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Terça-feira, 28 de dezembro de 2010 às 8:00  

Sobrevoo sobre Estação de Pirapama, fábrica da Fiat no Complexo de Suape, Cais do Sertão e homenagem no Marco Zero de Recife (PE)

Agenda presidencialO presidente Lula tem, às 9 horas desta terça-feira (28/12), reunião marcada com o ministro interino da Casa Civil, Carlos Eduardo Esteves Lima, no Palácio da Alvorada, e em seguida, às 9h30, recebe o presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine.

Após despacho interno às 10 horas, o presidente viaja para Recife (PE) ao meio-dia, onde se deslocará, de helicóptero, para a área industrial do Complexo de Suape, com sobrevoo sobre a Adutora e a Estação de Pirapama. Às 14h40 (uma hora a menos em relação ao horário de Brasília), Lula participa de cerimônia da pedra fundamental da fábrica da Fiat na área industrial do Complexo de Suape.

Às 17h40, o presidente Lula participa da cerimônia de ordem de início das obras do Cais do Sertão, Memorial Luiz Gonzaga, e entrega da cessão de uso gratuito de terreno para a Associação Orquestra Criança Cidadã Meninos do Coque. Haverá ainda uma homenagem ao Presidente da República no Marco Zero de Recife.

Às 20h20, Lula viaja para Fortaleza (CE), com chegada prevista à Base Aérea da capital cearense às 21h20.

Segunda-feira, 27 de dezembro de 2010 às 19:59  

Veja: má vontade e preconceito conduzem à cegueira

Resposta do ministro Jorge Hage a editorial de balanço da revista Veja:

Brasília, 27 de dezembro de 2010.

Sr. Editor,

Apesar de não surpreender a ninguém que haja acompanhado as edições da sua revista nos últimos anos, o número 52 do ano de 2010, dito de “Balanço dos 8 anos de Lula”, conseguiu superar-se como confirmação final da cegueira a que a má vontade e o preconceito acabam por conduzir.

Qualquer leitor que não tenha desembarcado diretamente de Marte na noite anterior haverá de perguntar-se “de que país a Veja está falando?”. E, se o leitor for um brasileiro e não integrar aquela ínfima minoria de 4% que avalia o Governo Lula como ruim ou péssimo, haverá de enxergar-se um completo idiota, pois pensava que o Governo Lula fora ótimo, bom ou regular. Se isso se aplica a todas as “matérias” e artigos da dita retrospectiva, quero deter-me especialmente às páginas não-numeradas e não-assinadas, sob o título “Fecham-se as cortinas, termina o espetáculo”. Ali, dentre outras raivosas
adjetivações (e sem apontar quaisquer fatos, registre-se), o Governo Lula é apontado como “o mais corrupto da República”.

Será ele o mais corrupto porque foi o primeiro Governo da República que colocou a Polícia Federal no encalço dos corruptos, a ponto de ter suas operações criticadas por expor aquelas pessoas à execração pública? Ou por ser o primeiro que levou até governadores à cadeia, um deles, aliás, objeto de matéria nesta mesma edição de Veja, à página 81? Ou será por ser este o primeiro Governo que fortaleceu a Controladoria-Geral da União e deu-lhe liberdade para investigar as fraudes que ocorriam desde sempre, desbaratando esquemas mafiosos que operavam desde os anos 90, (como as Sanguessugas, os Vampiros, os Gafanhotos, os Gabirus e tantos mais), e, em parceria com a PF e o Ministério Público, propiciar os inquéritos e as ações judiciais que hoje já se contam pelos milhares? Ou por ter indicado para dirigir o Ministério Público Federal o nome escolhido em primeiro lugar pelos membros da categoria, de modo a dispor da mais ampla autonomia de atuação, inclusive contra o próprio Governo, quando fosse o caso? Ou já foram esquecidos os tempos do “Engavetador-Geral da República”?

Ou talvez tenha sido por haver criado um Sistema de Corregedorias que já expulsou do serviço público mais de 2.800 agentes públicos de todos os níveis, incluindo altos funcionários como procuradores federais e auditores fiscais, além de diretores e superintendentes de estatais (como os Correios e a Infraero). Ou talvez este seja o governo mais corrupto por haver aberto as contas públicas a toda a população, no Portal da Transparência, que exibe hoje as despesas realizadas até a noite de ontem, em tal nível de abertura que se tornou referência mundial reconhecida pela ONU, OCDE e demais organismos internacionais.

Poderia estender-me aqui indefinidamente, enumerando os avanços concretos verificados no enfrentamento da corrupção, que é tão antiga no Brasil quanto no resto do mundo, sendo que a diferença que marcou este governo foi o haver passado a investigá-la e revelá-la, ao invés de varrê-la para debaixo do tapete, como sempre se fez por aqui.

Peço a publicação.

Jorge Hage Sobrinho
Ministro-Chefe da Controladoria-Geral da União

Segunda-feira, 27 de dezembro de 2010 às 18:27   (Última atualização: 28/12/2010 às 11:13:18)

A “derrubada” da avenida Perimetral

Presidente Lula 'derruba' avenida Perimetral em maquete, observado pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes. Foto: Ricardo Stuckert/PR

A avenida Perimetral do Rio de Janeiro, que passa por cima da área portuária da cidade, ligando o Aterro do Flamengo à Ponte Rio-Niterói e à avenida Brasil, foi “derrubada” simbolicamente pelo presidente Lula nesta segunda-feira (27/12) em encontro com o prefeito do Rio, Eduardo Paes, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF).

Uma maquete colocada montada sobre uma mesa na sala de reuniões do terceiro andar do Palácio do Planalto desmontou após um golpe de marreta do presidente. Na prática, conforme contou o prefeito do Rio, Eduardo Paes, o ato marcou o processo de reurbanização do porto carioca, cuja as obras devem estar concluídas em 2016, às vésperas do Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

Paes deu ao presidente Lula uma placa alusiva ao lançamento da pedra fundamental e explicou a cerimônia como uma forma de homenagear o governo federal que muito fez pela capital fluinense. “Já que o preidente Lula não pode ir a avenida Perimetral, trouxemos a Perimetral até aqui…” disse.

Na primeira etapa, o município terá o repasse de R$ 900 milhões. Neste periodo de seis anos, a União vai liberar cera de R$ 4 bilhões. O projeto de remodelação da região portuária tem quatro décadas. O prefeito explicou que há dois anos as mudanças na região portuária começaram a se tornar viáveis.

“É o momento mais importante da história do Rio”, afirmou o prefeito carioca.

Segunda-feira, 27 de dezembro de 2010 às 17:08   (Última atualização: 27/12/2010 às 18:01:04)

O desafio da pluralidade dos direitos humanos

A futura ministra de Direitos Humanos, Maria do Rosário, conversa com uma idosa. Foto: Caroline Morelli

Posse

Gaúcha de Veranópolis, formada em pedagogia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e com mestrado em educação e violência infantil pela mesma universidade, Maria do Rosário Nunes conquistou espaço na política nacional na militância pelos direitos humanos. Convidada pela presidente Dilma Rousseff para comandar a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário não pensou duas vezes e aceitou de pronto mais este desafio. Reeleita para o terceiro mandato de deputada federal, a futura ministra – que substituirá Paulo Vannuchi na pasta – conversou esta semana com o Blog do Planalto sobre os desafios que encontrará pela frente, inaugurando nossa nova série que terá posts especiais na semana da posse presidencial.

A deputada Maria do Rosário diz que sua atuação será pautada pela pluralidade dos direitos humanos. Isso porque existem diversos segmentos que estão envolvidos na questão, explicou ela. A pasta cuida, por exemplo, dos direitos de idosos, crianças e adolescentes, e também atua nas causas indígenas. Rosário diz que terá a missão de dar sequência ao trabalho que foi feito nos dois mandatos do presidente Lula.

“É um grande desafio e uma grande honra participar do governo da primeira mulher presidente da República”, disse.

Ouça abaixo a íntegra da entrevista da ministra Maria do Rosário.

 

A futura ministra também pretende atuar pela preservação da memória dos cidadãos que desapareceram no período da ditadura militar. Maria do Rosário lembrou que o Brasil chegou a ser condenado pela Corte Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) por não ter punido os responsáveis pelas mortes e desaparecimentos ocorridos na Guerrilha do Araguaia e determinou que sejam feitos todos os esforços para localizar os corpos dos desaparecidos.

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Segunda-feira, 27 de dezembro de 2010 às 15:09   (Última atualização: 31/05/2011 às 08:55:26)

Ciência e Tecnologia: “Aprendemos a fazer, queremos fazer e o Brasil precisa fazer”

O sucesso brasileiro no setor de ciência e tecnologia se deve mais ao trabalho conjunto do governo, comunidade científica e empresários no planejamento, monitoramento e execução de projetos do que à disponibilização de recursos. Segundo afirmou o presidente Lula nesta segunda-feira (27/12) durante última reunião do ano do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia, em Brasília (DF), o dinheiro sempre houve, o problema era a falta de decisão política em liberá-lo e a falta de projetos. “O problema não era a falta de recursos, mas a falta de preparao para aplicar os recursos que eram disponibilizados”, disse.

A receita do milagre foi organizar, coordenar e monitorar o sistema, e estabelecer metas, como bem lembrou Eduardo Moacyr Krieger, presidente do Incor, que discursou um pouco antes do presidente Lula. “Isso revela a visão de3 estadista de nosso presidente, de querer realmente resultados”, afirmou. Já Eugênio Gustavo Staub, representante dos empresários no Conselho, disse que toda desconfiança que os empresários tinham em relação ao governo Lula se desfizeram rapidamente, graças às ações e providências tomadas nos últimos oito anos. “Hoje ele [o governo Lula] termina consagrado em todos os setores. Há reconhecimento generalizado no meio empresarial da competência do governo.”

O presidente Lula aproveitou o evento, que serviu também para marcar a inauguração da nova sede do CNPq em Brasília (DF), para prestar uma homenagem aos ministros de Ciência e Tecnologia que teve ao longo de seus dois mandatos – Roberto Amaral, Eduardo Campos e Sérgio Rezende – que tiveram a competência necessária para tocar o setor. Elogiou ainda a integração governo-comunidade científica, que gerou bons frutos ao País.

Ouça aqui a íntegra do discurso do presidente:

 

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Segunda-feira, 27 de dezembro de 2010 às 13:49   (Última atualização: 31/05/2011 às 08:55:16)

Em café da manhã com jornalistas, presidente celebra o diálogo

EntrevistasAo fazer uma avaliação pessoal para os jornalistas que cobrem o dia a dia da Presidência da República, em encontro realizado na manhã desta segunda-feira (27/12), no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), o presidente Lula disse que é resultado “de uma sociedade em processo de efervescência”, fruto de diversos movimentos que marcaram a história recente do País. O presidente fez questão de lembrar aos convidados que sua gestão foi marcada pelo diálogo com os diversos setores da sociedade brasileira:

“Eu mudei as relações do Estado com a sociedade e do Governo com os movimentos sociais.”

O presidente fez uma avaliação preliminar dos oito anos de seu governo e garantiu que o Brasil está preparado para se transformar na quinta economia mundial, sendo necessário para isso manter o ritmo dos investimentos. Disse ainda que só poderá fazer uma avaliação dos erros e acertos da administração em seis meses ou um ano. “Deixo a Presidência da República com a sensação do dever cumprido”, afirmou.

Lula está contente com a equipe montada pela presidente eleita Dilma Rousseff e manifestou confiança no desempenho de sua sucessora. Para o presidente, “Dilma vai ter uma vida mais facilitada” pois conhece todas as questões do governo.

Ouça aqui a íntegra da entrevista:

 

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Segunda-feira, 27 de dezembro de 2010 às 10:02   (Última atualização: 31/05/2011 às 15:00:26)

Trabalhar até o último dia é um compromisso que assumimos

Segunda-feira, 27 de dezembro de 2010 às 8:00   (Última atualização: 27/12/2010 às 11:19:42)

Reuniões com jornalistas, construtoras, prefeito Eduardo Paes e ex-presidente do México, Um Computador por Aluno e inaugurações de sede do CNPq e de escolas técnicas

Agenda presidencialO presidente Lula tem como primeiro compromisso nesta segunda-feira (27/12), às 9 horas, uma confraternização com jornalistas do comitê de imprensa do Palácio do Planalto, em evento a ser realizado no Salão Leste.

Às 11h30, o presidente participa reunião do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia e da inauguração do novo edifício sede do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), no Lago Sul de Brasília (DF).

Às 15 horas, participa do ato do Programa Um Computador por Aluno e da inauguração simultânea de 31 escolas técnicas federais, em evento no Salão Oeste do Palácio do Planalto.

Às 16h30, Lula se encontra com o prefeito Eduardo Paes (Rio de Janeiro) e, em seguida, com o ex-presidente do México, Vicente Fox (17h). Às 18 horas, tem reunião com Flávio Machado e Sérgio Andrade, diretores da Andrade Gutierrez, e às 19 horas, com Luiz Nascimento, vice-presidente no Conselho de Administração do Grupo Camargo Corrêa.

Às 19h30, se encontra com Aldemir Bendine, presidente do Banco do Brasil.

Sexta-feira, 24 de dezembro de 2010 às 14:38   (Última atualização: 24/12/2010 às 14:39:47)

Nunca antes: investir em inclusão digital para promover a inclusão social

Nunca antes

Num mundo em que acesso à tecnologia praticamente se tornou sinônimo de participação efetiva na sociedade, a inclusão digital ganhou destaque nas políticas públicas brasileiras, como forma de promover o enriquecimento cultural e educacional da população, além de facilitar o acesso das pessoas ao mercado de trabalho. A inclusão, mais do que digital, é social – como mostraremo neste quinto post da série especial “Nunca antes”.

Tratar de inclusão digital em um país como o Brasil, em que o desenvolvimento das tecnologias da informação ocorreu de forma tardia e sua difusão foi lenta e desigual, demandou um esforço intersetorial do governo. A partir de discussões entre vários ministérios, coordenados diretamente pela Presidência da República, foi estabelecido o Programa Brasileiro de Inclusão Digital, com a meta de reduzir o hiato digital, diminuir o número de excluídos, promover a alfabetização digital e a capacitação de alunos e de comunidades. Três frentes foram estabelecidas: ampliar o acesso comunitário gratuito, facilitar a aquisição domiciliar de microcomputadores e universalizar a conexão à internet.

O primeiro passo foi levar a tecnologia para mais perto da população, dando prioridade às crianças e jovens de escolas públicas. Hoje temos mais de 50 milhões de alunos diretamente beneficiados pelo Programa Nacional de Tecnologia Educacional (Proinfo), que instalou 104.373 laboratórios de informática em 64.629 escolas públicas urbanas e rurais e pelo Programa Banda Larga nas Escolas, que disponibilizou conexão à internet em banda larga para 46.826 estabelecimentos educacionais.

O passo seguinte foi estender o acesso aos professores e às famílias dos alunos. Foi lançado então o programa Um Computador por Aluno (Prouca), que está distribuindo 150 mil laptops para jovens de 300 escolas públicas. Dentro do Procuca, seis municípios serão atendidos como UCA Total, onde todas as escolas serão atendidas pelo projeto e será implantada rede wi-fi na cidade. Em continuidade, há ainda o Projeto Cidadão Conectado – Um Computador para Todos, dirigido aos professores do ensino continuado das instituições credenciadas no Ministério da Educação. São mais computadores portáteis a um custo abaixo do praticado no mercado.

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Sexta-feira, 24 de dezembro de 2010 às 11:31  

Nota de pesar pelo falecimento do ex-governador de São Paulo Orestes Quércia

O presidente Lula divulgou nesta sexta-feira (24/12) mensagem de pesar pelo falecimento do ex-governador de São Paulo Orestes Quércia. O presidente afirmou que Quércia sempre foi da ala dos desenvolvimentistas e que pensava o país para além de seu tempo.

Sua eleição para o Senado em 1974 foi um marco na luta pelo restabelecimento da democracia.

A íntegra da nota sobre o falecimento do ex-governador Orestes Quércia:

Recebo a notícia da morte do ex-governador de São Paulo, Orestes Quércia, com pesar. Nem sempre estivemos do mesmo lado na política, mas Quércia sempre foi da ala dos desenvolvimentistas, que pensam o país para além de seu tempo. Sua eleição para o Senado em 1974 foi um marco na luta pelo restabelecimento da democracia. Nesse momento triste, presto minha solidariedade a sua família, seus amigos e correligionários.

Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente da República Federativa do Brasil

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