão com criação do novo banco. Na Cúpula realizada na China, o tema infraestrutura foi priorizado; na Índia, o intercâmbio de investimentos diretos entre países; e na África do Sul, a oportunidade de atuar conjuntamente em países africanos. Um dos temas principais discutidos na Cúpula do Brasil é a criação de banco de desenvolvimento dos Brics.

“Olhando para o futuro, toda essa cooperação ganhará maior expressão a partir do momento em que se criar um banco dos países Brics, porque essa nova entidade poderá tirar proveito das experiências dos nossos países, e dos seus respectivos bancos de desenvolvimento, mas também se tornará certamente mais um parceiro da rede de bancos nacionais de desenvolvimento para projetos em vários outros países em desenvolvimento (…) e não apenas dos países Brics. Nesse sentido, abrir-se-á mais espaço de mercado para diversificação das exportações brasileiras. É claro que as nossas comoditties continuarão a ter um peso relevante em função da elevada competitividade que o Brasil tem. Mas o desenvolvimento de novos mercados estará facilitado na medida em que os países em desenvolvimento possam crescer mais rapidamente”, declarou Luciano Coutinho.

A criação do banco de desenvolvimento dos Brics contribuirá com crédito de longo prazo, modalidade carente, especialmente para investimentos em infraestrutura. Segundo Coutinho, há déficit de pelo menos US$ 800 bilhões ao ano em investimentos nesse setor que poderiam se realizar nos países em desenvolvimento. A perspectiva é de que o novo banco seja instrumento de cooperação no financiamento da infraestrutura nos países do Brics e também em outros países em desenvolvimento. Este avanço na infraestrutura também cria oportunidades para o Brasil.

“Nesse sentido o BNDES vem se esforçando para que essa cooperação com bancos do Brics se aprofunde e se aperfeiçoe. A nossa presença, por exemplo, na África, com instalação da nossa representação em Johanesburgo, está abrindo nesse momento a possibilidade de muitos projetos em comum com a chance de cofinanciarmos projetos em parceria com os bancos dos países Brics. (…) O avanço na infraestrutura abre espaços também para o Brasil. O Brasil tem uma indústria competitiva em equipamentos, tem uma engenharia e empresas de construção bastante competentes, portanto ela abre também espaço para exportação de equipamentos, bens de capital, exportação de máquinas e exportação de serviços de engenharia e de construção”, disse.

Do encontro dos bancos, também resultará um memorando de entendimento de cooperação na área da inovação tecnológica. Ainda de acordo com o presidente do BNDES, os países dos Brics têm uma diversidade de tecnologias, o que propicia a complementariedade. Espera-se fomentar essa cooperação inclusive entre as empresas dos cinco países.

Quarta-feira, 2 de julho de 2014 às 21:47

Quebrando Mitos: O Brasil todo está lucrando com a Copa do Mundo

Mitos_copa-04

Copa 2014

Um dos saldos da Copa do Mundo no Brasil é o valor de R$ 142 milhões injetados na economia entre 2010 e 2014. E a escolha das 12 cidades-sedes não foi à toa: o objetivo é espalhar a riqueza para todas as regiões, com desenvolvimento para comercio, indústria e serviços.

A Fundação de Estudos e Pesquisas Econômicas (Fipe), ligada à USP, apontou que, dos R$ 9,7 bilhões gerados durante a Copa das Confederações, 51% se difundiram por todo o pais, enquanto 49% ficaram concentrados nas seis cidades que receberam o torneio. Já o Mundial tem potencial de retorno mais de três vezes maior.

Mais de 3,6 milhões de pessoas estão circulando pelo Brasil, o dobro em comparação à Copa do Mundo na África do Sul (2010). Apenas com visitantes, o país terá retorno de, no mínimo, R$ 25 bilhões. Esse valor quita gastos do governo federal em infraestrutura, mobilidade urbana e segurança feitos para receber o evento e que ficarão como legado para população ao término dele.

Na empregabilidade, o setor de Turismo ofereceu, sozinho, mais de 48 mil oportunidades de trabalho. Outras 50 mil vagas foram criadas para execução das obras nos estádios. Esses são exemplos de fatores essenciais para que o Brasil possa seguir mantendo as menores taxas de desemprego de sua história.

Sexta-feira, 23 de maio de 2014 às 9:17

Dilma parabeniza Jacob Zuma por posse como presidente da África do Sul

Nesta sexta-feira (23), em sua conta no Twitter, a presidenta Dilma Rousseff desejou sinceros votos de um grande governo pelo segundo mandato para o presidente da África do Sul, Jacob Zuma, e para o povo sul-africano.


Mais tarde, ela anunciou que conversou com Zuma pelo telefone, e afirmou que o país sul-africano deu ao mundo um exemplo de democracia e que espera que os dois países mantenham a boa relação bilateral.


Terça-feira, 26 de março de 2013 às 6:00

Agenda: abertura da V Cúpula de Chefes de Estado e de Governo dos BRICS

Agenda presidencialA presidenta Dilma Rousseff chega, nesta terça-feira (26), em Durban (África do Sul), onde participa, às 19h30 (mais 5h em relação ao horário em Brasília) da cerimônia de abertura da V Cúpula de Chefes de Estado e de Governo dos BRICS. Antes, às 18h15, se reúne com o presidente da África do Sul, Jacob Zuma, que ainda oferece, às 20h45, jantar para os participantes do encontro.

Quinta-feira, 2 de junho de 2011 às 18:57

Brasil e África do Sul defendem solução pacífica para os conflitos na Líbia

Em um telefonema de cerca de 10 minutos, na tarde desta quinta-feira (2/6), a presidenta Dilma Rousseff e o presidente da África do Sul, Jacob Zuma, defenderam uma solução pacífica para os conflitos na Líbia, informou o porta-voz da Presidência da República, Rodrigo Baena. Os dois países concordaram em se articular no Conselho de Segurança da ONU com o objetivo de buscar uma saída política para a crise no país do Norte da África.

O presidente sul-africano esteve recentemente em Trípoli, a pedido da União Africana, e encontrou-se com o líder da Líbia, Muamar Khadafi. Zuma relatou à presidenta a situação daquele país e manifestou preocupação com a deterioração da situação política e humanitária da Líbia, posição pactuada por Dilma Rousseff.

Os dois presidentes concordam, ainda, que ações desenvolvidas na Líbia que vão além do mandato estabelecido pela resolução 1973 do Conselho de Segurança requerem atenção. A resolução autoriza os estados-membros a tomar “todas as medidas necessárias” para proteger os civis e áreas civis densamente povoadas sob ameaça de ataque na Líbia. A presidenta brasileira citou impactos negativos de ações das potências ocidentais sobre a população líbia, afirmou o porta-voz.

FMI – Outro assunto abordado pelo presidente Jacob Zuma – que tomou a iniciativa do telefonema – foi a sucessão ao cargo de diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI). Ele defende “uma oportunidade” para os países em desenvolvimento no organismo.

A presidenta Dilma lembrou que o Brasil tem sido enfático na necessidade de os países emergentes terem uma posição mais forte em organismos multilaterais e lembrou, que em relação ao FMI, os critérios para a escolha no novo diretor-gerente devem “passar pelo mérito e por um processo aberto e transparente independentemente da nacionalidade do candidato”.

Ao concluir, Zuma disse que a África do Sul está em um processo informal de consulta aos países membros dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) sobre o nome de Trevor Manuel, ex-ministro de finanças daquele país, para uma eventual candidatura ao cargo de diretor-gerente do FMI.

“A presidenta está esperando que o quadro se consolide para tomar uma posição, mas disse que o nome do ex-ministro é bem recebido na medida em que abre o leque de candidaturas e possibilita maior exposição de ideias para a agenda futura do FMI”, concluiu Baena.

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