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Quinta-feira, 30 de outubro de 2014 às 14:32   (Última atualização: 30/10/2014 às 14:47:46)

Campanha de vacinação contra sarampo e paralisia infantil começa em novembro

Ministro da Saúde, Arthur Chioro, e secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, no lançamento da campanha. Meta é vacinar mais de 12 milhões de crianças. Foto: José Cruz/Agência Brasil.

Ministro da Saúde, Arthur Chioro, e secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, no lançamento da campanha. Meta é vacinar mais de 12 milhões de crianças. Foto: José Cruz/Agência Brasil.

O Ministério da Saúde anunciou, nesta quinta-feira (30), o lançamento da Campanha Nacional de Vacinação, que terá início no sábado (8). A expectativa é de que 12,7 milhões de crianças sejam vacinadas até o dia 28 de novembro, imunizando 95% do público-alvo. Ao todo, serão mais de 100 mil postos e 350 mil profissionais atuando na campanha.

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, enfatizou a importância da mobilização: “É uma possibilidade de contribuir ao País e ao cenário internacional, no enfrentamento das duas doenças. O Brasil recebe muitos turistas, então é extremamente importante que doenças de transmissão fácil tenha uma arma da prevenção segura.”

Poliomelite
Em 2014 o Brasil celebra 35 anos de campanhas nacionais. O País foi um dos primeiros do mundo a implantar a campanha contra poliomielite.

“Estamos já há 25 anos sem casos de poliomielite no Brasil”, comemora o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Jarbas Barbosa.

A vacinação contra a poliomielite terá como população-alvo crianças a partir de seis meses até menores de cinco anos. Neste ano, serão distribuídas cerca de 17,8 milhões de doses da vacina oral poliomielite (VOP). Jarbas Barbosa apontou a vantagem da vacina oral: “Além de ser segura, produz imunidade intestinal, multiplica o vírus vacinal e produz proteção local. A criança vai expelindo nas fezes o vírus. A vacina produz uma imunidade de rebanho, pois vai sendo liberada no meio ambiente, o que também possibilitou a erradicação da poliomielite.”

Para crianças com mais de seis meses de idade que estejam com esquema vacinal atrasado, é recomendada a vacina inativada da poliomielite (VIP), que é feita de forma injetável.

Sarampo
Diferente da poliomielite, o sarampo ainda é muito presente no mundo inteiro, com um total de 155 mil casos registados. Este cenário abre espaço ao vírus importado, trazido e levado por viajantes.

O Sarampo é uma doença de grande contagiosidade e, por isso, é preciso apostar na campanha de seguimento, que é voltada não só para quem está com o calendário vacinal atrasado, mas como um reforço para quem já tomou, pois muitas vezes o indivíduo não criou imunidade.

O público-alvo da vacinação da chamada Tríplice Viral – que também protege contra rubéola e caxumba – são crianças de um a cinco anos incompletos. A estimativa é promover a vacinação de 10,9 milhões de crianças.

Tecnologia
O Ministério da Saúde lançou também um aplicativo com a carteira de vacinação online. A tecnologia já está disponível para o sistema Android e em breve será lançada para o sistema iOS.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Saúde.

Quinta-feira, 30 de outubro de 2014 às 10:55   (Última atualização: 30/10/2014 às 12:54:43)

Governo abriu mão de arrecadar mais de R$ 75 bi em prol do crescimento

Nos últimos anos, o governo federal abriu mão de arrecadar uma parcela considerável de impostos com as desonerações tributárias para estimular o mercado interno e o setor produtivo do País, como a folha de pagamento, cesta básica e ICMS na base de cálculo do PIS/Cofins – Importação.

Reducao_impostos_desoneracao_tributaria

Essa renúncia, segundo a Receita Federal, reduziu em R$ 8,39 bilhões a arrecadação de setembro deste ano, contra R$ 6,8 bilhões em igual mês do ano passado. Entre janeiro e setembro, a renúncia fiscal chegou a R$ 75 bilhões em função das desonerações.

Entre os descontos e isenções de impostos já concedidas pelo governo está a redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de carros novos, móveis e eletrodomésticos da linha branca (como geladeiras e fogões).

Fonte: com informações da Receita Federal.

Quarta-feira, 29 de outubro de 2014 às 18:16   (Última atualização: 29/10/2014 às 19:25:57)

Angela Merkel cumprimenta Dilma pela releeição

A presidenta Dilma Rousseff recebeu, nesta quarta-feira (29), telefonema de cumprimentos da Chanceler da Alemanha, Angela Merkel, pela reeleição. A líder alemã elogiou o processo eleitoral brasileiro e demonstrou interesse em fortalecer o diálogo e a cooperação. A Dilma agradeceu o telefonema e concordou com a necessidade de impulsionar as relações bilaterais.

Dilma e Merkel trataram sobre a próxima reunião do G20, que ocorre na Austrália no dia 15 de novembro, onde ambas pretendem se encontrar. No evento, devem ser definidas datas para realização, em 2015, no Brasil, da Reunião de Consultas Intergovernamentais de Alto Nível Brasil-Alemanha. Nessa reunião, são discutidos temas de interesse bilateral e internacional com participação de líderes e ministros. A Alemanha mantém com o Brasil fortes laços de comércio e investimentos, além de densas relações nos campos político, cultural e educacional.

Relações Internacionais
Na segunda-feira (27), um dia após a vitória no pleito presidencial, a presidenta Dilma Rousseff recebeu mensagens de líderes de várias partes do mundo.

No dia seguinte, na terça-feira (28), Dilma recebeu telefonemas do Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e do Presidente da Guiné Bissau, José Mário Vaz. Obama cumprimentou Dilma pela reeleição e afirmou que as eleições demonstraram a solidez da democracia brasileira. Ele também externou a vontade de encontrar a presidenta durante a Cúpula do G-20. Ao presidente José Mário Vaz, a presidenta disse que manterá alta prioridade nas relações com a África.

Quarta-feira, 29 de outubro de 2014 às 18:01   (Última atualização: 30/10/2014 às 11:42:36)

Pacto Federativo: conheça os papéis da União, estados e municípios na área da habitação

A Política Nacional de Habitação (PNH) foi aprovada pelo Conselho das Cidades em 2004, resultado da criação do Ministério das Cidades em 2003, órgão coordenador, gestor e formulador da Política Nacional de Desenvolvimento Urbano (PNDU) que inclui a PNH.

A criação do Ministério das Cidades e aprovação da PNH representam a reestruturação institucional e legal do setor e a retomada do planejamento de longo prazo que resultaram também na instituição do Sistema e do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social – SNHIS e FNHIS (Lei nº 11.124/2005), na construção do Plano Nacional de Habitação (PlanHab/2008), e no desenvolvimento dos planos locais de habitação de interesse social por estados e municípios (PLHIS).

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A PNH aponta medidas políticas, legais e administrativas capazes de efetivar o exercício do direito social à moradia por todo cidadão brasileiro e prevê a organização de um Sistema Nacional de Habitação, o qual organiza os agentes que atuam na área de habitação e reúne os esforços dos três níveis de governo e do mercado, além de cooperativas e associações populares.

Integrantes da PNH, o Brasil possui hoje três instrumentos para o enfrentamento da questão habitacional: o Programa de Urbanização de Assentamentos Precários, como estratégia para recuperar o passivo social relacionado ao déficit habitacional acumulado; a produção de moradia em escala pelo Programa Minha Casa, Minha Vida, como estratégia para atacar o déficit habitacional acumulado e a demanda futura por moradia; e a Regularização Fundiária de Interesse Social.

Por suas características, escala e potencial esses programas apresentam novos desafios para a implementação dos Planos e da Política Habitacional nos municípios. A diversidade de modalidades, seu ritmo e a incorporação do mercado privado como agente promotor da habitação impõem novos papéis e articulações mais efetivas do gestor local. Exigem uma participação efetiva do gestor local como parceiro indutor, articulador e estruturador da implantação da política habitacional nos municípios.

A consolidação desses programas deve refletir na revisão dos arranjos institucionais e instrumentos de planejamento locais (como Planos Diretores, Planos de Habitação, legislações urbanísticas e edilícias) para que a política de habitação seja aderente às políticas de desenvolvimento urbano e fundiárias e à uma estratégia econômica, contribuindo para a melhor inserção urbana e sustentabilidade dos empreendimentos habitacionais.

O sucesso da Política Nacional de Habitação depende da efetiva parceria federativa na implementação de uma estratégia social, econômica e urbana para produção de moradias bem localizadas e servidas de infraestrutura, áreas comerciais, serviços e equipamentos públicos e transporte.

União
O Ministério das Cidades é o órgão responsável pelas diretrizes, prioridades, estratégias e instrumentos da Política Nacional de Habitação. Está também sob a sua responsabilidade a compatibilização da PNH com as demais políticas setoriais. É responsável pela formulação do Plano Nacional de Habitação e pela coordenação das ações e da implementação do Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social SNHIS.

O Conselho das Cidades é um órgão colegiado de natureza deliberativa e consultiva, integrante da estrutura do Ministério das Cidades e tem por finalidade estudar e propor diretrizes para a formulação e implementação da PNDU, bem como acompanhar a sua execução. Representa uma instância de negociação em que os atores sociais participam do processo de tomada de decisão sobre as políticas setoriais executadas pelo Ministério das Cidades. No âmbito da Habitação, destaca-se atuação do conselho na discussão e aprimoramento das políticas habitacionais.

O Conselho Gestor do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (CGFNHIS) tem a competência de estabelecer diretrizes e critérios de alocação dos recursos do Fundo, de modo compatível com as orientações da Política e do Plano Nacional de Habitação.
A Caixa Econômica Federal é responsável pela operação dos programas habitacionais promovidos com recursos do FGTS e do FNHIS e do Programa Minha Casa, Minha Vida.

Minha Casa, Minha Vida
Maior programa habitacional já criado no País, ele incentiva a produção, a aquisição e a requalificação de imóveis urbanos e rurais. Com mais de 3, 6 milhões de moradias contratadas e mais de 1,8 milhão de residências entregues até final de setembro, o PMCMV atingirá, até o final de 2014, a meta de mais 2,75 milhões de moradias contratadas.

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Estado
Os Estados devem assumir o importante apoio aos municípios seja no planejamento, articulação das políticas no território promovendo a integração dos planos habitacionais municipais aos planos de desenvolvimento regional.

Também é dever dos estados coordenar atividades integradas que exijam intervenções intermunicipais, em especial nas áreas complementares à habitação e de apoiar os municípios na implantação dos seus programas habitacionais e políticas de subsídios.

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Município
Os municípios são os responsáveis pelo planejamento habitacional municipal expresso por meio do Plano Local de Habitação, que deve ser aderente ao planejamento urbano do município, por sua vez expresso no Plano Diretor – instrumento básico do ordenamento territorial urbano. O principal desafio para os municípios é que o planejamento e os planos urbanos sejam elaborados considerando-se as necessidades habitacionais do município.

Uma gestão estratégica permite que o município seja indutor no processo de ocupação e desenvolvimento de seu território: alinhando os diferentes planos setoriais municipais ao Plano Diretor; conciliando investimentos em habitação com os investimentos em educação, saúde e transporte; incorporando uma pauta de caráter econômico na produção dos territórios; mapeando áreas adequadas para a implantação de habitação de interesse social e regulamentando-as nos marcos normativos para garantir que a inserção dos empreendimentos esteja alinhada ao planejamento municipal.

Uma gestão estratégica também cria condições para que o município utilize-se dos instrumentos do Estatuto da Cidade para disponibilização de áreas bem localizadas para a implantação dos empreendimentos habitacionais; utilize-se da doação de terrenos e potencial do chamamento público para qualificar a inserção urbana, o desenho e a adequação dos empreendimentos às especificidades locais (densidade, tipologias, parcelamento do solo etc.); utilize-se do poder de regulação (zoneamento, potencial construtivo, isenção fiscal) para estimular a produção de habitação de interesse social pelo mercado, mas com valores compatíveis com os programas habitacionais.

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Distrito Federal
O Distrito Federal tem as mesmas atribuições de um município.

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Quarta-feira, 29 de outubro de 2014 às 12:57   (Última atualização: 29/10/2014 às 13:40:45)

Força Aérea assina contrato para aquisição de 36 caças Gripen NG

A Força Aérea Brasileira assinou com a empresa sueca SAAB o contrato para aquisição de 36 aviões de caça Gripen NG. A primeira aeronave deverá ser entregue em 2019, e a última, em 2024. A assinatura aconteceu na sexta-feira (24), em Brasília.

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Gripen NG: contrato envolve treinamento de pilotos e mecânicos brasileiros na Suécia, apoio logístico e transferência de tecnologia de desenvolvimento e produção para indústrias brasileiras, gerando de milhares de empregos. O investimento aproximado de R$ 13 bilhões. Foto: divulgação/Saab.

“Nós iremos transferir tecnologia e a capacidade de projetar e construir caças”, afirmou Hakan Buskhe, presidente da SAAB. A Embraer assumirá papel de liderança na fabricação local dos aviões, mas haverá também participação de outras empresas brasileiras, como a AEL, Akaer, Atech e SBTA. “Vai ser um salto, não apenas para a Embraer, mas para a nossa indústria em geral”, completou o brigadeiro Alvani Adão da Silva, diretor do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA).

O Brasil também participará do desenvolvimento do Gripen NG e será responsável pela versão para dois pilotos. A encomenda brasileira envolve 28 unidades para um piloto e oito para dois tripulantes.

Gripen NG
A Suécia opera versões mais antigas do caça Gripen desde 1997 e exportou para República Tcheca, Hungria, África do Sul, Tailândia e para a escola de piloto de testes do Reino Unido. Mas o Gripen NG, por enquanto, será recebido somente pela Suécia e pelo Brasil.

A aeronave incorpora tecnologias como o radar Raven ES-05, capaz de identificar alvos aéreos ou de superfície a um ângulo de 100 graus da sua antena, um sensor de busca infravermelho e datalink, que possibilita a troca de informações entre caças sem o uso de rádio. Quando entrar em serviço na FAB, o Gripen NG também será o único caça do Hemisfério Sul capaz de voar a velocidades supersônicas por longas distâncias, o chamado supercruzeiro.

“Há mais de 18 anos nós esperamos por esse momento. E com certeza vai inaugurar uma nova era operacional para a aviação de caça no Brasil”, disse o brigadeiro Alvani.

As 36 aeronaves multimissão serão utilizadas pela FAB em atividades de defesa aérea, policiamento do espaço aéreo, ataque e reconhecimento. A primeira unidade aérea a receber o novo modelo deverá ser o 1° Grupo de Defesa Aérea, com sede em Anápolis (GO). O Esquadrão está sem aeronaves desde dezembro de 2013, quando foram aposentados os caças Mirage 2000. Atualmente, a defesa aeroespacial brasileira é realizada por jatos F-5EM.

Fonte: Força Aérea Brasileira.

Quarta-feira, 29 de outubro de 2014 às 10:41   (Última atualização: 29/10/2014 às 10:56:09)

Crédito imobiliário atinge R$ 10,3 bi em setembro e tem melhor resultado em 20 anos

Os empréstimos para compra e construção de imóveis com recursos da poupança totalizou R$ 10,3 bilhões em setembro,um avanço de 12% em relação a agosto último. Este foi o melhor resultado para setembro nos últimos 20 anos, informou nesta terça-feira (28) a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Avanço foi de 12% em relação a agosto, quando o governo anunciou medidas estímulo ao crédito e ao setor imobiliário. Foto: Iano Andrade/Portal Brasil.

Avanço foi de 12% em relação a agosto, quando o governo anunciou medidas estímulo ao crédito e ao setor imobiliário. Foto: Iano Andrade/Portal Brasil.

Em agosto, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou, juntamente com o Banco Central, uma série de medidas de estímulo ao crédito e ao setor imobiliário. Segundo a Abecip, o resultado de setembro também foi o quinto melhor para o mês da série histórica do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Os empréstimos com recursos da poupança somaram R$ 112,9 bilhões em um ano, alta de 9,2% em relação ao período anterior.

O valor destinado à aquisição e construção de imóveis atingiu R$ 83,1 bilhões nos primeiros nove meses deste ano, o que representam um aumento de 4,7% em relação a igual período do ano passado.

Os recursos foram dirigidos, em setembro, para aquisições e construções de 50,1 mil imóveis, um crescimento de 13,8% em relação a agosto e de 13,3% sobre setembro de 2013.

De janeiro a setembro, foram financiados 401,1 mil imóveis, aumento de 3,6% em relação ao mesmo período de 2013. E entre outubro de 2013 e setembro de 2014, foram 543,7 mil imóveis, avanço de 7% em relação às 508,1 mil unidades contratadas nos 12 meses anteriores.

Fonte: Portal Brasil com informações da Abecip.

Terça-feira, 28 de outubro de 2014 às 22:37   (Última atualização: 28/10/2014 às 22:38:31)

Presidenta Dilma garante que reforma política é prioridade em seu segundo mandato

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“Do Oiapoque ao Chui, de Leste a Oeste, se você tocasse nessa questão de reforma política, era o momento em que as pessoas mais participavam, mais queriam”, revelou Dilma em entrevista ao Jornal SBT Brasil. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Em entrevista ao Jornal SBT Brasil nesta terça-feira (28), a presidenta Dilma Rousseff voltou defender a reforma política. Segundo Dilma, a realização de um plebiscito ou referendo, desde que tenha participação popular, deverá ser prioridade em seu segundo mandato, pois o tema amplamente discutido e reivindicado durante a campanha eleitoral.

“Eu quero a participação popular. Nesse processo eleitoral, eu estive com muitos movimentos, muitas representações, e eles fizeram uma coleta de assinaturas que foi muito expressiva. Eles propõem consulta popular e propõem uma Assembleia Constituinte exclusiva”, afirmou a presidenta reeleita.

Ela também falou sobre a política econômica, corrupção, homofobia, entre outros assuntos. Confira os principais trechos da entrevista concedida ao jornalista Kennedy Alencar.

Corrupção
Conforme entrevistas concedidas nesta segunda-feira (27), Dilma tornou a defender a investigação no caso da Petrobras. “Eu não trato de corrupção somente em época eleitoral. Se você mantém a impunidade você está sancionando a corrupção. Então eu quero essa investigação doa a quem doer, não deixando pedra sobre pedra”, enfatizou ela.

Crise hídrica
Dilma afirmou estar atenta à questão da crise hídrica no Estado de São Paulo e apta a ajudar o Estado. Ela contou que desde o início do ano, conversou com o governador e apontou medidas a serem tomadas, além de disponibilizar financiamento para o projeto da adutora de São Lourenço. “Nós financiamos o projeto. E agora liberamos o financiamento de R$ 1,8 bilhão para financiar a construção em si. (…) A questão em São Paulo é mais grave. Agora, você sabe que a água, pela Constituição, ela é responsabilidade dos estados e/ou municípios. No caso da cidade de São Paulo é do estado por meio da Sabesp. Então é óbvio que se o governador pedir, a hora que ele pedir, o governo federal estará pronto para ajudar”, afirmou.

Diálogo com segmentos econômicos e oposição
A presidenta afirmou querer um Brasil unitário, em que sejam respeitadas as diferenças e opiniões para o amplo debate das mudanças e reformas necessárias ao País. “Não quero uma união que torne tudo pasteurizado. Eu quero uma união que as pessoas mantenham as suas posições, as suas diferenças de opinião que possam agir de forma diversificada, não é monolítica, e que ao mesmo tempo, conversem”, avaliou.

Parceria com os Estados Unidos
Por ocasião do telefonema do presidente Barack Obama nesta tarde, Kennedy questionou sobre a relação bilateral com os EUA. Dilma afirmou que deseja inverter o déficit comercial com os Estados Unidos. “Nós temos imenso interesse em uma parceria estratégica com os EUA no que se refere à inovação, ciência e tecnologia, além de cooperação nas áreas estratégicas de defesa, tecnologia e relações comerciais”, analisou. Ela lembrou ainda do encontro com Obama na cúpula do G-20 em novembro, na Austrália, e disse estar encaminhada futura visita ao país.

Homofobia
A presidenta Dilma tornou a endossar compromisso assumido durante a eleição, com projeto que criminaliza a homofobia. Ela classificou como uma “medida civilizatória” e enfatizou que dará apoio integral à demanda. “O Brasil tem que ser contra a violência que vitima a mulher, a violência que muita vezes, de forma aberta ou escondida, também fere os negros, que é a maioria da nossa população. E também tem que ser contra a homofobia, porque isso é de fato uma barbárie”, finalizou.

–> Assista à entrevista da presidenta Dilma Rousseff ao Jornal SBT Brasil na íntegra

Confira a íntegra

Terça-feira, 28 de outubro de 2014 às 21:56   (Última atualização: 28/10/2014 às 22:45:17)

Dilma afirma que disposição e abertura para o diálogo com a sociedade serão essenciais

    "Ninguém participa de um processo eleitoral sem que o que esteja em questão seja a mudança, a melhoria", afirmou a presidenta Dilma ao jornalista Ricardo Boechat. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

“Ninguém participa de um processo eleitoral sem que o que esteja em questão seja a mudança, a melhoria”, afirmou a presidenta Dilma ao jornalista Ricardo Boechat. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Em entrevista ao Jornal da Band nesta terça-feira (28), a presidenta Dilma Rousseff afirmou que o diálogo será imprescindível para definir o futuro do Brasil. Isso significa, segundo Dilma, ouvir os setores organizados da sociedade e quem estiver disposto a contribuir para o processo.

“A reeleição, como a eleição, é sempre, no caso da democracia, uma expectativa de mudança. Ninguém participa de um processo eleitoral sem que o que esteja em questão seja a mudança, a melhoria. Eu acho que é isso que é a pauta”, afirmou a presidenta.

Dilma também falou sobre temas como a crise financeira e o impacto na economia brasileira, além da crise de abastecimento de água que afeta o estado de São Paulo. Confira trechos da entrevista:

Economia
A presidenta falou sobre a necessidade de reconquistar a confiança do mercado na economia brasileira e afirmou que, segundo as agências internacionais sinalizaram, não haverá risco de redução do risco Brasil antes de 2015. “A economia brasileira possui fundamentos fortes. É importante que nós todos nos unamos no sentido de perceber que o Brasil tem fundamentos fortes. (…) Os investidores internacionais mantêm um grau de investimento direto no Brasil muito expressivo. Nós somos um dos países que mais atraem investimento direto externo. Nós não temos essa sinalização de que vai haver, num futuro imediato uma redução do grau de risco no Brasil”, disse.

Crise internacional
Dilma Rousseff garantiu que o governo brasileiro tem buscado enfrentar a crise sem comprometer empregos e salários dos trabalhadores. “Eu acredito que o Brasil, hoje, tem condições de sair desse processo de baixo crescimento em busca de um processo de mais alto crescimento. Nós temos um mercado interno robusto, porque milhões de brasileiros foram para a classe média. Somos um país que temos uma proteção externa, ninguém sofre como sofria porque não tinha reservas, nós temos reservas e elas nos protegem”, pontuou.

Crise hídrica
A presidenta também comentou sobre a ajuda do governo federal ao estado de São Paulo para enfrentar a questão da falta de água na região, inclusive com repasse de recursos para obras de enfrentamento. “Tudo que São Paulo precisar da nossa ação, nós faremos. Independentemente do que diga a Constituição, esse é um problema tão grave que afeta toda a população brasileira, São Paulo, a economia e tudo”, explicou a presidenta.

–> Assista à entrevista da presidenta Dilma Rousseff ao Jornal da Band na íntegra

Íntegra do áudio do Jornal da Band

Confira a íntegra

Terça-feira, 28 de outubro de 2014 às 20:32   (Última atualização: 29/10/2014 às 12:07:33)

Casa Civil desmente entrevista de ministro Mercadante ao site InfoMoney

Nota Oficial

A Casa Civil da Presidência da República emitiu nota nesta terça-feira (28) informando que o ministro Aloizio Mercadante não concedeu entrevista ao site Infomoney e que são inverídicas as declarações do ministro contidas na matéria “Mercadante descarta assumir Fazenda e sinaliza que cargo ficará com setor privado”.

Confira a íntegra da nota:

A Assessoria de Comunicação Social da Casa Civil da Presidência da República informa que o ministro Aloizio Mercadante não concedeu entrevista para o site InfoMoney. Mercadante, tampouco, deu qualquer informação para o referido portal. Portanto, não é verdadeira a matéria “Mercadante descarta assumir Fazenda e sinaliza que cargo ficará com setor privado”, publicada no site InfoMoney desta quarta-feira, 28, sendo totalmente inverídicas as informações contidas no material.

Assessoria de Comunicação Social da Presidência da República

Fonte: Casa Civil.

Terça-feira, 28 de outubro de 2014 às 18:05  

Por telefone, presidentes dos Estados Unidos e da Guiné Bissau parabenizam Dilma pela reeleição

Os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, e da Guiné Bissau, José Mário Vaz, ligaram para a presidenta Dilma Rousseff, nesta terça (28), e a parabenizaram pela vitória no pleito presidencial.

No telefonema, Obama cumprimentou Dilma pela reeleição e afirmou que as eleições demonstraram a solidez da democracia brasileira. Disse que pretende continuar a trabalhar com a presidenta brasileira, com quem espera se encontrar na reunião do G-20, na Austrália. O presidente dos EUA disse valorizar parceria bilateral com o Brasil e enxergar grandes oportunidades de cooperação nas áreas econômico-financeira e de energia, conforme adiantado em mensagem encaminhada na segunda-feira (27). Sugeriu que equipes dos dois países “trabalhem mecanismos existentes para definir a agenda para 2015, estabelecendo bases para preparação da visita de Estado da presidenta brasileira aos EUA em momento oportuno”.

O presidente Obama registrou, ainda, impressões muito positivas transmitidas pelo vice-presidente Joe Biden sobre reunião com Dilma em visita ao Brasil durante a Copa do Mundo.

A presidenta agradeceu os cumprimentos e disse que a eleição foi importante para o Brasil e para a região. Afirmou ter todo interesse em estreitar laços com os Estados Unidos e que terá satisfação em encontrá-lo na reunião do G-20, em novembro próximo. Ela afirmou ainda a importância do trabalho bilateral na preparação de visita de Estado aos EUA.

Guiné Bissau
O presidente da Guiné Bissau, José Mário Vaz, cumprimentou a Presidenta Dilma pela reeleição e desejou êxito no novo governo. Dilma agradeceu os cumprimentos e disse que manterá, no segundo mandato, alta prioridade nas relações com a África. Reiterou ao presidente Vaz que seu país continuará tendo apoio do Brasil para consolidação da democracia e desenvolvimento econômico e social.

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