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Segunda-feira, 19 de maio de 2014 às 10:29

Dilma: Plano Agrícola e Pecuário contribui para agronegócio superar recordes de produção

Durante o lançamento do Plano Agrícola e Pecuário 2014/2015, nesta segunda-feira (19), a presidenta Dilma Rousseff disse estar confiante que o PAP vai contribuir com medidas para o agronegócio superar o recorde de produção atingido na atual safra. Ela reafirmou o compromisso do governo para investir no setor e na infraestrutura do país para continuar o aumento da produtividade.

“Estou muito confiante que o PAP 2014/15 vai contribuir com medidas para superar os recordes de produção atingidos na safra deste ano. Vamos ampliar a produtividade, assegurar o abastecimento do mercado e ajudar o mundo a ter acesso a alimentos. O governo está fazendo a parte dele. Os produtores agrícolas e pecuários do país sabem fazer com excelência a parte deles”, comentou Dilma.

A presidenta destacou o aumento na disponibilidade de crédito do PAP 2014/2015 na comparação com o plano da safra anterior. Ao todo, serão disponibilizados R$ 156,1 bilhões – alta de 14,7% sobre os R$ 136 bilhões da safra 2013/14 –, dos quais R$ 112 bilhões são para financiamentos de custeio e comercialização e R$ 44,1 bilhões para os programas de investimento.

“Nós estamos ampliando os limites. Aumentando a garantia para o produtor, estamos também mantendo os programas setoriais bem sucedidos. E aí, sabemos que o agronegócio vai contar com R$ 156,1 bilhões. Quero reafirmar, se forem gastos mais, será garantido. (…) Eu aproveito para reafirmar: iremos garantir integralmente que não faltará crédito pros produtores da agricultura e pecuária”, ressaltou.

Os principais eixos do Plano Agrícola e Pecuário (PAP), que começa no dia 1º de julho deste ano e vai até 30 de junho de 2015, baseiam-se no apoio estratégico aos médios produtores, ao setor de florestas comerciais, à inovação tecnológica, à pecuária de corte, além de ajustes no seguro rural.

Quanto aos médios produtores, pelo Programa de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), estão programados R$ 16,7 bilhões para as modalidades de custeio, comercialização e investimento. O valor é 26,5% superior aos R$ 13,2 bilhões previstos na safra 2013/14. Os limites de empréstimo para custeio passaram de R$ 600 mil para R$ 660 mil, enquanto os de investimento subiram de R$ 350 mil para R$ 400 mil.

Sobre aos incentivos à pecuária, agora os criadores poderão financiar a aquisição de animais para engorda em regime de confinamento; a retenção de matrizes (com até três anos para pagamento) e a aquisição de matrizes e reprodutores (limite de R$ 1 milhão por beneficiário com até cinco anos para pagamento, sendo dois de carência), com o intuito de aumentar a oferta de carne.

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