Segunda-feira, 31 de março de 2014 às 12:36 (Última atualização: 31/03/2014 às 20:48:30)
A presidenta Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (31), ao referir-se ao golpe militar de 1964, que o dia de hoje exige que nos lembremos e contemos o que aconteceu. Dilma lembrou que 50 anos atrás o Brasil deixou de ser um país de instituições ativas, independentes e democráticas e que por 21 anos nossa liberdade e nossos sonhos foram calados, mas que graças ao esforço de todas as lideranças do passado, dos que vivem e dos que morreram, foi possível ultrapassar os 21 anos de ditadura.
“O dia de hoje exige que lembremos e contemos o que aconteceu. Devemos isso a todos que morreram e desapareceram, aos torturados e perseguidos, a suas famílias, a todos os brasileiros. Lembrar e contar faz parte de um processo muito humano, desse processo que iniciamos com as lutas do povo brasileiro, pela anistia, Constituinte, eleições diretas, crescimento com inclusão social, Comissão Nacional da Verdade, todos os processos de manifestação e democracia que temos vivido ao longo das últimas décadas. Um processo que foi construído passo a passo, durante cada um dos governos eleitos depois da ditadura”.
Dilma afirmou que o Brasil aprendeu o valor da liberdade, de Legislativo e Judiciário independentes e ativos, da liberdade de imprensa, do voto secreto, de eleger governadores, prefeitos, um exilado, um líder sindical, que foi preso várias vezes, e uma mulher também que foi prisioneira.
“A grande Hannah Arendt escreveu um dia que toda dor humana pode ser suportada se sobre ela puder ser contada uma história. A dor que nós sofremos, as cicatrizes visíveis e invisíveis que ficaram nesses anos, elas podem ser suportadas e superadas porque hoje temos uma democracia sólida e podemos contar nossa história. Como eu disse, nesse Palácio, repito, há quase dois anos atrás, quando instalamos a Comissão da Verdade, eu disse: se existem filhos sem pais, se existem pais sem túmulos, se existem túmulos sem corpos, nunca, nunca, mas nunca mesmo, pode existir uma história sem voz. E quem da voz à história são os homens e as mulheres livres que não têm medo de escrevê-la. E acrescento: quem dá voz à história somos cada um de nós”.

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Segunda-feira, 31 de março de 2014 às 12:32 (Última atualização: 31/03/2014 às 16:34:24)

A presidenta Dilma Rousseff manifestou apoio nesta segunda (31), em sua conta no Twitter, à jornalista Nana Queiroz e às mulheres ameaçadas ou vítimas de violência.
Nana Queiroz organizou o protesto #NãoMereçoSerEstuprada após divulgação de pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que revelou que quase três quintos (58%) dos 3.810 entrevistados em 212 cidades entre maio e junho de 2013 responderam que “se as mulheres soubessem se comportar, haveria menos estupros”.
“A jornalista Nana Queiroz se indignou com os dados da pesquisa do Ipea sobre o machismo na nossa sociedade. Por ter se manifestado nas redes contra a cultura de violência contra a mulher, a jornalista foi ameaçada de estupro. Organizadora do protesto #NãoMereçoSerEstuprada, Nana Queiroz merece toda a minha solidariedade e respeito. Nenhuma mulher merece ser vítima de violência, seja física ou sob a forma de ameaça. O governo e a lei estão do lado de Nana Queiroz e das mulheres ameaçadas ou vítimas de violência”.
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Segunda-feira, 31 de março de 2014 às 12:30 (Última atualização: 31/03/2014 às 17:46:39)
A presidenta Dilma Rousseff destacou, durante a assinatura do contrato para construção da segunda ponte sobre o rio Guaíba, nesta segunda-feira (31), a importância do empreendimento e de obras como a Rodovia do Parque (BR-448) e do aeromóvel para melhorar a qualidade da logística de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul, fazendo com que o estado dê “vários passos à frente em direção ao seu destino histórico de ser uma das economias mais importantes do país”.
» Nova ponte sobre o Guaíba vai desafogar o trânsito, com tráfego de 50 mil veículos por dia
“Há sempre um ou outro compromisso que acaba ganhando peso significativo na nossa agenda. Na minha, adquiriu peso significativo a segunda ponte do Guaíba, pela importância dessa ponte para a população do Rio Grande do Sul, para o desenvolvimento do estado e para qualidade de vida dos porto-alegrenses e integrantes de toda a região metropolitana. E por ser uma demanda histórica mais de 20 anos”, afirmou.
O prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, falou ao Blog do Planalto sobre a importância da nova ponte.
» Assista a entrevista com José Fortunati e com o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro
“É um momento histórico. Porto Alegre, há mais de 20 anos, vem lutando pela sua segunda ponte do Guaíba. A atual ponte, que é uma bela obra de arte não comporta mais o fluxo da mobilidade, tanto privada quanto de caminhões, entre a capital de todos os gaúchos e a zona sul. Essa segunda ponte é um sonho que começa a ser realizado”.
Fortunati avalia também o ganho que a ponte representa para todo o Rio Grande do Sul, contribuindo para o escoamento da produção.
“A gente fala em mobilidade das pessoas, mas nós não podemos esquecer que no extremo sul do nosso estado existe o superporto de Rio Grande. Então, a ligação dessa segunda ponte vai permitir que o escoamento todo do restante do estado possa se dar com maior celeridade para o superporto de Rio Grande. Além da safra agrícola que também é muito importante para o nosso estado, um dos sustentáculos fundamentais para o Rio Grande do Sul. (…) É um monumento, uma bela obra de arte e um marco histórico para a economia do nosso estado”.

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Segunda-feira, 31 de março de 2014 às 10:00 (Última atualização: 31/03/2014 às 11:59:30)
A segunda ponte sobre o rio Guaíba, orçada em R$ 649.622.699, fará a ligação de Porto Alegre com o Sul do estado, passando pela Ilha do Pavão até a Ilha Grande dos Marinheiros, conectando rodovias de integração nacional. Servirá para desafogar o tráfego na única ponte que hoje garante a travessia do Guaíba. A expectativa é de que 50 mil veículos utilizarão diariamente a nova ponte.
A Segunda Ponte terá 1,9 km de extensão em um total de 7,3 km, considerando acessos e elevados. Em cada sentido, haverá duas faixas de trânsito de 3,6 metros, refúgios central e lateral de, no mínimo, 1,20 metro, acostamento de, no mínimo, três metros de largura. A obra vai utilizar um total de 170 metros cúbicos de concreto e irá consumir 17.600 toneladas de aço. A previsão é de contratação de 1.100 operários.
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Segunda-feira, 31 de março de 2014 às 7:42 (Última atualização: 31/03/2014 às 10:27:02)
A presidenta Dilma Rousseff afirmou, nesta segunda-feira (31), no Café com a Presidenta, que com a chegada de 3.745 profissionais em abril, o programa Mais Médicos vai atender 100% dos pedidos feitos pelos municípios, chegando a 13.235 médicos cobrindo 4.040 cidades. Segundo ela, isso vai resultar em “cerca de 46 milhões de pessoas mais bem atendidas e com médicos perto de suas casas”.
“Hoje, há profissionais do Mais Médicos nas periferias das grandes e das médias cidades. Eles estão no interior do nosso país, no semiárido do Nordeste, no Vale do Jequitinhonha e do Mucuri, em Minas Gerais. Estão no Vale do Ribeira, em São Paulo, nas comunidades ribeirinhas do Amazonas, na fronteira do Brasil com o Uruguai, e também nas comunidades indígenas e quilombolas. Em todos os lugares onde atuam, esses profissionais fazem a diferença, porque garantem atendimento médico para todas as pessoas que precisam, no seu cotidiano, consultar um médico”, afirmou.
A presidenta destacou a importância de se reforçar a atenção básica no posto de saúde. Para Dilma, é lá que se resolve 80% dos problemas de saúde das pessoas, evitando que elas precisem recorrer às Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e aos pronto-socorros de hospitais.
“Porque a grávida que faz o pré-natal direitinho tem mais chance de ter um parto sem complicações, e o bebê vai nascer saudável. O idoso que controla a pressão tem menos risco de precisar de um atendimento de emergência. A mãe não vai precisar correr de madrugada atrás de atendimento de emergência para o filho com crise de asma, porque o acompanhamento médico lá no posto de saúde diminui o risco de crises”, explicou.
Como exemplo, Dilma citou o caso das comunidades Jardim América, Vigário Geral e Pavuna, no Rio de Janeiro, que, antes do Mais Médicos, contavam com apenas quatro profissionais para atender cerca de 50 mil habitantes. Segundo ela, dessa forma muita gente ficava sem atendimento, com atraso de três meses para as consultas de rotina.
“Até que quatro profissionais do Mais Médicos chegaram ao posto de saúde da região em novembro do ano passado. E aí, muita coisa mudou. Regina de Souza e a mãe dela, Dona Maria da Glória, estão muito satisfeitas. A Dona Maria da Glória, por exemplo, está melhor de saúde com os medicamentos para o controle do colesterol e da pressão alta que a Dra. Julia Rivera receitou. Sem contar a dedicação e o carinho com que a mãe e a filha foram atendidas. A Regina diz que ter um médico que escuta, toca, examina e olha para o paciente é a melhor coisa do mundo”, lembrou.

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Segunda-feira, 31 de março de 2014 às 6:00 (Última atualização: 31/03/2014 às 07:30:58)
A presidenta Dilma Rousseff participa, nesta segunda-feira (31), às 11h, da assinatura do contrato para construção da ponte sobre o rio Guaíba.
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Domingo, 30 de março de 2014 às 17:02
Foi com pesar que soube hoje da morte do jornalista Cyro Rodrigues de Siqueira, um dos grandes homens da imprensa de Minas e do Brasil. Era um intelectual de respeito e um pioneiro na crítica de cinema e na cobertura jornalística da cultura na imprensa brasileira. Aos amigos, familiares e colegas do “Estado de Minas”, solidarizo-me neste momento de dor.
Thomas Traumann
Ministro-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência da República
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Sábado, 29 de março de 2014 às 19:40 (Última atualização: 31/03/2014 às 09:25:05)
A presidenta Dilma Rousseff afirmou neste sábado (29), durante sessão inaugural da LV Reunião Anual da Assembleia de Governadores do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que acontece na Costa do Sauípe, na Bahia, que a realidade desmentirá julgamentos apressados e conclusões precipitadas sobre a economia brasileira.
“Estamos convencidos da absoluta necessidade de preservar a solidez dos fundamentos macroeconômicos (…) Este compromisso não será alterado. Tampouco nos abalaremos com julgamentos apressados e por conclusões precipitadas, que a realidade desmentirá. Todos sabemos que, em economia, a realidade sempre se impõe. Em alguns momentos, expectativas, especulações, avaliações subjetivas e até mesmo interesses políticos podem obscurecer a visão objetiva dos fatos”.
Dilma afirmou que o governo continuará agindo para manter o país no rumo certo, sem abdicar, em nenhum momento, do compromisso fundamental com a solidez da economia e com a inclusão e o desenvolvimento social e ambiental do país. A presidenta lembrou que nos últimos 10 anos a taxa de inflação se manteve rigorosamente dentro dos limites estabelecidos pelo Conselho Monetário Nacional e garantiu que assim também será em 2014.
No discurso, a presidenta disse ainda que as reservas internacionais estão em mais de 370 bilhões de dólares, o que proporciona um lastro confortável e seguro para enfrentar qualquer volatilidade, e que nos últimos 12 meses o país recebeu mais de 65,8 bilhões de dólares em investimentos estrangeiros diretos.
“Em 2014, faremos novas concessões, ampliando ainda mais nossa parceria com o setor privado em investimentos em infraestrutura logística e energia e infraestrutura urbana. O Brasil tem ainda inúmeros desafios para enfrentar e superar e haverá sempre novos obstáculos a serem removidos. Podemos, contudo, nos orgulhar de ter construído um caminho para o desenvolvimento, o que nos permite dizer, que o Brasil vai muito bem, e irá ainda melhor”.
A presidenta afirmou que o Brasil se tornou um país menos desigual, mais inclusivo, gerador de empregos e de oportunidades para os cidadãos.
“O Brasil que recebe esta reunião é radicalmente distinto do existente há 11 anos. Retiramos 36 milhões de brasileiros da extrema pobreza, 22 milhões dos quais nos últimos três anos e meio. Propiciamos a ascensão de 42 milhões de pessoas à classe média, que, hoje, representa no Brasil, só a classe média, 55% da população. A renda per capita familiar subiu 78% em 10 anos. Geramos 4 milhões e 800 mil empregos formais e foram, nos ultimos 11 anos, na ultima década, 20 milhões de empregos, fazendo com que alcançássemos hoje o menor índice de desemprego de nossa história”.

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Sábado, 29 de março de 2014 às 19:36 (Última atualização: 29/03/2014 às 21:16:01)

Presidenta Dilma posa para foto com baianas após sessão inaugural da LV Reunião Anual do Banco Interamericano de Desenvolvimento. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Em sua conta no Twitter, a presidenta Dilma Rousseff parabenizou Salvador pelo aniversário de 465 anos, comemorado neste sábado (29). Ela afirmou que a capital baiana é a semente da nossa identidade enquanto nação, e ainda citou trecho de uma música de Dorival Caymmi.
“Primeira capital do Brasil, Salvador é a semente da nossa identidade enquanto nação. Como na música de Dorival Caymmi, ‘Salvador é a terra do nosso senhor/…a terra do branco mulato/ terra do preto doutor’. Parabéns, Salvador!”
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Sábado, 29 de março de 2014 às 17:04 (Última atualização: 29/03/2014 às 17:05:50)
A presidenta Dilma Rousseff anunciou, neste sábado (29), que ela e o governador da Bahia, Jaques Wagner, deram ordens de início para a construção de dois corredores de ônibus em Salvador. Em sua conta no Twitter, ela destacou que o tempo de viagem entre o Subúrbio Ferroviário e a orla atlântica na capital baiana vai diminuir em uma hora com os novos corredores transversais, que tem prazo de execução de obras de três anos.
“Junto com Jaques Wagner, demos ordens de início da construção de dois corredores de faixas exclusivas de ônibus em Salvador. Com os novos Corredores Transversais, o tempo de viagem entre o Subúrbio Ferroviário e a orla atlântica vai cair de 1h30 para 30 minutos. Com prazo de execução de 36 meses e custo de R$ 1,3 bilhão, os corredores fazem parte do conjunto de obras de mobilidade urbana em Salvador. Menos tempo no trânsito, é mais tempo para o trabalho, estudo, lazer e família. É mais qualidade de vida”, afirmou Dilma.
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