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Quarta-feira, 31 de março de 2010 às 23:14   (Última atualização: 03/04/2010 às 18:27:25)

Expandindo o horizonte educacional do País


Selo do programa 7 anos em 7 minutosAo expandir e interiorizar a presença federal nos municípios brasileiros, levando novos campi de universidades e institutos federais para todas as regiões do País, o Ministério da Educação está também expandido o horizonte educacional da juventude brasileira, que tem assim um acesso mais democrático e direto à universidade. A avaliação foi feita pelo ministro Fernando Haddad no 18ºprograma da série 7 Anos em 7 Minutos que o Blog do Planalto publica nesta quarta-feira (31/3).

Essa capilaridade do MEC permite ao jovem, sem migrar para os grandes centros, para as capitais, ter acesso à educação superior na sua região. Nós também temos a Universidade Aberta do Brasil, que está em mais de 550 municípios, com a previsão de chegar a 720 até o final de 2010. Nós estamos construindo um sistema federal de educação profissional e de educação superior que expande como nunca o horizonte da nossa juventude, que vai poder pensar a sua formação a partir de um novo paradigma de acesso mais democrático, mais direto à universidade, que inclusive conta com recursos adicionais para assistência estudantil, porque se é verdade que o acesso precisa ser garantido, de outro lado nós temos que garantir a permanência e a conclusão dos estudos -- um desafio enorme para um País que relegou por um século, pelo menos, a educação a um segundo plano.

Haddad afirma que, se fosse apontar um diferencial do governo Lula em relação aos anteriores em relação à educação, seria a “visão sistêmica” que teve da educação. Destaca ainda a multiplicação dos recursos de sua pasta, que passaram de R$ 18 bilhões em 2003 para R$ 53 bilhões em 2010, permitindo ao Ministério da Educação promover inúmeras ações e programas de sucesso, como o Fundeb.

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Quarta-feira, 31 de março de 2010 às 17:41   (Última atualização: 31/03/2010 às 18:54:31)

Entrevista com José Graziano (FAO): Fome Zero promoveu desenvolvimento local

O representante Regional e Subdiretor da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO/ONU), José Graziano, fez uma visita de cortesia ao presidente Lula, em Brasília, nesta quarta-feira (31/3), acompanhado do ministro Guilherme Cassel, do Desenvolvimento Agrário, e fez questão de defender o programa Fome Zero, do qual foi um dos idealizadores. Segundo Graziano, as críticas feitas ao programa, de que é assistencialista e cria uma relação de dependência da população com o Estado, não procedem: “Não tem como tirar uma pessoa da miséria se a gente não der um recurso adicional. Esse recurso, porém, promove as suas capacidades e potencialidades”, afirmou.

José Graziano, ministro de Segurança Alimentar e Combate à Fome durante o primeiro mandato do presidente Lula, lembrou que o programa Fome Zero cria condições de desenvolvimento local para que as pessoas beneficiadas trabalhem e tenham autonomia em relação à transferência inicial. “Hoje, temos exemplos no Brasil inteiro de inúmeras atividades impulsionadas pelo Fome Zero”. Ele também avalia o desempenho do Fome Zero e traça as perspectivas para o programa nos próximos anos.

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Quarta-feira, 31 de março de 2010 às 16:09   (Última atualização: 31/03/2010 às 17:14:28)

Sou baixinho, mas o povo brasileiro é grande

Em seu discurso nesta quarta-feira (31/3) na posse de 10 novos ministros de seu governo, o presidente Lula foi enfático em defender o desempenho do governo e fez questão de reafirmar a posição de destaque que o Brasil ganhou no cenário internacional -- mesmo que alguns setores da sociedade insistam em fingir que nada acontece. Veja como foi:

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Quarta-feira, 31 de março de 2010 às 14:28   (Última atualização: 30/05/2011 às 16:27:07)

Novos ministros são desafiados a fazer, em nove meses, mais do que antecessores

Presidente Lula cumprimenta os novos titulares de 10 ministérios de seu governo. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Presidente Lula cumprimenta os novos titulares de 10 ministérios de seu governo. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Após elogiar e agradecer, um a um, cada ministro que saiu do governo nesta quarta-feira (31/3), o presidente Lula fez um desafio aos novos titulares dos Ministérios: trabalhar mais e melhor do que os antecessores no prazo de nove meses, que é o que resta do seu governo este ano. E isso sem inventar nada novo, porque, segundo o presidente, é tempo de execução dos programas, não de criação. “Espero que vocês coloquem no chinelo os que saíram, de tanto trabalhar e de tanta competência”, afirmou Lula em seu discurso.

Como incentivo à nova equipe, Lula lembrou da Copa de 1962 no Chile quando o Brasil perdeu seu maior craque, Pelé, no meio da competição. Seu substituto Amarildo não decepcionou e já no primeiro jogo em que atuou marcou dois gols, garantindo a vitória sobre a Espanha de virada (2 x 1) e ajudando a equipe a conquistar o bicampeonato mundial de futebol. É esse espírito que o presidente Lula espera que os novos ministros encarnem agora que assumiram o posto máximo nos respectivos Ministérios.

Ouça aqui a íntegra do discurso do presidente na cerimônia de posse dos novos ministros:

 

Lula reafirmou que o momento mais difícil na vida de um político é a hora de tirar de sua equipe de governo alguém que foi convidado para o trabalho. Lamentou estar perdendo companheiros que “vestiram a camisa do governo” e reiteirou que gostaria que todos ficassem até o final do mandato. O presidente afirmou ainda que montar uma boa equipe é a arte do sucesso no governo e que sempre procurou estabelecer uma relação de confiança e respeito com os integrantes de seu Ministério.

Veja aqui quem são os ministros que deixaram o governo hoje e quais as suas principais realizações.

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Quarta-feira, 31 de março de 2010 às 12:16   (Última atualização: 01/04/2010 às 21:57:13)

10 ministros saem do governo, secretários-executivos assumem

Dez novos ministros tomaram posse nesta quarta-feira (31/3) em cerimônia conjunta realizada no Palácio Itamaraty. Os que saem pretendem disputar cargos eletivos este ano e a maioria será substituída pelos respectivos secretários-executivos. Abaixo, cada ministro que sai e sua principal realização em seu respectivo ministério:


Infográfico: Thiago Melo

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Quarta-feira, 31 de março de 2010 às 9:00   (Última atualização: 01/07/2010 às 18:46:19)

A ‘novidade elétrica’ refresca as salas de aula no Ceará

Com a chegada da energia elétrica, as salas de aula da pacta Almécegas (CE) agora têm ventiladores que espantam o calor.

Com a chegada da energia elétrica, as salas de aula da pacta Almécegas (CE) agora têm ventiladores que espantam o calor.

Luz para TodosNo segundo post sobre as histórias do livro Um Marco Histórico – 10 milhões de brasileiros saíram da escuridão, editado pelo Ministério de Minas e Energia, mostramos como a “novidade elétrica” trazida pelo programa Luz para todos mudou a vida na pacata cidade de Almécegas, no interior do Ceará. Clique no selinho Especial – Luz para Todos para ler todos os posts da série.

A ‘novidade elétrica’não beneficiou apenas os negócios. As crianças também gostaram da presença da rede de energia na escola. “É uma bênção”, conta o professor Raulindo Ramos Menezes. “A comunidade pensava que a energia nunca ia chegar até aqui”, revela. Com a ligação do Luz para Todos, as salas de aula já têm ventiladores e as crianças já podem tomar um suco gelado ou uma água para aplacar o forte calor da região. A energia da rede elétrica ainda vai ajudar a melhorar o funcionamento do laboratório do informática da escola, visto que antes dela chegar, os computadores funcionavam por meio de baterias alimentadas por uma placa solar, o que permitia o funcionamento por apenas uma hora continuamente. “E para que eles funcionassem novamente, era necessário que ficassem meia hora desligados,a fim de não sobrecarregar o sistema”, conta o professor.

A rede de energia elétrica já mudou, para melhor, a vida pacata do pequeno paraíso de Almécegas (Ceará).

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Terça-feira, 30 de março de 2010 às 20:10   (Última atualização: 19/07/2010 às 13:28:49)

Governo dará posse a 10 novos ministros

O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, anunciou na noite desta terça-feira (30/3) que o presidente Lula dará posse, amanhã (31/3), às 11h, a 10 novos ministros, no Palácio do Itamaraty, em Brasília. Os novos titulares assumem as pastas dos ministros que irão disputar as eleições em 3 de outubro deste ano. De acordo com a legislação eleitoral, quem exerce cargo público e não irá disputar a reeleição deve deixar o posto até o dia 3 de abril, ou seja, seis meses antes da eleição.

“O presidente Lula está deixando os seus ministros bastante à vontade para decidirem, mas tem a tendência de tentar convencê-los a ficar no governo até o fim. Isso desde o começo. Ele gostaria, se possível, que os ministros ficassem até o fim, mas respeita a decisão daqueles que querem sair para serem candidatos. O presidente Henrique Meirelles [Banco Central] está analisando. Mas, eu sempre brinquei que o ministro que chega indeciso aqui o presidente convence a ficar”, afirmou Padilha.

Na entrevista, Padilha explicou que sete dos 10 novos ministros exerciam anteriormente as secretarias-executivas dos Ministérios. Um dos exemplos é Erenice Guerra que substituti a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. Márcia Lopes, que já foi secretária-executiva do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, será substituta do ministro Patrus Ananias. A direção nacional do PMDB indicou o ex-deputado Wagner Rossi, atual presidente da Conab, para o Ministério da Agricultura. Rossi substitui Reinhold Stephanes.

Ainda falta decidir o nome do substituto do ministro das Comunicações, Hélio Costa, que já anunciou que vai deixar o cargo. Segundo Padilha, Costa ainda conversa com o presidente Lula nesta noite para definir o novo titular da pasta. Além disso, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, que esteve reunido com o presidente Lula, nesta terça-feira, no gabinete provisório da Presidência da República, no Centro Cultural Banco do Brasil, pediu mais 24 horas de prazo para definir se deixa ou não o comando do BC.

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Terça-feira, 30 de março de 2010 às 17:29   (Última atualização: 30/05/2011 às 15:05:47)

Estadão derrapa na reportagem e ainda reclama das críticas

Na sexta-feira passada (26/03) o Estadão publicou editorial reclamando do presidente Lula por se queixar da má-fé de setores da imprensa. Até parece que o jornal estava se defendendo antecipadamente. Vejam como o Estadão muda o contexto de uma declaração do presidente em reportagem assinada pelos repórteres Tânia Monteiro e Renato Andrade na edição desta terça-feira (30/3) e tirem suas conclusões.

O título da matéria é “Ao lado de 18 governadores, Lula lança PAC 2 para impulsionar Dilma”. No quarto parágrafo, os repórteres, que deveriam reportar os fatos com fidelidade, dizem o seguinte:

No mesmo discurso, o presidente anunciou que havia desistido de viajar hoje a Pernambuco para inaugurar uma parte da Ferrovia Transnordestina, por problemas com a obra. “Eu não estou contente com o que nós fizemos até agora”, disse Lula, reconhecendo fragilidades do PAC 1.

Em primeiro lugar, o Presidente não reconheceu fragilidades do PAC 1, como afirmaram os repórteres do Estadão. A reconhecida insatisfação com o que foi feito até agora foi dita em um contexto diferente do apontado no texto. Ele se referia ao conjunto de realizações do governo. Inclusive, o exemplo citado foi o do Bolsa Família, que não está no PAC.

Vejam o trecho a seguir para tirar suas conclusões e ver se o presidente não tem razão de criticar -- para ler a transcrição da íntegra do discurso, clique aqui:

Então, eu quero terminar, companheiros, dizendo para vocês apenas duas coisas. Eu não estou contente com o que nós fizemos até agora, e acho que nenhum de vocês está contente, porque nós temos a obrigação de fazer mais, temos competência de fazer mais. O povo pobre deste país precisa que a gente faça mais, e a economia precisa que isso aconteça.

Eu fico imaginando se nós, naquele momento de crise, tivemos que fazer um investimento de quase R$ 12 bilhões no Bolsa Família, o próximo governo não pode se contentar com [R$] 12 [bilhões], vai ter que fazer mais. Ou vai ter que gerar tanto emprego, que um dia não vai precisar mais ninguém ter o Bolsa Família. Porque quando a gente começou a fazer o programa Bolsa Família, qual era a crítica que a gente recebia? “Cadê a porta da saída? A porta da saída? A porta da saída?”. Os coitados não tinham nem entrado. Eu não sei porque pobre incomoda tanta gente neste país! Não, porque a verdade é essa, é que incomoda.

Em segundo lugar, o presidente não disse que havia desistido de viajar a Pernambuco para inaugurar parte da Ferrovia Transnordestina e nem que a obra estava com problemas. Até porque não estava prevista nenhuma inauguração de trecho da ferrovia. O que se cogitou foi inaugurar uma fábrica de dormentes e uma fábrica de britas, que não ficaram prontas. Isso foi dito à repórter Tânia Monteiro por mais de um assessor de imprensa da Presidência, mas foi ignorado. Confiram o que o presidente disse, e julguem a qualidade da reportagem:

Veja, eu estou dizendo isso de público porque eu ia amanhã para a Transnordestina, para inaugurar a fábrica de dormentes, a maior do mundo, e a fábrica de brita que, sozinha a usina de brita, vai produzir mais brita que as quarenta que tem em São Paulo. E não vamos porque não está pronta. Esse compromisso foi feito comigo em janeiro, em janeiro. Não está pronta.

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Terça-feira, 30 de março de 2010 às 13:59   (Última atualização: 30/05/2011 às 16:26:49)

PAC 2 é fio de continuidade no planejamento estratégico do País

bom dia, MinistroO lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) marca algo “muito importante” para o Brasil, “pois foi o primeiro pensado a médio e longo prazo no País, depois de mais de vinte anos”, afirmou o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, em entrevista ao programa Bom Dia Ministro, que foi ao ar nesta terça-feira (30/3). Também estiveram em debate, no programa, o marco regulatório do Pré-Sal e a pauta do Congresso Nacional.

Ainda sobre o PAC, Padilha destacou que quando o programa foi lançado, “o Brasil não tinha projetos elaborados. A continuidade do PAC 1 em relação ao PAC 2 é que uma grande parte desses projetos passam a ser obra agora – esse é o primeiro fio de continuidade. O segundo fio é que uma série de obras que nós começamos no PAC 1 têm as próximas etapas no PAC 2”. Padilha citou como exemplo a ferrovia Norte-Sul, em Goiás:

Estamos concluindo, em nosso governo, aquilo que era um sonho desde os anos 80, de ter uma ferrovia que ligasse o Norte do País com o Sul do País, dando uma expansão importante para o comércio e desenvolvendo essa região.

Para conhecer um pouco mais sobre o PAC 2, clique aqui.

Ouça aqui a íntegra do programa:

 

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Terça-feira, 30 de março de 2010 às 12:46   (Última atualização: 31/05/2011 às 14:57:53)

Renda do petróleo, vagas em universidades e lei para idosos

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