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Segunda-feira, 26 de janeiro de 2015 às 8:00  

Ministros da Casa Civil, Secretaria de Portos e Minas e Energia

Agenda presidencial

A presidenta Dilma Rousseff tem reuniões com ministros no Palácio do Planalto nesta segunda-feira (26). Às 10h, a presidenta se reúne com Aloizio Mercadante, ministro-chefe da Casa Civil.

Pela tarde, às 15h, Dilma recebe Edinho Araújo, ministro-chefe da Secretaria de Portos. E, às 17h, a presidenta recebe Eduardo Braga, ministro das Minas e Energia.

*Agenda sujeita a alterações ao longo do dia. Para atualizações, acesse o Portal Planalto.

Domingo, 25 de janeiro de 2015 às 18:37   (Última atualização: 25/01/2015 às 18:41:55)

Dilma: O Brasil e a medicina são devedores da dedicação e determinação de Aloysio Campos

Nota Oficial

A presidenta Dilma Rousseff lamentou neste domingo (25) a morte do médico Aloysio Campos da Paz Júnior, fundador da Rede Sarah de Hospitais. Em nota, Dilma escreveu que o médico e sua equipe ajudaram a melhora qualidade de vida de milhares de brasileiros por meio da fé no potencial de cada paciente.

Leia a nota na íntegra.

Foi com muita tristeza que soube da morte do médico Aloysio Campos da Paz Júnior, fundador da Rede Sarah de Hospitais, referência mundial em reabilitação.

Campos da Paz dizia que sua filosofia era trabalhar para que cada paciente fosse tratado com base no seu potencial e não nas suas dificuldades. Foi com esta fé na potencialidade de cada paciente que ele e sua equipe ajudaram a melhorar a qualidade de vida de milhares de brasileiros. O Brasil e a medicina são devedores da sua dedicação e determinação.

Nesta hora de dor, meus sentimentos aos familiares, amigos, colegas de trabalho e pacientes.

Dilma Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil

Domingo, 25 de janeiro de 2015 às 14:00   (Última atualização: 25/01/2015 às 18:51:04)

Brasil apresentará políticas sociais na 3ª Reunião de Cúpula da Celac

As políticas sociais do governo federal que nos últimos anos retiraram milhões de pessoas da pobreza, tiraram o Brasil do Mapa da Fome Mundial e elevaram o poder aquisitivo da população, serão apresentadas pela presidenta Dilma Rousseff na 3° Reunião de Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac). O encontro terá como tema “A Luta contra a Pobreza” e acontecerá nos dias 28 e 29 de janeiro, em São José, capital da Costa Rica.

“Nós vamos levar para a Celac uma série de experiências que funcionaram bem aqui no Brasil e que resultaram na redução das desigualdades e que fizeram com que mais pessoas pudessem ascender aos bens, declarou o subsecretário-geral da América do Sul, Central e Caribe do Itamaraty, embaixador Antônio Simões. Foto: Wilson Dias/Agência Brasil.

“Nós vamos levar para a Celac uma série de experiências que funcionaram bem aqui no Brasil e que resultaram na redução das desigualdades e que fizeram com que mais pessoas pudessem ascender aos bens”, declarou Simões. Foto: Wilson Dias/Agência Brasil.

Nesta sexta-feira (23), em entrevista coletiva no Palácio do Planalto, o subsecretário-geral da América do Sul, Central e Caribe do Itamaraty, embaixador Antônio Simões destacou também que, além dos avanços em políticas sociais, o Brasil está empenhado na promoção de cooperação com os países da Comunidade nas áreas da agricultura familiar, direito dos afrodescendentes, desenvolvimento sustentável e energético.

O embaixador ainda destacou avanços comerciais obtidos pelo Brasil nos últimos anos por meio do estreitamento das relações com o bloco. De 2002 a 2014, o comércio do Brasil com a Celac mais que quadriplicou, saindo de U$$ 20 bilhões em 2002 para U$$ 84 bilhões no ano passado, o que representa mais de 18% das trocas comerciais do Brasil com o mundo.

Na coletiva, Simões lembrou a realização da próxima reunião de Cúpula Brasil – União Europeia, que acontecerá em junho, em Bruxelas.

Sobre a Celac
Trata-se de organismo internacional de cooperação formada por 33 países da América Latina e do Caribe. A comunidade foi criada em 2010, na Cúpula do México, e tem como objetivo aprofundar a integração política, econômica, social e cultural dos países da região.

Além disso, o bloco tem avançado, nos últimos anos, à favor de políticas públicas e projetos de cooperação internacional, com base nos valores democráticos e nos direitos humanos.

Assista à entrevista de briefing na íntegra

Domingo, 25 de janeiro de 2015 às 10:00   (Última atualização: 25/01/2015 às 18:47:18)

O desafio de ampliar o acesso à saúde, por Arthur Chioro

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Em artigo exclusivo para o Blog do Planalto, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, faz balanço das ações do governo para garantir a universalização do acesso à saúde nos últimos quatro anos. Ele destacou investimentos e medidas de ampliação da rede de atenção básica, oferta de profissionais e medicamentos, como instrumentos essenciais para oferecer à população um atendimento mais humanizado e qualificado.

Confira abaixo a íntegra do artigo.

Garantir o acesso universal à saúde como direito para a população brasileira não é uma tarefa fácil. Para que isso ocorra é preciso implantar medidas constantes de melhoria do acesso ao atendimento. O SUS atende a 202 milhões de brasileiros, com 11,5 milhões de internações ao ano e é o maior sistema público de transplante de órgãos do mundo, representando quase 100% destes procedimentos do país.

Nos últimos anos avançamos bastante. Conseguimos levar médicos a cidades que nunca tiveram esse tipo de profissional através do programa Mais Médicos, e com isso ampliamos o acesso à atenção básica de saúde. Hoje, mais de 14 mil profissionais de várias nacionalidades atuam em 3,7 mil municípios e 34 distritos indígenas, beneficiando 50 milhões de brasileiros.

Outra conquista é o acesso e incorporação de novos medicamentos. Desde 2012, o Ministério da Saúde incluiu 114 novos medicamentos e procedimentos no SUS, o que equivale a quase três vezes a média anual de incorporações feitas nos últimos seis anos. Somente nos últimos dois meses, foram incorporadas oito novas tecnologias. Entre as principais incorporações está a Risperidona, medicamento que auxilia na diminuição dos sintomas do autismo, e o fingolimode, primeiro tratamento oral para Esclerose Múltipla. Além de medicamentos, o MS incorporou novas vacinas ao calendário de vacinação. Em 2014, com a incorporação da DTPa, HPV e Hepatite A o SUS passou a ofertar 17 vacinas de rotina no calendário nacional, 100% das vacinas propostas pela OMS.

Além disso, melhoramos a assistência aos usuários do SUS, garantindo um atendimento qualificado. Ampliamos o SAMU 192, o programa Brasil Sorridente, e temos investido na implantação de Unidades de Pronto Atendimento (UPA24h) e na reforma, ampliação e construção de 24,9 mil Unidades Básicas de Saúde (UBS). Avançamos na formação de trabalhadores qualificados, no domínio de tecnologias de ponta, na indústria de medicamentos e de equipamentos médico hospitalares garantindo soberania.

Substituímos o modelo de internação hospitalar, por uma nova política de atenção a pessoas com transtornos mentais e problemas relacionados ao uso abusivo de álcool e drogas. Agora esses pacientes têm direito ao tratamento em liberdade, com espaços coletivos de decisão e com o envolvimento de usuários, familiares, trabalhadores e da comunidade na garantia de um cuidado humanizado e que trabalha a ressocialização desses cidadãos. Hoje temos Centros de Atenção Psicossocial – CAPS em todo país.

Também avançamos na política de promoção da Saúde que reforça o empenho do Ministério em assegurar o acesso da população, sobretudo às mais vulneráveis, à educação em saúde, à melhoria da qualidade de vida e ao envelhecimento saudável.

Entendemos que nosso esforço deve ser contínuo uma vez que muito ainda precisa ser feito. Identificamos que após ampliar o atendimento na atenção básica, a principal demanda da população em relação à saúde é o acesso a serviços especializados. Desta forma, vamos implantar o Programa Mais Especialidades para expandir a oferta em tempo oportuno a consultas, exames e procedimentos especializados no SUS, ofertando um cuidado integral e resolutivo.

Sabemos que a Saúde precisa de um progressivo aumento de recursos. Por isso o orçamento federal para o setor  subiu de R$ 29,9 bilhões, em 2002, para R$ 107,6 bilhões, em 2014, um aumento de 260%. Por outro lado, a regulamentação da Emenda Constitucional 29, publicada em 2012, estabeleceu  fontes permanentes e estáveis de receita para a Saúde e definiu quais os gastos que podem ser incluídos na conta do setor. Isso traz maior transparência e controle sobre os recursos da saúde nos estados, municípios e no governo federal. E a decisão do governo federal de aplicar 25% do pré-sal na saúde amplia ainda mais esta possibilidade de investimento em uma saúde de qualidade.

Este tem sido o compromisso do governo da presidenta Dilma: avançar no fortalecimento do SUS garantindo um cuidado integral, equânime e humanizado e contribuindo para a construção de um país mais justo e solidário.

Sábado, 24 de janeiro de 2015 às 13:51   (Última atualização: 24/01/2015 às 13:55:52)

Governo não medirá esforços para governadores e prefeitos garantirem abastecimento de água

O governo federal não medirá esforços para apoiar governadores e prefeitos que têm responsabilidade com o abastecimento de água da população, foi o que afirmou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, após reunião entre ministros realizada nesta sexta-feira (23), no Palácio do Planalto, para avaliar a situação hídrica brasileira. Apesar de ser competência dos estados e municípios garantir o abastecimento da população, a ministra informou que o governo apoiará estados e municípios em busca de soluções emergenciais e estruturantes para os problemas.

“Não vai ter qualquer restrição em seus esforços para apoiá-los em soluções que assegurem, emergencialmente e de maneira estruturante, a oferta de água no Brasil”, afirmou a ministra após a reunião. Foto: Divulgação/Gabinete Digital - PR

“Não vai ter qualquer restrição em seus esforços para apoiá-los em soluções que assegurem, emergencialmente e de maneira estruturante, a oferta de água no Brasil”, afirmou a ministra após a reunião. Foto: Divulgação/Gabinete Digital – PR.

Nesse sentido, Izabella lembrou que a presidenta Dilma Rousseff autorizou, nesta sexta-feira, que o apoio solicitado pelo governo de São Paulo a uma obra para interligação do rio Itaibinha ao rio Jaguari fosse incorporada ao PAC e, portando, essa obra fosse colocada em Regime Diferenciado de Contratação (RBC).

“São R$ 830 milhões com que o governo federal apoia o governo de São Paulo para a realização de obras estruturais importantes, que vão assegurar, em médio prazo, oferta adicional de água para a cidade de São Paulo”, explicou a ministra. A obra fará a interligação entre o reservatório de aproveitamento hidrelétrico Jaguari (UHE), que fica no rio Jaguari, na bacia do Paraíba do Sul, ao reservatório do rio Atibainha, parte do Sistema Cantareira, localizado na bacia dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ).

“Esse é um exemplo de como vamos trabalhar em parceria e continuaremos trabalhando em parceria, não somente com o governo de São Paulo, como também com o governo do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. Tive oportunidade de falar com os governadores e seguiremos acompanhando, monitorando e construindo soluções em parceria”, garantiu.

Monitoramento compartilhado
Segundo ela, encontro entre ministros avaliou toda a situação hídrica brasileira, “não apenas quanto aos aspectos relativos à atual seca vivida pelo País, mas também relativa às chuvas no Rio Madeira, no Amazonas” e às inundações que estão acontecendo, de forma semelhante ao que ocorreu em 2014.

A reunião, coordenada pelo ministro da Casa Civil, A Aloizio Mercadante, contou com a participação de outros seis ministros: de Minas e Energia, Eduardo Braga; do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias; da Integração Nacional, Gilberto Occhi; da Agricultura, Kátia Abreu; do Desenvolvimento Social, Tereza Campello; e da própria ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

“O governo federal tem uma estratégia de monitoramento diário e estamos trabalhando com esses dados, não somente a Agência Nacional de Águas (ANA), como também o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemadem), com os dados de previsão de chuva”, explicou a ministra.

Durante a reunião, os ministros também discutiram como poderão trabalhar para ter informações coordenadas conjuntamente pelas pastas ligadas ao assunto, para que todos possam ter a mesma informação. “Então, a ANA vai tornar disponível todos os dados de monitoramento da agência, para que todos os ministérios, Integração, Defesa Civil, Minas e Energia, Desenvolvimento Civil e Agricultura, todos possam fazer uso desses dados”, disse.

Seca é histórica no Sudeste, mas há previsão de chuva na semana
Segundo Izabella, os ministros receberam informações sobre duas situações. “Primeiramente, temos no Sudeste uma seca nunca vista nos últimos 84 anos, da série histórica de monitoramento de água, em São Paulo. Estamos muito abaixo da mínima histórica e muito abaixo do que foi abaixo da mínima histórica em 2014”, explicou.

De acordo com as informações dos órgãos de monitoramento, choveu muito aquém do esperado em janeiro. “Mas temos promessa de chuva na próxima semana, então vamos continuar avaliando. E temos aí os meses de fevereiro, março e abril, que são meses que se tem cenário de chuva. Então, temos que acompanhar e entender o que está acontecendo e como que vai acontecer nestes próximos meses. Aquilo que é quantidade de chuva e a vazão afluente, aquilo que chegará aos reservatórios”, concluiu a ministra.

Sábado, 24 de janeiro de 2015 às 10:00   (Última atualização: 24/01/2015 às 12:53:21)

Experiências brasileiras em políticas sociais atraem interesse de delegações de 92 países

Do Ministério do Desenvolvimento Social

O sucesso das políticas brasileiras de proteção social e os avanços na redução da pobreza têm atraído cada vez mais países interessados em reduzir as desigualdades. Entre 2011 e 2014, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome recebeu 345 missões de 92 países. Desse total, 95% vieram de países em desenvolvimento.

As delegações estrangeiras querem aprender com a experiência em política social do Brasil, incluindo lições sobre o que funcionou e a maneira como as soluções inovadoras do programa Bolsa Família e do Plano Brasil Sem Miséria foram colocadas em prática. O resultado dessas políticas articuladas foi a superação da extrema pobreza em termos de renda no país.

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Trinidad e Tobago, por exemplo, foi um dos países com interesse no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal, instrumento que, além de identificar e caracterizar os brasileiros mais pobres, permite ao poder público agir para diminuir sua pobreza, nas várias dimensões em que ela se manifesta.

“O Cadastro Único é uma das chaves do sucesso da estratégia de combate à pobreza, porque as informações são usadas não apenas para os programas do MDS, mas também para os programas de outros ministérios e dos governos estaduais e municipais”, explica Cláudia Maciel, chefe da Assessoria Internacional do MDS.

Já os representantes de Cuba vieram ao Brasil conhecer aspectos da transparência e do controle social do Bolsa Família. Também demonstraram interesse pela forma como é feito o pagamento do programa, diretamente aos beneficiários por meio de cartão bancário, e pelo impacto positivo no crescimento econômico – cada real investido no Bolsa Família estimula um crescimento de R$ 1,78 no PIB.

O interesse internacional e o sucesso dos programas brasileiros fizeram com que o Brasil fosse escolhido pelo Banco Mundial para sediar o seminário internacional World Without Poverty (WWP) – Um Mundo Sem Pobreza, em que a ministra Tereza Campelo apresentou o case do Brasil Sem Miséria, que reduziu desigualdades nos últimos doze ano e acabou com a pobreza extrema no Brasil. Naquela ocasião, o diretor do Pnud afirmou que muitos países se espelhavam no êxito das políticas sociais do Brasil.

A WWP elabora documentos e produz material multimídia sobre o desenho, a implementação e os instrumentos inovadores de gestão de diversos programas e ferramentas sociais, e possibilita o compartilhamento, com o resto do mundo, de lições extraídas da experiência brasileira. A iniciativa resulta da parceria entre o MDS, o Banco Mundial, o Ipea e o Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (International Policy Centre for Inclusive Growth – IPC-IG).

Cooperação
Segundo Cláudia Maciel, com a vinda das delegações, foi possível firmar acordos de cooperação técnica, em parceria com a Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e a Coordenação-Geral de Ações de Combate à Fome (CGFOME) do Ministério das Relações Exteriores.

Entre 2011 e 2014, foram nove projetos de cooperação bilateral, dois projetos de cooperação trilateral, com intermediação da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT), e um projeto de cooperação com o Instituto Social do Mercosul (ISM).

Um deles é o PAA África, iniciativa inspirada no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) do MDS que compra alimentos produzidos pela agricultura familiar para a merenda escolar. O projeto ajuda países africanos a aproveitar a experiência brasileira de segurança alimentar e nutricional para o desenho de suas próprias estratégias de desenvolvimento.

Além dos projetos de cooperação, o MDS promove seminários internacionais para atender à demanda crescente dos países pelas tecnologias sociais brasileiras. Desde 2012, já foram promovidas nove edições do seminário “Políticas Sociais para o Desenvolvimento”, com a participação de 66 delegações de 47 países. Durante o evento, os estrangeiros têm a oportunidade de visitar propriedades da agricultura familiar e bancos de alimentos, além de conhecer equipamentos relacionados aos programas sociais, como os Centros de Referência de Assistência Social (Cras).

Sexta-feira, 23 de janeiro de 2015 às 18:33   (Última atualização: 23/01/2015 às 18:50:36)

Obra que reforça abastecimento de água em São Paulo é incluída no PAC

Do site do PAC

O Comitê Gestor do Programa de Aceleração do Crescimento (CGPAC) aprovou a inclusão do empreendimento de interligação do reservatório Jaguari-Atibainha na carteira do PAC. A obra faz parte dos projetos de segurança hídrica que o governo de São Paulo apresentou à presidenta Dilma Rousseff em novembro, com o objetivo de reforçar o abastecimento de água no estado. Na ocasião, o governador Geraldo Alckmin agradeceu o “espírito republicano” da presidenta.

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O empreendimento integra as águas da bacia do rio Paraíba do Sul ao Sistema Cantareira através de um canal entre as represas Atibainha, que abastece São Paulo, e o reservatório Jaguari, no Rio de Janeiro, conforme mapa acima.

A obra, com investimento estimado pelo governo paulista de R$ 830,5 milhões, será executada pela Sabesp e aumenta, em média, a disponibilidade hídrica no sistema Cantareira em 5,1 metros cúbicos por segundo, beneficiando toda a região metropolitana de São Paulo.

No dia 4 de dezembro de 2014, a presidenta Dilma Rousseff e o governador Geraldo Alckmin assinaram termos de compromisso para a execução de obras de infraestrutura em São Paulo, com destaque para a Parceria Público-Privada do Sistema Produtor de São Lourenço, que atenderá 1,5 milhão de pessoas e se juntará às demais medidas que os governos federal e estadual têm discutido para enfrentar a crise hídrica.

Sexta-feira, 23 de janeiro de 2015 às 18:01  

“FAB valoriza o trabalho, independente de gênero, cor ou origem”, diz primeira mulher comandante

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Sexta-feira, 23 de janeiro de 2015 às 17:09  

Em Davos, Levy reforça compromisso do Brasil com austeridade para por finanças públicas em ordem

Fórum Econômico Mundial 2015

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, reforçou em entrevista ao jornal britânico Financial Times que o Brasil caminha para um período de austeridade e reformas econômicas pelo lado da oferta, o que significa reavaliar impactos causados pela diminuição da carga tributária nas variáveis macroeconômicas, como inflação, emprego e produtividade.

Ele afirmou que as reformas estão alinhadas com tendências internacionais, particularmente as políticas destinadas a estimular a economia dos Estados Unidos e da China.

“O mundo está mudando e está na hora do Brasil mudar”, afirmou o ministro. Em Davos (Suíça), onde participa do Fórum Econômico Mundial, Levy ponderou que políticas anticíclicas têm seus limites, especialmente quando você vê as duas maiores economias do mundo também mudando seus padrões.

O ministro deixou claro que não haverá cortes no Bolsa Família e argumenta que “os protestos de 2013 foram por um governo melhor, não por mais governo”. Ele afirma estar confiante que “no Brasil, a maioria das pessoas está pronta a pagar por serviços”.

Levy afirmou que, para recolocar as finanças em ordem, “teremos de cortar em várias áreas”. Ele manifestou a intenção de descartar subsídios e acertar preços, enfatizando o setor de “energia e outras áreas”, como potenciais alvos.

Além disso, Joaquim Levy gostaria de ver reformas em áreas sociais, argumentando que o formato dos benefícios do seguro-desemprego está “completamente defasado”.

Ele argumenta que o País precisa agora mais de reformas pelo lado da oferta do que de um estímulo à demanda e expressou confiança de que “assim que colocarmos a casa em ordem, a reação será positiva”.

O ministro afirmou ainda que “não está sozinho no governo” em suas intenções de fazer reformas econômicas. E argumenta que partidários destas reformas também se tornaram seu colegas, ao assumirem ministérios-chave na nova administração da presidenta Dilma Rousseff.

Sexta-feira, 23 de janeiro de 2015 às 14:52   (Última atualização: 24/01/2015 às 15:36:50)

Economia brasileira gera 5,2 milhões de empregos formais em 4 anos, revela Caged

O Brasil atingiu a marca de 5.277.071 novos empregos com carteira assinada, gerados entre 2009-2014. É o que mostram dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta-feira (23), pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O crescimento, tomando como base os dados do Caged e da Rais, foi de 11,97% no período.

“O Brasil vive o pleno emprego, com regiões onde a taxa de desemprego está abaixo dos 3%, caso do Rio de Janeiro e de Santa Catarina. Em 2015, como os prognósticos da economia são mais positivos que em 2014, acreditamos que vamos continuar gerando empregos”, destacou o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, ao comentar os números.

Caged_5.5mi_empregos_4anos

No ano de 2014, o aumento no número de vagas formais foi de quase 1%, com o acréscimo de 396.993 mil novos trabalhadores empregados. Até 2013, o País tinha 41,053 milhões de trabalhadores empregados, segundo os critérios do Caged.

Brasil gerou 10, 5 milhões de empregos durante a crise
O ministro destacou que a crise internacional continua e que muitos países ainda não recuperaram o nível de emprego de 2008, diferente do que ocorreu com o Brasil. “Nesse mesmo período, de 2008 até agora, o Brasil gerou mais de 10,5 milhões de postos de trabalho”, acrescentou.

Incertezas afetaram resultados de 2014
O ministro Dias lembrou ainda que foram lançadas muitas incertezas sob o ano de 2014, que se refletiram nos resultados de dezembro, que tradicionalmente é o pior mês em termos de geração de empregos. O saldo foi de 555 mil vagas a menos no último mês do ano, o que evitou que o resultado positivo do ano fosse maior.

Mulheres têm maior aumento do salário inicial
O balanço de 2014 também mostrou que o salário de admissão teve aumento real na casa de 0,92%, se levado em consideração os valores médios e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), apurado pelo IBGE.

As mulheres tiveram o melhor reajuste, na casa de 1,39% contra 0,84% dos homens, o que representa um avanço já que, em geral, o mercado de trabalho ainda discrimina as mulheres com salários menores que o dos homens. Segundo a PNAD, divulgada pelo IBGE em em setembro de 2014, as mulheres tinham recebido, em média, 73,7% do salário dos homens no ano anterior.

Manoel Dias disse ter ficado satisfeito com o aumento real dos salários, que é um compromisso do governo. Mais ainda com a redução da desigualdade entre homens e mulheres.

O valor médio do salário feminino em relação ao salário masculino passou de 85,72% para 86,19%. O salário médio de entrada da mulher ficou em R$ 1075,52. O do homem chegou a R$ 1247,89. O salário médio ficou em R$ 1181,56.

Estados
Em 2014, os estados que mais geraram empregos foram Santa Catarina, com 53.887 (+2,72%) novas vagas, Rio de Janeiro, com 53.586 postos (+1,39%) e Ceará, com 47.372 (+3,98%) empregos.

Entre as regiões, o Sudeste teve o melhor desempenho, com 121.689 vagas (+0,56%), seguido do Sul, com 118.795 vagas (+1,62%) e do Nordeste com 99.522 novos empregos (+1,51%). No Centro Oeste o saldo foi positivo em 39.335 postos (+1,25%) e no norte em 17.652 postos (+0,39%).

Assista à reportagem da TVNBr

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