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Quinta-feira, 2 de julho de 2015 às 10:42   (Última atualização: 02/07/2015 às 10:49:17)

Acordos com universidades dos EUA são estratégia acertada, diz pesquisador brasileiro na Nasa

Brasil-EUA-2015Em visita à Nasa, agência espacial americana, nesta quarta-feira (1º), a presidenta Dilma se encontrou com Ivan Paulino Lima, brasileiro que faz pós-doutorado em Microbiologia Ambiental na agência espacial americana. Em conversa com o Blog do Planalto, ele afirmou que considera estratégicas as parcerias firmadas em pesquisa e inovação com universidades americanas pelo governo brasileiro. Ele realiza, desde 2011, pesquisa sobre micro-organismos resistentes à radiação com bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), fundação vinculada ao Ministério da Educação.

“Qualquer nação que queira avançar deve investir em ciência e tecnologia. Eu acho que o governo da presidenta Dilma está adotando uma estratégia acertada de assinar esses acordos com os Estados Unidos, que é um dos países que lideram a produção científica e o desenvolvimento tecnológico no mundo”, afirmou o pesquisador. Ele avalia como fundamentais as parcerias fechadas pela presidenta durante visita de trabalho aos Estados Unidos.

"Qualquer nação que queira avançar deve investir em ciência e tecnologia", afirma o pós-doutorando Ivan Paulino Lima. Fotos: Ana Carolina Melo/Blog do Planalto

“Qualquer nação que queira avançar deve investir em ciência e tecnologia”, afirma o pós-doutorando Ivan Paulino Lima. Fotos: Ana Carolina Melo/Blog do Planalto

“Cria novas oportunidades para estudantes e pesquisadores brasileiros desenvolverem seus estudos no exterior e levar isso de volta para o Brasil, em áreas que são da fronteira do conhecimento”, disse.

Após concluir sua pesquisa, Lima já tem destino certo. Seu propósito é retornar ao Brasil. Ele planeja poder retribuir o investimento feito nele por meio da bolsa de estudos. “É uma oportunidade fantástica para qualquer estudante e pesquisador, é um investimento em uma área crucial, fundamental. Acho que é um momento histórico esse que a gente está vivendo.”

Quinta-feira, 2 de julho de 2015 às 9:00   (Última atualização: 02/07/2015 às 13:08:42)

Escolas públicas participarão de programa da Nasa de educação em ciências

Brasil-EUA-2015Durante viagem oficial da presidenta Dilma aos Estados Unidos, também foram firmadas parcerias entre as agências espaciais brasileira e americana, AEB e Nasa. Por meio de um dos acordos, assinado na terça-feira (30), o Brasil se torna integrante do Programa de Aprendizagem e Observações Globais em Benefício do Meio Ambiente (Globe, na sigla em inglês), ação de ciência e educação ambiental que reúne estudantes, professores e cientistas para estudar a ciência do meio ambiente. Escolas públicas brasileiras participarão da iniciativa sob coordenação da AEB.

O Blog do Planalto conversou na Califórnia com o presidente da agência brasileira, José Raimundo Coelho. Ele explicou que a parceria firmada pelo governo com a Nasa será responsável por estimular o estudo de disciplinas na área de ciência ambiental em escolas públicas primárias. Para isso, professores de instituições selecionadas serão treinados pelo programa da Nasa. A ideia, disse ele, é que o programa alcance todas as escolas públicas do país. A iniciativa deve começar pelo Distrito Federal. A parceria terá duração mínima de cinco anos e a AEB será responsável por identificar as escolas que participarão da iniciativa, certificar que os equipamentos de medição estejam calibrados, entre outras iniciativas.

O presidente da AEB, José Raimundo Braga Coelho (E), e o administrador da Nasa, Charles Bolden, assinam os acordos para as áreas de educação e científica. Foto: Divulgação/MCTI

O presidente da AEB, José Raimundo Braga Coelho (E), e o administrador da Nasa, Charles Bolden, assinam os acordos para as áreas de educação e científica. Foto: Divulgação/MCTI

O objetivo do Programa Globe, criado em 1995, é aumentar a consciência de estudantes sobre o meio ambiente e suas interações com o ser humano, além de contribuir para a compreensão científica do planeta. Dados de medições ambientais, imagens ambientais globais, materiais educacionais e softwares serão disponibilizados aos alunos das escolas beneficiadas. O programa formou uma rede internacional de estudantes de ensino primário, médio e secundário de 112 países para estudar questões de meio ambiente, fazer medições e compartilhar dados ambientais com a comunidade científica internacional.

Heliotermia
Durante a visita da presidenta Dilma, as agências espaciais acertaram ainda que o Brasil participará de missões que estudam o Sol e os arredores da Terra, tais como a missão Magnetospheric Multiscale Satellites (MMS) e Van Allen Probes. O compartilhamento de dados aumentará os resultados e a produtividade científica para o benefício da heliofísica em geral.

Estágio
Em 18 de junho, a AEB e a Nasa firmaram também uma parceria para aumentar as oportunidades para estudantes brasileiros de graduação e pós-graduação participarem do Programa de Estágio Internacional Nasa. O projeto permitirá a troca de experiência entre alunos dos dois países.

Poderão pleitear o estágio bolsistas de graduação do Ciência sem Fronteiras que já estão em uma universidade norte-americana ou estão prestes a embarcar para o programa.

Com informações do MCTI e AEB

Quinta-feira, 2 de julho de 2015 às 8:00  

Dilma retorna da viagem aos Estados Unidos

Agenda presidencial

Nesta quinta-feira (2), a presidenta Dilma Rousseff retorna da viagem aos Estados Unidos e chega à Base Aérea de Brasília às 12h40.

*Agenda sujeita a alterações ao longo do dia. Para atualizações, acesse o Portal Planalto.

 

 

Quarta-feira, 1 de julho de 2015 às 20:56   (Última atualização: 01/07/2015 às 22:48:31)

Brasil e EUA relançaram relações em patamar de maiores possibilidades futuras, avalia Dilma

Brasil-EUA-2015A presidenta Dilma Rousseff avaliou nesta quarta-feira (1º) como “extremamente produtiva” a visita que faz aos Estados Unidos. “Nós relançamos a relação com os Estados Unidos num patamar de maiores possibilidades futuras e presentes”, disse ela em entrevista coletiva, após encerar a parte final da visita, na Califórnia, onde esteve em importantes instituições de ensino e pesquisa em ciência e tecnologia, no Vale do Silício.

“Acho que definirmos, em comum com o presidente Obama, o aumento para até 20% da participação de energias renováveis, não hidráulicas, na nossa matriz elétrica foi uma conquista. Uma grande conquista, que pode tornar bem mais fácil que a reunião em Paris, a COP 21 seja um sucesso”, destacou.

A presidenta afirmou que os dois países fizeram grandes avanços na área comercial. “Tanto nos acordos que dizem respeito a pontos específicos, como é o caso do acordo da carne, que abriu para as exportações brasileiras o mercado de carnes aqui nos Estados Unidos, como também questões mais gerais, que são toda a convergência regulatória, que é o nosso objetivo, a facilitação do comércio, o uso do portal único nosso e do equivalente ao portal único aqui nos Estados Unidos”.

Todas essas iniciativas têm o objetivo de incentivar uma meta importante, que é dobrar o fluxo de comércio entre o Brasil e os Estados Unidos nos próximos dez anos, concluiu ela.
Confira a íntegra

Quarta-feira, 1 de julho de 2015 às 20:51   (Última atualização: 01/07/2015 às 23:13:07)

Projeto que eleva salários de servidores prejudica ajuste fiscal, afirma presidenta Dilma

Brasil-EUA-2015
A aprovação do Projeto de Lei 28/2015 pelo Senado Federal, na terça-feira (30), autorizando um reajuste de 59% a 78% para os servidores do Poder Judiciário, prejudica “de fato” o ajuste fiscal, disse a presidenta Dilma Rousseff nesta quarta-feira (1º ), durante entrevista coletiva em Mountain View, na Califórnia.

Segundo nota divulgada pelo Ministério do Planejamento, nesta quarta-feira, o custo total do reajuste acumulado de 2015 a 2018 para estes servidores será de R$ 25,7 bilhões. Após 2018 o custo adicional seria de R$ 10,5 bilhões por ano. De acordo com o ministério, a proposta aumenta ainda mais a diferença entre os salários dos servidores do Judiciário e carreiras similares do Executivo. “Atualmente já há um ganho a maior de até 60% em favor do Judiciário. Com a proposta, essa diferença subiria para 170%”.

Dilma lembra que tratativas sobre aumento de salários precisa ser votada na Câmara. “Ainda temos oportunidades de avaliar como será essa questão”. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Dilma lembra que tratativas sobre aumento de salários precisa ser votada na Câmara. “Ainda temos oportunidades de avaliar como será essa questão”. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Dilma ressalvou, no entanto, que as tratativas sobre o tema não estão encerradas, pois a matéria ainda deverá ser votada na Câmara. “O Congresso ainda não concluiu a votação. Ela vai para a outra Casa. (…) Nós ainda temos oportunidades de avaliar como será essa questão do aumento”.

E acrescentou que essa votação, a exemplo de outras que têm sido realizadas no Congresso, nãos são desafios às metas do governo, porque fazem parte da democracia. Perguntada se poderia vetar a proposta, a presidenta afirmou que não iria discutir essa questão antes da hora, pois é preciso respeitar o procedimento legislativo.

 No mesmo dia que votam isso, o que nós achamos lamentável, porque é insustentável um País como o nosso, em qualquer circunstância, dar níveis de aumento tão elevados, em outra lei que era cara para nós, que é a questão da redução da maioridade penal, não houve vitória. Então, Congresso, como a democracia, é assim. Tem dia que você ganha e tem dia que você perde. Agora, nós ainda temos oportunidades de avaliar como é que vai ser essa questão do aumento. De fato, compromete o ajuste fiscal”.

Ainda sobre a redução da maioridade penal, Dilma disse que o governo tem seu próprio projeto: “Nós consideramos que se deve ampliar a pena dos adultos quando usarem menores na sua quadrilha. E, ao mesmo tempo, defendemos que, no caso exclusivamente dos crimes hediondos, as medidas socioeducativas sejam dadas de forma separada, quando [o infrator] for menor e que se estenda o período até oito anos. É isso que nós defendemos”.

Ao final, Dilma descartou que haja um clima de animosidade entre o Executivo e o Congresso, afirmando que é grata aos parlamentares pela aprovação de uma parte expressiva do ajuste fiscal. “Nós temos várias coisas a reconhecer que os deputados federais e os senadores aprovaram. Então, não concordo com essa visão pessimista”.

O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, por sua vez,  disse, em São Francisco (EUA), onde integrou a comitiva da presidenta Dilma Rousseff, que continuará trabalhando em uma alternativa e que a superação das dificuldades deve envolver todos os poderes. “O Congresso pode e deve ajudar a construir a solução. O momento é de união e cooperação para superar esses desafios. A sociedade brasileira espera que todos participem de sua solução”.

Quarta-feira, 1 de julho de 2015 às 20:45   (Última atualização: 01/07/2015 às 22:48:40)

Dilma fecha parcerias em pesquisa e inovação com grandes universidades americanas

Brasil-EUA-2015

A presidenta Dilma Rousseff abordou, durante entrevista coletiva à imprensa, os resultados dos encontros que manteve nesta quarta-feira (1º) com representantes das grandes universidades e centros de pesquisas dos Estados Unidos, como Berkeley, Stanford e a Universidade da Califórnia. Nesta última, informou ela, foi fechada uma parceria entre com institutos brasileiros de pesquisa de áreas como engenharia de algoritmos, de energias renováveis, solar e eólica.

Sobre a visita a Mountain View, ela relatou a experiência de andar em um carro inteiramente automático e sem motorista, no projeto Google Driverless Car. Mas, o mais importante, enfatizou, foram as informações que recebeu sobre o que o Google pode fazer juntamente com o governo e a sociedade brasileira.

Entre as parcerias, Dilma destacou iniciativas na área de engenharia e energia renovável. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Entre as parcerias, Dilma destacou iniciativas na área de engenharia e energia renovável. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Citou, como exemplo, a parceria que assinada pela empresa norte-americana e o Sebrae, que vai beneficiar as micro e pequenas empresas brasileiras “que montam hoje, se você somar junto com microempreendedor individual, a quase 10 milhões de unidades empresariais”.

Segundo a presidenta, quando essas empresas têm acesso facilitado à internet para se organizar, para poder vender e para mostrar seus produtos, elas mudam seu patamar de negócios. “Aumentam os lucros, aumenta a renda, aumenta toda a perspectiva futura”.

Comunicações em áreas remotas
O segundo ponto que a presidenta destacou foi a da comunicação em áreas remotas. Dilma se referia ao projeto Loon, que pretende levar acesso à internet a áreas rurais e remotas no mundo, utilizando balões que viajam pelo espaço para criar redes sem fio, com velocidade semelhante ao 3G. O engenheiro paulista Mauro Gonçalves é um dos responsáveis pelo projeto.

“Nós, no Brasil, sempre estamos tentando equacionar o problema da comunicação, por exemplo, na Amazônia. E o sistema de balões que eles estão em vias de lançar, pode, de fato, trazer ao Brasil uma oportunidade para interconectar a Amazônia sem grandes custos, uma vez que os balões não exigem que, embaixo, você tenha um receptor sofisticado, basta um celular. Então, do balão você transmite para um celular. E nós sabemos o quanto a população brasileira gosta de celular. Isso em todos os estados, em todas as regiões”, explicou Dilma.

A presidenta também destacou a importância de seu encontro com a ex-secretária de Estado Condoleezza Rice, que hoje preside a renomada Universidade de Stanford. Ela lembrou ainda a área de biotecnologia e a visita ao SRI International, antigo Instituto de Pesquisa da Universidade de Stanford, hoje um dos mais importantes centros de excelência na área de inovação do mundo, onde foi recebida pelo presidente da entidade, o PHD em Astronomia, Bill Jeffrey.

“O SRI é muito importante, porque tenta resolver um problema que, para qualquer país que está preocupado com ciência, tecnologia e inovação, é essencial. É resolver como que você sai da universidade, dos centros de pesquisas, dos laboratórios e chega ao mercado. Basicamente é isso”, declarou a presidenta.

Quarta-feira, 1 de julho de 2015 às 16:43   (Última atualização: 01/07/2015 às 22:47:49)

Dilma se reúne com o presidente executivo do Google, Eric Schmidt

Dilma durante reunião com o presidente executivo do Google, Erick Schmidt, nesta quarta-feira (1º), em São Francisco (EUA). Na conversa, eles discutiram sobre parcerias com foco no estímulo ao desenvolvimento da indústria da tecnologia e inovação no Brasil. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Dilma durante reunião com o presidente executivo do Google, Eric Schmidt, nesta quarta-feira (1º), em São Francisco (EUA). Na conversa, eles discutiram sobre parcerias com foco no estímulo ao desenvolvimento da indústria da tecnologia e inovação no Brasil. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Quarta-feira, 1 de julho de 2015 às 15:47   (Última atualização: 01/07/2015 às 21:15:50)

Pelo twitter, ex-secretária americana Madeleine Albright enaltece encontro com Dilma

Brasil-EUA-2015
A ex-secretária de Estado dos Estados Unidos Madeleine Albright enalteceu, em seu perfil no Twitter, nesta quarta-feira (1º), o encontro com a presidenta Dilma Rousseff, em Washington (EUA). “Dilma, foi um prazer encontrá-la ontem e discutir a cooperação entre Estados Unidos e Brasil. Nós somos parceiros naturais”, postou Albright.

Albright foi a primeira mulher a ocupar o cargo, tendo sido nomeada em 1997 pelo presidente Bill Clinton. Terminou seu mandato em 2001.

O encontro fez parte da programação da presidenta Dilma nos Estados Unidos. Nesta quarta-feira, ela encerra a agenda oficial nos país com compromissos em São Francisco, no estado da Califórnia.

Quarta-feira, 1 de julho de 2015 às 15:29   (Última atualização: 01/07/2015 às 15:42:59)

Universidades americanas mostram interesse em ampliar intercâmbio de pesquisadores com Brasil

Brasil-EUA-2015Na manhã desta quarta-feira (1°), em San Francisco, Califórnia, a presidenta Dilma Rousseff se reuniu com a presidenta da Universidade da Califórnia, Janet Napolitano, e com o reitor da Universidade de Berkeley, Nicholas Dirks. O objetivo do encontro foi o de ampliar parcerias na área de educação e o intercâmbio de pesquisadores entre instituições dos dois países.

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, participou da reunião e afirmou que o Brasil tem interesse em expandir o programa de pesquisa e formação de brasileiros nas universidades americanas nas áreas de engenharia, algoritmo, biotecnologia e outras de interesse do Brasil.

Presidenta Dilma durante encontro com a presidenta da Universidade da Califórnia, Janet Napolitano. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Presidenta Dilma durante encontro com a presidenta da Universidade da Califórnia, Janet Napolitano. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

“A reunião foi muito construtiva”, disse o ministro. Ele destacou que a presidenta Napolitano conhece “inclusive a presença brasileira nas universidades norte-americanas e demonstrou toda boa vontade e todo interesse em colaborar para que o Brasil amplie a sua presença e que seja também ampliado o intercâmbio”, afirmou Aldo Rebelo.

Ele também declarou que foi demonstrado o interesse do Brasil em que pesquisadores, professores e estudantes norte-americanos estejam presentes em centros e institutos de universidades brasileiras.

Também participaram do encontro o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, e representantes da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ).

Quarta-feira, 1 de julho de 2015 às 14:02  

Dilma conhece robô desenvolvido em um dos principais centros de tecnologia do mundo

Brasil-EUA-2015Além de visitar a sede do Google e de se encontrar com executivos das principais empresas de tecnologia norte-americanas, a agenda da presidenta Dilma Rousseff na Califórnia inclui a visita ao SRI International, o antigo Instituto de Pesquisa da Universidade de Stanford, hoje um dos mais importantes centros de excelência na área de inovação do mundo, onde ela será recebida pelo presidente da entidade, o PHD em Astronomia, Bill Jeffrey.

O SRI International, na região de Palo Alto (Califórnia), é um dos principais centros de pesquisa e inovação do mundo. Foto: Ana Carolina Melo/ PR

Sede do SRI International, na região de Palo Alto, Califórnia(EUA). Foto: Ana Carolina Melo/Blog do Planalto

A organização sem fins lucrativos desenvolve pesquisas de alto nível nas áreas de saúde, sistemas de computação, robótica, educação e tecnologia, segurança nacional, desenvolvimento econômico, ambiental e entretenimento. E já foi responsável por inovações como o ultra-som para diagnóstico médico, a droga anti-malária Halofantrina, a primeira rede de rádio digital móvel do mundo e as primeiras conexões com a internet.

Mais recentemente, o SRI também desenvolveu Siri, o primeiro assistente pessoal virtual do mundo. Além disso, a entidade é reconhecida internacionalmente pela criação do primeiro mouse de computador, o que  marcou o início da história da computação interativa.

Primeiro mouse criado pelo SRI em 1968. Antes da invenção, toda relação do ser humano com o computador era feita via teclado. Foto: Arquivo/SRI

Primeiro mouse criado pelo SRI em 1968. Antes da invenção, toda relação do ser humano com o computador era feita via teclado. Foto: Arquivo/SRI

Em sua visita ao SRI, a presidenta Dilma também será apresentada ao mais recente robô humanóide desenvolvido pelo centro de pesquisa: Durus. Os maiores avanços atribuídos ao projeto combinam seu modo de caminhar, muito mais semelhante ao do ser humano  e diferenciado da marcha estática estereotipada da maioria dos robôs, ao seu baixo gasto energético.

O robô Durus desenvolvido pelo SRI traz como inovação o baixo gasto de energia  e um andar mais semelhante ao do ser humano. Foto: Divulgação/SRI

O robô Durus desenvolvido pelo SRI traz como inovação o baixo gasto de energia e um andar mais semelhante ao do ser humano. Foto: Divulgação/SRI

O invento já foi capaz de percorrer 2,05 km sem recorrer a nenhuma carga extra  de energia. E os pesquisadores da SRI já acreditam que com ajustes adicionais Durus poderá chegar a percorrer 10 km sem precisar de mais bateria. A origem do seu nome está ligada a uma de suas principais características para os padrões atuais: durável.  Entre as aplicações futuras para os robos humanóides estão percorrer espaços que podem não ser seguros para os seres humanos – como incêndios e desatres – e, potencialmente, a assistência doméstica.

Confira no vídeo abaixo uma caminhada de Durus:

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